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Brinquedoteca movel: o brincar interativo na hospitalizacao infantil
Mário Sérgio Vasconcelos,Jorge Luís Ferreira Abr?o,Viviana Silva Gomes
Revista Ciência em Extens?o , 2010,
Abstract: O processo de hospitaliza o acarreta mudan as significativas no cotidiano da crian a, pois, além do sofrimento decorrente da patologia, há os processos invasivos que geram angústia na pessoa internada. Visando diminuir o estado de angústia dessas crian as e contribuir para o processo de cura, desenvolvemos, em um hospital, o projeto da Brinquedoteca Móvel que tem por objetivo realizar atividades interativas por meio do brincar e contribuir para que as crian as possam se adaptar com maior facilidade às novidades da interna o. A equipe de interven o, formada por docentes e alunos de um curso de Psicologia, atua diariamente visitando os leitos, acompanhada de um carrinho móvel com brinquedos variados para interagirem e brincarem com as crian as. S o atendidos aproximadamente 500 pacientes por ano. Verificou-se que a Brinquedoteca Móvel proporciona condi es para que a crian a possa elaborar conflitos internos, diminuindo a angústia e os sentimentos negativos decorrentes da situa o de hospitaliza o, auxiliando-as na rela o doen a, família e equipe médica.
O compartilhar espa o/tempo entre pessoas doentes hospitalizadas
Bellato Roseney,Carvalho Emília Campos de
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2002,
Abstract: Através de uma abordagem compreensiva e tendo por base teórica os estudos de Michel Maffesoli, buscamos compreender a dimens o do compartilhar entre as pessoas doentes durante a hospitaliza o. Através de entrevistas e observa es, pudemos apreender que a despeito de toda a normatiza o da hospitaliza o, as pessoas tecem uma teia relacional constituindo uma "comunidade de destino" dentro do hospital.
Características de crian as hospitalizadas com asma grave no sul do Brasil =Characteristics of children hospitalized with severe asthma in southern Brazil
Veras, Tiago Neves,Sakae, Thiago Mam?ru
Scientia Medica , 2010,
Abstract: OBJETIVOS: descrever a casuística de interna es pediátricas por asma, discutindo fatores clínicos e epidemiológicos. MéTODOS: foi realizado um estudo transversal, retrospectivo, sobre as interna es por asma aguda em pacientes menores de 18 anos, de janeiro a dezembro de 2009, no Hospital Infantil Jeser Amarante Faria, de Joinville, Santa Catarina. Foram revisadas as características dos pacientes, dados da interna o, medica es utilizadas e desfechos nesse período. RESULTADOS: durante o período estudado foram internadas 74 crian as com asma grave, cuja idade média foi de 3,2 anos (desvio padr o 2,8), sendo 59,5% do sexo masculino. Verificou-se que 12% das crian as utilizavam profilaxia com corticóide inalado regularmente e 21% faziam acompanhamento com pneumologista infantil. A dura o média das interna es foi de seis dias (desvio padr o 7,8), com período máximo de 50 dias. A maior parte das interna es aconteceu no mês de agosto (28,4%). No inverno foram constatadas 32 interna es (43,2%). Houve um óbito no período. CONCLUS ES: a principal faixa etária dos pacientes internados por exacerba o de asma foi abaixo de três anos, com predomínio do sexo masculino e frequência aumentada no inverno. Constatou-se baixo índice de acompanhamento ambulatorial e uso de medica o preventiva. O seguimento preventivo, educa o em asma e uso de profilaxia com corticóides inalados deve ser incentivado para diminuir as taxas de hospitaliza o por asma no Brasil.
A comunica o no processo da hospitaliza o do imigrante japonês
Chubaci Rosa Yuka Sato,Merighi Miriam Aparecida Barbosa
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2002,
Abstract: A comunica o-verbal e n o-verbal-no processo da hospitaliza o é um importante caminho para um novo olhar e agir dos profissionais de enfermagem. Partindo do pressuposto que a compreens o da doen a e da hospitaliza o pode ser prejudicada pelo n o entedimento da língua portuguesa, realizamos o presente estudo, que objetivou conhecer a importancia da comunica o para o imigrante japonês durante o seu processo de hospitaliza o. Para desvelar a experiência vivida optamos pela pesquisa qualitativa com abordagem fenomenológica. Entrevistamos 17 pacientes imigrantes japoneses em um hospital na cidade de S o Paulo. Resultados mostraram que a dificuldade com o idioma português interfere na compreens o da doen a, do tratamento e no relacionamento com a equipe de saúde, fazendo suscitar o sentimento de inseguran a, e que a cultura realmente exerce influência importante no comportamento e atitudes desses imigrantes japoneses em rela o à doen a e hospitaliza o.
E agora doutor, onde vou brincar? Considera es sobre a hospitaliza o infantil
Andréia Taschetto Parcianello,Rodrigo Brito Felin
Barbarói , 2008,
Abstract: Este estudo prop e-se a, através de uma revis o teórica da literatura, compreender e identificar os fatores envolvidos na hospitaliza o infantil, mostrando os prejuízos que a hospitaliza o pode causar à crian a, a importancia da humaniza o no hospital e, a partir disto, discutir sobre o brincar e as atividades lúdicas no contexto hospitalar. Embora tenham por finalidade promover o tratamento e a cura da doen a, os procedimentos hospitalares adquirem para a crian a caráter doloroso, invasivo e amea ador, podendo interferir no seu desenvolvimento físico, psíquico e intelectual. Deste modo, s o necessários esfor os por parte de todos os profissionais que cuidam da crian a, para que o processo de hospitaliza o seja menos traumático. Portanto, é preciso repensar os atendimentos que s o feitos à crian a hospitalizada, enfatizando a necessidade da presen a da família, do psicólogo e do brincar durante a hospitaliza o infantil, sendo esses aspectos importantíssimos também para tornar o ambiente hospitalar mais humano. Abstract The present study, through a theoretical revision of the literature, has as its goals to understand and to identify the factors involved in the infantile hospitalization, showing the damages that the hospitalization can cause to the child, the importance of the humanization in the hospital and, starting from this point, to discuss about playing and the playing activities in the hospital context. Although the hospital procedures have as purpose to promote the treatment and the cure of the disease, they acquire for the child painful, invasive, and threatening character what can interfere in their physical, psychic, and intellectual development. Thus, it is necessary efforts from all the professionals who take care of the child, in order to make the hospitalization process the least traumatic as possible. Therefore, it is necessary to rethink the services that are rendered to the hospitalized child, emphasizing the need of the family’s presence, the psychologist, and the need of playing during the infantile hospitalization, being those aspects also extremely important to make the hospital atmosphere become more human.
Desnutri o grave: alguns aspectos clínicos e epidemiológicos de crian as hospitalizadas no Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIP), Brasil
Falbo Ana Rodrigues,Alves Jo?o Guilherme Bezerra
Cadernos de Saúde Pública , 2002,
Abstract: Foram estudadas todas as crian as, hospitalizadas no Instituto Materno Infantil de Pernambuco, com desnutri o grave, no período de maio de 1999 a maio de 2000. O estudo foi de natureza descritiva com desenho transversal. O objetivo do estudo foi conhecer o perfil dessas crian as, em rela o a algumas variáveis clínicas e epidemiológicas. A maioria das crian as tinha idade menor que 6 meses (88,9%), tendo sido observado um percentual de 42,4% de baixo peso ao nascer e 36,4% de prematuridade. Dezenove vírgula dois porcento das crian as nunca receberam leite materno, e 49,5% foram amamentadas por um período inferior a 2 meses. Verificou-se que 15,2% das m es n o tinham nenhum grau de escolaridade. A renda familiar foi menor que 2 salários mínimo em 86,1% das famílias. A maioria das crian as veio do interior do Estado (51,5%). Em rela o ao saneamento básico, 26,3% das casas n o tinham água encanada e em 40,4% n o havia fossa séptica. A diarréia foi o motivo da interna o em 55,6% dos casos. A mortalidade hospitalar no grupo do estudo foi de 34,3%.
Causas de hospitaliza o de idosos em dois hospitais gerais pelo Sistema único de Saúde (SUS) = Causes of hospitalization in elderly patients in two general hospitals under Brazil’s public health system
Eduardo Furtado da Cruz Jobim,Valdemar Oscar de Souza,Marcos Aparecido Sarriá Cabrera
Acta Scientiarum : Health Sciences , 2010,
Abstract: Este estudo visou determinar as principais causas de hospitaliza o em idosos (60 anos ou mais), realizada nos municípios de Candido de Abreu e Jardim Alegre, pertencentes à 22a Regional de Saúde (RS), Ivaipor , Estado do Paraná, em hospitais gerais credenciados do Sistema único de Saúde no ano de 2005. Foram estudados pacientes idosos hospitalizados em Candido de Abreu e Jardim Alegre, utilizando-se dados do Sistema de Informa es Hospitalares do Sistema único de Saúde (SIH/SUS) e usando-se como variáveis: sexo, faixa etária (60-79 anos e 80 anos ou mais) e diagnóstico principal pelos capítulos do Código Internacional de Doen as (CID) 10 revis o de 1996. De um total de 1.489 internamento hospitalares em Candido de Abreu (C.A.) e 1.103 internamentos em Jardim Alegre (J.A.), realizados de janeiro a dezembro do ano de 2005, o número de hospitaliza es em idosos é de 376 (25,2%) e 352 (31,9%), respectivamente. Os resultados mostram alta prevalência hospitaliza es de idosos e refor am a necessidade de preparo de pessoal capacitado e do sistema público de saúde para atendimento dessa popula o idosa que vem aumentando de maneira t o rápida. The aim of this study was to determine the main causes of hospitalization in elderly patients (60 years and older) in the cities of Candido de Abreu and Jardim Alegre, which belong to the 22nd Regional Health Area, Ivaipor , Paraná State, in general hospitals of the Public National Health System (SUS) in Brazil in the year 2005. Elderly patients were studied in Candido de Abreu and Jardim Alegre hospitals using data from the Hospital Information System of the Public National Health System (SIH/SUS), using the following variables: gender, age group (60-79 years and 80 years or older) and main diagnosis according to the chapters of the International Classification of Diseases (ICD) 10, 1996 revision. From a total of 1,489 hospital admissions in Candido de Abreu and 1,103 admissions in Jardim Alegre from January to December 2005, the number of hospitalizations in elderly patients is 376 (25.2%) and 352 (31.9%) respectively. The results show the high prevalence of elderly hospitalization and reinforce the need to prepare capable staff and the assistance the public health system for this elderly population that increases quite rapidly.
Assistência hospitalar como indicador da desigualdade social
Yazlle Rocha Juan Stuardo,Sim?es Breno José Guanais,Guedes Geraldo Luiz Moreira
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: OBJETIVO: Testar um modelo para o estudo das desigualdades nas hospitaliza es no Município de Ribeir o Preto (SP), entendidas como decorrentes da posi o social dos pacientes e das políticas de assistência médico-hospitalar no Brasil. MATERIAL E MéTODO: Foram estudadas 56.293 interna es, ocorridas no ano de 1993, de pessoas residentes em Ribeir o Preto (SP) hospitalizadas nos 12 hospitais da cidade. Foram estabelecidos 6 níveis ocupacionais segundo a classifica o brasileira de ocupa es, a saber: profissionais, intermédios, qualificados n o manuais, qualificados manuais, semiqualificados e n o qualificados. RESULTADOS E CONCLUS ES: Dois ter os dos pacientes internados n o tinham inser o econ mica (fora da Popula o Economicamente Ativa (PEA) - constituídos por donas-de-casa, aposentados, menores, estudantes - e um ter o deles possuía uma ocupa o definida na PEA. Foi encontrada forte associa o entre os estratos sociais e o sistema de financiamento da hospitaliza o, classificado em particulares, medicina de grupo e sistema único de saúde. Houve diferen as em parametros das hospitaliza es bem como no perfil de morbidade desses grupos. Foram discutidas as desigualdades na idade na hospitaliza o, idade ao morrer na interna o, na dura o média das interna es, no coeficiente de mortalidade hospitalar, nas reinterna es e na freqüência das doen as à interna o. Este modelo permitiu inferir a posi o social dos pacientes pelo sistema médico que utilizam nas hospitaliza es, mesmo naqueles sem inser o econ mica e que constituem a maioria. Os mecanismos sociais compensatórios do estado de bem-estar n o conseguiram anular as diferen as.
Brincar no hospital: estratégia de enfrentamento da hospitaliza o infantil
Motta Alessandra Brunoro,Enumo S?nia Regina Fiorim
Psicologia em Estudo , 2004,
Abstract: Estudos indicam que a hospitaliza o pode afetar o desenvolvimento da crian a, interferindo na qualidade de vida. Para lidar com essa situa o, o brincar tem funcionado como estratégia de enfrentamento. Procurando-se avaliar a importancia dada ao brincar pela crian a e caracterizar atividades lúdicas possíveis no hospital, 28 crian as hospitalizadas com cancer (6-12 anos), em Vitória/ES, foram entrevistadas e responderam a um instrumento especialmente elaborado (AEH - Avalia o das Estratégias de Enfrentamento da Hospitaliza o - Conjunto B: Brincar no hospital), contendo 20 desenhos de brinquedos e brincadeiras, classificados em jogos de Exercícios, Simbólicos, de Acoplagem, de Regras e Atividades Diversas. 78,6% das crian as relataram que gostariam de brincar no hospital, o que é justificado principalmente pela sua fun o lúdica, na companhia de outras crian as internadas. N o houve diferen as significativas nas escolhas entre as categorias de brincadeiras. O instrumento mostrou que o brincar pode ser um recurso adequado para a adapta o da crian a hospitalizada, permitindo personalizar a interven o.
Conjurar a qualifica o de violência: justificativas e práticas do recurso à coer o nas hospitaliza es psiquiátricas
Delphine Moreau
Psicologia em Revista , 2009,
Abstract: As hospitaliza es sem consentimento est o no centro da acusa o contra a Psiquiatria, por esta exercer coer es ilegítimas. Essa crítica é feita pelos próprios profissionais da área. Com cerca de 13% de hospitaliza es em duas modalidades definidas pela Lei 90-527, de 27/06/1990 – a hospitaliza o de ofício e aquela resultante da demanda de um terceiro –, o exercício da coer o é parte integrante do tratamento psiquiátrico e pode incluir reclus o em quartos de isolamento, tratamentos e outras coer es relativas às condi es de hospitaliza o (vestimentas, visitas, recomenda es, etc.). A partir de entrevistas com diferentes categorias de profissionais (médicos, enfermeiros e técnicos) e de observa es etnográficas nos servi os de urgência psiquiátrica e num servi o de hospitaliza o, analisamos, por meio de uma abordagem compreensiva, a maneira pela qual os profissionais justificam o uso da coer o e definem seus limites, de maneira a afastar a qualifica o de violência.
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