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ISSN: 2333-9721

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Search Results: 1 - 10 of 876 matches for " Fadiga muscular "
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Quantifica o da fun o esfincteriana pela medida da capacidade de sustenta o da press o de contra o voluntária do canal anal
Saad Luiz Henrique Cury,Coy Cláudio Saddy Rodrigues,Fagundes Jo?o José,Ariyzono Maria de Lourdes
Arquivos de Gastroenterologia , 2002,
Abstract: RACIONAL: Tem sido demonstrado que a press o máxima de contra o voluntária e a press o média de repouso n o refletem a real situa o clínica do paciente portador de incontinência fecal, n o traduzem a realidade funcional do canal anal, além de poder estar comprometendo a conduta a ser tomada devido ao n o-encaminhamento à terapêutica específica. OBJETIVO: Com a hipótese de que contrair e manter a contra o é mais importante que simplesmente contrair, mesmo com pico momentaneamente elevado de press o, analisou-se a capacidade de sustenta o da press o de contra o voluntária do canal anal com o intuito de quantificar a fun o esfincteriana relativa à continência fecal. MATERIAL E MéTODOS: Submeteram-se a exame manométrico anorretal 72 pacientes (56 mulheres) portadores de incontinência fecal de vários graus e 15 (9 mulheres) indivíduos continentes (normais), avaliando-se a press o média de repouso, a press o máxima de contra o voluntária e a capacidade de sustenta o da press o de contra o voluntária. RESULTADOS: Os indivíduos continentes apresentaram valores normais de press o média de repouso e de press o máxima de contra o voluntária, além de adequada capacidade de sustenta o da press o de contra o voluntária. Os pacientes incontinentes apresentaram press o média de repouso e press o máxima de contra o voluntária com valores pressóricos normais ou abaixo do normal e perfil semelhante de capacidade de sustenta o da press o de contra o voluntária, ou seja, moderada na fase inicial e ruim nas fases intermediária e final, com queda da mesma superior a 35% em 78% dos pacientes. A press o máxima de contra o voluntária apresenta excelente especificidade (100%) porém, sensibilidade baixa (46%) para incontinência fecal. Comparativamente, a capacidade de sustenta o da press o de contra o voluntária apresenta elevadas especificidade (93%) e sensibilidade (78%) para incontinência fecal. Embora a press o máxima de contra o voluntária n o indique falso-positivos, apresenta 72% de falso-negativos. A probabilidade deste fato acontecer com a medida de capacidade de sustenta o da press o de contra o voluntária é, praticamente, 20% menor, valor estatisticamente significativo. CONCLUS O: O indicativo de fun o esfincteriana é melhor analisado pela capacidade de sustenta o. A capacidade de sustenta o traduz com mais exatid o, a capacidade funcional do canal anal em rela o à continência voluntária, sendo isoladamente, melhor que a press o máxima de contra o voluntária.
Isokinetic force of under-twenties soccer players: comparison of players in different field positions
Luiz Fernando Goulart,Raphael Mendes Ritti Dias,Leandro Ricardo Altimari
Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano , 2007,
Abstract: During a soccer match, countless movements involving muscular force are performed. While some studies have analyzed the force exerted by soccer players, their results have been divergent, particularly when force has been analyzed with respect to fi eld positions. The objective of this study was to compare peak torque, total muscular work, maximum power and isokinetic fatigue index of the knee fl exor and extensor muscles of soccer players in a variety of fi eld positions. Seventy-eight under-twenty soccer players were classifi ed according to the position they play: goalkeepers (n=7), full backs (n=14), wingers (n=16), defensive midfi elders (n=11), center midfi elders (n=14) and forwards (n=16). The concentric isokinetic force of knee fl exor and extensor muscles was evaluated using an isokinetic dynamometer, Cybex brand Norm 6000 model (CSMI, USA). Data was analyzed in terms of non-parametric statistics and results expressed in medians and semi-interquartile range. The Kruskal-Wallis test was applied and when results were signifi cant to p<0.05, the Mann-Whitney U test was used. Full backs’ knee fl exor muscles exhibited lower peak torque, total muscular work and maximum power, when compared with the other positions, and defensive midfi elders’ fl exor muscles had a greater fatigue index than the forwards’. Goalkeepers’ knee extensor muscles exerted lower peak torque and had a higher fatigue index, when compared to results for the other positions. The results of this study indicate that there are differences in strength between players of different positions, especially full backs, defensive midfi elders and goalkeepers. This suggests that the soccer players’ field positions have an infl uence on their levels of isokinetic force. RESUMO Durante uma partida de futebol s o realizados inúmeros movimentos que envolvem a for a muscular. Embora alguns estudos tenham analisado a for a de jogadores de futebol, os resultados encontrados têm sido controversos, principalmente quando analisada a for a em fun o da posi o de jogo. O objetivo deste estudo foi comparar o pico de torque, trabalho muscular total, potência máxima e índice de fadiga isocinético dos músculos fl exores e extensores de joelho de jogadores de futebol que atuam em diferentes posi es de jogo. Foram incluídos 78 atletas de futebol, pertencentes à categoria Sub-20, foram agrupados de acordo com a posi o em campo de jogo: goleiros (n=7), zagueiros (n=14), laterais (n=16), volantes (n=11), meio campo (n=14) e atacantes (n=16). Foi realizada avalia o da for a isocinética concêntrica dos múscu
O sistema imunológico (II): importancia dos imunomoduladores na recupera??o do desportista
Martínez, Alfredo Córdova;Alvarez-Mon, Melchor;
Revista Brasileira de Medicina do Esporte , 1999, DOI: 10.1590/S1517-86921999000400008
Abstract: de uma forma geral, a atividade física produz processos de adapta??o no organismo que s?o determinados pelo tipo, pela intensidade e pela dura??o das cargas. quando os processos de adapta??o organica e muscular s?o insuficientes, ocorre a síndrome da fadiga. esta n?o deve ser considerada somente como um fator negativo, já que a fadiga deve ser compreendida também como um sistema de alerta e um potente fator de mobiliza??o dos recursos funcionais, o que a torna um poderoso elemento de adapta??o. o surgimento da fadiga produz uma série de sinais e sintomas caracterizados por uma redu??o da for?a com hiperexcitabilidade muscular, altera??es metabólicas e eletrolíticas e altera??es neuroendócrinas, todos esses fatores levando a uma redu??o do desempenho físico. nessas condi??es é originado um grau importante de "estresse" físico e psíquico, com um grande comprometimento muscular (inflama??o e les?o), que s?o mais evidentes à medida em que o estado de fadiga se prolonga. ou seja, ocorre um processo de comprometimento do sistema imunológico, já que acaba se tornando incompetente para lidar com os fen?menos inflamatórios acima mencionados. essa situa??o de "estresse" origina uma supress?o de diversos índices da fun??o imunológica. por trás do período de recupera??o, o surgimento tardio de hidroxiprolina excretada e a libera??o tardia das enzimas cpk e ldh musculares sugerem uma les?o no tecido muscular. por outro lado, o processo inflamatório inclui a participa??o de diversos fatores fisiopatológicos: sanguíneos, imunológicos, tissulares, metabólicos e vasculares. a instaura??o de tratamentos com imunomoduladores pode prevenir e auxiliar na recupera??o da inflama??o e do dano tissular causado pelo estresse devido ao exercício intenso e mantido.
Can neuromuscular fatigue threshold bedetermined by short and non-exhaustive bouts?. DOI: http://dx.doi.org/10.5007/1980-0037.2012v14n3p254
Eduardo Bodnariuc Fontes,Alexandre Hideki Okano,Bruno de Paula Smirmaul,Leandro Ricardo Altimari
Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano , 2012,
Abstract: The present study determined the neuromuscular fatigue threshold (NFT) using four different time-periods of analysis of the electromyographic signal and compared these estimations with critical power (CP). Fifteen healthy young men (73.6 ± 5.1 kg, 177.8 ± 7.0 cm, 23.4 ± 5.2 years) performed 3-4 different severe constant workload trials until exhaustion on a cycle ergometer with simultaneous SEMG signals acquisition. The obtained data permitted NFT estimation with four different periods of analysis as follows: initial 30s (T30), 1min (T1), 2min (T2) and total time (TT), as well as CP. T30 and T1 were significantly higher than TT and CP and, T2 and TT did not differ between each other, and both were significantly higher than CP. In addition, TT was significantly correlated to CP (0.72; P < 0.05) and to T2 (0.58; P < 0.05). We conclude that NFT overestimates CP, independent of the time-period analysis used for its determination.
Effect of muscle fatigue on posture control in soccer players during the short-pass movement. DOI: 10.5007/1980-0037.2011v13n5p348
Bruno Manfredini Baroni,Matheus Joner Wiest,Rafael Abeche Generosi,Marco Aurélio Vaz
Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano , 2011,
Abstract: Muscle fatigue is characterized by the inability to generate or maintain an expected effort or force level and negatively affects sports performance. One of the functional consequences of fatigue is a decrease in static and dynamic postural stability. The objective of this study was to evaluate the effect of muscle fatigue induced by high-intensity exercise on the dynamic postural stability of soccer players during the characteristic motor action of the sport: the short-pass. Twenty-seven male soccer players aged 14 to 16 years performed the short-pass movement on a stabilometric platform before and after a high-intensity exercise protocol performed on a cycle ergometer. After the fatigue protocol, the athletes presented a 31% increase in the mean velocity of the center of pressure displacement. Moreover, although the difference in the center of pressure displacement amplitude in the medial-lateral direction (15%) was not significant, displacement increased by 22% in the anterior-posterior direction. It was concluded that muscle fatigue promotes a decrease of postural stability during the short-pass movement in soccer players, probably compromising the sports performance of the athletes.
Fatigue mechanisms during physical exercise
Adriano Silva,Fernando Oliveira,Monique Gevaerd
Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano , 2006,
Abstract: Fatigue can be defined as incapacity to maintain the required power output, with concomitant impairment of exercise performance, and it can be divided into chronic or acute. In acute fatigue a subdivision has been used to delimitate experimental studies. Thus, acute fatigue can be central or peripheral. We began the review process with a search on the Pubmed database, followed by selection of classical and more recent articles. As the fatigue mechanisms are linked to the predominant energy metabolism in the activity, the purpose of this paper was to review the main acute fatigue theories in activities with different metabolic demands. From this literature review, it was possible to infer that important metabolic alterations occurring during exercise, impair normal cellular activities,therefore, decreasing the speed of contraction and as well as energy replenishment. Many of those alterations give information to the central nervous system, limiting the time length of exercise. Theoretically, the elongation of exercise beyond biological limits can cause irreversible damages to the organism. RESUMO Fadiga pode ser definida como uma incapacidade na manuten o de uma determinada potência, com conseqüente redu o no desempenho, podendo ser considerada como cr nica ou aguda. Na fadiga aguda, uma subdivis o vem sendo utilizada para maior delimita o dos estudos experimentais. Nesse sentido, fadiga aguda pode ser descrita como central ou periférica. Nós iniciamos o processo de revis o sobre o assunto com uma busca no banco de dados Pubmed, seguido da sele o dos artigos clássicos e mais recentes. Como os mecanismos de fadiga est o intimamente ligados ao metabolismo energético predominante da atividade, a presente revis o destinou-se a levantar as principais teorias sobre fadiga aguda em atividades com diferentes exigências metabólicas. A partir desse apanhado bibliográfico podemos inferir que importantes altera es metabólicas ocorrem durante o exercício, impedindo a atividade celular normal e, diminuindo a velocidade de contra o e o reabastecimento de energia. Muitas dessas altera es acabam funcionando como informantes do sistema nervoso central, limitando o tempo de realiza o do exercício. Teoricamente, a continuidade do exercício, além dos limites biologicamente seguros, pode causar danos consideráveis ao organismo.
Efeito do intervalo de recupera o entre séries de extens es isocinéticas de joelho em homens jovens destreinados Effect of recovery interval between sets of isokinetic knee extensions among untrained young men
R Celes,M Bottaro,J Veloso,C Ernesto
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2009,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar o efeito de dois diferentes Intervalos de Recupera o (IR) entre séries de extens es isocinéticas de joelho no Pico de Torque (PT) e no Trabalho Total (TT) em jovens destreinados. MéTODOS: Dezoito homens (24,22±2,58 anos; 80,42±11,41 kg) realizaram três séries de 10 extens es isocinéticas com o joelho direito a 60° e 180°/s. O IR entre as séries foram de 1 e 2 minutos, contrabalanceados entre os dois dias de teste, separados por, no mínimo, 48 horas. A taxa de trabalho-recupera o foi de 1:3 e 1:6 para 60°/s e 1:6 e 1:12 para 180°/s. Os voluntários n o participavam de programas de treinamento resistido há pelo menos 6 meses. A análise estatística foi a ANOVA de medidas repetidas 2 x 3 [IR (1 e 2 minutos) x série (1a, 2a e 3a)]. O nível de significancia foi a<0,05. RESULTADOS: Tanto 1 como 2 minutos n o conseguiram manter o PT e o TT ao longo das três séries (p<0,05). Porém, a 60°/s, 2 minutos de IR possibilitaram um melhor PT e TT na segunda e na terceira série que 1 minuto (p<0,05). Já a 180°/s, 2 minutos só foi superior (p<0,05) a 1 minuto na terceira série para o TT. CONCLUS O: O estudo indicou que durante um protocolo de treinamento isocinético, homens jovens necessitam mais de 2 minutos para recuperar totalmente o PT a 60°/s, e totalmente o TT a 60° e 180°/s. Entretanto, uma melhor recupera o do PT pode ser alcan ada com uma taxa de trabalho-recupera o de 1:12 a 180°/s. OBJECTIVE: To assess the effect of two recovery intervals (RIs) between sets of isokinetic knee extension exercises on peak torque (PT) and total work (TW), among untrained young men. METHODS: Eighteen men (24.22±2.58 years; 80.42±11.41 kg) performed three sets of ten isokinetic extensions of the right knee, at 60° and 180°/s. The RIs between the sets were one and two minutes long, spread over two test days separated by a minimum of 48 hours. The work-to-recovery ratio was 1:3 and 1:6 for 60°/s, and 1:6 and 1:12 for 180°/s. The subjects had not participated in any resistance training programs within the last six months. The statistical analysis consisted of 2 x 3 repeated-measures ANOVA [RI (one or two minutes) x set (1st, 2nd or 3rd)]. The significance level was a<0.05. RESULTS: Neither one minute nor two minutes RIs maintained the PT and TW throughout the three sets (p<0.05). However, at 60°/s, two minutes RIs enabled better PT and TW in the second and third sets than one minute RIs (p<0.05). At 180°/s, two minutes RIs were only better (p<0.05) than one minute RIs for TW in the third set. CONCLUSION: This study indicated that, during an isokinetic training prot
Absence of acute skeletal and cardiac muscle injuries in amateur triathletes
Maria Fátima Glaner,William Alves Lima,Luiz Carlos C. Jovita
Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano , 2009,
Abstract: Creatine kinase (CK) and creatine kinase muscle-brain fraction (CK-MB) might be associated with damage to muscle and cardiac tissue, respectively, as a consequence of intense prolonged exercise. The objective of the present study was to determine whether acute changes in CK and CK-MB reflect some risk of damage to skeletal and cardiac muscles in amateur athletes after Ironman 70.3. The sample consisted of 10 male athlete volunteers (age: 34.0 ± 9.2 years). A venous blood sample (2 mL) was collected before and after the competition. The volunteers completed the race in 5h20min to 6 h. CK and CK-MB were analyzed by an enzymatic method using Wiener lab reagent in an automatic spectrophotometer (Targa bt 3000 ). The nonparametric Wilcoxon test showed significant differences (p < .05) in the variables studied before and after the competition. Mean CK was 112.23 ± 34.9 and 458.0 ± 204.9 U/L (Δ% = 418.2), and mean CK-MB was 7.4 ± 2.6 and 10.8 ± 3.9 U/L (Δ% = 153.3) before and after the event, respectively. The relative variation in CK-MB compared to CK before (6.9%) and after (2.5%) the competition showed that the former is not a factor of concern during intense prolonged exercise such as Ironman 70.3. In conclusion, the acute increase in CK after the end of intense prolonged exercise indicates skeletal muscle damage which, however, is considered to be normal for athletes. With respect to CK-MB, cardiac muscle injury was inexistent.
Avalia o da fadiga muscular pela mecanomiografia durante a aplica o de um protocolo de EENM Muscle fatigue assessment by mechanomyography during application of NMES protocol
Lilian Faller,Guilherme N. Nogueira Neto,Vera L. S. N. Button,Percy Nohama
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2009,
Abstract: CONTEXTUALIZA O: A estimula o elétrica neuromuscular (EENM) é uma técnica bastante utilizada na área da reabilita o em fisioterapia, porém a instala o da fadiga ocorre de maneira mais rápida se comparada à contra o voluntária. Na prática clínica, torna-se necessário monitorar a fadiga muscular em protocolos de EENM, visando adequar os parametros da corrente elétrica e prolongar o tempo de estimula o. OBJETIVOS: O objetivo deste estudo foi utilizar a mecanomiografia como meio de avalia o da fadiga muscular periférica durante a aplica o de um protocolo de EENM. MéTODOS: Um sistema de aquisi o de sinais mecanomiográficos (MMG) e um protocolo experimental foram desenvolvidos. Durante os ensaios in vivo com 10 voluntários, foram realizados testes de contra o voluntária máxima (CVM) para extens o do joelho. Realizou-se uma fase de potencializa o com contra es dinamicas produzidas por EENM a 10% da CVM (100 Hz, 400 μm) no músculo quadríceps femoral, e o protocolo de EENM propriamente dito ocorreu a 30% da CVM (50 Hz, 400 μm). Simultaneamente, foram adquiridos os sinais de MMG RMS (amplitude) e MMG MPF (frequência) do músculo reto femoral e de torque (amplitude) para a extens o do joelho. RESULTADOS: A linha de tendência da MMG RMS foi descendente, indicando que a MMG RMS relaciona-se à amplitude do torque. Porém, a MMG MPF n o teve uma boa correla o com o torque para este protocolo de EENM. CONCLUS ES: A MMG pode ser aplicada simultaneamente à EENM, pois n o ocorre interferência elétrica, e pode ser utilizada na realiza o de movimentos funcionais na contra o muscular gerada por EENM. Artigo registrado no Australian New Zealand Clinical Trials Registry (ANZCTR) sob o número ACTRN12609000866202. BACKGROUND: Neuromuscular electrical stimulation (NMES) is a widely used technique for rehabilitation in physical therapy, however it causes muscle fatigue more rapidly than does voluntary contraction. In clinical practice, it becomes necessary to monitor muscle fatigue during NMES protocols to adjust the parameters of electrical current stimulation and, thus, increase stimulation time. OBJECTIVES: The aim of this study is to use mechanomyography (MMG) as a means of evaluating peripheral muscle fatigue during the execution of an NMES protocol. METHODS: An MMG signal acquisition system and an experimental protocol were developed. During in vivo tests, 10 participants performed maximal voluntary contractions (MVCs) for knee extension. A maximization phase was conducted with dynamic contractions generated by NMES at 10% of MVC (100 Hz, 400 μs) on the quadrice
On a unified fatigue modelling for structural analysis based on the shakedown concept
K. Dang Van
Ciência & Tecnologia dos Materiais , 2010,
Abstract: Fatigue analysis of structures requires nowadays specific numerical tools able to take account of complex multiaxial loadings generated by the use of FEM structural calculations. Traditionally fatigue is studied in different ways depending on the fatigue regime and the field of interest: fatigue limit analysis, life prediction in high or low cycle fatigue, thermal fatigue… The application of the shakedown theory to the analysis of the fatigue problems permits to present a unified theoretical background to both high and low cycle fatigue. This point of view allows interpreting all types of industrial problems of fatigue in an efficient manner. The description of the stabilised mechanical state after shakedown at macroscopic and mesoscopic scales gives access to engineering values which will drive the fatigue damage of the structure. The formulations are intrinsic and suffer no ambiguities. Some examples of fatigue analysis for different industrial areas are presented. A análise à fadiga de estruturas exige actualmente ferramentas numéricas específicas, capazes de tomar em considera o os carregamentos multiaxiais complexos gerados pelo uso de cálculos estruturais baseados no método dos elementos finitos. Tradicionalmente, a fadiga é estudada de diversas formas dependendo do regime de fadiga e do campo de interesse: análises baseadas no limite de fadiga, previs o de vida em fadiga a alto ou baixo número de ciclos, fadiga térmica … . A aplica o da teoria do shakedownà análise de problemas de fadiga permite apresentar um contexto teórico unificado para fadiga a alto e baixo números de ciclos. Este ponto de vista permite interpretar, de uma maneira eficiente, todos os tipos de problemas industriais envolvendo fadiga. A descri o do estado mecanico estabilizado depois de shakedwonàs escalas macroscópicas e mesoscópicas dá acesso a dados de engenharia que condicionam a danifica o por fadiga da estrutura. As formula es s o intrínsecas e n o sofrem de ambiguidades, Alguns exemplos de análise à fadiga para diversas áreas industriais s o apresentados.
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