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Aproveitamento da água de umidifica o de malte da moagem úmida como matéria prima na fabrica o de cerveja  [cached]
VENTURINI FILHO Waldemar G.,NOJIMOTO T.
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 1999,
Abstract: A água de umidifica o de malte, resultante da moagem úmida, pode ser usada como matéria prima na fabrica o de cerveja. Há, entretanto, cervejarias que descartam esse subproduto, e conseqüentemente, o extrato nele contido. Em fun o disso, o presente trabalho teve por objetivo avaliar a possibilidade de ganho de rendimento na mostura o e altera es nas características químicas e sensoriais da bebida, em virtude do uso dessa água. Cervejas do tipo Pilsen foram produzidas de duas formas: com e sem água de umidifica o de malte. Utilizou-se como matéria prima malte, lúpulo, xarope de maltose, água destilada e água de umidifica o de malte. O mosto foi produzido pelo processo de infus o, separado do baga o de malte por filtra o convencional e fervido durante 60 minutos. Após seu resfriamento e clarifica o o mosto foi inoculado com levedura de baixa fermenta o (1,3g/l, ps) e colocado para fermentar a 10°C. A fermenta o foi encerrada com 90% da atenua o limite. Em seguida, a cerveja foi engarrafada e maturada a 0°C por 14 dias. Os resultados mostraram que o aumento do rendimento de mostura o, em fun o do uso da água de umidifica o de malte, foi estatisticamente n o significativo. A utiliza o dessa água praticamente n o alterou as características químicas e sensoriais da cerveja, havendo apenas um leve aumento na intensidade de cor da bebida (7,1 x 8,0 EBC). Considerando, no entanto, que a água de umidifica o de malte obtida em nível industrial apresenta maior concentra o de extrato em rela o àquela produzida em laboratório, espera-se que o uso da primeira traga ganho de rendimento industrial sem altera es significativas nas características da cerveja.
Análise do uso da membrana ceramica de 0,2 μm na clarifica o de cerveja = Analysis of the use of a 0.2 mm ceramic membrane for beer clarification
Tatiana Valesca Rodríguez Alicieo,Elisabete Scolin Mendes,Nehemias Curvelo Pereira,Sueli Teresa Davantel de Barros
Acta Scientiarum : Technology , 2008,
Abstract: Neste trabalho s o comparados o fluxo permeado e a qualidade do produto obtido na clarifica o de cerveja por microfiltra o tangencial, para uma membrana ceramica tubular com tamanho nominal de poro de 0,2 mm na temperatura de 6 ± 1°C e press es de 1, 2, 3 e 4 bar. Amostras do alimentado e permeado foram submetidas a análisesfísico-químicas. Além disso, foi realizado o estudo do mecanismo de fouling: bloqueio completo, bloqueio parcial e bloqueio interno de poros e forma o de torta. Os resultados mostram redu o de cor de 28,75% e de turbidez de 95,65% para a press o de 4 bar. O estudo de fouling demonstrou que o mecanismo para a press o de 1 e 3 bar foi o de bloqueio completo de poros e para a press o de 2 e 4 bar o de forma o de torta. This work compares the permeated flow and the quality of the obtainedproduct in the process of beer clarification by crossflow microfiltration. The membrane used in the present study was a tubular ceramic membrane with a 0.2 mm nominal pore diameter, at 6 ± 1°C and 1, 2, 3 and 4 bar of pressure. Samples of the feed and permeatewere analyzed. Additionally, the fouling mechanism was studied: complete, partial, internal blockade of pores and cake filtration. The results show a 28.75% reduction in color and 95.65% in turbidity at 4 bar. The study of fouling showed that the mechanism used for thepressures of 1 and 3 bar was the complete blockade of pores, whereas for the pressures of 2 and 4 bar, the cake formation was the mechanism used.
Avalia o do fouling na microfiltra o de cerveja – estudo das resistências = Evaluation of fouling in beer microfiltration: a study of resistances
Tatiana Valesca Rodriguez Alicieo,Elisabete Scolin Mendes,Nehemias Curvelo Pereira,Sueli Teresa Davantel de Barros
Acta Scientiarum : Technology , 2007,
Abstract: A microfiltra o em fluxo cruzado é uma alternativa na clarifica o e esteriliza o de cerveja, em rela o ao processo tradicional, já que elimina a forma o dos resíduos gerados no método convencional, reduz as perdas de cerveja e melhora a qualidade do produto. O desempenho do processo é limitado pelo fouling causado na membrana. O objetivo deste trabalho foi realizar um estudo de fouling na microfiltra o de cerveja por meio da avalia o das resistências. Os experimentos foram feitos em batelada com cerveja bruta, em uma unidade piloto de ultrafiltra o tangencial. As membranas utilizadas foram do tipo tubulares ceramicas, com tamanhos nominais de poros de 0,2; 0,3; 0,4; 0,6 e 0,8 mm e as press es de trabalho foram de 1,0 a 4,0 bar, na temperatura de 6±1oC. Utilizando o modelo de resistências em série foram determinados os valores da resistência intrínseca da membrana, das resistências devidas à polariza o de concentra o e à colmatagem. Cross-flow microfiltration is an attractive alternative method for fluid clarification and sterilization in the brewing industries. The advantages are: elimination of filter aids, reduced beer losses and better product quality. The performance is still limited in flux terms due to membrane fouling. This work aimed to study the mechanism of fouling in beer microfiltration by means of calculating resistances. The experiments were conducted in batch with raw beer, in a cross flow ultrafiltration pilot unit. The membranes were tubular ceramics, with mean pore diameter of 0.2; 0.3; 0.4; 0.6 and 0.8 mm and the pressures work were from 1.0 to 4.0 bar, at a temperature of 6±1oC. From the model of resistances in series, the values obtained were of membrane intrinsic resistance, resistances due to polarization of concentration and colmatage.
HIDROLISADO DE FéCULA DE MANDIOCA COMO ADJUNTO DE MALTE NA FABRICA O DE CERVEJA: AVALIA O QUíMICA E SENSORIAL  [cached]
VENTURINI FILHO Waldemar G.,CEREDA Marney P.
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 1998,
Abstract: Em virtude da progressiva substitui o dos adjuntos amiláceos pelos xaropes com alta concentra o de maltose nas cervejarias brasileiras, o presente trabalho teve por objetivo comparar hidrolisados de milho e de mandioca, como adjunto de malte, na fabrica o de cerveja tipo Pilsen, em escala de laboratório. Os hidrolisados foram produzidos a partir de amido de milho e fécula de mandioca, sendo que na liqüefa o e sacarifica o da fra o amilácea destes produtos foram utilizadas, respectivamente, as enzimas comerciais Termamil (alfa amilase bacteriana) e Fungamil (alfa amilase fúngica). Na fabrica o das cervejas, a propor o de malte e hidrolisado foi de 2 para 1, na base do extrato. O mosto foi produzido pelo processo de infus o e após resfriamento e clarifica o foi inoculado com levedura cervejeira de baixa fermenta o. A fermenta o transcorreu a 10 °C até 90% de atenua o do extrato aparente fermentável. As cervejas foram engarrafadas e, em seguida, maturadas a 0 °C, por 14 dias. Terminado o processo de fabrica o, as cervejas foram analisadas química e sensorialmente. A semelhan a na composi o química dos hidrolisados de milho e de mandioca refletiu na composi o química dos mostos e das cervejas. N o houve diferen a estatística entre os mostos e entre as cervejas testadas para todos os parametros químicos analisados. Também, n o existiu diferen a sensorial entre as cervejas produzidas com hidrolisado de milho e hidrolisado de mandioca. Concluiu-se que a fécula de mandioca apresenta potencial de uso como matéria prima para a fabrica o de xarope de maltose de uso cervejeiro e que há elevada probabilidade de sucesso no uso desse xarope para a fabrica o de cervejas.
CLARIFICA O CONVENCIONAL DE “LEO DE SEMENTES DE ALGOD O (Gossipium hirsutum)  [cached]
HELENA MARIA BOLINI CARDELLO,ANA BEATRIZ MARTINS PEREIRA BORGHI,MARTA MARIA D. CARVALHO VILA,LIRENY A. G. GON??ALVES
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: RESUMO: Durante o processo de refino de 3leos comest -veis, a clarifica § £o geralmente considerada como etapa de import ¢ncia cr -tica na determina § £o da qualidade e estabilidade do produto final. O 3leo de semente de algod £o (Gossipium hirsutum) o mais antigo 3leo vegetal produzido industrialmente no Brasil, teve seu consumo reduzido com o aumento da produ § £o de soja, mas ocupa ainda hoje lugar de import ¢ncia econ ′mica. A clarifica § £o remove tecofer 3is, produtos de oxida § £o, sab μes, metais, cidos graxos livres, impurezas, fosfat -deos, al m dos pigmentos. O presente estudo teve como objetivo comparar duas marcas de argila comercial, Tonsil Optimum FF (importada) e Argitex O. V. 270 (nacional), em termos de efici ancia na clarifica § £o de 3leo de sementes de algod £o. Foram realizadas determina § μes de cor, cidos graxos livres, f 3sforo total, sab μes e clorofila nas amostras clarificadas atrav s das argilas mencionadas. As duas argilas utilizadas foram igualmente eficientes na redu § £o de cidos graxos livres, sab μes, clorofila e cor, indicando que a argila brasileira pode ser comparada importada. PALAVRAS a€“ CHAVE: Argila ativada; clarifica § £o; 3leo de algod £o; semente de algod £o.
O PROCESSO DE FABRICA O DA CERVEJA E SEUS EFEITOS NA PRESEN A DE POLIFENóIS  [cached]
Priscila Becker SIQUEIRA,Helena Maria André BOLINI,Gabriela Alves MACEDO
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: Cerveja é a bebida obtida através da fermenta o alcoólica de mosto de cereal maltado, geralmente malte de cevada, sendo facultativa a adi o de outra matéria-prima fonte de carboidratos, como milho, arroz ou trigo, e possui em geral teor alcoólico entre 3% e 8%. A cerveja pode ser considerada uma boa fonte de polifenóis, que podem ser provenientes tanto do malte quanto do lúpulo. Devido à sua capacidade antioxidante e teor alcoólico baixo, é capaz de melhorar a atividade antioxidante do plasma, reduzindo o risco de doen as coronarianas, sem apresentar os aspectos negativos produzido por doses excessivas de etanol. Em rela o ao aspecto nutritivo da cerveja, pode-se dizer que há disponibilidade de uma quantidade signi cativa de vitaminas do complexo B, além deste produto ser fonte de ácido fólico e selênio. A cerveja é um produto instável, que passa por diversas transforma es químicas, físicas e sensoriais durante sua vida de prateleira. A perda de qualidade pelo surgimento de sabores e aromas indesejáveis e altera es nas propriedades físicas da cerveja é um problema que a indústria cervejeira procura solucionar.
ELABORA O DE CERVEJA COM DIFERENTES TEORES ALCO “LICOS ATRAV ‰S DE PROCESSO ARTESANAL  [cached]
ANDRESSA EINLOFT DA SILVA,ELIS?¢NGELA COLPO,VIVIANI RUFFO DE OLIVEIRA,CL??UDIO GERMANO HERBST JUNIOR
Alimentos e Nutri??o , 2010,
Abstract: O presente trabalho teve por objetivo elaborar cerveja de alto e m dio teor alco 3lico, atrav s do processo artesanal, verifi cando-se o teor alco 3lico, a quantidade de a § ocares totais e a aceitabilidade das amostras. Foram analisadas sensorialmente tr as amostras de cervejas: alto e m dio teor alco 3lico elaboradas por processo artesanal e outra industrializada adquirida comercialmente. Sessenta avaliadores n £o treinados receberam uma fi cha de avalia § £o, com os seguintes atributos: odor, sabor, apar ancia, textura, colora § £o e concentra § £o de g s. Para a determina § £o de a § ocares totais e teor alco 3lico seguiu-se a metodologia descrita pelo Instituto Adolf Lutz. As cervejas elaboradas neste estudo tiveram menor aceita § £o na apar ancia, colora § £o, odor, textura, sabor e g s. A cerveja de alto teor alco 3lico apresentou maior concentra § £o de a § ocares. O teor alco 3lico n £o apresentou diferen §a estat -stica entre os tratamentos. Com isso, sugerem-se novas pesquisas relacionadas produ § £o de cerveja artesanal, pois o assunto de grande relev ¢ncia na literatura, de acordo com o consumo de cervejas no Brasil.
Folhas verdes, folhas secas, fibra do colmo e a clarifica o do caldo de cana-de-a úcar  [cached]
Bovi Roberto,Serra Gil Eduardo
Scientia Agricola , 2001,
Abstract: A presen a de impurezas vegetais, como folhas verdes e secas, nos carregamentos de cana-de-a úcar entregues nas usinas de a úcar, tem preocupado os técnicos n o somente por se tratar de um material sem qualquer valor tecnológico para processamento, como ainda por poder causar aumento na cor do caldo clarificado e conseqüentemente na cor do a úcar produzido, com redu o de sua qualidade para o mercado; outro problema é o volume do lodo decantado nos clarificadores, cujo aumento causa maior recircula o e maior volume do caldo filtrado, com maiores perdas de sacarose e maior utiliza o dos filtros rotativos a vácuo. O trabalho teve como objetivo avaliar a clarifica o do caldo de cana-de-a úcar com a adi o de folhas verdes e folhas secas, tendo como controle a adi o de fibra do colmo. Os ensaios foram delineados tendo como base a adi o de quantidades das fontes fibrosas - folha verde, folha seca e fibra do colmo - para formular amostras que correspondessem a acréscimos absolutos de 0,25 , 0,50 e 0,75 ponto percentual sobre o teor de fibra do colmo da cana. Os efeitos sobre a clarifica o do caldo, conduzida em clarificador de bancada em laboratório, foram avaliados pela cor do caldo clarificado e o volume de lodo decantado. Na presen a de folhas verdes ocorreu uma eleva o da cor do caldo clarificado e do volume de lodo decantado. Da folha verde s o extraídos água e compostos que s o responsáveis por altera es na composi o do caldo; devido à presen a de componentes n o-sacarose o extrato foliar interfere na clarifica o do caldo. Da folha seca também foram extraídos compostos solúveis, todavia n o detectados através das análises do caldo. A fibra do colmo n o afetou a clarifica o.
REUTILIZA O DE SERINGAS DESCARTáVEIS: FREQüêNCIA E CUSTOS PARA ADMINISTRA O DE INSULINA NO DOMICíLIO  [cached]
Teixeira Carla Regina de Souza,Zanetti Maria Lúcia,Ribeiro Kátia Prado
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2001,
Abstract: Estudo tipo "survey" com o objetivo de analisar a freqüência e os custos de reutiliza o de seringas descartáveis para administra o de insulina no domicílio. Foram entrevistados 113 portadores de diabetes atendidos em um hospital público de grande porte, no interior do estado de S o Paulo - SP. Os resultados permitiram concluir que: na popula o estudada a freqüência de reutiliza o das agulhas variou de uma a 20 vezes, e das seringas de uma a 60 vezes, sendo que as maiores freqüências foram de 4 seguido de 3 vezes o uso da mesma seringa e agulha. Com a prática de reutiliza o de seringas de insulina por 4 vezes, conforme referido pela maioria dos sujeitos neste estudo, haveria uma redu o de custos na aquisi o de seringas na ordem 74,68%. Esses resultados apontam para a necessidade urgente de estudos sistematizados acerca dos riscos e benefícios destas práticas, oferecendo subsídios para a revis o da portaria da DIMED 04/86.
Coopera o entre redes neurais artificiais e técnicas 'clássicas' para previs o de demanda de uma série de vendas de cerveja na Austrália  [cached]
Cal?ba Guilherme Marques,Cal?ba Luiz Pereira,Saliby Eduardo
Pesquisa Operacional , 2002,
Abstract: O principal objetivo deste trabalho é avaliar a complementa o do uso de técnicas de previs o de vendas com Redes Neurais Artificiais. Como aplica o, foi analisada a demanda industrial no setor de cerveja da Austrália. A maioria dos modelos de previs o atuam de forma isolada, ou seja, tratando problemas por enfoques que se excluem. A sugest o deste trabalho é utilizar estes métodos de forma cooperativa, buscando alcan ar melhores resultados que aqueles obtidos individualmente. O trabalho inicia-se com considera es sobre previs es de séries temporais, caracteriza o breve sobre redes neurais e outros métodos de previs o. A seguir, o estudo de caso: uma série histórica de vendas de cerveja na Austrália. Encerra-se com uma conclus o e recomenda es, e lista de referências bibliográficas.
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