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Vivenciando o ser prematuro extremo e sua família no contexto hospitalar e domiciliar  [cached]
Deisi Cardoso Soares
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: A quest o norteadora deste estudo surgiu, a partir da vivência profissional, em uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica. Para encontrar resposta a essa quest o objetivou-se identificar como se processa o cuidado ao prematuro extremo no contexto hospitalar e domiciliar. Na trajetória metodológica utilizou-se uma abordagem qualitativa exploratória-descritiva, com três sujeitos prematuros extremos e suas famílias, internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, de um Hospital Universitário, no município do Rio Grande/RS. Para a coleta de dados foram construídos três roteiros, um para a observa o sistemática, outro para a observa o participante e o terceiro para a entrevista semi-estrutura contemplando a categoria pré-estabelecida: o processo de cuidado ao prematuro extremo. Além disso, utilizou-se um roteiro de identifica o da família e da crian a no hospital e outro para contextualiza o do domicilio. A coleta foi realizada de outubro de 2005 a agosto de 2006, através da observa o sistemática durante a interna o hospitalar e observa o participante e entrevista semi-estruturada no domicilio. Dentre os resultados observou-se que: o processo de cuidado no domicílio foi influenciado pela presen a materna durante a hospitaliza o do prematuro extremo; o suporte familiar beneficiou o cuidador, possibilitando seguran a e tranqüilidade para o cuidado; os aspectos biológicos mereceram, por parte das m es, um destaque especial e se evidenciaram associados com a inseguran a materna no cuidado; as orienta es da equipe de saúde foram dadas de forma isolada, esporádicas, n o sistemáticas e, portanto, n o abrangendo todos os cuidados e necessidades individuais de cada crian a, mesmo assim, influenciaram, positivamente, no cuidado domiciliar; o processo de cuidado inicia-se nos primeiros encontros da m e com seu bebê, configurando-se no cuidado afetivo; os servi os de apoio à saúde existentes s o distanciados do contexto domiciliar e oferecem apoio, especificamente, ao desenvolvimento biológico, n o possuindo uma vis o integral do desenvolvimento destas crian as. Evidenciou-se que os aspectos biológicos, psicossociais, espirituais e o cuidado s o interdependentes e se processam em intera o continua, possibilitando visualizar o recém-nascido prematuro extremo, como um ser humano único e diferente.
Corpo, movimento e ludicidade: uma contribui o ao processo de alfabetiza o
Ana Luiza Ruschel Nunes,Liane Silveira Becker
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2000,
Abstract: Neste estudo, toma-se como referência, corpo, movimento e ludicidade, evidenciado através de uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa nas dimens es educativas da brincadeira e do jogo como forma de atividade particularmente poderosa para estimular a vida social e a atividade construtiva da crian a. O objetivo principal do referido estudo é repensar a prática pedagógica a partir do movimento como instrumento lúdico no processo de alfabetiza o, buscando a valoriza o da crian a. Além disso, contribui com uma possível alternativa pedagógica capaz de inter-relacionar o movimento humano enquanto fonte de prazer, alegria e conhecimento dentro do ambiente escolar. Palavras chaves: corpo - movimento - ludicidade.
Cuidado do idoso dependente no contexto familiar: uma revis o de literatura  [cached]
Marina Jede,Mariana Spuldaro
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2009,
Abstract: A família é considerada o habitat natural da pessoa. é nela que somos conhecidos pelos nossos defeitos, qualidades e necessidades. Nesse sentido, podemos considerar importante o relacionamento do idoso com a família em qualquer fase da vida, em especial quando eles se tornam dependentes física e psicologicamente. Diante disso, objetivou-se verificar de que forma está ocorrendo o cuidado do idoso dependente no contexto da família. Trata-se de um estudo de revis o bibliográfica utilizando os artigos nacionais da base de dados Scielo, empregando-se os descritores cuidado, idoso dependente, família, envelhecimento, saúde do idoso. Também foram usados teses, disserta es e capítulos de livros de gerontologia publicados no período de 1987 a 2007.Emergiram as seguintes categorias temáticas: necessidades do idoso dependente do cuidado familiar, disponibilidade da família para realizar o cuidado do idoso dependente. O grau de dependência influencia diretamente na vida do idoso e de sua família, pois a dificuldade de realizar as atividades da vida diária gera impacto na estrutura familiar. A assistência no domicilio contribui para humaniza o do cuidado de forma mais efetiva e participativa. O apoio ao cuidador e a educa o em saúde s o fundamentais para orientá-lo e auxiliá-lo nas situa es mais difíceis do cuidado.
Práticas de aten o à saúde no contexto familiar: um estudo comparativo de casos  [cached]
Oliveira Maria Luiza Silva,Bastos Ana Cecília de Sousa
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2000,
Abstract: Este artigo examina práticas de aten o à saúde no cotidiano de famílias de diferentes estruturas e classes sociais. A partir de entrevistas com dez famílias de camada popular e seis de camada média, num estudo etnográfico foram selecionadas quatro famílias com estrutura matrifocal ou formada por novo arranjo conjugal. Analisou-se comparativamente duas famílias de cada estrutura, uma de cada camada social, descrevendo-se recursos e estratégias utilizados e redes de apoio social disponíveis. Os resultados sugerem que, em todos os casos, a m e é o principal agente de cuidados à saúde. Quanto aos recursos disponíveis, evidenciou-se um estado de desamparo institucionalizado na camada popular. Na camada média predominam comportamentos preventivos em saúde. Nas famílias matrifocais a sobrecarga de trabalho das m es, provedoras e agente de cuidados, surge como aspecto comum e fragilizante. Considerou-se implica es desses resultados na discuss o de mecanismos de prote o e risco, relevantes na promo o da saúde no contexto familiar.
Sociedad, familia y aprendizaje: El papel de los contextos hogare os Sociedade, família e aprendizagem: rol do contexto familiar Society, family and learning: the role of home literacy environments  [cached]
Maira Querejeta
Orientación y Sociedad : Revista Internacional e Interdisciplinaria de Orientación Vocacional Ocupacional , 2010,
Abstract: En este trabajo se aborda el estudio de las relaciones entre sociedad, familia y aprendizaje. Particularmente refiere a las características del contexto alfabetizador hogare o de poblaciones carenciadas y sus repercusiones en las habilidades y conocimientos prelectores de sus hijos. Para examinar dichas relaciones, se seleccionaron aleatoriamente 62 ni os de 4/5 a os de edad y sus madres. Las madres fueron entrevistadas con una adaptación de una encuesta sobre contexto familiar alfabetizador (Whitehurst, 1992). Los ni os fueron evaluados utilizando pruebas específicas que permitieran estimar la dimensión 'alfabetización temprana'. Los resultados encontrados informan sobre una gran variabilidad en las prácticas y características del contexto hogare o de las familias examinadas y sobre conocimientos y habilidades prelectores infantiles muy incipientes. Las relaciones entre las dos dimensiones bajo estudio, si bien alcanzan significación estadística, muestran valores de bajos a moderados, circunstancia cuya interpretación se discute. Por último, la caracterización de los ni os y de los hogares de donde provienen, tiene como finalidad última encontrar indicadores específicos que permitan dise ar estrategias de intervención adecuadas, oportunas y sistemáticas para la prevención de dificultades en el aprendizaje del lenguaje escrito en situaciones que pueden ser consideradas de riesgo Neste trabalho aborda-se o estudo das rela es entre sociedade, família e aprendizagem. Particularmente referido às características do contexto alfabetizador do lar de popula es com necessidades básicas insatisfeitas e suas repercuss es nas habilidades e conhecimentos preleitors das crian as que provem delas. Para examinar ditas rela es, selecionaram-se aleatoriamente 62 crian as de 4/5 anos de idade e suas m es. As m es foram entrevistadas com uma adapta o de uma pesquisa de opini o sobre contexto familiar alfabetizador (Whitehurst, 1992). As crian as foram avaliadas utilizando provas específicas que permitissem estimar a dimension "alfabetiza o prematura". Os resultados encontrados informam sobre uma grande variabilidade nas práticas e características do contexto do lar das famílias examinadas e sobre conhecimentos e habilidades preleitors infantis muito incipientes. As rela es entre as duas dimens es baixo estudo, se bem alcan am significa o estatística, mostram valores de baixos a moderados, circunstancia cuja interpreta o se discute. Por último, a caracteriza o das crian as e dos lares de onde provem, tem como última finalidade encontrar indicadores específicos que p
O familiar cuidador do paciente terminal: o processo de despedida no contexto hospitalar  [PDF]
Pereira, Lílian Lopes,Dias, Ana Cristina Garcia
Psico , 2007,
Abstract: Este estudo busca compreender como o familiar cuidador vivencia o processo de adoecimento e perda de um ente querido enfermo hospitalizado, a partir do relato de cinco familiares adultos que acompanhavam pacientes terminais em um hospital geral de Santa Maria/RS. Foram realizadas entrevistas individuais, que depois de transcritas foram submetidas à análise fenomenológica. O processo de despedida é sentido pelo familiar cuidador como gerador de sofrimento e angústia intensos, lhes provocando sentimentos ambivalentes. Alternam-se momentos de culpa (devido ao desejo de morte do paciente, que trará fim ao sofrimento) e de fé e esperan a (com a expectativa de uma melhora do mesmo). Ao sentir-se apoiado, o familiar adquire for as para continuar ao lado do enfermo, mesmo nos piores momentos. A honestidade da equipe de saúde é fundamental para estabelecer a boa rela o entre ela e a famíliar, o que facilita os cuidados do paciente. Observa-se uma necessidade real de escuta especializada destes familiares para que os mesmos consigam enfrentar esse processo de maneira menos sofrida.
Abrigos para adolescentes: lugar social de prote o e constru o de sujeitos?  [PDF]
Janczura, Rosane
Textos & Contextos (Porto Alegre) , 2005,
Abstract: Este artigo aborda o uso indiscriminado da medida de prote o Abrigos para Adolescentes, na cidade de Santa Maria, mostrando as dificuldades na transi o das antigas orienta es da política de atendimento à crian a e ao adolescente para a indicada pelo Estatuto da Crian a e do Adolescente (ECA). Sugere um amplo debate e urgente revis o com todos os envolvidos no processo de encaminhamento e acolhimento de adolescentes aos abrigos municipais, para que este seja um efetivo espa o social de prote o para aqueles que necessitam de apoio fora do contexto familiar e comunitário.
Teoria funcionalista dos valores humanos: evidências de sua adequa o no contexto paraibano.
Emerson Diógenes de Medeiros,Valdiney Veloso Gouveia,Estefanea élida da Silva Gusm?o,Taciano Lemos Milfont
Revista de Administra??o Mackenzie , 2012,
Abstract: Este estudo objetivou conhecer a adequa o da teoria funcionalista dos valores humanos no contexto do Estado brasileiro da Paraíba. Testaram-se suas hipóteses de conteúdo e estrutura dos valores. A primeira prediz a satura o de três itens em cada uma das subfun es teorizadas, enquanto a segunda prevê uma estrutura duplex para os valores, tomando em conta as dimens es tipo de orienta o (pessoal, central e social) e tipo de motivador (materialista e idealista). Participaram 12.706 pessoas da popula o geral da Paraíba, com idade média de 20,1 anos, sendo a maioria do sexo feminino (58,5%), solteira (38,3%) e com ensino médio (41,8%). Por meio de análise fatorial confirmatória, checou-se a hipótese de conteúdo, admitindo que os 18 valores poderiam ser representados em seis subfun es valorativas (modelo original), confrontando-o com modelos alternativos (uni, bi, tri e pentafatorial). Como esperado, o modelo original foi o mais ajustado (AGFI = 0,94, CFI = 0,88 e RMSEA = 0,05), sendo superior aos alternativos. Posteriormente, testou-se a hipótese de estrutura por meio de escalonamento multidimensional confirmatório (Proxscal), adotando o Phi de Tucker ( ) como indicador de ajuste do modelo. Coerentemente, esse indicador se situou acima do recomendado ( = 0,94), o que sugere que os valores podem ser representados em espa o bidimensional 3 (tipo de orienta o: pessoal, central e social) x 2 (tipo de motivador: materialista e idealista). Apesar das limita es, a exemplo do uso de amostra n o probabilística, ou seja, n o representativa da popula o paraibana, conclui-se que os resultados apoiam a adequa o dessa teoria no contexto estudado.
Alunos com mielomeningocele: uma discuss o sobre sua participa o no contexto escolar  [cached]
Caroline Penteado Assis,Claudia Maria Sim?es Martinez
Revista Educa??o Especial , 2011,
Abstract: O objetivo deste estudo foi o de descrever como os professores avaliam o desempenho escolar dos alunos com sequelas de mielomeningocele e, ainda, relacionar semelhan as e diferen as na vis o identificadas por professores e pesquisadores. Fizeram parte desta pesquisa seis professores de três alunos com sequelas de mielomeningocele inseridos no ensino regular. Os instrumentos utilizados para coleta de dados foram a Escala de Percep o dos Professores sobre os Alunos com Sequelas de Mielomeningocele e o Roteiro de Observa o do Desempenho do Aluno com Sequela de Mielomeningocele. Analisaram-se os dados com base na abordagem qualitativa e comparativa. Os resultados revelaram que houve dificuldades de os professores identificarem as Necessidades Educacionais Especiais apresentadas pelos alunos com sequelas de mielomeningocele. Considera-se essa identifica o defasada como um fator precursor de problemas para inclus o escolar desses alunos, pois compromete o atendimento das necessidades escolares específicas. Dessa forma, acreditase que os profissionais da área da saúde, a partir de forma o de parcerias com os professores, possam contribuir com a realiza o de a es integradas e formativas com intuito de amenizar os desafios encontrados na inclus o escolar. Palavras-chave: Mielomeningocele; Inclus o escolar; Participa o.
Curso de Psicologia da PUC Minas: sua implanta o e contexto  [cached]
Pedro Paulo Christovam dos Santos,Ana Maria Sarmento Seiler Poelman,Marcela Alves de Abreu
Psicologia em Revista , 2009,
Abstract: ENTREVISTAO entrevistado é doutor em Filosofia pela Universidade Gregoriana de Roma (1958). Livre-docente em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1965). Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da UFMG (1963). Ex-professor de Filosofia do Direito e Introdu o ao Estudo do Direito da PUC Minas e da UFOP. Ex-professor de ética e Metafísica do Seminário S o José da Arquidiocese de Mariana. Ex-professor de ética, Filosofia da Educa o e ética Profissional da Faculdade de Filosofia da UFMG. Professor fundador de Metodologia Científica e ética Profissional e vice-diretor do Instituto de Psicologia da PUC Minas
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