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Autonomia e reconhecimento: dois conceitos-chave na forma o = Autonomy and recognition: two key-concepts in education
Flickinger, Hans Georg
Educa??o , 2011,
Abstract: O ensaio quer mostrar porque autonomia e reconhecimento deveriam ser considerados dois conceitos-chave para uma discuss o adequada dos objetivos do processo de educa o. Recorrendo à fundamenta o kantiana da autonomia e aos argumentos hegelianos acerca do reconhecimento, é possível revelar a rela o mútua entre os dois conceitos; uma rela o da qual a teoria de reconhecimento, defendida por A. Honneth, faz a condi o para conquistar a verdadeira autonomia e autoestima.
Pessoa e autonomia na filosofia do direito de Hegel =Person and autonomy in Hegel’s philosophy of right
Weber, Thadeu
Veritas , 2010,
Abstract: A Filosofia do Direito de Hegel trata da Ideia da Liberdade e suas formas de concretiza o. é a express o do exercício efetivo da autonomia da “pessoa do direito” enquanto capacidade jurídica. Isso inclui o direito de propriedade e do contrato; o direito da vontade moral, enquanto trata das condi es da responsabilidade subjetiva; e as media es da eticidade, enquanto desenvolve o exercício da autonomia nas institui es sociais: a família, as corpora es e o Estado.
As duas faces do conceito hegeliano de liberdade e a media o da categoria do reconhecimento =The two faces of the hegelian concept of freedom and the mediation of the category of recognition
Ramos, Cesar Augusto
Veritas , 2010,
Abstract: O objetivo deste artigo é examinar o estatuto teórico do conceito hegeliano de liberdade como “estar consigo mesmo no seu outro”, bem como a media o da categoria do reconhecimento na rela o entre a face objetiva e subjetiva que este conceito retrata. Nessa perspectiva, rela es n o legítimas de domina o e coer es s o rejeitadas em nome de um conceito intersubjetivo de liberdade. Pretende-se, também, destacar os elementos importantes na filosofia hegeliana para compreender o sentido da liberdade na constitui o de uma teoria social, a qual pode ser formulada na sua aproxima o com o republicanismo, no debate contemporaneo da filosofia política e moral.
O abuso sexual e os direitos da crian a: respeito, liberdade e dignidade (Sexual abuse and children′s rights: respect, freedom and dignity)
Leda Dantas
Revista Emancipa??o , 2009,
Abstract: Resumo: O artigo procura mostrar como o abuso sexual infantil, ao violar o direito da crian a ao desenvolvimento sexual adequado, implica a viola o de três outros direitos – o respeito, a liberdade e a dignidade (a trilogia da prote o integral), - e as consequências daí advindas para a constru o da subjetividade aut noma. Abstract: The aim of the article is to demonstrate how sexual abuse deprives children from their adequate sexual development and how this implies the violation of three other rights - respect, liberty and dignity (the protection trilogy). In addition, the article discusses the consequences to the development of autonomous subjectivity.
FILOSOFIA COMO ESTRATéGIA DE EDUCA O MORAL
CHICOTE, Irlandina de Paula Macedo
Nucleus , 2003,
Abstract: This present article aims to observe and to identify how. Ethies and Civic Education are beingbuilt in the daily teaching process, specially by the teaching of Philosophy. The goal of this article is to analise a4 th grade class of a private high school from Ituverava. The teaching of Pilosophy in a classroom with childrenaged from 9 to 10 years old has brought significant results when teaching and exercising the investigativedialoque. This citzenship practice is developed by comprehension and cooperation throughout a contextualized work.O presente artigo tem por objetivo observar e identificar como a ética e a educa o moral est osendo construídas no cotidiano escolar, especialmente pelo ensino de filosofia. Tem como objeto de análise uma4 o série, de uma escola particular na cidade de Ituverava. O trabalho de filosofia em sala de aula com crian as de9 a 10 anos trouxe resultados significados ao ensinar e exercitar o diálogo investigativo. Essa prática dacidadania se desenvolve por meio da compreens o e coopera o, através de um trabalho contextualizado.
Desafios céticos e o debate internalismo versus externalismo em epistemologia
Luz, Alexandre Meyer
Veritas , 2009,
Abstract: Neste ensaio, pretendemos (1) sugerir algumas vantagens da apresenta o do ceticismo na forma de um argumento cético geral, (2) discutir o princípio de fechamento utilizado neste argumento, (3) mostrar que o confiablismo externalista é incapaz de explicar as implica es deste argumento geral e (4) defender uma posi o internalista cancelabilista como a mais adequadamente munida de ferramentas para avalia o dos desafios céticos. In this essay, I intend to (1) show some advantages of presenting skepticism by means of a general skeptical argument, (2) discuss the closure principle implicit in such an argument, (3) suggest that externalist reliabilism is unable to account for what is implied by this general argument, and (4) maintain that an internalist defeasibility theory is the one best suited for assessing skeptical challenges.
Refuta o do argumento ontológico, ou filosofia crítica versus filosofia dogmática =The refutation of the ontological argument, or critical philosophy versus dogmatic philosophy
Faggion, Andrea Luisa Bucchile
Veritas , 2011,
Abstract: Em seu artigo “Kant’s Critique of the Three Theistic Proofs [partial], from Kant’s Rational Theology”, incluído no livro Kant’s Critique of Pure Reason. Critical Essays, Allen Wood pretende mostrar que Kant n o teria provado que a existência n o poderia ser um predicado real ou determinante. Em seu artigo “Anselm’s Ontological Arguments”, publicado na revista The Philosophical Review, Norman Malcolm pretende mostrar que Kant n o teria provado que a existência necessária n o poderia ser um predicado real ou determinante. Lidando com as defesas de Wood e Malcolm para o argumento ontológico contra as críticas de Kant, pretendo sugerir, primeiramente, que o argumento de Kant funciona e, em segundo lugar, que ele n o depende dos seus Postulados do Pensamento Empírico. Na verdade, advogo a tese de que o segundo Postulado poderia ser justificado por um apelo às conclus es de Kant sobre a existência, na se o “Sobre a impossibilidade de uma prova ontológica da existência de Deus”. In his paper “Kant’s Critique of the Three Theistic Proofs [partial], from Kant’s Rational Theology”, included in Kant’s Critique of Pure Reason. Critical Essays, Allen Wood intends to show that Kant would not have proved that existence could not be a real or determining predicate. In his paper “Anselm’s Ontological Arguments”, published in The Philosophical Review, Norman Malcolm intends to show that Kant would not have proved that necessary existence could not be a real or determining predicate. By dealing with Wood’s and Malcolm’s defenses of the ontological argument against the objections of Kant, I intend to suggest, firstly, that Kant’s argument works, and, secondly, that it does not depend on his Postulates of Empirical Thought. In fact, I advocate the thesis that the second Postulate could be justified by an appeal to the conclusions of Kant about existence in the section “On the impossibility of an ontological proof of God’s existence”.
Discursos filosóficos do reconhecimento =Philosophical discourses of recognition
Saavedra, Giovani Agostini,Sobottka, Emil Albert
Civitas , 2009,
Abstract: O presente texto procura explorar o percurso e o desenvolvimento do conceito de reconhecimento nos debates recentes. O objetivo principal é explorar a polissemia do conceito para mostrar toda a complexidade da discuss o em torno do tema. Esta tarefa é realizada a partir de uma reconstru o de dois debates contemporaneos: entre Taylor e Habermas e entre Fraser e Honneth, em diálogo com a perspectiva da teoria do reconhecimento de Paul Ricoeur.
Princípio de raz o e o “conhecimento das causas”: pensamento, representa o e a possibilidade de saber em geral = Principle of reason and “knowledge of causes”: thought, representation and the possibility of knowledge in general
Moraes, Dax
Veritas , 2012,
Abstract: O presente ensaio parte da conhecida tese de que “conhecer é conhecer a causa”, a raz o de ser. Sem recusar a corre o desta tese, pretende-se determinar o ambito e o alcance próprios da mesma levando-se em conta as suas limita es e as suas consequências sobre os modos moderno e contemporaneo de pensar. Deve ser o pensamento humano apenas representacional ou n o? Se n o é esse o caso, a referida tese afastará os filósofos do pathos originário, como devemos mostrar. Caso contrário, que nos resta pensar sen o produtos do intelecto? This essay starts at the well-known thesis according to which ‘to know something is to know its cause’, its reason. Not disagreeing with that at all, we mean to set the proper domain and reaching of the thesis once considering its limitations and effects for modern and contemporary way of thinking. Does may human thought be just representation, or not? If it does not, the thesis will actually make philosophers stay away from the originary pathos as we may show. If it does, what it is left to think about but mind productions?
Forma o da identidade em tempos de mudan as velozes e multiplicidade normativa =Identity formation in time of rapidly changing and multiple orientations
NunnerWinkler, Gertrud
Educa??o , 2011,
Abstract: A identidade (como identidade de papéis ou identidade do eu) n o é mais fundada e estabilizada através de arranjos socioestruturais. Concep es pós-modernas de identidade enfocam a abertura da forma o de identidade por toda vida e compreendem a pessoa como produto da pluralidade de suas escolhas fáticas realizadas. Essa é uma descri o a partir da perspectiva exterior. Baseado em dados empíricos, mostra-se, no entanto, que as pessoas mesmas definem a relevancia identitária das características próprias, das escolhas feitas anteriormente e das mudan as pessoais. Elas asseguram sua identidade através do autocomprometimento com valores que lhe s o importantes. Para muitos, suas convic es morais lhes s o importantes. O comprometimento com valores, o qual corresponde à moral aut noma universal moderna, permite a estabiliza o a longo prazo de uma identidade baseada na fidelidade a princípios.
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