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Desafios céticos e o debate internalismo versus externalismo em epistemologia
Luz, Alexandre Meyer
Veritas , 2009,
Abstract: Neste ensaio, pretendemos (1) sugerir algumas vantagens da apresenta o do ceticismo na forma de um argumento cético geral, (2) discutir o princípio de fechamento utilizado neste argumento, (3) mostrar que o confiablismo externalista é incapaz de explicar as implica es deste argumento geral e (4) defender uma posi o internalista cancelabilista como a mais adequadamente munida de ferramentas para avalia o dos desafios céticos. In this essay, I intend to (1) show some advantages of presenting skepticism by means of a general skeptical argument, (2) discuss the closure principle implicit in such an argument, (3) suggest that externalist reliabilism is unable to account for what is implied by this general argument, and (4) maintain that an internalist defeasibility theory is the one best suited for assessing skeptical challenges.
Refuta o do argumento ontológico, ou filosofia crítica versus filosofia dogmática =The refutation of the ontological argument, or critical philosophy versus dogmatic philosophy
Faggion, Andrea Luisa Bucchile
Veritas , 2011,
Abstract: Em seu artigo “Kant’s Critique of the Three Theistic Proofs [partial], from Kant’s Rational Theology”, incluído no livro Kant’s Critique of Pure Reason. Critical Essays, Allen Wood pretende mostrar que Kant n o teria provado que a existência n o poderia ser um predicado real ou determinante. Em seu artigo “Anselm’s Ontological Arguments”, publicado na revista The Philosophical Review, Norman Malcolm pretende mostrar que Kant n o teria provado que a existência necessária n o poderia ser um predicado real ou determinante. Lidando com as defesas de Wood e Malcolm para o argumento ontológico contra as críticas de Kant, pretendo sugerir, primeiramente, que o argumento de Kant funciona e, em segundo lugar, que ele n o depende dos seus Postulados do Pensamento Empírico. Na verdade, advogo a tese de que o segundo Postulado poderia ser justificado por um apelo às conclus es de Kant sobre a existência, na se o “Sobre a impossibilidade de uma prova ontológica da existência de Deus”. In his paper “Kant’s Critique of the Three Theistic Proofs [partial], from Kant’s Rational Theology”, included in Kant’s Critique of Pure Reason. Critical Essays, Allen Wood intends to show that Kant would not have proved that existence could not be a real or determining predicate. In his paper “Anselm’s Ontological Arguments”, published in The Philosophical Review, Norman Malcolm intends to show that Kant would not have proved that necessary existence could not be a real or determining predicate. By dealing with Wood’s and Malcolm’s defenses of the ontological argument against the objections of Kant, I intend to suggest, firstly, that Kant’s argument works, and, secondly, that it does not depend on his Postulates of Empirical Thought. In fact, I advocate the thesis that the second Postulate could be justified by an appeal to the conclusions of Kant about existence in the section “On the impossibility of an ontological proof of God’s existence”.
Discursos filosóficos do reconhecimento =Philosophical discourses of recognition
Saavedra, Giovani Agostini,Sobottka, Emil Albert
Civitas , 2009,
Abstract: O presente texto procura explorar o percurso e o desenvolvimento do conceito de reconhecimento nos debates recentes. O objetivo principal é explorar a polissemia do conceito para mostrar toda a complexidade da discuss o em torno do tema. Esta tarefa é realizada a partir de uma reconstru o de dois debates contemporaneos: entre Taylor e Habermas e entre Fraser e Honneth, em diálogo com a perspectiva da teoria do reconhecimento de Paul Ricoeur.
Princípio de raz o e o “conhecimento das causas”: pensamento, representa o e a possibilidade de saber em geral = Principle of reason and “knowledge of causes”: thought, representation and the possibility of knowledge in general
Moraes, Dax
Veritas , 2012,
Abstract: O presente ensaio parte da conhecida tese de que “conhecer é conhecer a causa”, a raz o de ser. Sem recusar a corre o desta tese, pretende-se determinar o ambito e o alcance próprios da mesma levando-se em conta as suas limita es e as suas consequências sobre os modos moderno e contemporaneo de pensar. Deve ser o pensamento humano apenas representacional ou n o? Se n o é esse o caso, a referida tese afastará os filósofos do pathos originário, como devemos mostrar. Caso contrário, que nos resta pensar sen o produtos do intelecto? This essay starts at the well-known thesis according to which ‘to know something is to know its cause’, its reason. Not disagreeing with that at all, we mean to set the proper domain and reaching of the thesis once considering its limitations and effects for modern and contemporary way of thinking. Does may human thought be just representation, or not? If it does not, the thesis will actually make philosophers stay away from the originary pathos as we may show. If it does, what it is left to think about but mind productions?
Forma o da identidade em tempos de mudan as velozes e multiplicidade normativa =Identity formation in time of rapidly changing and multiple orientations
NunnerWinkler, Gertrud
Educa??o , 2011,
Abstract: A identidade (como identidade de papéis ou identidade do eu) n o é mais fundada e estabilizada através de arranjos socioestruturais. Concep es pós-modernas de identidade enfocam a abertura da forma o de identidade por toda vida e compreendem a pessoa como produto da pluralidade de suas escolhas fáticas realizadas. Essa é uma descri o a partir da perspectiva exterior. Baseado em dados empíricos, mostra-se, no entanto, que as pessoas mesmas definem a relevancia identitária das características próprias, das escolhas feitas anteriormente e das mudan as pessoais. Elas asseguram sua identidade através do autocomprometimento com valores que lhe s o importantes. Para muitos, suas convic es morais lhes s o importantes. O comprometimento com valores, o qual corresponde à moral aut noma universal moderna, permite a estabiliza o a longo prazo de uma identidade baseada na fidelidade a princípios.
La ideología en el debate filosófico de lo moderno y lo postmoderno Ideology in Modern and Postmodern phylosophic discussion
Fidel Martínez álvarez
Humanidades M??dicas , 2006,
Abstract: El debate filosófico sobre los temas centrales de la relación modernidad - postmodernidad no ha perdido vigencia y más bien se ha desplazado hacia sus connotaciones gnoseológica y epistemológica, es decir, hacia las polémicas referidas a la relación Filosofía - Ciencia, dentro de la cual ocupa un lugar especial el tema de la ideología. En esta primera década del tercer milenio se recrudece la labor desideologizadora del imperialismo como parte de su política hegemónica fundada en la globalización neoliberal. Ante la desenfrenada carrera por el dominio del mundo y las crecientes calamidades sociales y ambientales generadas por el capitalismo salvaje, se precisa de una verdadera y profunda revolución en las ideas, Como modesta contribución a esta batalla se presenta este trabajo con el objetivo de sistematizar los diversos enfoques del concepto de ideología y su expresión en el contexto del debate filosófico de lo moderno y lo postmoderno The philosophical debate on the central topics of the relationship modernity - post modernity has not lost validity and rather it has moved toward its epistemologically connotations, that is to say, toward the polemics referred to the relationship Philosophy - Science, inside which occupies a special place the topic of the ideology. In this first decade of the third millennium the imperialism recrudesces their political has been founded in the neoliberal globalization. Before the wild career for the domain of the world and the growing social and environmental calamities generated by the wild capitalism, it is necessary of a true and deep revolution in the ideas, As modest contribution to this battle this work is presented with the objective of systematizing the diverse focuses of the ideology concept and its expression in the context of the philosophical debate of the modern thing and the postmodern thing.
IBN Sina (Avicena): o intelecto e a cura da alma
Attie Filho, Miguel
Veritas , 2007,
Abstract: Este artigo apresenta uma tradu o do prólogo da obra "Al Sif ", inscrita por Ibn Sina (980-1037 d. c. ) além de discutir elementos sobre a quest o da alma e do intelecto. This article presents a translation of the prologue of the work “Al-aif ’” written by Ibn Sina (980-1037. C. ) and argues elements on the question of the soul and the intellect.
La injuria al honor como motivación de guerra, según Vitoria, Molina y Suárez
Cruz Cruz, Juan
Veritas , 2009,
Abstract: Quando um grande pensador da Era de Ouro espanhola, tal qual Vitoria, Molina ou Suárez, questiona sobre a causa fundamental que justifica uma lícita declara o de guerra, a “injúria” é incluída como uma dessas causas. Aqui, “injúria” é entendida como uma infra o de um direito, uma injusti a cometida e pela qual a repara o n o foi feita. Dentre as injúrias que podem licitamente ser consideradas uma justificativa para a guerra, há o “insulto à honra”, especialmente à honra da Na o e à honra do Soberano. A dificuldade em aceitar essa justificativa para a guerra reside em fazer uma separa o entre o interesse do Soberano e o interesse do povo, i. e. , os homens que comp em a comunidade, que s o os depositários imediatos do poder. Para esses pensadores, a honra é sempre possuída pelo povo. E isso porque um Estado, uma Na o, um povo tem o direito de desfrutar o respeito por suas institui es, leis e costumes, tal qual uma parte integral de sua própria vida. When a great thinker of the Spanish Golden Age, such as Vitoria, Molina or Suárez, inquires about the fundamental cause which justifies a licit declaration of war, “injury” is included as one of these causes. Here, “injury” is understood as an infringement of a right, an injustice committed and for which restitution has not been made. Among the injuries which may licitly be considered a justification for war, there is the “insult to honor”, especially to the honor of the Nation and the honor of the Sovereign. The difficulty in accepting this justification for war lies in making a demarcation between the interest of the Sovereign and the interest of the People, i. e. the men who make up the community, who are the immediate depositaries of power. For these thinkers, honor is always owed to the People. This is because a State, a Nation, a People, has the right to enjoy respect for its institutions, laws and customs, as an integral part of its own life.
Confiabilidade, coerência e metaincoerência =Reliability, coherence and metaincoherence
Valcarenghi, Emerson Carlos
Veritas , 2010,
Abstract: Este artigo discute casos de metaincoerência doxástica em que a cren a metaincoerente é ativa na gera o da cren a alvo. Esses casos, que s o casos de injustifica o doxástica, provam a necessidade de complementarmos as propostas confiabilistas de justifica o. é essa complementa o que tentaremos fazer aqui, mas sem recorrer a qualquer cláusula do tipo “antisolapamento da justifica o”. This essay discusses cases of doxastic metaincoherence in which the metaincoherent belief is active in target belief generation. These cases, which are cases of doxastic non justification, show the need to complement reliabilist proposals of justification. This is what we try to do here, but not recurring to any clause of the kind “undermining of justification”.
A causalidade em Pedro da Fonseca
Martins, António Manuel
Veritas , 2009,
Abstract: Neste pequeno artigo pretendemos fazer uma primeira apresenta o sumária da reflex o de Fonseca sobre as causas nos seus Comentários à Metafísica de Aristóteles. Come aremos pelo mapa das quest es em torno da causalidade (I) para analisarmos, em seguida, a posi o de Fonseca sobre a própria no o de causa (II), a rela o entre princípio e causa (III) e a sua defesa do esquema causal quadripartido, a partir do texto de Aristóteles (IV). In this paper we intend to present briefly the way Fonseca deals with the doctrine of causation in his Commentaries on the Metaphysics of Aristotle. We shall begin with the presentation of the map of the disputations on causation in that work (I), then will refer to the position of Fonseca on the definition of cause (II), the relation between cause and principle (III) and, finally, his defense of the Aristotelian four causes (IV).
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