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Sinais e sintomas sugestivos de depress o em adultos com hipotireoidismo primário
Oliveira Miriam C.,Pereira Filho Arthur A.,Schuch Tiago,Mendon?a Wilma Lucy
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2001,
Abstract: Apesar de na literatura o hipotireoidismo estar classicamente associado a distúrbios do humor, na prática clínica nem sempre esse fato recebe a devida aten o. Com o intuito de confirmar esta assertiva, foram revisados prontuários de 117 pacientes adultos, consultando em ambulatório de Endocrinologia, com diagnóstico de hipotireoidismo primário. A amostra é constituída por 9 homens (idade média 53,4 anos) e 108 mulheres (44,9 anos), com hipotireoidismo: pós-cirúrgico (n= 37), espontaneo clássico (n= 45) ou subclínico (n= 35). Os sintomas psiquiátricos pesquisados foram os utilizados no diagnóstico de transtornos depressivos pelo DSM-IV. Foram caracterizados 3 grupos de pacientes: com diagnóstico de depress o em acompanhamento psiquiátrico com ou sem antidepressivos (n= 15); sem sintomas psiquiátricos (n= 34) e com sintomas sugestivos de depress o (n= 68). Desses 68 pacientes, 15, 23, 21, 7 e 2 apresentaram, respectivamente, 1, 2, 3, 4 e 5 sintomas psiquiátricos. Dois indivíduos apresentavam 5 sintomas psiquiátricos e 28 apresentavam 3 ou 4 sintomas, números esses respectivamente associados com depress o maior e distimia. Os dados atuais chamam a aten o para a possibilidade de muitos casos n o diagnosticados de transtornos depressivos na popula o de hipotireóideos, os quais poderiam ser beneficiados com avalia o e atendimento psiquiátrico adequados.
Fertilidade e sintomas de climatério em pacientes jovens com cancer de mama  [PDF]
Vollbrecht, Betina et al.
Scientia Medica , 2009,
Abstract: Objetivos: avaliar e discutir aspectos de fertilidade, gesta o e sintomas climatéricos no seguimento de pacientes com menos de 36 anos de idade com neoplasia mamária. Métodos: foi realizado um estudo transversal no Centro de Mama do Hospital S o Lucas da PUCRS entre 1996 e 2006, incluindo pacientes com cancer de mama que apresentavam idade inferior a 36 anos no momento do diagnóstico. Os dados pesquisados foram características demográficas, tratamento, ciclos menstruais, desejo de gestar, gesta o e sintomas climatéricos. Resultados: entre 577 pacientes com cancer de mama, 34 apresentavam idade inferior a 36 anos no momento do diagnóstico. Todas receberam tratamento cirúrgico e os casos de neoplasia invasora receberam quimioterapia. Em um tempo médio de seguimento de três anos e 10 meses houve quatro mortes. Realizaram-se entrevistas com 30 pacientes, cuja idade média foi de 32 anos. Após o tratamento, 18 pacientes voltaram a apresentar ciclos menstruais regulares. Houve uma gesta o a termo e seis mulheres ainda desejavam ter filhos. Permaneceram em amenorréia 12 pacientes e todas estas referiram pelo menos um sintoma climatérico. Sete pacientes apresentavam sintomas depressivos. Conclus es: O desejo de gestar após o cancer de mama esteve presente em um número considerável de mulheres. Os sintomas climatéricos acompanharam essas jovens pacientes após o tratamento da neoplasia. Portanto, elaborar um plano de preserva o de fertilidade e manejar os sintomas climatéricos após o tratamento da neoplasia mamária em mulheres jovens deve fazer parte de um atendimento integral.
Prevalência de depress o e fadiga em um grupo de mulheres com cancer de mama  [PDF]
Marislei Sanches Panobianco,Paola Alexandria Pinto de Magalh?es,Cristiane Regina Soares,Barbara Alexandre Lespinassi Sampaio
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: Estudo transversal cujo objetivo foi identificar e avaliar a ocorrência de sintomas depressivos e de fadiga entre mulheres com até um ano de tratamento com radioterapia e/ou quimioterapia para o cancer de mama. Utilizou-se um instrumento com dados sociodemográficos, clínicos e terapêuticos. Para a avalia o da depress o foi aplicado Inventário de Depress o de Beck (BDI) e para a fadiga o Fatigue Questionnarie. Incluímos 31 mulheres atendidas em um núcleo de reabilita o de mastectomizadas. Os resultados mostram que 87,1% das mulheres apresentaram cansa o nas pernas, como sintoma de mal-estar relacionado à fadiga consequente ao tratamento. Em rela o aos sintomas depressivos, 41,9% delas manifestaram sintomas entre leve e moderado. Os resultados apontam para a necessidade de abordagem e de condutas para o manejo dos sintomas depressivos e fadiga, além de auxiliar os profissionais da saúde a identificar as necessidades dos clientes e a desenvolver estratégias adequadas para o cuidado individualizado.
Diabetes mellitus e depress o: uma revis o sistemática
Moreira Rodrigo O.,Papelbaum Marcelo,Appolinario José C.,Matos Amélio G.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2003,
Abstract: A presen a de depress o no paciente com diabetes mellitus (DM) parece relacionar-se a altera es no curso clínico da doen a. O objetivo deste trabalho é realizar uma revis o sistemática sobre a associa o entre o DM e depress o. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica utilizando as bases de dados MEDLINE e LILACS para identificar artigos relevantes, publicados entre 1990 e 2001, que avaliassem esta associa o. Foram analisadas informa es referentes à prevalência, ao impacto e ao tratamento da depress o no DM. A prevalência de depress o no DM variou de 0 a 60,5%. Sintomas depressivos relacionaram-se a um pior controle glicêmico, a um aumento e a uma maior gravidade das complica es clínicas, a uma piora da qualidade de vida e ao comprometimento de aspectos sociais, econ micos e educacionais ligados ao DM. O tratamento da depress o está relacionado à melhora dos níveis glicêmicos, podendo contribuir para um melhor controle de diversos aspectos relacionados ao DM.
Screening symptoms of depression and suicidal ideation in people with epilepsy using the Beck depression inventory Rastreamento de sintomas de depress o e idea o suicida em pessoas com epilepsia usando o inventário de depress o de Beck  [cached]
Priscila Camile Barioni Salgado,Mateus Henrique Nogueira,Clarissa Lin Yasuda,Fernando Cendes
Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology , 2012,
Abstract: OBJECTIVE: To measure the severity of symptoms of depression and suicidal ideation in people with epilepsy (PWE) before and after epilepsy surgery using the Beck Depression Inventory (BDI). We aimed to determine the factors associated to depression in PWE. METHODS: PWE, regardless of epilepsy type, seizure type, duration or frequency of seizures, and AEDs were investigated. The sample (n=468) was divided into two groups: pre-operatory (n=346) and pos-operatory (n=122). RESULTS: Before epilepsy surgery female gender, unemployment and high seizure frequency were associated factors for the occurrence of symptoms of depression. After epilepsy surgery, the only factor associated to high level of depression symptoms was the lack of seizure remission. Suicidal ideation was associated to seizure frequency before and after epilepsy surgery. CONCLUSION: Our results confirm the generally held view that depression is common in PWE and provide further insight to the association of depression with certain socio-demographic and seizure-related factors before and after epilepsy surgery. OBJETIVO: Avaliar a gravidade dos sintomas de depress o e idea o suicida em pessoas com epilepsia (PCE), antes e após o tratamento cirúrgico utilizando o Inventário de Depress o de Beck (BDI). Nosso objetivo foi determinar os fatores associados à depress o em PCE. MéTODOS: PCE, independentemente do tipo de epilepsia, tipo de crises, dura o ou frequência das crises, e DAEs, foram investigados. Os pacientes (n=468) foram divididos em dois grupos: pré-operatório (n=346) e de pós-operatório (n=122). RESULTADOS: Antes do tratamento cirúrgico, o sexo feminino, o desemprego e a alta frequência de crises foram fatores associados à ocorrência de sintomas de depress o. Após a cirurgia de epilepsia, o único fator associado ao alto nível de sintomas de depress o foi a falta de remiss o de crises. Idea o suicida foi associada à frequência de crises antes e após a cirurgia de epilepsia. CONCLUS O: Nossos resultados confirmam a opini o generalizada de que a depress o é comum nas PCE e proporcionam mais evidência para a associa o de depress o com alguns fatores sócio demográficos e relacionados às crises antes e após o tratamento cirúrgico das epilepsias.
Sintomas depressivos e fatores associados em popula o idosa no Sul do Brasil  [cached]
Gazalle Fernando Kratz,Lima Maurício Silva de,Tavares Beatriz Frank,Hallal Pedro Curi
Revista de Saúde Pública , 2004,
Abstract: OBJETIVOS: Determinar a freqüência de alguns sintomas depressivos em idosos, construir um escore de sintomas depressivos, e avaliar a associa o entre a média de sintomas depressivos e variáveis demográficas, socioecon micas e comportamentais. MéTODOS: Delineamento transversal de base populacional incluindo indivíduos com 60 anos ou mais residentes na zona urbana da cidade de Pelotas, RS. A amostragem foi realizada em múltiplos estágios, tendo por base os setores censitários do município. Utilizou-se um instrumento com oito sintomas comumente incluídos em questionários e escalas de depress o e específicos de eros o afetiva (forma esta mais comum de manifesta o depressiva entre idosos). A análise foi feita por regress o linear múltipla e se baseou em um modelo conceitual de determina o do desfecho. RESULTADOS: Foram entrevistados 583 sujeitos, sendo que o percentual de perdas e recusas foi de 4,7%. A média dos sintomas depressivos por participante foi de 3,4 (dp=2,1). A ausência de disposi o para realizar as atividades habituais foi o sintoma mais freqüente (73,9%). Na análise ajustada, os seguintes grupos apresentaram médias estatisticamente maiores (p<0,05) de sintomas depressivos: mulheres, indivíduos mais velhos, com menor escolaridade, sem trabalho remunerado, tabagistas atuais e que tiveram morte de familiar ou pessoa importante no último ano. CONCLUS ES: Tanto os sintomas depressivos isoladamente quanto a média desses sintomas encontrados na amostra de idosos foram altos, ressaltando a importancia da avalia o da sintomatologia específica dos idosos, que parece diferente daquela verificada nos adultos jovens.
Estrutura e suporte familiar como fatores de risco na depress o de adolescentes  [cached]
Makilim Nunes Baptista,Adriana Said Daher Baptista,Rosana Righetto Dias
Psicologia: Ciência e Profiss?o , 2001, DOI: 10.1590/s1414-98932001000200007
Abstract: A depress o pode ser considerada atualmente um dos principais transtornos de nossa época. Quando se pergunta como um indivíduo desenvolve a depress o, n o se pode pensar em uma causa específica, pois como a maioria dos problemas humanos, é mais adequado falar em multifatores que se interrelacionam e geram, como respostas, alguns comportamentos que o indivíduo apresenta em seu meio. Sabe-se que a depress o pode ser influenciada, na sua etiologia e manuten o, por fatores biológicos/genéticos, psicológicos e sociais, dentro dos quais este artigo abordará, mais especificamente, os aspectos sociais, principalmente as influências na rela o entre o suporte familiar e a depress o na adolescência. Desta forma, o clínico deve estar atento para todas, sen o grande parte destas variáveis, com o objetivo de desenvolver um diagnóstico mais objetivo e preciso, além de realizar uma interven o de ampla magnitude. Depressive Disorders could be consider the most important disorder at this time. But depression could not be viewed only in a simple way, because several variables are important to develop and maintenance this state. Depressive symptoms could be causing by biological, genetics, social and psychological factors. This article will aboard specifically the relation between family aspects and adolescent depression. Then, the clinician must pay attention to all variables to develop correct diagnostics and intervention with adolescents and families.
Representa es sociais da violência escolar na express o de jovens estudantes  [PDF]
Marta Cocco da Costa,Ethel Bastos da Silva,Alice do Carmo Jahn,Indiara Sartori Dalmolin
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: Neste estudo objetivou-se analisar as representa es sociais da violência escolar na express o de jovens estudantes de escolas públicas de uma cidade do noroeste do estado do Rio Grande do Sul. Trata-se de estudo qualitativo, de caráter descritivo e compreensivo das Representa es Sociais, realizado em duas escolas públicas, em agosto de 2010, com treze jovens de 16 a 18 anos de idade, sendo nove do sexo feminino e quatro do sexo masculino. Utilizou-se a técnica projetiva para a coleta de dados que fora, analisados à luz do referencial teórico das representa es sociais. Os achados do estudo revelaram quatro núcleos de sentido, figurativos e simbólicos: condutas antissociais; exclus o entre colegas; autoritarismo dos professores; e contexto social e familiar. O estudo mostra a necessidade de trabalho intersetorial, articula o em redes de servi os e elabora o de políticas públicas que norteiem a es complementares e de enfrentamento dessa problemática.
O Trabalho como Representa o: a vis o dos jovens universitários
Sidinei Rocha de Oliveira,Valmiria Carolina Piccinini,Cássia da Silva Silveira
Revista de Ciências da Administra??o : RCA , 2010,
Abstract: Um dos momentos de expressiva mudan a na rela o do indivíduo com o mundo do trabalho está na transi o da juventude para a vida adulta, quando, entre outras modifica es (biológicas, psicológicas e sociais), o ingresso no mercado de trabalho tem papel fundamental como marco de uma nova etapa de vida. Assim, este estudo busca analisar quais representa es sociais que est o presentes nas falas de jovens estudantes de um curso de Administra o no que se refere à sua compreens o do que seja “trabalho”. Para tanto, foram consultados 120 jovens universitários, dos primeiros semestres do curso noturno de Administra o de uma universidade do Sul do Brasil. As respostas sobre “o que é trabalho” e “o que n o é trabalho” foram escritas pelos próprios informantes e analisadas posteriormente, considerando tanto a representatividade com que as respostas ocorreram quanto sua diversidade. De modo geral, nota-se que o trabalho continua a ser compreendido como atividade central que estrutura a vida dos indivíduos e da sociedae em geral, é uma forma de integra o social, prevalecendo sua imagem como um elemento que insere o individuo ao meio, capaz de promover sua realiza o pessoal, profissional e a do sustento financeiro.
Medida da ansiedade e depress o em pacientes no pré-operatório de cirurgias eletivas
Mariana Avelino dos Santos,Lídia Aparecida Rossi,Luciana Paiva,Rosana Aparecida Spadoti Dantas
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: Os procedimentos cirúrgicos aliados à hospitaliza o representam uma amea a ao doente e sua família, devido às altera es físicas, rea es psicológicas e sociais. Este estudo foi realizado com o objetivo de avaliar a presen a de sinais e sintomas de ansiedade e depress o e verificar associa es das patologias com as variáveis sexo e idade, em pacientes no pré-operatório de cirurgias eletivas.Os dados foram coletados em um Hospital Universitário de Ribeir o Preto e a amostra foi composta por 100 sujeitos que responderam a Escala de Ansiedade e Depress o Hospitalar (HADS) e a um instrumento de dadossociodemográficos e clínicos, e informa es relativas às condi es do período perioperatório. Na avalia o de ansiedade e depress o, 40% dos indivíduos foram considerados casos de ansiedade e 22% dos indivíduos foram considerados casos de depress o.Encontrou-se rela o estatisticamente significante dos níveis dessas patologias com as variáveis sexo masculino (p=0,001), feminino (p=0,000) e idade até 45 anos (p=0,000).
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