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Confiabilidade, coerência e metaincoerência =Reliability, coherence and metaincoherence
Valcarenghi, Emerson Carlos
Veritas , 2010,
Abstract: Este artigo discute casos de metaincoerência doxástica em que a cren a metaincoerente é ativa na gera o da cren a alvo. Esses casos, que s o casos de injustifica o doxástica, provam a necessidade de complementarmos as propostas confiabilistas de justifica o. é essa complementa o que tentaremos fazer aqui, mas sem recorrer a qualquer cláusula do tipo “antisolapamento da justifica o”. This essay discusses cases of doxastic metaincoherence in which the metaincoherent belief is active in target belief generation. These cases, which are cases of doxastic non justification, show the need to complement reliabilist proposals of justification. This is what we try to do here, but not recurring to any clause of the kind “undermining of justification”.
Confiabilidade, coerência e metaincoerência: (continua o e fim) = Reliability, coherence and metaincoherence (continuation and conclusion)
Valcarenghi, Emerson Carlos
Veritas , 2011,
Abstract: Este artigo discute casos de metaincoerência doxástica em que a cren a metaincoerente é ativa na gera o da cren a-alvo. Esses casos, que s o casos de injustifica o doxástica, provam a necessidade de complementarmos as propostas confiabilistas de justifica o. é essa complementa o que tentaremos fazer aqui, mas sem recorrer a qualquer cláusula do tipo antisolapamento da justifica o. This essay discusses cases of doxastic metaincoherence in which the metaincoherence belief is active in targetbelief generation. Those cases, which are cases of doxastic nonjustification, show the need to complement reliabilist proposals of justification. It is what we try to do here, but not recurring to any undermining type clause of justification.
A crítica da raz o sociológica = The critique of sociological reason
Soeffner, HansGeorg
Civitas , 2009,
Abstract: O autor apresenta a Sociologia como uma ciência crítica da realidade, como um controle permanente institucionalizado das rela es sociais com propósito crítico e em forma científica, que conjuga a raz o teórica com a raz o prática. Trata-se de uma ciência da reciprocidade, que tem como tarefa questionar vis es ideologizadas de mundo, como a absolutiza o da raz o econ mica no economicismo. Ela é fundamentalmente analítica e se sabe, ao mesmo tempo, com responsabilidades para com a sociedade – por isso une crítica e dúvida para delinear novas possibilidades conceituais e novas op es de a o para, a partir de percep es, abrir novos horizontes. Mas é também uma disciplina feita por quem precisa aplicar a si próprio a mesma crítica que faz às realidades que analisa.
Os novos desafios epistemológicos da sociologia
Berthelot,Jean Michel;
Sociologia, Problemas e Práticas , 2000,
Abstract: um século após a sua funda??o, como é que a sociologia pensa o seu programa epistémico fundamental? esta quest?o pode parecer desmesurada. no entanto, ela é legítima e urgente. legítima, porque a reflex?o sobre o estatuto epistemológico da sociologia acompanha a disciplina desde a sua origem; urgente, porque o relativismo e o cepticismo contemporaneos lhe exacerbam o alcance. o presente artigo procura dar conta de como, na última década, a sociologia tem vindo a enfrentar este desafio. acompanha as vias do debate sobre a internacionaliza??o e a indigeniza??o, o relativismo e o racionalismo, e p?e em evidência, nos trabalhos epistemológicos contemporaneos, uma nova linha que conjuga pluralismo e racionalismo. longe de qualquer pretens?o normativa, esta perspectiva faz quest?o de apreender a disciplina n?o como ela se idealiza, mas sim como se revela à luz do seu processo de constru??o histórica.
Os novos desafios epistemológicos da sociologia
Jean Michel Berthelot
Sociologia, Problemas e Práticas , 2000,
Abstract: Um século após a sua funda o, como é que a sociologia pensa o seu programa epistémico fundamental? Esta quest o pode parecer desmesurada. No entanto, ela é legítima e urgente. Legítima, porque a reflex o sobre o estatuto epistemológico da sociologia acompanha a disciplina desde a sua origem; urgente, porque o relativismo e o cepticismo contemporaneos lhe exacerbam o alcance. O presente artigo procura dar conta de como, na última década, a sociologia tem vindo a enfrentar este desafio. Acompanha as vias do debate sobre a internacionaliza o e a indigeniza o, o relativismo e o racionalismo, e p e em evidência, nos trabalhos epistemológicos contemporaneos, uma nova linha que conjuga pluralismo e racionalismo. Longe de qualquer pretens o normativa, esta perspectiva faz quest o de apreender a disciplina n o como ela se idealiza, mas sim como se revela à luz do seu processo de constru o histórica.
Algumas reflex es para estabelecer a cronologia do "fen meno transexual" (1910-1995)
Castel Pierre-Henri
Revista Brasileira de História , 2001,
Abstract: O "fen meno transexual" (Benjamin) é um indicador muito seguro das modifica es históricas da percep o científica, mas também cultural e política da identidade sexual no século XX. Para apresentar uma cronologia e uma bibliografia escolhida desse fen meno, este artigo prop e um fio condutor: a recusa sistemática das interpreta es psicanalíticas do transexualismo pelos sexólogos, endocrinologistas e sociólogos que estudaram o problema.
Editorial - Novas fronteiras epistemológicas: o interesse acadêmico pela mística (New frontiers epistemological: academic interest in the mystical) - DOI – 10.5752/P.2175-5841.2012v10n27p678
Carlos Frederico Barboza de Souza
Horizonte : Revista de Estudos de Teologia e Ciências da Religi?o , 2012, DOI: 10.5752/p.2175-5841.2012v10n27p678
Abstract:
ALGUNS ASPECTOS DA RELA O ENTRE A TEORIA SAUSSURIANA DA LINGUAGEM E A TEORIA DO SIGNIFICANTE LACANIANO A FEW ASPECTS OF THE RELATION ENTER THE SAUSSURE'S THEORY OF THE LANGUAGE AND THE THEORY OF THE LACAN'S SIGNIFICANT
Sergio Augusto Franco Fernandes
Philósophos : Revista de Filosofia , 2010, DOI: 10.5216/phi.v13i2.5775
Abstract: Faz-se necessário uma busca de elementos que venham a facilitar a compreens o das origens do significante lacaniano, na tentativa de esclarecer, pela via do estruturalismo lingüístico, até onde vai, realmente, a influência saussuriana. Sabe-se que o significante lacaniano, mesmo tendo como referência epistemológica o significante saussuriano, ambos n o devem ser confundidos. Normalmente se atribui a Ferdinand de Saussure a inven o da teoria do signo. Ressaltaremos, entretanto, que essa “inven o” é bem anterior às teorias do lingüista genebrino. Levaremos em conta as observa es de Jean-Luc Nancy e Philippe Lacoue-Labarthe, na medida em que esses autores demonstram que o deslocamento operado sobre o esquema saussuriano n o vai depender, como comumente se pensa, da autonomia do significante. Verificaremos, portanto, até que ponto mostra-se legítimo o uso do termo significante na teoria lacaniana. A search of elements becomes necessary to facilitate the understanding of the origins of the Lacan′s significant, in the attempt to explain through structural linguistic, the limits of the Saussure′s influence. It is known that the Lacan′s significant, even though has the Saussure′s influence as a reference in epistemology, both “significant” must not be mistaken. It is usually attributed to Ferdinand de Saussure the invention of the theory of the linguistic sign. We will stand out, however, that this “invention” is previous to the theories of the genevan linguist. We will observe the comments of Jean-Luc Nancy and Philippe Lacoue-Labarthe, to the point where these authors demonstrate that the displacement operated on the Saussure′s scheme will not depend on, as it is well known, the significant’s autonomy. It will be verified, therefore, how legitimate it is, the use of the significant′s term in the Lacan′s theory.
Hume e a Epistemologia, de Jo o Paulo Monteiro
Marília C?rtes de Ferraz
Princípios : Revista de Filosofia , 2009,
Abstract: Resenha do livro MONTEIRO, Jo o Paulo. Hume e a Epistemologia; revis o de Frederico Diehl [1a. ed. brasileira]. – S o Paulo: Editora UNESP; Discurso Editorial, 2009. (232 p)
O dilema de Sellars: desafio ao fundacionismo epistêmico
Sartori, Carlos Augusto
Veritas , 2009,
Abstract: O fundacionismo epistêmico enfrenta uma grave obje o em rela o às cren as básicas que se colocam como fundamento da justifica o e do conhecimento: o conhecido problema de Sellars. Aqui, tenta-se caracterizar o problema proposto por Sellars e apresentar algumas respostas que parecem bastante plausíveis, a partir de um entendimento da experiência sensorial e da própria natureza da percep o, que permite contornar o problema e defender uma vers o de fundacionismo moderado. Epistemic foundationalism is confronted with a serious objection in relation to the basic beliefs placed as the foundation of justification and knowledge: the well-known Sellars’s problem. We try to characterize the problem advanced by Sellars and show some plausible answers which depend on the understanding of sensory experience and the very nature of perception, which allows us to avoid the objection and defend a moderate version of foundationalism.
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