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Search Results: 1 - 10 of 17095 matches for " Insuficiência hepática "
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Custo do transplante hepático no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná
Coelho J.C.U.,Wiederkehr J.C.,Lacerda M.A.,Campos A.C.L.
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 1997,
Abstract: OBJETIVO. Determinar o custo do transplante hepático no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná. MéTODO. Os dados do prontuário de 24 pacientes submetidos a 25 transplantes hepáticos foram avaliados do dia da interna o para o transplante hepático até a data da alta hospitalar ou óbito para determinar o número de dias de interna o, o local de interna o, a quantidade de material e medicamentos usados, os exames complementares e procedimentos realizados. Honorários médicos n o foram incluídos no estudo. RESULTADOS. A idade dos pacientes variou de 6 a 56 anos, tendo seis deles menos que 14 anos de idade. Cinco pacientes foram a óbito durante a interna o hospitalar. Retransplante foi realizado em somente um paciente. O custo médio da retirada do fígado do doador foi de US$ 2,783.19. O custo total do transplante hepático variou amplamente entre os pacientes, na dependência de ocorrência de complica es pós-operatórias, do número de dias de interna o hospitalar e da quantidade de transfus o de hemoderivados. O custo total variou de US$ 6,359.84 a US$ 75,434.18, com média de US$ 21,505.53. O item mais caro do transplante hepático foi o custo com a hemoterapia, seguido do custo com medicamentos e diária hospitalar. CONCLUS O. O custo do transplante hepático varia muito entre os pacientes e pode ser realizado no Brasil a um custo inferior ao relatado nos Estados Unidos e na Europa.
Hepatite E
Paraná Raymundo,Schinoni Maria Isabel
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2002,
Abstract: O vírus da hepatite E (VHE) é o segundo vírus de transmiss o fecal-oral com hepatotropismo confirmado, após o vírus da hepatite A. As grandes epidemias de hepatite das décadas de 50 e 60 na índia foram causadas pelo VHE. Observaram-se surtos da infec o na áfrica Central, América Latina, Oriente Médio e Repúblicas independentes da ex-Uni o Soviética. O quadro clínico da doen a assemelha-se ao de outras hepatites virais. N o há casos descritos de hepatite E cr nicas. Cerca de 20% das mulheres que adquirem a doen a durante a gravidez desenvolvem formas graves, com insuficiência hepática fulminante. Confirma-se o diagnóstico quando se encontra no soro anticorpos (método de ELISA) das classes IgM (fase aguda) e/ou IgG (curados). O imunoblot e o PCR-RNA podem ser usados quando necessário. N o há tratamento específico. O uso de imunoglobulina hiperimune tem sido aconselhado por alguns autores. A preven o se faz pelos cuidados higiênicos e dietéticos habituais. N o há vacina eficaz contra a doen a.
Hepatite D
Fonseca José Carlos Ferraz da
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2002,
Abstract: O vírus da hepatite D (VHD), também chamado de vírus delta, é um pequeno vírus contendo RNA circular. O VHD causa infec o, quando há coinfec o com o vírus da hepatite B (VHB) em indivíduos normais ou superinfec o em portadores cr nicos do VHB. Três genótipos já foram clonados e seqüenciados. A infec o apresenta distribui o mundial, sendo a regi o ocidental da Amaz nia brasileira considerada área de alta endemicidade. Estima-se que 18 milh es de pessoas encontram-se infectadas pelo vírus entre os 350 milh es de portadores cr nicos do VHB no mundo. As vias de transmiss o do VHD e os fatores de risco mostram-se similares aos da infec o pelo VHB. O diagnóstico se faz pela identifica o imuno-histológica do HDAg no fígado e pelo encontro das fra es IgM e IgG anti-HD no soro por radioimunoensaio ou ELISA. O curso clínico da infec o pelo VHD mostra-se variável. Os pacientes podem apresentar formas fulminantes de hepatite. As formas cr nicas associam-se a achados histopatológicos graves no fígado, com curso rápido e progressivo, evoluindo para cirrose, insuficiência hepática e morte. O interferon alfa constitui a única op o terapêutica com algum efeito benéfico no tratamento da hepatite. O transplante hepático encontra indica o nos casos terminais de cirrose. A profilaxia indireta da infec o pelo VHD tornou-se possível com o advento da vacina contra o vírus da hepatite B.
Fragilidade osmótica eritrocitária em gatos acometidos por hepatopatias e gatos com insuficiência renal
Elias Fernanda,Lucas Sílvia Regina Ricci,Hagiwara Mitika Kuribayashi,Kogika Márcia Mery
Ciência Rural , 2004,
Abstract: A fragilidade osmótica eritrocitária (FOE) avalia a resistência osmótica das células vermelhas em concentra es decrescentes de solu o salina. A resistência depende da forma, volume, tamanho, conteúdo de hemoglobina e meia vida dos eritrócitos, e pode ser alterada por vários fatores fisiológicos ou patológicos. Existem poucos relatos sobre a FOE em gatos. O objetivo deste estudo foi avaliar a FOE em gatos hígidos, com enfermidades hepáticas e naqueles com insuficiência renal. Foram estudados 27 animais divididos em três grupos. A hemólise 50% foi notada de forma similar em todos os grupos. Em 100% de hemólise, os eritrócitos de gatos com insuficiência renal e doen a hepática mostraram maior fragilidade osmótica, embora esses animais apresentassem maiores níveis de colesterol sérico quando comparados aos gatos sadios do grupo controle. O achado de maior FOE mesmo com níveis elevados de colesterol pode estar associado a características metabólicas da espécie.
Insuficiência hepática pelo uso de isoniazida: relato de caso
PEREIRA Ricardo Mendes,TRESOLDI Antonia Teresinha,HESSEL Gabriel
Arquivos de Gastroenterologia , 2000,
Abstract: A isoniazida e a pirazinamida s o drogas hepatotóxicas bem conhecidas. O aparecimento da les o hepática, em rela o ao início do tratamento, é precoce com a isoniazida e mais tardio e mais grave com a pirazinamida. O objetivo deste trabalho é relatar caso de um lactente de cinco meses de idade com tuberculose pulmonar e meníngea, que desenvolveu hepatite tóxica com insuficiência hepática, durante o uso de isoniazida, pirazinamida e rifampicina. As manifesta es clínicas e as altera es laboratoriais foram detectadas no quinto dia de tratamento e a melhora foi rápida, estando praticamente recuperado no final da primeira semana, após suspens o da isoniazida. Embora tenha tido necessidade de suporte em unidade de terapia intensiva, teve evolu o favorável, sem seqüelas.
Treating seizures in renal and hepatic failure Tratamento de crises epilépticas na insuficiência renal e na insuficiência hepática
Glenda Corrêa Borges de Lacerda
Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology , 2008,
Abstract: INTRODUCTION: Renal and hepatic diseases cause seizures and patients with epilepsy may suffer from such diseases which change antiepileptic drugs (AEDs) metabolism. OBJECTIVES: To revise how seizures may be caused by metabolic disturbances due to renal or hepatic diseases, by their treatment or by comorbidities and how AEDs choice might be influenced by these conditions. RESULTS: Seizures arise in renal failure due to toxins accumulation and to complications like sepsis, hemorrhage, malignant hypertension, pH and hydroelectrolytic disturbances. Hemodialysis leads to acute dysequilibrium syndrome and to dementia. Peritoneal dialysis may cause hyperosmolar non-ketotic coma. Post-renal transplant immunosupression is neurotoxic and cause posterior leukoencephalopathy, cerebral lymphoma and infections. Some antibiotics decrease convulsive thresholds, risking status epilepticus. Most commonly used AEDs in uremia are benzodiazepines, ethosuximide, phenytoin and phenobarbital. When treating epilepsy in renal failure, the choice of AED remains linked to seizure type, but doses should be adjusted especially in the case of hydrosoluble, low-molecular-weight, low-protein-bound, low apparent distribution volume AEDs. Hepatic failure leads to encephalopathy and seizures treated by ammonium levels and intestinal bacterial activity reductions, reversal of cerebral edema and intracranial hypertension. Phenytoin and benzodiazepines are usually ineffective. Seizures caused by post-hepatic immunosupression can be treated by phenytoin or levetiracetam. Seizures in Wilson's disease may result from D-penicillamine dependent piridoxine deficiency. Porphyria seizures may be treated with gabapentin, oxcarbazepine and levetiracetam. Hepatic disease changes AEDs pharmacokinetics and needs doses readjustments. Little liver-metabolized AEDs as gabapentin, oxcarbazepine and levetiracetam are theoretically more adequate. CONCLUSIONS: Efficient seizures treatment in renal and hepatic diseases requires adequate diagnosis of these disturbances and their comorbidities besides good knowledge on AEDs metabolism, their pharmacokinetic changes in such diseases, careful use of concomitant medications and AEDs serum levels monitoring. INTRODU O: Doen as renais e hepáticas causam crises epilépticas e pacientes com epilepsia podem sofrer doen as renais e hepáticas modificadoras do metabolismo das drogas antiepilépticas (DAEs). OBJETIVOS: Rever como crises epilépticas podem ser causadas pelas altera es metabólicas próprias às doen as renais e hepáticas, pelo tratamento das mesmas e de suas comorb
Mortalidade após ressec o hepática: determina o de um fator de risco pós-operatório precoce e eficaz Mortality rates after hepatic resection: early and effective postoperative risk factor determination
Silvio M. P. Balzan,Joaquim J. Gama-Rodrigues,Jacques Belghiti
ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva (S?o Paulo) , 2007,
Abstract: RACIONAL: A defini o de insuficiência hepática pós-operatória n o é ainda padronizada, dificultando a compara o de inova es em procedimentos hepáticos e tornando complexo o uso de interven es terapêuticas pós-operatórias. OBJETIVO: Avaliar a utilidade e acurácia do critério diagnóstico de insuficiência hepática pós hepatectomia utilizando o tempo de protrombina e bilirrubina sérica como preditores da mortalidade. MéTODOS: Foram estudadas 775 hepatectomias eletivas. O fígado n o-tumoral foi anormal em 43% dos casos: esteatose >30% em 107 (14%), fibrose em 237 (43%) e cirrose em 94 (12%). Foi analisado o impacto sobre a mortalidade da ocorrência de tempo de protrombina menor que 50% e bilirrubina total sérica maior que 50 μmol/L (critério 50-50) nos dias pós-operatórios 1, 3, 5 e 7. RESULTADOS: A cinética pós-operatória do tempo de protrombina e da bilirrubina sérica foram distintas. O menor nível de tempo de protrombina foi no 1o dia do pós-operatório e o pico de bilirrubina sérica foi no 3o. A tendência ao retorno para valores pré-operatórios destes dois fatores bioquímicos se firmou claramente no 5o dia. A mortalidade operatória global foi de 3,4% (26 pacientes), incluindo 21 (81%) casos com parênquima n o tumoral anormal e 20 (77%) após uma hepatectomia maior. O índice de mortalidade foi maior em pacientes com tempo de protrombina <50% ou bilirrubina sérica >50 μmol/L no pós-operatório. A conjun o de tempo de protrombina < 50% e bilirrubina sérica > 50 μmol/L no 5o dia foi fator preditivo de mortalide, a qual atingiu 59% quando esta associa o ocorreu. CONCLUS O: A partir do 5o dia de pós-operatório, a associa o de tempo de protrombina < 50% e bilirrubina sérica > 50 μml/L (3 mg/dL) (critério 50-50) foi preditor prático e acurado de mortalidade após hepatectomia. Prop e-se assim este critério como defini o de insuficiência hepática pós-operatória. BACKGROUND: The definition of postoperative hepatic insufficiency has not yet been standardized, making it difficult to compare innovations concerning hepatic procedures as well as turning the use of postoperative therapeutic interventions a complex task. OBJECTIVES: To evaluate the usefulness and accuracy of diagnosing hepatic insufficiency post-hepatectomy, using prothrombin and seric bilirubin time as predictors of mortality. METHODS: 775 elective hepatectomies were studied. Non-tumoral spleens were abnormal in 43% of cases studied: stenosis > 30% in 107 (14%), fibrosis in 237 (43%) and cirrhosis in 94 (12%). The impact over mortality with remark to prothrombin time being less than 50% and total ser
Síndrome de Johanson-Blizzard: importancia do diagnóstico diferencial em pediatria
Vieira Marta W.,Lopes Vera L.G.S.,Teruya Hiromi,Guimar?es-Lamonato Leonardo
Jornal de Pediatria , 2002,
Abstract: Objetivo: colaborar para a divulga o de uma entidade clínica que pode fazer parte do diagnóstico diferencial de vários quadros que acometem essa faixa etária pediátrica. Descri o: descrevemos uma crian a brasileira afetada por esta condi o e revemos a literatura. Comentários: a síndrome de Johanson Blizzard é uma condi o autoss mica recessiva, caracterizada por hipoplasia de asa nasal, agenesia de couro cabeludo, deficiência auditiva e insuficiência pancreática exócrina com má absor o. Observando os principais sinais, esta condi o clínica deve ser considerada como diagnóstico diferencial em algumas doen as pediátricas. Conclus o: a litotripsia extracorpórea demonstrou ser uma forma eficiente de tratamento de cálculos piélicos, caliciais, ureterais e vesicais em crian as. Cálculos coraliformes n o tiveram bons resultados quando tratados por meio de litotripsia extracorpórea. Os resultados deste método foram influenciados pela localiza o e tamanho dos cálculos.
Terapia nutricional no transplante hepático
PAROLIN M?nica Beatriz,ZAINA Francisca Eugênia,LOPES Reginaldo Werneck
Arquivos de Gastroenterologia , 2002,
Abstract: Racional - Deficiências nutricionais, por vezes graves, s o comuns em pacientes com insuficiência hepática, candidatos a transplante de fígado. A terapia nutricional pode corrigir total ou parcialmente tais deficiências, melhorando as condi es clínicas e o prognóstico desses indivíduos, frente ao grande desafio do transplante hepático. Objetivos - Breve revis o do papel do fígado no metabolismo dos diversos nutrientes. Descri o dos métodos de avalia o do estado nutricional, tra ando-se as bases da terapia nutricional segundo condi es hepáticas diversas, no pré e pós-transplante, em rela o às necessidades calóricas e dos diversos nutrientes. Apresenta o de interven es nutricionais, no controle das complica es metabólicas resultantes do uso de drogas imunossupressoras. Conclus o - A terapia nutricional é valiosa aliada no tratamento clínico de pacientes candidatos ou já submetidos ao transplante hepático, contribuindo para um prognóstico favorável e para a melhora da qualidade de vida desses indivíduos.
MODELOS EXPERIMENTAIS CIRúRGICOS DE FALêNCIA HEPáTICA FULMINANTE
Brasil I. R. C.,Silva P. M.,Tolentino E. C.,Sankarankuti A. K.
Acta Cirurgica Brasileira , 2001,
Abstract: Os autores fazem uma revis o pormenorizada sobre os principais modelos cirúrgicos experimentais de falência hepática fulminante. Abordam aspectos da indu o experimental das vantagens e desvantagens dos diferentes modelos, tecendo comentários sobre os modelos de indu o da falência hepática, e das possíveis formas de diagnóstico e tratamento.
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