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Tuberculose no idoso: análise do conceito
Vendramini Silvia Helena Figueiredo,Villa Tereza Cristina Scatena,Cardozo Gonzales Roxana Isabel,Monroe Aline Aparecida
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2003,
Abstract: O estudo teve como objetivo definir o conceito de tuberculose no idoso, expresso pela literatura existente na década de 80 e 90. Utilizou-se a análise de conceito, destacando-se os atributos essenciais, eventos antecedentes e conseqüentes do conceito a ser definido. A tuberculose no idoso é expressa como o recrudescimento de infec o longamente inativa. O idoso está mais predisposto à reinfec o, tanto endógena (mais freqüente) como exógena. Dentre os eventos antecedentes, identificou-se a moradia nas institui es para idosos como importante fonte de contagio da doen a. Os eventos conseqüentes mostraram a necessidade de enfoque diferenciado no diagnóstico e tratamento da doen a no idoso, devido às caraterísticas clínicas especificas que o diferenciam dos adultos jovens. Conclui-se a necessidade de realizar novas indaga es sobre a análise do conceito desenvolvido, a fim de contribuir na constru o de conhecimentos que subsidiem no diagnóstico, tratamento e cuidado do doente idoso.
PARTICIPANTS PROFILE OF THE NúCLEO UNESP-UNATI OF THE CAMPUS OF PRESIDENTE PRUDENTE PERFIL DE LOS PARTICIPANTES DEL NúCLEO UNESP-UNATI DEL CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE Perfil dos participantes do núcleo UNESP-UNATI do campus de Presidente Prudente
Maria Estelita Rojas Converso,Isabele Iartelli
Revista Ciência em Extens?o , 2010,
Abstract: Because of the great increase of the senior population in all world, a larger concern exists in turning the most productive and healthy old age. With this purpose, the Núcleo UNESP-UNATI of the campus of Presidente Prudente, tries to contribute offering several activities and providing an important social integration among these individuals. Like this, is necessary to characterize them and to know their interests better for refine and a planning of the activities, doing with that these assist the expectations and needs of the participant group. For the characterization data were collected on sex, education, marital status and home. It is noticed, for the results, that most of the participants lives with their relatives in detriments of the ones that live alone. In relation to the marital status the married ones prevail. In agreement with the education degree, we had a high index of participants with higher education, starting from 2002, that just in the year of 2001 it was crossed by a larger index of participants with incomplete fundamental teaching, fact that can also be explained by the type of activities that were inserted in the program. The predominant age group was of 50 and 70 years for both sexes. In agreement with the obtained results, we can notice that the senior this being moved as active agent of their own health, always looking for to improve their quality of life. Debido al gran aumento de la población mayor en todo el mundo, hay en la actualidad una notoria preocupación por hacer que la vejez sea una etapa de la vida más productiva y sana. En ese contexto, el Núcleo UNESP-UNATI del campus de Presidente Prudente busca contribuir al bienestar de los adultos mayores, ofreciéndoles la oportunidad de participar en diversas actividades que suelen promover una importante integración social entre ellos. Para lograr perfeccionamiento y planeamiento adecuado de las actividades, con vistas a que éstas atiendan a las expectativas y necesidades del grupo participante, se ve ante la necesidad de caracterizar a los participantes y conocer mejor sus intereses. Con es finalidad, se han colectado sus datos relativos a sexo, escolaridad, estado civil y vivienda. Los resultados obtenidos indican que la mayoría de los adultos mayores no vive sola, sino con sus familiares. Respecto al estado civil, predominan los casados. En cuanto al nivel de escolaridad, a partir de 2002 ha habido un alto índice de participantes con estudios superiores, que sólo fue rebasado, en el a o de 2001, por un número mayor de participantes con estudios de secundaria incompletos. Est
Conhecimento e utiliza o da fitoterapia em idosos com aderência às práticas integrativas: estudo piloto
Thatiana Ezzaoui da Silva,Eliete Pardono,Ricardo Monezi Juli?o de Oliveira
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2012, DOI: 10.5712/rbmfc7(1)571
Abstract: Introdu o: A fitoterapia, conceituada como o uso de plantas na cura ou preven o de doen as, vem recebendo cada vez mais aten o dos órg os n o governamentais e oficiais de saúde. Cerca de 80% da popula o mundial, especialmente os idosos, já tiveram alguma experiência de utiliza o de fitoterápicos, com fins preventivos ou curativos. é fato que as plantas s o portadoras de uma variedade muito grande de elementosutilizados no tratamento de doen as, todavia, também contêm substancias que se mal-utilizadas podem levar o paciente à morte. Objetivo: Avaliar o conhecimento e a utiliza o da fitoterapia em um grupo de idosos com aderência às práticas integrativas. Método: Foi aplicado a um grupo de 17idosos habitantes da cidade de S o Paulo, que recebiam tratamentos baseados em práticas integrativas, como o Reiki, questionário composto de 7 quest es de múltipla escolha e 1 quest o dissertativa a respeito do conhecimento e utiliza o da fitoterapia em seu cotidiano. Resultados: 15 voluntários declararam conhecer a fitoterapia, enquanto 1 declarou desconhecimento e 1 n o respondeu a quest o. 10 voluntários afirmaram fazer uso de plantas medicinais, enquanto 7 assinalaram n o utilizar. 3 receberam indica es de fitoterápicos através de médicos, sendo que o restante recebeu informa es de amigos,parentes e mídias diversas. As plantas medicinais mais relatadas foram: erva doce, erva cidreira, camomila, guaco e boldo. A busca pelos fitoterápicos foi relacionada principalmente para o tratamento da ansiedade e de problemas digestivos e respiratórios. As formas de preparo mais descritas foram a infus o e xarope. Conclus es: Apesar de ser uma amostra populacional que apresenta identidade e aderência às práticas integrativas, nem todos os voluntários se utilizam da fitoterapia. Algumas confus es em rela o a correta indica o das plantas e suas formas de preparo foram constatadase s o possíveis decorrências da falta de informa o.é de suma importancia a conscientiza o e a participa o de todos profissionais de saúde na orienta o da popula o, especialmente dos idosos, em rela o autiliza o adequada da fitoterapia e de todo seu potencial.
Dificuldade funcional e coping em idosos
Analise de Souza Vivan,Irani Iracema de Lima Argimon
Barbarói , 2008,
Abstract: O objetivo deste estudo foi verificar as características das publica es indexadas nos últimos cinco anos que abordam os temas coping, dificuldade funcional e idosos. Os artigos foram revisados e classificados a partir de seis dimens es de análise: base de dados, ano de publica o, país de origem, tipo de delineamento, cruzamento de variáveis e resultados e conclus es dos estudos. O tratamento dos dados foi realizado através de análise das freqüências percentuais. Abstract The present study’s goal was to verify the characteristics of the indexed publications in the last five years talking about the following themes: coping, functional difficulty and elders. The articles were revised and classified starting from six analysis dimensions: data basis, year of publication, country of origin, outlining type, variables crossing and results, and studies conclusions. The data treatment was accomplished through analysis of the percentile frequencies.
Perfil sócio-epidemiológico demográfico das mulheres idosas da Universidade Aberta à Terceira Idade no estado de Pernambuco
Barreto Kátia Magdala Lima,Carvalho Eduardo Maia Freese de,Falc?o Ilka Veras,Lessa Fábio José Delgado
Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil , 2003,
Abstract: OBJETIVOS: identificar o perfil sócio-epidemiológico demográfico das mulheres idosas que freqüentam o Programa Universidade Aberta à Terceira Idade, da Universidade Federal de Pernambuco (UnATI/UFPE), comparando com determinados estudos sobre universidades da terceira idade. MéTODOS: estudo epidemiológico descritivo de corte transversal e censitário com 308 idosas, a partir dos 60 anos, do UnATI/UFPE. Foi utilizado um instrumento multidimensional, o Brazil Old Age Schedule composto por um questionário estruturado, através do qual investigou-se a situa o pessoal e familiar, a condi o econ mico-social e os aspectos relativos à autonomia e independência funcional para o desempenho das atividades de vida diária e à ocupa o do tempo livre. RESULTADOS: em rela o à situa o pessoal e familiar, predominam as idosas jovens (60 a 69 anos), com escolaridade de segundo grau completo, cuja maioria é viúva; referem satisfa o com a vida; apresentam importantes níveis de autonomia e independência funcional; s o capazes de realizar sozinhas as atividades de vida diária e as atividades instrumentais vida diária. A maior parte oferece a seus familiares ajuda financeira e de moradia. CONCLUS ES: os perfis sócio-epidemiológico e demográfico s o bastante semelhantes aos de experiências análogas, aproximando-se da realidade de mulheres idosas que participam de outros programas do tipo Universidades Abertas à Terceira Idade.
Rastreamento cognitivo em idosos esquizofrênicos institucionalizados
Laks Jerson,Vega úrsula,Silberman Cláudia,Rozenthal Márcia
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2000,
Abstract: Objetivos: Avaliar a cogni o de pacientes esquizofrênicas idosas institucionalizadas. Comparar os subgrupos, divididos de acordo com o grau de escolaridade, quanto aos escores cognitivos e à dura o da doen a. Métodos: Aplicou-se o Mini-Exame do Estado Mental (Mini-Mental State Examination -- MEEM) e questionários de avalia o de dura o do transtorno e de instru o e avaliou-se os medicamentos usados por classe e esquema posológico em 38 pacientes idosas institucionalizadas com diagnóstico de esquizofrenia segundo os critérios da DSM-IV. Os dados foram obtidos dos prontuários das pacientes e em entrevista direta com as mesmas. O MEEM foi aplicado sem que os examinadores tivessem conhecimento do diagnóstico dos sujeitos, já que todas as 38 pacientes foram inicialmente avaliadas e somente depois disso os procedimentos para o diagnóstico foram levados adiante. A média e o desvio-padr o foram obtidos para o grupo total e a significancia determinada com o teste t (0,05). Resultados: A média de idade desses indivíduos (n=38) foi de 69,42 ± 6,8 (min=60, max=82) anos e a dura o do transtorno foi de 40,36 ± 5,89 ( min=29, max=56) anos. As pacientes analfabetas somam 18, as que têm até 4 anos de educa o s o 14 e 6 têm mais de 4 e menos de 8 anos de educa o. O escore do MEEM foi de 12,15± 5,97 (min=0, max=28) pontos. As pacientes com até 8 anos de educa o formal (n=20) tiveram MEEM de 14,05 ± 5,97, idade de 70,15 ± 5,79 anos e a dura o do transtorno de 40,36 ± 6,44. Já as pacientes analfabetas (n=18), com idade de 68,61± 7,56 anos, tiveram desempenho de MEEM 10,05 ± 5,22, com 40,35 ± 5,20 anos de doen a. Comparando-se os grupos de escolaridade baixa/média e de analfabetos quanto à idade, ao tempo de doen a e ao escore do MEEM (14,05 ± 5,97 e 10,05 ± 5,22, respectivamente), somente este último item apresentou diferen a estatisticamente significativa (p<0,05). Conclus es: As pacientes esquizofrênicas idosas institucionalizadas no Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira têm desempenho cognitivo medido pelo MEEM melhor do que os resultados de institui es americanas e inglesas. O número de anos de estudo correlaciona-se positivamente com o desempenho, isto é, analfabetas têm desempenho significativamente pior que pacientes com educa o baixa/média. Apesar da longa dura o, a pontua o no MEEM demonstra comprometimento cognitivo moderado, o que pode significar que haja também possibilidades adaptativas, desde que sob estrita supervis o.
Tratamento de idosos com depress o utilizando tricíclicos, IMAO, ISRS e outros antidepressivos
Scalco M?nica Z
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2002,
Abstract: Antidepressivos s o eficazes no tratamento da depress o em idosos. O sucesso do tratamento depende do tipo e da gravidade da depress o; das comorbidades com outras doen as psiquiátricas ou clínicas; da escolha adequada de antidepressivos, de sua eficácia e perfil de efeitos adversos; da orienta o do paciente e de sua aderência ao tratamento. O manejo dos efeitos adversos em pacientes idosos, que usam muito mais medica es e apresentam mais doen as, é o ponto forte na escolha de antidepressivos. Em geral, os inibidores seletivos da recapta o de serotonina têm sido preferidos por apresentar menos riscos de complica es por efeitos adversos. Porém, diferentes antidepressivos podem ser preferíveis para diferentes pacientes. é indispensável que o médico conhe a o paciente que irá tratar e o perfil de efeitos adversos e de possíveis intera es medicamentosas dos antidepressivos para poder escolher o mais adequado para cada paciente. Neste artigo, s o abordados os diferentes grupos de antidepressivos no tratamento agudo da depress o em idosos e o tratamento em popula es especiais de idosos (idosos debilitados e idosos com demência).
Tétano no Brasil: doen a do idoso?
Moraes Edgar N.,Pedroso ênio R.P.
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2000,
Abstract: No Brasil, a distribui o etária do tétano é pouco estudada. Neste trabalho foi analisada a evolu o histórica do coeficiente de mortalidade por tétano no Brasil, entre 1980 e 1991, e estabelecida a distribui o dos casos pela faixa etária, tendo por base o Sistema de Informa es de Mortalidade. Os coeficientes de mortalidade por faixa etária foram calculados conforme os dados fornecidos pela FUNASA-CENEPI, DATASUS e IBGE. Utilizou-se o teste qui-quadrado para comparar os coeficientes de mortalidade para as diversas faixas etárias, por ano e regi o do país. Houve declínio dos coeficientes de mortalidade em todas as faixas etárias, exceto nos idosos. Nas regi es Norte e Sul houve aumento do coeficiente de mortalidade nos idosos. No Brasil, o tétano vem apresentando comportamento epidemiológico semelhante ao observado nos países desenvolvidos, onde os idosos representam o principal grupo de risco para adoecer e morrer da doen a.
A pessoa idosa e o corpo: uma transforma o inevitável.
Tania Maria de Oliva Menezes,Regina Lúcia Mendon?a Lopes,Rosana Freitas Azevedo
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: Atualmente, as idades s o percebidas como parte do passar do tempo, que é expresso no corpo das pessoas. No imaginário social, o envelhecimento é um processo marcado por desgaste, limita es, perdas físicas e de papéis sociais. As perdas s o vistas como problemas de saúde, expressas, em grande parte, na aparência do corpo. Estudo descritivo, exploratório, qualitativo, de ilumina o fenomenológica segundo o referencial de Maurice Merleau-Ponty, que teve como objetivo compreender a percep o que o idoso tem do próprio corpo em envelhecimento. Sete idosos, ambos os sexos, idades entre 75 a 83 anos de uma comunidade de Salvador-Bahia participaram da pesquisa. Cinco unidades de significado foram construídas. O corpo que está envelhecendo é percebido pelo idoso como corpo que traz mudan as físicas que, nem sempre, s o incorporadas facilmente; apresenta perdas; tem dificuldades de perceber o envelhecimento; se mostra em descompasso com a rapidez da mente; se mostra uma realidade. Tais unidades possibilitaram a constru o da unidade de significa o “o corpo encarnado é percebido no processo de envelhecimento a partir de signos físicos”. Apreendeu-se que integra o processo de ser-no-mundo, vislumbrar o crescimento e o desenvolvimento como movimentos naturais do humano, pois, o envelhecimento é uma possibilidade que se apresenta.
Plantas medicinais: usos e cren as de idosos portadores de hipertens o arterial
Célida Juliana de Oliveira,Thelma Leite de Araujo
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2007,
Abstract: O uso terapêutico das plantas tem levantado o interesse da enfermagem, pois cerca de 80% da popula o mundial já teve alguma experiência de utiliza o com fins preventivos ou curativos. Objetivamos verificar quais as plantas utilizadas por idosos na preven o da eleva o da press o arterial ou na redu o de valores já elevados, verificar o conhecimento sobre forma de preparo, reconhecimento, obten o e conserva o da planta e com quem os idosos aprenderam a utilizar tais plantas. Estudo descritivo realizado com 23 idosos de um grupo ligado a um centro de saúde de Fortaleza/CE, entre abril e julho de 2003, com a coleta realizada por meio de formulário estruturado. Foram citadas 14 plantas diferentes. O grupo demonstrou utilizar algumas plantas corretamente, ou seja, com a finalidade de prevenir, controlar ou reduzir os valores tensionais, comparando-se com os estudos farmacológicos. No entanto, n o encontramos referências a algumas das plantas citadas. O maior desconhecimento identificado, e para o qual os profissionais de saúde devem atentar, foi referente à forma de preparo para uso. A partir da identifica o desses comportamentos, a enfermeira deve acompanhar e incentivar o uso terapêutico das plantas, pois tal prática deve estar alicer ada no conhecimento cietífico e nas evidências de pesquisas científicas.
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