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Prevalência e fatores associados ao consumo de cigarros entre estudantes de escolas estaduais do ensino médio de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil, 2002
Zanini Roselaine Ruviaro,Moraes Anaelena Bragan?a de,Trindade Ana Cláudia Antunes,Riboldi Jo?o
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: O tabagismo é a segunda principal causa mundial de morte, sendo responsável pela morte de um a cada dez adultos (5 milh es por ano). Se os padr es atuais se mantiverem, em 2020 o tabagismo será a causa de 10 milh es de óbitos anuais, segundo a Organiza o Mundial da Saúde. Realizou-se um estudo transversal, em 2002, no qual foram entrevistados 459 estudantes de oito escolas do ensino médio estadual em Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil, para determinar a prevalência e os fatores associados ao tabagismo, obtendo-se um modelo logístico multivariável descrevendo como as chances de ser fumante est o relacionadas com as variáveis investigadas. A prevalência encontrada para o tabagismo foi de 18% (IC95%: 14,6-21,7), sendo que os estudantes come am a fumar, em média, aos 14 anos. Os resultados permitem concluir que os estudantes das escolas estaduais de Santa Maria come am a fumar precocemente, sendo influenciados pelos amigos fumantes (OR = 4,37; p = 0,000), pela renda familiar mensal (OR = 2,04; p = 0,013) e idade (OR = 1,86; p = 0,031), destacando-se a necessidade de se trabalhar, preventivamente, no grupo de risco observado.
Síndrome do climatério: inquérito populacional domiciliar em Campinas, SP
Pedro Adriana Orcesi,Pinto-Neto Aar?o Mendes,Costa-Paiva Lúcia Helena Sim?es,Osis Maria José Duarte
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Estudar a prevalência de sintomas climatéricos, urogeniatais e sexuais em popula o de mulheres do Brasil. MéTODOS: Estudo descritivo de corte transversal, de base populacional. Selecionaram-se, por meio de processo de amostragem, 456 mulheres, residentes no município de Campinas, SP, na faixa etária de 45-60 anos de idade, em 1997, segundo informa es da agência local do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Os dados foram coletados por meio de entrevistas domiciliares, com questionários estruturados e pré-testados. A análise dos dados foi realizada pelo teste do qui-quadrado, teste n o paramétrico de Kruskal-Wallis, com nível de significancia estatística menor que 0,05. A intensidade dos sintomas climatéricos foi analisada pelos índices circulatório e psicológico. A análise de componentes principais foi utilizada para determinar a inter-rela o dos sintomas climatéricos. RESULTADOS: Os sintomas climatéricos mais prevalentes foram: nervosismo (82%), fogachos (70%), cefaléia (68%), irritabilidade (67%) e sudorese (59%). Os fogachos, a sudorese e a ins nia foram significativamente mais prevalentes na peri e pós-menopausa. A freqüência (intensidade) dos sintomas vasomotores e psicológicos n o variou segundo o estado menopausal. A prevalência de incontinência urinária foi de 27,4%. A queixa de dispareunia e secura vaginal foi pouco freqüente. Em rela o às queixas sexuais, a diminui o do interesse sexual foi a mais freqüente. Constatou-se que algumas queixas climatéricas s o inter-relacionadas. O primeiro aglomerado incluiu as ondas de calor e a sudorese (aglomerado vasomotor). O segundo, depress o, nervosismo e irritabilidade (aglomerado psicológico) e o terceiro, tontura e palpita o (aglomerado atípico). CONCLUS ES: A prevalência de sintomas climatéricos na popula o estudada foi elevada e semelhante à descrita em países ocidentais desenvolvidos.
Algumas considera es metodológicas sobre os estudos epidemiológicos das Les es por Esfor os Repetitivos (LER)
Santos Filho Serafim Barbosa,Barreto Sandhi Maria
Cadernos de Saúde Pública , 1998,
Abstract: As les es por esfor os repetitivos (LER) constituem-se um problema de saúde pública, com repercuss es sociais e econ micas. Este artigo apresenta uma revis o crítica dos estudos epidemiológicos das últimas duas décadas. A grande maioria desses estudos foi de corte transversal e exploratório, e os resultados s o difíceis de interpretar devido aos problemas metodológicos. Entre os principais problemas notados est o: falta de padroniza o e rigor na defini o e identifica o de casos, n o diferencia o dos "casos" segundo a especificidade e gravidade clínica, inclus o de "casos" prevalentes e incidentes no mesmo estudo, imprecis o e precariedade na defini o e mensura o dos fatores de exposi o e de confus o relevantes, além das limita es intrínsecas dos estudos de prevalência para inferir causalidade. Essas limita es resultam em parte da insuficiência de conhecimento científico das les es de tecidos moles de membros superiores e da falta de métodos diagnósticos confiáveis. Entretanto, tais dificuldades podem ser minimizadas com desenhos mais apropriados e que levem em considera o e estratifiquem casos segundo a especificidade do quadro clínico e grau de certeza do diagnóstico.
Prevalência da maloclus o e necessidade de tratamento ortod ntico em escolares de 10 a 14 anos de idade em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil: enfoque psicossocial
Marques Leandro Silva,Barbosa Cristiane Carvalho,Ramos-Jorge Maria Letícia,Pordeus Isabela Almeida
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: Os objetivos deste estudo transversal foram determinar a prevalência da maloclus o e verificar a associa o entre necessidade normativa de tratamento ortod ntico e determinados aspectos psicossociais. A amostra (n = 333) foi representativa de todos os adolescentes de 10 a 14 anos de idade, residentes em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. A variável dependente "necessidade normativa de tratamento ortod ntico" foi avaliada por intermédio do Dental Aesthetic Index (DAI), e as variáveis independentes (gênero, idade, escolaridade da m e, nível econ mico, percep o dos pais quanto à estética bucal e necessidade de tratamento dos filhos e desejo de tratamento pelos adolescentes), mediante questionários. Foram realizadas análises descritiva, univariada e de regress o logística múltipla (Stepwise Forward Procedure), adotando-se o nível de significancia p < 0,05. A prevalência de má-oclus o foi de 62,0% e a necessidade normativa de tratamento ortod ntico de 52,2%. Desejo de tratamento ortod ntico relatado pelo adolescente e percep o dos pais quanto à estética bucal do filho foram variáveis que apresentaram associa o estatisticamente significativa com a necessidade normativa de tratamento ortod ntico. Os resultados sugerem que fatores psicossociais devem ser incorporados aos critérios clínicos considerando a decis o para o tratamento ortod ntico.
A transi o nutricional no Brasil: tendências regionais e temporais
Batista Filho Malaquias,Rissin Anete
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Tendo como principal fonte de informa es três estudos transversais realizados nas décadas de 70, 80 e 90, faz-se uma análise da transi o nutricional do Brasil, referenciada no rápido declínio da prevalência de desnutri o em crian as e eleva o, num ritmo mais acelerado, da prevalência de sobrepeso/obesidade em adultos. A corre o dos déficits de estatura foi de 72% em crian as urbanas e de 54,4% no meio rural, enquanto a ocorrência de obesidade duplicou ou triplicou em homens e mulheres adultos nos extremos da série temporal analisada. Com exce o do Nordeste rural, a prevalência de desnutri o em mulheres adultas declinou para taxas aceitáveis (em torno de 5%) a partir de 1989. Inversamente, as anemias continuam com prevalências elevadas e indica es de tendências epidêmicas. Descreve-se a evolu o do estado nutricional da popula o brasileira segundo macrorregi es e distribui o social, analisando-se os prováveis fatores das mudan as ocorridas.
Uso de métodos anticoncepcionais e adequa o de contraceptivos hormonais orais na cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil: 1992 e 1999
Dias-da-Costa Juvenal Soares,Gigante Denise Petrucci,Menezes Ana Maria Baptista,Olinto Maria Teresa Anselmo
Cadernos de Saúde Pública , 2002,
Abstract: Realizou-se um estudo transversal de base populacional, com o objetivo de verificar a utiliza o de métodos contraceptivos e adequa o do emprego de anticoncepcionais orais pelas mulheres de 20 a 49 anos, residentes na zona urbana da cidade de Pelotas. Os resultados foram comparados com outro estudo transversal de base populacional, realizado em 1992. Utilizou-se amostragem por conglomerados, incluindo-se 766 mulheres com idade entre 20 e 49 anos. Do total de mulheres, 495 (64,6%) utilizavam algum método contraceptivo, sendo mais freqüentemente empregados: anticoncepcionais orais (55,4%), ligadura tubária (22,2%), preservativo (10,5%) e dispositivo intra-uterino (7,7%). Entre as usuárias de anticoncepcionais orais, verificou-se que 22,2% apresentavam contra-indica o para seu emprego. O uso incorreto associou-se significativamente à idade, mas foi semelhante entre as classes sociais. Comparando os resultados com aqueles do estudo anterior, destaca-se a redu o no emprego de anticoncepcionais orais, e maior freqüência de ligaduras, uso de preservativos e dispositivos intra-uterinos.
Prevalência de deficiência visual de perto e fatores associados: um estudo de base populacional
Duarte Wladimir Ribeiro,Barros Aluísio J. D.,Dias-da-Costa Juvenal Soares,Cattan Jacobo Melamed
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Este artigo teve como objetivo estimar a prevalência de presbiopia em adultos com trinta anos ou mais e explorar características associadas, como variáveis demográficas, sócio-econ micas e individuais. Realizou-se um estudo transversal de base populacional com 3.007 adultos acima de trinta anos em Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. Avaliou-se a acuidade visual para perto com a tabela de Jaeger e as outras variáveis foram investigadas através de questionários padronizados e pré-codificados. Encontrou-se uma prevalência de 54,7% de presbiopia na amostra estudada. Quando a acuidade visual foi medida utilizando meios de corre o visual, a prevalência encontrada foi de 29,3%. As variáveis idade e sexo feminino se mostraram associadas com o desfecho, controlando-se para fatores de confus o. Cerca de 42,4% da amostra referiram n o necessitar da vis o de perto nas suas tarefas habituais. Concluiu-se que a presbiopia tem elevada prevalência na popula o adulta e se relaciona diretamente com o aumento da idade (especialmente após os 45 anos) manifestando-se mais precocemente nas mulheres. Em 30% dos usuários de corre o visual a mesma n o é adequada para vis o de perto.
Anemia em escolares da primeira série do ensino fundamental da rede pública de Maceió, Alagoas, Brasil
Santos Célia Dias dos,Santos Leonor Maria Pacheco,Figueiroa José Natal,Marroquim Paju?ara Maria Guimar?es
Cadernos de Saúde Pública , 2002,
Abstract: Realizou-se um estudo transversal com amostra probabilística de 426 alunos de 6 a 10 anos, da 1a série do ensino fundamental das escolas públicas de Maceió, Alagoas, Brasil. O objetivo foi avaliar a prevalência da anemia e sua associa o com o retardo de crescimento. Os dados foram coletados entre maio e julho de 2000. O sangue foi colhido por venipuntura e a dosagem de hemoglobina (Hb) foi realizada pelo contador Coulter STKS. Classificou-se a anemia por dois critérios estabelecidos pela Organiza o Mundial da Saúde: Hb <11,5g/dl e Hb <12,0g/dl. O retardo pondo-estatural foi diagnosticado quando os indicadores Altura/Idade (A/I), Peso/Idade (P/I) e Peso/Altura (P/A) se encontravam abaixo de -2,0 desvios-padr o da referência NCHS. A prevalência da anemia foi de 9,9%, considerando-se Hb <11,5g/dl e de 25,4%, utilizando-se Hb <12,0g/dl. O retardo do crescimento foi detectado em 6,2% segundo A/I, 4,0% pelo indicador P/I e 3,0% em rela o a P/A. N o houve associa o estatisticamente significativa entre as variáveis do estudo. Estes resultados confirmam os observados em outras pesquisas: prevalência de anemia muito superior à prevalência do retardo pondo-estatural. Conclui-se que as graves conseqüências da anemia nesta faixa etária, justificam a implementa o de políticas de largo alcance para o enfrentamento do problema.
Idade de ocorrência da menopausa natural em mulheres brasileiras: resultados de um inquérito populacional domiciliar
Pedro Adriana Orcesi,Pinto Neto Aar?o Mendes,Paiva Lucia Helena Sim?es da Costa,Osis Maria José
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Realizou-se um estudo descritivo e exploratório de corte transversal, de base populacional, com o objetivo de estudar a idade à menopausa e seus fatores associados e características sócio-culturais, demográficas e econ micas em mulheres climatéricas, residentes no Município de Campinas, Estado de S o Paulo. Selecionaram-se, através de amostragem por conglomerados, 456 mulheres, na faixa etária de 45-60 anos de idade. Os dados foram coletados através de entrevistas domiciliares, com um questionário estruturado e pré-testado. O questionário foi o resultado da adapta o, feita pelos autores, de questionários fornecidos pela Funda o Internacional de Saúde/Sociedade Internacional de Menopausa e pela Sociedade Norte-Americana de Menopausa. Para análise dos dados, foi utilizada a curva de sobrevivência pelo método de Tabela de Vida para estimar a taxa acumulada de mulheres na menopausa natural, e para determinar os fatores associados à idade da menopausa foi utilizada a análise de regress o logística de Cox. A média etária da ocorrência da menopausa natural foi de 51,2 anos. N o houve associa o entre os fatores estudados com a idade à menopausa natural.
Parasitismo por Ascaris lumbricoides em crian as menores de dois anos: estudo populacional em comunidade do Estado do Rio de Janeiro
Costa-Macedo Lêda Maria da,Costa Maria do Carmo Esteves da,Almeida Liz Maria de
Cadernos de Saúde Pública , 1999,
Abstract: A prevalência e a intensidade da infec o por Ascaris lumbricoides foram analisadas mediante um estudo transversal em crian as residentes no Município de Duque de Caxias, no Estado do Rio de Janeiro, entre julho e dezembro de 1997. A popula o do estudo foi constituída por crian as com menos de dois anos de idade e as m es das crian as menores de um ano. As amostras fecais foram recolhidas nos domicílios em frascos contendo solu o conservadora de MIF e processadas por meio das técnicas de MIFC e Kato-Katz. As prevalências de infec o por A. lumbricoides observadas foram 3,3% (I.C. 95% 1,0 - 7,8) para os menores de um ano, 30,7% (I.C. 95% 25,4 - 36,4) para as crian as com um ano de idade e 42,3% (I.C. 95% 33,0 - 51,9) para as m es. Infec o com carga parasitária moderada/pesada foi observada em cerca de 38% das crian as com um ano de idade e 36,0% das m es. Estes resultados demonstram a importancia da ascariose já no primeiro ano de vida e indicam a necessidade de aprofundamento na investiga o desta parasitose na popula o materno-infantil.
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