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ISSN: 2333-9721

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Para além da barreira dos números: desigualdades raciais e saúde
Lopes Fernanda
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: Este artigo parte do conceito de saúde como o conjunto de condi es integrais e coletivas de existência, influenciado pelo contexto político, sócio-econ mico, cultural e ambiental. Desse modo, mostra que os estudos sobre as desigualdades, disparidades ou iniqüidades em saúde devem ir muito além da compara o de dados estatísticos, uma vez que o racismo nem sempre se apresenta de forma explícita e mensurável nas intera es sociais. é preciso analisar as diversas experiências vivenciadas por negros e n o-negros numa dada condi o social, considerando sexo, idade, regi o de moradia, educa o, origem familiar, ocupa o, renda, orienta o sexual, filia o religiosa, suas capacidades e incapacidades, sua rede social e suas possibilidades de acesso aos servi os e bens sociais. Por fim, o artigo enumera diretrizes que possam colaborar com o grande desafio de formula o de políticas públicas que combatam e erradiquem as imensas desigualdades entre brancos e negros.
Padr es evolutivos na utiliza o dos princípios de justi a distributiva em crian as e adolescentes no sul do Brasil
Dell'Aglio Débora Dalbosco,Hutz Claudio Simon
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2001,
Abstract: O presente artigo descreve uma investiga o sobre o uso de princípios de justi a distributiva utilizados por crian as e adolescentes em situa es hipotéticas de distribui o de recompensa. Foram entrevistadas 680 crian as e adolescentes de ambos os sexos, sendo 240 da faixa etária de cinco a seis anos, 220 de nove a dez anos e 220 de 13 a 14 anos, metade de cada sexo. O instrumento utilizado foram mini-histórias, acompanhadas de desenhos que apresentavam diferentes condi es de desempenho dos personagens em diversas situa es. Os resultados apontaram três estágios evolutivos, caracterizados pelo uso de regras de autoridade, igualdade e equidade. Como esperado, crian as de cinco a seis anos utilizaram predominantemente regras de autoridade e igualdade, as de nove a dez anos, regras de igualdade e, os adolescentes, regras de eqüidade. Características do uso das regras permitiram também a identifica o de sub-estágios em cada estágio. A seqüência evolutiva de níveis no desenvolvimento dos princípios de justi a distributiva encontradas apoiam o modelo piagetiano.
Cárie dentária em escolares de 12 e 15 anos de escolas públicas e privadas de Salvador, Bahia, Brasil, em 2001
Cangussu Maria Cristina Teixeira,Castellanos Roberto Augusto,Pinheiro Márcia Farias,Albuquerque Silvana Rodrigues de
Pesquisa Odontológica Brasileira , 2002,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi estudar a experiência de cárie dentária em escolares de escolas públicas e privadas de 12 e 15 anos de idade, de Salvador, Bahia, Brasil e identificar variáveis de acesso e cobertura dos servi os de saúde relevantes associadas a possíveis diferen as entre estes grupos. Foram obtidos a partir do exame clínico, dados transversais de 3.313 adolescentes, utilizando o índice CPOD e um questionário estruturado, e a análise foi realizada utilizando o teste t de Student, qui-quadrado e análise de covariancia. N o foram encontradas diferen as no CPOD e na propor o de indivíduos livres de cárie entre os dois grupos, destacando-se apenas a predominancia, nas escolas particulares, do componente obturado e, nas escolas públicas, do componente extraído. Apenas a variável acesso ao dentista no último ano mostrou-se associada às diferen as encontradas. Neste sentido é importante refor ar a importancia do acesso aos bens de consumo e servi os de saúde de forma a garantir a eqüidade em saúde bucal.
Promo o da saúde, epidemiologia social e capital social: inter-rela es e perspectivas para a saúde pública
Souza Elza Maria de,Grundy Emily
Cadernos de Saúde Pública , 2004,
Abstract: A idéia de promover saúde antecede o uso explícito do termo. No entanto, a incorpora o dessa idéia e da prática no campo da saúde pública foi influenciado especialmente pela reforma de saúde iniciada no Canadá, em 1974, a qual refletiu os anseios de muitos outros preocupados com influência do meio físico e social na saúde. Essa reforma serviu de base para o lan amento de várias conferências desencadeados pela Organiza o Mundial da Saúde, come ando pela de Alma Ata em 1977, e seguida pela Conferência de Ottawa, da qual resultou o primeiro documento internacional em promo o de saúde: a Carta de Ottawa. Embora promo o da saúde esteja presente em uma grande e variada literatura, seu conceito ainda n o é bem entendido e sua prática dificultada. Parece que a importancia dessas conferências tem servido para n o deixar fenecer a idéia de eqüidade em saúde, uma vez que os esfor os para reduzir a distancia entre retórica e prática continuam longe de ser alcan ados. Entretanto, o crescimento da epidemiologia social associado ao conceito de capital social para saúde podem complementar os preceitos da epidemiologia tradicional e, conseqüentemente, contribuir para a efetiva o do modelo estruturalista para a promo o da saúde. O propósito desse artigo é elucidar esses conceitos e descrever o papel que eles desempenham no campo da saúde pública a fim de estimular debates futuros.
Distribui o espacial do baixo peso ao nascer em Sergipe, Brasil, 1995/1998
Gurgel Ricardo Queiroz,Dias Iane Martha Oliveira,Fran?a Vera Lúcia Alves,Neyra Casta?eda Daniel Francisco
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: O estudo analisa a distribui o espacial do baixo peso ao nascer em Sergipe, Brasil, avaliando o evento como indicador de saúde. A análise foi feita a partir de 166.312 nascimentos vivos dos 75 municípios, numa abordagem ecológica. Foram utilizados quatro métodos: clusters analysis, análise de correla o, análise de regress o múltipla e multiple comparisons (Tukey). O estudo evidencia homogeneidade interna dos municípios nos distritos de saúde e nos grupos resultantes do dendrograma. Considerando 10,00% de perda de informa o, identifica-se a presen a de sete grupos, sendo dois resíduos (Aracaju e Porto da Folha). A evolu o do baixo peso ao nascer, em Sergipe, é declinante (média de 6,97% no período) e reflete tímida melhoria da qualidade de vida. As suas causas indicam rela es com o ambiente e s o influenciadas pelos padr es de ocupa o do espa o. O percentual do baixo peso ao nascer é útil como indicador de risco individual, porém, como indicador coletivo de saúde, n o parece ser capaz de expressar diferen as entre regi es que n o apresentam variabilidade acentuada entre si.
Desigualdade social e saúde no Brasil
Neri Marcelo,Soares Wagner
Cadernos de Saúde Pública , 2002,
Abstract: Esse artigo estuda a rela o entre desigualdade social e saúde no Brasil. A estratégia usada foi avaliar as necessidades e o consumo dos servi os de saúde, bem como o acesso a seguro saúde ao longo da distribui o de renda. Adicionalmente, por meio da estima o de uma regress o logística, foram avaliados outros determinantes do consumo dos servi os de saúde, com o intuito de se conhecer aonde e quem utiliza esses servi os no país. Os dados foram extraídos da Pesquisas Nacional de Amostra por Domicilio da Funda o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística levada a campo em 1998. Em geral, observou-se que os indivíduos nos primeiros décimos da distribui o de renda têm pior acesso a seguro saúde, necessitam de maiores cuidados médicos, mas consomem menos os servi os de saúde. As outras características extra rendimento indicam que os principais determinantes para o consumo dos servi os de saúde estariam fortemente associados aos grupos sociais mais privilegiados (de maior escolaridade, acesso a seguro saúde, água, esgoto, luz, coleta de lixo) e a fatores que apontam para capacidade de gera o de oferta desses servi os no país.
Epidemiologia e desigualdade: notas sobre a teoria e a história
Silva,Jarbas Barbosa da; Barros,Marilisa Berti Azevedo;
Revista Panamericana de Salud Pública , 2002, DOI: 10.1590/S1020-49892002001200003
Abstract: in this paper we present a historical analysis of the concept of inequality, and we also discuss how inequality has been viewed within the field of health. natural and social inequalities are discussed, along with the concept of equity, theoretical explanations for inequality, and stratification in modern societies. finally, we focus on the relationships between epidemiology and studies on social inequalities in health since epidemiology was established as a discipline, during the so-called bacteriological era, and at the present time, when there is a growing interest in social inequalities in health.
Disponibilidade de medicamentos essenciais em duas regi?es de Minas Gerais, Brasil
Guerra Jr,Augusto Afonso; Acúrcio,Francisco de Assis; Gomes,Carlos Alberto Pereira; Miralles,Maria; Girardi,Sábado Nicolau; Werneck,Gustavo Azeredo Furquim; Carvalho,Cristiana Leite;
Revista Panamericana de Salud Pública , 2004, DOI: 10.1590/S1020-49892004000300005
Abstract: objective: to investigate the availability of essential drugs in municipalities with a human development index < 0.699. methods: we surveyed 69 institutions, including municipal pharmacies, public clinics, private and philanthropic health units, and commercial pharmacies, in 19 municipalities of the state of minas gerais, brazil. the municipalities were chosen according to the following selection criteria: (1) a human development index (hdi) < 0.699 (the hdi for the entire state of minas gerais in 1991) in the microregion where the municipality was located; (2) the municipality had to be the seat of government for the microregion where it was located; (3) there had to be at least two eligible institutions (belonging to the public, private, or philanthropic sectors) in full functioning in the municipality during the survey period. health professionals who were directly responsible for stock control and drug dispensation at the institutions surveyed were interviewed. institutional documents and records were also reviewed. a list of 21 tracer essential drugs, which were selected among the drugs most widely employed in the state of minas gerais? basic pharmacy program, was used to measure availability. the availability of each tracer drug was calculated at the time of the site visit and for the 12-month period immediately before the survey. in addition, the availability of tracer drugs was calculated for each type of institution surveyed. results: the availability of essential drugs in municipal pharmacies was 52.0%; in public health clinics, 46.9%; and in philanthropic and private health units, 41.0% and 38.1%, respectively. in commercial pharmacies, the availability of essential drugs reached 81.2%. conclusion: the availability of essential drugs in public facilities is low and varies widely, with the result that persons who need such drugs the most are often those who lack access to them. private pharmacies are the main source of essential drugs. the results of this
Non-homophobic inclusion: a dialogue between medicine students and transvestites. Inclus o n o-homofóbica: um diálogo entre estudantes de medicina e travestis.
Valéria Ferreira Romano
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2010, DOI: 10.5712/rbmfc3(10)352
Abstract: Introduction: Teaching communication skills to medical students is a constant challenge, mainly when it comes to issues such as prejudice, homophobia and discrimination in the health services. Since 2001, the Family Health Program Lapa, part of the curriculum of the medical course of UNESA, has faced this challenge by promoting a dialogue between medical students and transvestites in the course household visits, health education activities and outpatient care. Objective: Reflect about the communication skills of medical students providing basic health care services to transvestites.Methodology: Direct observation; interviews using open questions with students and transvestites of an area covered by the program.Results: Better communication of students in situations related to homophobia and to the access of transvestites to the health services, thus contributing to the integrality, equity and universality of the Unified Health System.Conclusion: Both students and transvestites want to reach a humanized and inclusive relationship, based on refuting old prejudice and valuing dialogue and healthcare delivery in a supportive environment. Trabalhar habilidades de comunica o com estudantes de Medicina tem sido um desafio constante e, mais ainda, tem sido lidar com quest es relacionadas ao preconceito, à homofobia, à discrimina o em servi os de saúde. Desde 2001, o Programa Saúde da Família Lapa, integrante do currículo do curso de Medicina da UNESA, tem enfrentado esse desafio, promovendo o encontro entre os estudantes e os travestis, a partir do foco na visita domiciliar, atividades de educa o em saúde e atendimento ambulatorial. O objetivo é refletir sobre as habilidades de comunica o de estudantes de Medicina, a partir da inclus o dos travestis em servi os de Aten o Básica freqüentados por estes estudantes. Como metodologia, foram adotados: registro de observa o direta; entrevistas com perguntas abertas com estudantes e travestis de uma área adscrita. Como resultado, tivemos melhor desempenho na comunica o dos estudantes diante de situa es relacionadas à homofobia e ao acesso dos travestis aos servi os de saúde, garantindo integralidade, eqüidade e universalidade ao SUS de todos nós. Tanto os estudantes quanto os travestis desejam uma aproxima o que estimule um encontro humanizado e inclusivo, colocando em quest o velhos preconceitos valorizando formas de atendimento na sintonia do acolhimento.
ENTRE LA IGUALDAD Y LA EFICIENCIA EN MATERIA SANITARIA ENTRE A IGUALDADE E A EFICIêNCIA EM MATéRIA SANITáRIA BETWEEN EQUALITY AND EFFICIENCY IN MEDICAL CARE
Alejandra Zú?iga Fajuri
Acta Bioethica , 2008,
Abstract: Este trabajo reflexiona en torno a los mecanismos de adjudicación de recursos sanitarios escasos propuestos por la "Economía de la Salud". Se analizan los modelos de costo-beneficio y el criterio QALY (Quality-Adjusted Life-Years) en tanto mecanismos de adjudicación que pretenden resolver los dilemas bioéticos relacionados con una distribución que parece priorizar resultados eficientes por sobre los resultados equitativos pero ineficientes. Este trabalho traz uma reflex o em torno dos mecanismos de adjudica o de recursos sanitários escassos propostos pela "Economia da Saúde". S o analisados os modelos de custo-benefício e o critério QALY (Quality-Adjusted Life-Years) como mecanismos de adjudica o que pretendem resolver os dilemas bioéticos relacionados com uma distribui o que parece priorizar resultados eficientes sobre os resultados eqüitativos, porém ineficientes. This work considers the allocation methods of scarce medical resources budgeted for "health economics". Cost-benefit models and the criteria QALY (Quality-Adjusted Life-Years) are analyzed as allocation methods that propose to resolve ethical dilemmas related to an economic distribution that seems to prioritize efficient results over more equitable, but inefficient, results.
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