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Características do apoio social oferecido a idosos de área rural assistida pelo PSF
Pinto José Leonel Gon?alves,Garcia Adriana Carla de Oliveira,Bocchi Silvia Cristina Mangini,Carvalhaes Maria Antonieta B. L.
Ciência & Saúde Coletiva , 2006,
Abstract: Trata-se de um trabalho epidemiológico do tipo transversal, com o objetivo de descrever as características do apoio social e identificar associa es entre as variáveis sociodemográficas e categorias de suporte social, em popula o rural do Bairro dos Aleixos, no município de Taquarituba - SP. Para medir o apoio social, utilizou-se da escala Medical Outcomes Study (MOS), traduzida para o português e validada em nosso meio. A popula o caracterizou-se por mulheres, predominantemente da ra a branca, entre 60 a 69 anos, casadas e/ou vivendo em concubinatos, de baixa renda e residindo em domicílios multigeracionais. Escores de apoio médios elevados foram identificados, indicando situa o favorável entre os idosos estudados. Em termos médios, a categoria de apoio com pior escore foi "intera o social positiva". A análise bivariada demonstrou uma diferen a significativa entre escore de apoio afetivo e de apoio emocional com número de pessoas no domicílio e maior freqüência de escores altos de intera o social (3o tercil) em idosos do sexo masculino e naqueles com maior grau de escolaridade. O estudo apontou ainda que escores de apoio social menores foram mais freqüentes em mulheres, analfabetos, viúvos ou solteiros, idosos com renda entre um e dois salários mínimos.
Capital social: origens e aplica??es na sociologia contemporanea
Portes,Alejandro;
Sociologia, Problemas e Práticas , 2000,
Abstract: neste artigo examinamos as origens e as defini??es do conceito de capital social nas obras de bourdieu, loury e coleman, entre outros, e distinguimos quatro fontes de capital social, cujas dinamicas exploramos. as aplica??es do conceito na bibliografia sociológica sublinham o seu papel no controlo social, no apoio familiar e nos benefícios mediados por redes extrafamiliares. apresentamos exemplos de cada uma destas fun??es positivas. as consequências negativas do mesmo processo merecem também aten??o, procurando-se oferecer uma imagem equilibrada das for?as em jogo, sendo analisadas e ilustradas com exemplos relevantes quatro dessas consequências. trabalhos recentes sobre o capital social alargaram o ambito do conceito, inicialmente definido como um recurso individual, para designar uma característica de comunidades e mesmo de na??es. nas sec??es finais do artigo descrevemos este alargamento conceptual e examinamos as suas limita??es. sustentamos que o capital social, designa??o estenográfica das consequências positivas da sociabilidade, ocupa um lugar bem definido na teoria sociológica; contudo, extens?es excessivas do conceito podem p?r em perigo o seu valor heurístico.
Capital social: origens e aplica es na sociologia contemporanea
Alejandro Portes
Sociologia, Problemas e Práticas , 2000,
Abstract: Neste artigo examinamos as origens e as defini es do conceito de capital social nas obras de Bourdieu, Loury e Coleman, entre outros, e distinguimos quatro fontes de capital social, cujas dinamicas exploramos. As aplica es do conceito na bibliografia sociológica sublinham o seu papel no controlo social, no apoio familiar e nos benefícios mediados por redes extrafamiliares. Apresentamos exemplos de cada uma destas fun es positivas. As consequências negativas do mesmo processo merecem também aten o, procurando-se oferecer uma imagem equilibrada das for as em jogo, sendo analisadas e ilustradas com exemplos relevantes quatro dessas consequências. Trabalhos recentes sobre o capital social alargaram o ambito do conceito, inicialmente definido como um recurso individual, para designar uma característica de comunidades e mesmo de na es. Nas sec es finais do artigo descrevemos este alargamento conceptual e examinamos as suas limita es. Sustentamos que o capital social, designa o estenográfica das consequências positivas da sociabilidade, ocupa um lugar bem definido na teoria sociológica; contudo, extens es excessivas do conceito podem p r em perigo o seu valor heurístico.
Validade de constructo de escala de apoio social do Medical Outcomes Study adaptada para o português no Estudo Pró-Saúde
Griep Rosane Harter,Chor Dóra,Faerstein Eduardo,Werneck Guilherme L.
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: Este artigo verifica a validade de constructo da escala de apoio social utilizada em um estudo de coorte de trabalhadores de uma universidade no Rio de Janeiro, Brasil (Estudo Pró-Saúde). Os dados foram obtidos na primeira etapa do estudo, realizada em 1999, na qual 4.030 funcionários técnico-administrativos completaram, no ambiente de trabalho, um questionário multidimensional e autopreenchível. Associa es entre as dimens es de apoio social e características sócio-demográficas, relacionadas à saúde e ao bem-estar, foram avaliadas. Por meio da análise fatorial, foi possível discriminar três dimens es de apoio: intera o social positiva/apoio afetivo; apoio emocional/de informa o; e apoio material. Foram confirmadas as hipóteses de que indivíduos menos solitários, com melhor estado de saúde auto-referido, com relato de participa o mais freqüente em atividades sociais em grupo e sem suspei o para transtornos mentais comuns teriam maior percep o de apoio social. Conclui-se que há evidências de que o instrumento apresenta validade de constructo, indicando-se sua utiliza o em análises futuras, no ambito do Estudo Pró-Saúde e em popula es similares.
Apoio social: confiabilidade teste-reteste de escala no Estudo Pró-Saúde
Griep Rosane Harter,Chor Dóra,Faerstein Eduardo,Lopes Cláudia
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Este artigo descreve a confiabilidade teste-reteste de uma escala que abrange cinco dimens es de apoio social: material, emocional, de informa o, afetivo e intera o social positiva. No estudo, uma amostra de 192 funcionários de uma universidade do Rio de Janeiro preencheram o mesmo questionário em duas oportunidades, com intervalo de 15 dias. Como medidas de estabilidade, foram utilizados o coeficiente de correla o intraclasse (CCC), a estatística kappa ponderado e modelos log-lineares. Para avalia o da consistência interna, utilizou-se o coeficiente Alpha de Cronbach. As dimens es de apoio social apresentaram consistência interna variando entre 0,75 e 0,91 no teste e entre 0,86 e 0,93 no reteste. O CCC variou entre 0,78 e 0,87 nas cinco dimens es da escala, sem diferen as importantes segundo sexo, idade ou nível de escolaridade. Para a maioria das perguntas, os modelos log-lineares de melhor ajuste foram: "concordancia mais associa o linear por linear" e "semi-associa o". De acordo com esses resultados, a confiabilidade do instrumento foi considerada adequada, possibilitando sua utiliza o em estudos de associa o entre apoio social e desfechos relacionados à saúde que est o em curso no ambito do estudo de uma coorte recentemente iniciado no Rio de Janeiro (Estudo Pró-Saúde).
Medidas de rede e apoio social no Estudo Pró-Saúde: pré-testes e estudo piloto
Chor Dóra,Griep Rosane Harter,Lopes Claudia S.,Faerstein Eduardo
Cadernos de Saúde Pública , 2001,
Abstract: Neste artigo, relatamos a metodologia de sele o de perguntas sobre rede e apoio social, incluídas em um estudo de coorte de 4.030 funcionários de uma universidade pública no Rio de Janeiro. Em primeiro lugar, a adequa o de conceitos foi explorada em discuss es de grupos de voluntários. Em seguida, o questionário do Medical Outcomes Study foi submetido a procedimentos padronizados de tradu o e vers o. As perguntas foram a seguir avaliadas em cinco etapas de pré-testes e estudo piloto. Nenhuma pergunta apresentou propor o de n o-resposta acima de 5%. Os coeficientes de correla o de Pearson entre os itens foram distantes de zero e da unidade; a correla o entre cada item e o escore de sua dimens o foi superior a 0,80 em quase todos os casos. Finalmente, os coeficientes Alpha de Cronbach foram superiores a 0,70 em todas as dimens es. Os resultados sugerem que aspectos de rede e apoio social ser o mensurados adequadamente, permitindo a investiga o de suas associa es com desenlaces relacionados à saúde em um grupo populacional no Brasil.
Transtornos mentais comuns e apoio social: estudo em comunidade rural da Zona da Mata de Pernambuco, Brasil
Costa Albanita Gomes da,Ludermir Ana Bernarda
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi determinar a prevalência dos transtornos mentais comuns e sua associa o com o apoio social em uma comunidade da Zona da Mata de Pernambuco, Brasil. Foi conduzido um inquérito domiciliar e o Self Reporting Questionnaire (SRQ-20), o Medical Outcome Study Question e quest es sobre as condi es sócio-econ micas foram aplicados à popula o residente maior de 19 anos. A prevalência total dos transtornos mentais comuns foi de 36,0%; a análise multivariada utilizando a regress o logística demonstrou que as pessoas que têm baixo apoio social apresentam duas vezes mais chances de ter transtornos mentais comuns (OR: 2,09; IC95%: 1,35-3,24) que os que têm alto apoio mesmo depois do ajuste por idade, escolaridade e participa o no mercado de trabalho. Os resultados indicam a importancia de se investir em redes de apoio social para promover a intera o dos indivíduos e aumentar a confian a pessoal e o poder de enfrentamento dos problemas.
EVANGéLICOS BRASILEIROS: QUEM S O, DE ONDE VIERAM E NO QUE ACREDITAM?
Irineu José Rabuske,Paola Lucena dos Santos,Hosana Alves Gon?alves,Laura Traub
Revista Brasileira de História das Religi?es , 2012,
Abstract: Este trabalho visa entender qual a origem e o significado do termo “protestante” e obter um panorama geral acerca do surgimento e das práticas e/ou cren as eclesiásticas do protestantismo e de seus segmentos no Brasil. Foram utilizados o banco de teses da CAPES, artigos científicos da base de dados Scientific Electronic Library Online (Scielo), além de artigos e anais de periódicos científicos, da área de Filosofia/Teologia, que possuíam avalia o do WebQualis da CAPES. O protestantismo é uma vertente crist que teve suas origens na Reforma Protestante, com Martinho Lutero. As igrejas protestantes históricas possuíam cultos, doutrina e teologia orientados essencialmente para a ordem, formalidade e racionalidade e procuravam suprimir manifesta es mais exóticas do sagrado. Com a chegada e implementa o do pentecostalismo houve um abandono das práticas tradicionais no campo litúrgico destas igrejas. Esse ramo do protestantismo difere-se basicamente em a es sobrenaturais realizadas durante os cultos religiosos, as quais s o atribuídas ao poder do Espírito Santo.
Occupational stress of workers in a public hospital of belo horizonte: a case study in intensive care units Estrés ocupacional de los trabajadores de un hospital público de belo horizonte: un estudio de caso en los centros de tratamiento intensivo Estresse ocupacional dos trabalhadores de um hospital público de belo horizonte: um estudo de caso nos centros de terapia intensiva
Maria de Lourdes Ulh?a,Fernando Coutinho Garcia,Cristina Torres Lima,Pedro Adalberto Aguiar Castro
Rege : Revista de Gest?o , 2011,
Abstract: This survey was conducted in 2009 to identify the main factors contributing to occupational stress of health workers in three adult ICUs of a public municipal hospital in Belo Horizonte. For this purpose a structured questionnaire was used with 28 questions taken from a version of the Job Stress Scale of the Demand-Control model of Karasek, abridged and adapted to Portuguese. This is a quantitative case study of a descriptive nature. One may consider that the objectives presented were achieved and that results indicated high levels of demand, control and social support. Correlation between the constructs showed no statistically significant differences for ICUs under study. Workers experience the work process actively and even when demands are excessive, they generate less harmful impacts because the worker can develop strategies to deal with difficulties of planning working hours according to his biological rhythms. The need to conduct research in the occupational health area is emphasized to develop and orient the hospital sectors together with the human resources sector to offer improved conditions for obtaining occupational health quality for these professionals. Esta investigación fue realizada en 2009 y tuvo como objetivo identificar los principales factores que contribuyen para el estrés ocupacional de los trabajadores de la salud en los tres CTIs adulto de un hospital público municipal de Belo Horizonte. Por ese motivo, se aplicó un cuestionario estructurado compuesto de 28 preguntas obtenidas de la versión resumida y adaptada para el portugués de la Job Stress Scale, proveniente del modelo de Demanda-Control de Karasek. Se trata de un estudio de caso cuantitativo de naturaleza descriptiva. Se puede considerar que los objetivos presentados fueron alcanzados y que los resultados indicaron altos niveles de Demanda, Control y Apoyo Social. La correlación entre los constructos no presenta diferencias estadísticamente significativas para los CTIs del estudio. Los trabajadores viven el proceso de trabajo de forma activa: aunque las demandas sean excesivas, ellas generan impactos menos da osos, una vez que el trabajador puede crear estrategias para lidiar con las dificultades de planear sus horas de trabajo de acuerdo con su ritmo biológico. Se hace énfasis en la necesidad de realizar investigaciones en el área de la salud ocupacional, con el propósito de desarrollar y orientar a los sectores hospitalares para que, en conjunto con el sector de recursos humanos, ofrezcancondiciones para mejorar la cualidad de la salud en el trabajo de los profesionales. E
O Questionário de Suporte Social (SSQ): estudos da adapta o para o português
Matsukura Thelma S.,Marturano Edna M.,Oishi Jorge
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2002,
Abstract: Com o objetivo de realizar a vers o e estudos psicométricos do Questionário de Suporte Social de Sarason, aplicou-se o instrumento em 113 mulheres-m es. Para a análise, utilizou-se a estatística Kappa, o índice de Concordancia Bruta e a Correla o de Spearman. A consistência interna do instrumento foi avaliada. Os resultados indicam uma fidedignidade teste-reteste aceitável e um alto nível de consistência interna. Observaram-se associa es estatísticas entre os índices de suporte social e as variáveis trabalho, gravidez e renda. Apresentam-se informa es sobre fontes de suporte social e extens o da rede as quais sugerem uma participa o maior da família próxima como fornecedora de suporte.
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