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Promotores de justi a e novas formas de atua o em defesa de interesses sociais e coletivos
Silva Cátia Aida
Revista Brasileira de Ciências Sociais , 2001,
Abstract: O artigo discute as formas de atua o dos promotores de justi a na defesa de interesses coletivos e sociais. Procura mostrar os contornos fluidos que as interven es vêm adquirindo, tendo em vista o novo desenho constitucional do Ministério Público, a regulamenta o de novos direitos e a introdu o de novas concep es e procedimentos judiciais e extrajudiciais no Brasil.
"Djunta-mon": o processo de constru o de organiza es cooperativas
Sato Leny
Psicologia USP , 1999,
Abstract: Esse artigo discute a constru o de cooperativas a partir da concep o de organiza o como processo social dinamizado por negocia es. Para tanto, consideramos o conflito e a harmonia de interesses nucleares para a compreens o desse processo, os quais explicam movimentos de coopera o e de confronta o.
Precondi es para parcerias público-privadas em municípios: um estudo exploratório do caso de Araucária - PR Pre-requisites for public-private partnerships in municipalities: the case of Araucaria - PR
Sandro Aparecido Gon?alves
Rege : Revista de Gest?o , 2007,
Abstract: Os anos 90 foram marcados, entre outros eventos, pela privatiza o de empresas estatais. Além disso, observou-se também grande número de concess es do patrim nio público à gest o privada. Independentemente do julgamento sobre o sucesso ou fracasso dessas experiências, o início desta década, e especificamente a sob a égide do governo Lula e da concep o teórica do ex-Ministro do Planejamento, Guido Mantega, o relacionamento entre o setor público e o setor privado foi reformulado, sendo conhecido agora como Parcerias Público-Privadas - PPP's. O presente trabalho buscou avaliar as precondi es para a implanta o desse novo modelo no Município de Araucária. Para tanto, entrevistaram-se dezenove atores sociais relevantes, que foram questionados sobre aspectos diversos das possibilidades e demandas locais. O tratamento dos dados foi qualitativo, seguido de análise quantitativa, com base em um estudo de características exploratórias. Os resultados encontrados indicam amplo desconhecimento da lei e preocupa es quanto ao planejamento futuro do município. During the nineties many government companies underwent privatization and a large number of concessions of public property were made to private management. Irrespective of the appraisal of success or failure of these undertakings, in the beginning of this decade, and more specifically during the Lula government and the theoretical concept of the former Planning Minister, Guido Mantega, the relationship between the public and private sectors has been redefined as Public-Private Partnerships (PPP). This article assessed pre-requisites for implementing this new model of PPP in the city of Araucaria. Nineteen relevant social actors were interviewed about different aspects of possibilities and local requirements. Data were given qualitative treatment followed by quantitative analysis, based on a study of exploratory characteristics. Results indicate a widespread lack of knowledge about the law and concern about the future planning of the city.
SOCIAL MOVEMENTS AND PRESSURE GROUPS: TWO WAYS OF COLLECTIVE ACTION MOVIMENTOS SOCIAIS E GRUPOS DE PRESS O: DUAS FORMAS DE A O COLETIVA
Andréa Oliveira Gozetto
REMark : Revista Brasileira de Marketing , 2009, DOI: 10.5585/remark.v7i1.1253
Abstract: The theoretical discussion presents a comparison between the course and the form of actuation of the social movements and the pressure groups. These two kinds of collective action are not usually analyzed together because the points of view of the analysts do not have the same legitimacy level. We argue that despite the social movements had brought to Brazilian politics a new way of expression and action, pressure groups won legitimacy when start increasing their strength through the post-1985 redemocratization process. In view of the change in the way of representation in Brazil, nowadays the working class organizes itself both in social movements and pressure groups in order to guarantee their rights, especially in the legislative scope. Neste trabalho, faz-se uma discuss o teórica, comparando a trajetória e a forma de atua o dos movimentos sociais e dos grupos de press o. Esses dois modelos de a o coletiva n o costumam ser analisados conjuntamente, pois, do ponto de vista dos especialistas, n o possuem o mesmo grau de legitimidade. Argumentamos que, apesar de os movimentos sociais terem trazido à política brasileira uma nova maneira de express o e a o, os grupos de press o ganharam legitimidade ao se fortalecerem com o processo de redemocratiza o pós-1985. Em raz o da mudan a no formato de representa o de interesses no Brasil, hoje a classe trabalhadora se organiza tanto em movimentos sociais quanto em grupos de press o quando se trata de garantir seus direitos, principalmente no ambito legislativo.
A quest o de Taiwan e o interesse para o Brasil (II)
Paulo Ant?nio Pereira Pinto
Meridiano 47 : Boletim de Análise de Conjuntura em Rela??es Internacionais , 2004,
Abstract: a
Interesses nacionais n o s o “dados”: as rela es indo-paquistanesas sob o prisma do Construtivismo
Diogo Mamoru Ide
Meridiano 47 : Boletim de Análise de Conjuntura em Rela??es Internacionais , 2008,
Abstract: a
Levantamento das características culturais no hábito de leitura da comunidade acadêmica do curso de biblioteconomia da Universidade Federal da Santa Catarina
Assunta Maria Bortolon,Daiane da Silva Martins Tomaz,Denise Regina Alves,Uberdan dos Santos Lopes
Revista ACB , 1998,
Abstract: [Portuguese]Apresenta os resultados do estudo entre os alunos de gradu o do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Santa Catarina, em outubro de 1996. O objetivo foi verificar aspectos culturais no hábito de leitura dos alunos. As conclus es apontam que a leitura é uma das atividades de lazer mais privilegiadas.
Direitos econ micos, sociais e culturais. Prote o jurisdicional dos interesses difusos e coletivos da popula o infanto-juvenil
Josiane Rose Petry Veronese
Sequência : Estudos Juridicos e Politicos , 2000,
Abstract:
Redes sociais e teoria social: revendo os fundamentos do conceito Redes Sociales y Teoría Social: Reviendo los fundamentos del concepto
Sonia Acioli
Informa??o & Informa??o , 2007, DOI: 10.5433/1981-8920.2007v12n0p
Abstract: Este artigo discute os vários usos e abordagens utilizadas em rela o à express o redes sociais, que tem sido naturalizada e associada apenas às tecnologias da informa o. é um estudo conceitual que pretende situar historicamente a no o de redes, buscando ainda identificar as formas as quais a express o redes sociais tem sido articulada e as abordagens empreendidas. Para tal, foi realizada uma revis o bibliográfica tendo como base os campos da Sociologia, Antropologia, Informa o e Comunica o por serem essas as áreas aonde a no o de redes teve sua origem sendo também mais freqüentemente utilizada. Buscando pensar as possibilidades de análise utilizando a no o de rede, esbo amos três possíveis abordagens inspiradas na leitura de Barnes, J. A. e Mitchell, J. Clyde. S o elas: uma abordagem metafórica, voltada à filosofia de rede ou ainda a uma aproxima o conceitual; uma analítica centrada na metodologia de análise de redes, e, uma tecnológica, cuja preocupa o está voltada para as redes de conex es, para as possibilidades que se colocam em rela o às intera es possíveis na sociedade através de redes eletr nicas, de informa es, interorganizacionais. Entendemos que em todas essas abordagens dá-se uma rela o direta com a informa o, se percebemos informa o como processo de troca permanente. Portanto, trabalhar com a idéia de redes significa trabalhar de forma articulada com a idéia de informa o. Concluindo, nesse mundo em redes, onde há mais quantidade do que qualidade de informa o, a possibilidade de fragmenta o de saberes e culturas, e, portanto de sujeitos é muito grande. Nesse sentido, pode-se pensar na relativiza o dos espa os internos - entendidos como o local – além da valoriza o desses mesmos espa os, já que as ordens local e global se interpenetram e podem reinventar formas de comunica o e saberes.
Construindo leis: os construtores e as concess es de servi os
Mancuso Wagner Pralon
Lua Nova: Revista de Cultura e Política , 2003,
Abstract: Elementos da teoria da a o coletiva formulada por Mancur Olson - os conceitos de carona e de explora o do grande pelo pequeno - ajudam a explicar o comportamento das entidades que representam os interesses da indústria da constru o durante a elabora o da legisla o sobre concess es de servi os públicos no Brasil. O artigo contribui para o estudo da articula o de interesses do empresariado durante o processo de produ o legislativa de nível federal.
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