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Imagens do outro na filosofia: o desafio da diferen a  [cached]
Sílvio Gallo
ETD : Educa??o Temática Digital , 2012,
Abstract: Este artigo tem por objetivo problematizar a tematiza o do outro pela Filosofia. Dialogando com imagens do cinema e da televis o, procura identificar quais as imagens ou os conceitos do outro, produzidos na história da Filosofia. De forma esquemática, apresenta as imagens do outro como bárbaro (Aristóteles); exótico (Montaigne); civilizado (Voltaire); inferno (Sartre), para, ao final, ensaiar uma "n o-imagem" do outro como diferen a radical, proposta pela filosofia da diferen a de Deleuze.
Media, youth, and education: modes of constructing the “other” in culture Mídia, juventude e educa o: modos de construir o "outro" na cultura.  [cached]
Rosa Maria Bueno Fischer
Education Policy Analysis Archives , 2008,
Abstract: The aim of this paper is to discuss a research project conducted between 2002-2005 in Porto Alegre, Brazil. The focus was exploring how a group of 90 students perceived media?s discourse ? especially television ? about ?youth.? Through the analysis of the discourse of both media and students, the research team selected a main theme for inquiry: the construction of the ?other? in the mass media and the perception of differences among these groups in relationship to social, economic, generational, racial, ethnic, and physical appearance dynamics. This research uses Foucaltian categories of analysis, specifically the concepts of normality, abnormality, and modes of subjectivity, and Hannah Arendt conceptualization about public and private spheres ? which allows for discussion of the multiple performances and images operating through media mechanisms. This work also uses other concepts like difference and alterity, follwoing Carlos Skliar studies. Este artículo presenta un estudio llevado a cabo en una escuela de Educación PrimNeste artigo, o propósito é discutir um projeto de pesquisa realizado de 2002 a 2005, em Porto Alegre, Brasil, com um grupo de 90 estudantes, cujos depoimentos tratam de diferentes produtos da mídia, especialmente a televis o, e que têm como objeto quest es sobre juventude. A partir dos dados coletados através da escuta de estudantes de escolas públicas e privadas e do estudo de produtos televisivos, selecionou-se um tema principal para a análise dos modos de existência jovem: a constru o do "outro" nos meios de comunica o e a rela o desses grupos com as diferen as sociais, econ micas, geracionais, raciais e étnicas, de gênero e de aparência física. Com apoio em Michel Foucault, particularmente nos conceitos de normalidade, anormalidade e modos de subjetiva o, e também em Hannah Arendt e suas elabora es sobre vida pública e vida privada, discutimos as formas pelas quais a sociedade do espetáculo e da imagem opera na nomea o e na constru o dos "outros jovens". Utilizamos ainda conceitos como os de diferen a e de alteridade, recorrendo principalmente aos estudos de Carlos Skliar, entre outros.
A constru o/fabrica o de práticas de alfabetiza o em turmas de Educa o de Jovens e Adultos (EJA)  [cached]
Eliana Borges Correia de Albuquerque,Andréa Tereza Brito Ferreira
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2008, DOI: 10.5902/1984644482
Abstract: A quest o da alfabetiza o de adultos no Brasil é um problema muito complexo e exige muita aten o por parte de diversos segmentos da sociedade. O trabalho com alfabetiza o de adultos difere da alfabetiza o de crian as pelo fato de envolver quest es peculiares e por isso merece uma aten o específica daqueles que pesquisam e atuam neste nível de ensino. A pouca escolariza o dos jovens e adultos que estiveram fora do sistema escolar dificulta o desempenho deles em alguns eventos sociais, mas n o os impede de desenvolver estratégias que facilitem sua rela o com as mais diversas tecnologias letradas. A partir dessas concep es, as mudan as didáticas e pedagógicas foram ganhando uma nova roupagem. A quest o do letramento passa a ser a t nica principal nas propostas de ensino de Educa o de Jovens e Adultos (EJA), seja por meio dos documentos oficiais, seja por meio dos materiais didáticos. Nossa pesquisa teve o objetivo de analisar as práticas de alfabetiza o de professores de EJA do Programa Brasil Alfabetizado, desenvolvido pela prefeitura da cidade do Recife, em parceria com o Centro de Estudos em Educa o e Linguagem (CEEL–UFPE). Neste artigo, apresentaremos os dados relativos às práticas de duas docentes que lecionavam em um mesmo espa o pedagógico (uma escola comunitária do bairro em que moravam), em horários diferentes. Nos resultados, percebemos diferen as nas práticas das duas professoras: uma prática mais voltada para a alfabetiza o na perspectiva do letramento e uma outra que priorizava a constru o da identidade do aluno de EJA, n o desenvolvendo atividades de apropria o do Sistema de Escrita Alfabética (SEA) de forma sistemática. Palavras-chave: Alfabetiza o. EJA. Práticas escolares.
Avalia o da autoeficácia acadêmica em alunos da educa o de jovens e adultos/Assessment of academic self-efficacy in students youth and adults
Susana Gakyia Caliatto,Selma de Cássia Martinelli,Nadia Aparecida de Souza,Evely Boruchovitch,Dejano Tavares Sobral,Rosane Cardoso de Araújo,Célia Regina Pires Cavalcanti,Edson Figueiredo,Bettina Steren dos Santos,Camila de Barros Rodenbusch,Denise Dalpiaz Antunes,Maria Aparecida Mezzalira Gomes,Marília Saldanha da Fonseca,Telma Pileggi Vinha
ETD : Educa??o Temática Digital , 2009,
Abstract: O presente trabalho teve como objetivo verificar a autoeficácia de alunos da Educa o de Jovens e Adultos do segundo ciclo do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Participaram 50 alunos de ambos os sexos, que cursavam o Telecurso 2000, de uma cidade do Estado de S o Paulo. O instrumento utilizado para coleta de dados foi uma escala especificamente construída para esse fim e que avalia a percep o do estudante quanto ao próprio desempenho acadêmico e o quanto se sente capaz de realizar tarefas escolares. O teste de Mann-Whitney U revelou n o existirem diferen as significativas entre a autoeficácia declarada dos estudantes, dos dois níveis de ensino para o estudo, para o desempenho e para a autoeficácia geral. Com rela o ao sexo, independente do nível de ensino cursado, o teste revelou que as diferen as também n o foram significativas para nenhuma das medidas de autoeficácia. The objective of this study was to verify the self-efficacy of 50 students of both sexes and of two different education levels who participated in an Educational program for Young and Adults in a city of Sao Paulo State. A scale constructed specifically for this purpose was the instrument used for data collection. It was aimed at evaluating the students' self-perception of their academic performance and how capable they feel to perform school tasks. The Mann-Whitney U test revealed no significant differences in students of both levels of education declared self-efficacy for studying, for school performance and in general self-efficacy. With regard to sex, regardless of level of education of the students, the test showed that differences were not significant for any of the measures of self-efficacy, as well. Keywords Avalia o --- Autoeficácia --- Estudantes --- Evaluation --- Self-efficacy --- Students
O Outro Imaginado: Concep es Ressentidas Sobre Campo e Cidade
Márcia Pereira dos Santos
OPSIS : Revista do Departamento de História e Ciências Sociais , 2002,
Abstract: O artigo discute as concep es de campo e cidade elaboradas por homens e mulheres que ainda têm o campo como espa o de vida. Tais concep es s o analisadas à luz das discurss es sobre a rela o: história, memória e ressentimento, apontando para a quest o das identidades dos sujeitos em destaque.
A forma o da consciência social dos jovens no horizonte da educa o histórica
Isabel Barca
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2012, DOI: 10.5902/198464444115
Abstract: http://dx.doi.org/10.5902/198464444115 Uma consciência social dos jovens orientada para o desenvolvimento humano exige aten o especial à constru o da sua consciência histórica, fundamentada em reflex es epistemológicas instigantes (de Rüsen e outros autores). Esta preocupa o tem conduzido a diversas pesquisas na área da educa o histórica, entre os quais o Projeto Consciência Histórica – Teoria e Práticas que, em estudos de natureza qualitativa, explorou as narrativas de jovens lusófonos acerca do mundo contemporaneo. Neste projeto, concebeu-se uma proposta de constru o de uma narrativa escrita, pelos jovens, sobre a história nacional e a história mundial nos últimos 100 anos. Numa primeira fase, participaram estagiários de História de três universidades portuguesas, e em fases subsequentes, jovens em final de escolaridade obrigatória em Portugal, Brasil e Mo ambique. A análise indutiva das narrativas sugeriu que os jovens destes países revelam uma identidade nacional relativamente fundamentada, sem xenofobias. Quanto às narrativas globais, as dos jovens portugueses e mo ambicanos aparecem muito menos substanciadas do que as nacionais, enquanto as dos jovens brasileiros narram a um mesmo nível a história do país e do mundo, interligando-as. As produ es portuguesas e brasileiras mostram poucos protagonistas, emergindo apenas alguns “vil es”. Por outro lado, os jovens brasileiros e mo ambicanos mostram-se interventivos face ao presente; já os jovens portugueses, que apareciam como meros espectadores da História, só recentemente parecem estar a mudar de atitude. Estes e outros resultados da análise das narrativas dos jovens podem constituir-se como pistas valiosas para o trabalho docente, na perspectiva de interven o positiva na forma o da consciência histórica e social dos jovens. Palavras-chave: consciência histórica; educa o histórica; narrativas históricas de jovens.
Disposi es aos sacrifícios da escolariza o: trajetórias de jovens das classes populares  [cached]
Lajara Janaina Lopes Correa,Maria Silvia Pinto de Moura Librandi da Rocha
ETD : Educa??o Temática Digital , 2012,
Abstract: Este artigo aborda as trajetórias de sete jovens pertencentes aos grupos populares, ex-alunos do curso pré-vestibular Herbert de Souza, situado na cidade de Campinas, SP, que ingressaram em universidades prestigiosas. Com a pesquisa, procuramos identificar: (i) como esses jovens interpretam e avaliam suas experiências educacionais e escolares; (ii) pontos nestas trajetórias que (n o) contribuíram para a longevidade escolar; e (iii) efeitos da frequência ao cursinho sobre os estudantes. Para atingir estes objetivos, realizamos entrevistas semiestruturadas com os jovens e pesquisa documental sobre o cursinho. Por se tratar de uma pesquisa qualitativa, os entrevistados n o foram escolhidos segundo critérios estatísticos, mas de forma intencional; priorizamos o critério de rede, pelo qual os próprios depoentes indicam outros para serem entrevistados, criando uma comunidade de argumentos. Destacamos, neste artigo, como resultado da pesquisa, a importancia de experiências escolares no processo de constru o e de reconstru o da identidade dos que delas participam.
As percep es de jovens sobre os relacionamentos amorosos na atualidad  [cached]
Jacqueline Cavalcanti Chaves
Psicologia em Revista , 2010,
Abstract: O objetivo deste trabalho é discutir a heterogeneidade das percep es de jovens sobre os relacionamentos amorosos na atualidade. Para isso, foi usado um referencial teórico das ciências humanas e sociais, e foram realizadas doze entrevistas com jovens de 18 a 25 anos de idade, moradores da cidade do Rio de Janeiro, pertencentes às classes médias. A análise do material mostra como as percep es variam entre dois extremos: de um lado, há aqueles que veem os relacionamentos como semelhantes aos de outrora, de outro, os que percebem o campo amoroso como desordenado, instável, inseguro e frágil. Segundo os primeiros, cabe a cada um escolher a forma relacional que mais o apraz em cada momento da sua vida. Para os demais, é preciso perceber os sentimentos de desrespeito, desconfian a e intolerancia que caracterizam muitas das rela es, e tentar construir relacionamentos que sejam mais satisfatórios para ambos os parceiros.
Diferen as na preven o da Aids entre homens e mulheres jovens de escolas públicas em S o Paulo, SP  [cached]
Antunes Maria Cristina,Peres Camila Alves,Paiva Vera,Stall Ron
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract: OBJETIVOS: Estudar as práticas sexuais de risco para a infec o pelo HIV de estudantes adultos jovens (18 a 25 anos) de escolas públicas noturnas e avaliar as diferen as de gênero e o impacto de um programa de preven o de Aids. MéTODOS: Estudo longitudinal de interven o, em quatro escolas da regi o central do Município de S o Paulo, SP, divididas aleatoriamente em dois grupos: interven o e controle. Uma amostra de 394 estudantes participou do estudo, e 77% completaram o questionário pós-interven o. Realizaram-se "Oficinas de Sexo Mais Seguro" para discutir simbolismo da Aids, percep o de risco, influências das normas de gênero nas atitudes, informa es sobre Aids, corpo erótico e reprodutivo, prazer sexual e negocia o do uso do preservativo. Para a análise estatística, foram empregados os testes qui-quadrado de Pearson e a análise de co-variancia. RESULTADOS: A freqüência do uso consistente de preservativo foi baixa (33%), e existiam diferen as significativas entre homens e mulheres com referência à sexualidade e à preven o de Aids. Ao avaliar os efeitos das oficinas, as mudan as foram estatisticamente significativas entre as mulheres, que relataram maior propor o de sexo protegido entre outros aspectos relacionados à preven o da Aids. As mudan as n o foram significativas entre os homens. CONCLUS ES: O risco para a infec o pelo HIV pode ser diminuído, mas resultados mais expressivos podem ser encontrados se forem consideradas as diferen as de gênero e de papéis sexuais por meio de programas comunitários específicos de longa dura o.
Diferen as de sexo e escolaridade na manifesta o de Stress em adultos jovens  [cached]
Calais Sandra Leal,Andrade Lívia Márcia Batista de,Lipp Marilda Emmanuel Novaes
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2003,
Abstract: Este estudo pesquisou sintomas de stress em adultos jovens, relacionando-os com o sexo e ano escolar em curso. Investigou também o tipo e a freqüência de sintomas. Participaram 295 estudantes de 15 a 28 anos, sendo 150 mulheres e 145 homens, que cursavam o primeiro e terceiro anos do ensino médio, curso pré-vestibular e primeiro e quarto anos de ensino superior. A avalia o do stress foi realizada através do Inventário de Sintomas de Stress de Lipp. Os resultados acusaram correla o significativa entre sexo e nível de stress (p<0,0001) sendo que as mulheres apresentaram maior nível de stress em todos os grupos avaliados. Maior índice de stress surgiu em estudantes do curso Pré-Vestibular, seguidos do terceiro ano do ensino médio. A sintomatologia apresentada foi predominantemente psicológica e os sintomas mais prevalentes foram sensibilidade emotiva excessiva, para as mulheres e, para os homens, pensamento recorrente.
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