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Assessoria: processo de trabalho do Servi o Social  [PDF]
Goerck, Caroline,Viccari, Eunice Maria
Textos & Contextos (Porto Alegre) , 2004,
Abstract: O presente trabalho está baseado numa sinopse de uma experiência vivenciada durante o estágio quatro, realizado no curso de Servi o Social. A experiência vivenciada resultou num Trabalho de Conclus o de Curso quando se descreveu e analisou a assessoria como uma das possibilidades de trabalho do Servi o Social junto às express es da quest o social. Neste trabalho, haverá um relato de uma das atividades de assessorias realizadas durante o estágio, a uma prefeitura municipal da regi o que desenvolve o Programa de Erradica o do Trabalho Infantil – PETI. A assessoria, na atualidade, pode ser utilizada como mais uma das formas de inser o do Servi o Social no mercado de trabalho. Esta experiência teórico-prática abre espa os para refletir a inser o do Assistente Social no processo de assessoria.
A es investigativas e colaborativas no processo de forma o de professores e nas práticas em educa o infantil  [cached]
Taciana Camera Segat,Claiton José Grabauska
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2004,
Abstract: Este trabalho descreve e analisa um processo colaborativo e reflexivo de forma o de professores para a educa o infantil no município de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. Ao longo de dois anos, em uma dinamica colaborativa e dialética, trabalhamos com professoras em forma o e com professoras em atua o na educa o infantil, tanto em escolas deste nível de ensino, como na UFSM. Tentamos reconstruir o currículo, por meio de uma análise crítica de nossas práticas, considerando professoras em atua o e futuras professoras como profissionais transformadores nas escolas. Palavras-chave: forma o de professores, educa o infantil, práticas educativas
O TRABALHO INFANTIL E O PROGRAMA DE PREVEN O E ERADICA O DO TRABALHO INFANTIL (PETI)  [cached]
Carolina de Cássia Ribeiro de Abreu
Vértices , 2010,
Abstract: Este artigo situa o trabalho infantil historicamente objetivando iniciar uma reflex o sobre a sua natureza. Contextualiza esta quest o no Programa de Preven o e Erradica o do Trabalho Infantil (PETI) pensado como uma política de assistência social. Baseado no banco de dados da Comiss o Municipal de Preven o e aErradica o do Trabalho Infantil, sistematiza algumas informa es como idade, escolaridade, ocupa o e área de residência das 2614 crian as e adolescentes inseridas noPETI em Campos, tra ando um diagnóstico e apontando para algumas reflex es que dizem respeito à implementa o do Programa.
Trabalho precoce e processo de escolariza??o de crian?as e adolescentes
Sousa, Olívia Maria Costa Grangeiro de;Alberto, Maria de Fátima Pereira;
Psicologia em Estudo , 2008, DOI: 10.1590/S1413-73722008000400009
Abstract: the relationship between children and adolescents schooling process and their early work is focused. it analyzes the formation of subjectivity molded by work and schooling. twenty-one students, aged 10 to 14 years old, males and females, undertaking informal work activities on the street, were investigated. predominance of male workers in the service sector was reported, coupled to the fact that the needs, personal satisfaction and time employment were the main reasons for their early introduction to labor. simultaneously working and studying have some psychosocial implications, such as restricted participation in social activities involving studies and leisure; subjective experiences of prematurely borne responsibilities; uncertainty about the future, and, in a special way, damage to the educational process comprising failure, repetition, backwardness and school quitting.
A Educa o Física na escolariza o da pequena infancia Physical Education in the Education of Infants  [cached]
Marynelma Camargo Garanhani
Pensar a Prática , 2006, DOI: 19806183/rpp.v5i0.49
Abstract: Com a inten o de apresentar reflex es e proposi es sobre a Educa o Física na escolariza o da crian a de zero a seis anos apresentamos este estudo que se organiza em dois momentos distintos. No primeiro momento, desenvolvemos reflex es sobre o movimento corporal da crian a no seu processo de aquisi o e constru o de conhecimentos, com base nos estudos de Wallon. No segundo momento, sistematizamos proposi es para um encaminhamento pedagógico da Educa o Física no ambito da educa o infantil. PALAVRAS-CHAVE: Educa o infantil - Movimento corporal - Educa o Física escolar. With the intention of offering reflections and propostions about Physical Education in the educational process of children aged 0-6, this study is organized in two distinct parts. In the first one, we develop reflections on children’s body movements and their process of learning and building knowledge, based on the studies of Wallon. In the second part, we systematize propositions for a pedagogical approach for Physical Education in the infant education sphere. KEY WORDS: Infant education - Body movement - School Physical Education.
TRABALHO COM FAMíLIAS NA EDUCA O INFANTIL: CONCEP ES E PRáTICAS  [cached]
Claudia Cristina Garcia Piffer Lopes
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2011,
Abstract: TRABALHO COM FAMíLIAS NA EDUCA O INFANTIL: CONCEP ES E PRáTICAS
A babel diagnóstica e a escolariza o de sujeitos com autismo e psicose infantil: atos de uma leitura / Disgnosis babel and school inclusion of subjects with autism and child psychosis: acts of a reading  [cached]
Carla K. Vasques
Reflex?o & A??o , 2009,
Abstract: O presente texto aborda a escolariza o de crian as e adolescentes com graves problemas de desenvolvimento ou constituindo uma estrutura o atípica, seja ela o autismo ou a psicose. Neste vasto e complexo campo, o recorte privilegiado aproxima psicanálise freudo-lacaniana, hermenêutica-filosófica, educa o especial e processos inclusivos. Mais especificamente, reflete-se sobre o lugar do diagnóstico na constru o das (im)possibilidades escolares, a partir da análise dos últimos 28 anos de produ o científico-acadêmica sobre o tema. A proposi o é a de que existe uma centralidade do diagnóstico na condu o dospercursos educacionais desses sujeitos. Freqüentemente, o diagnóstico é identificado como o ato de desvelar e/ou decodificar. Em outra perspectiva, defende-se que a rela o diagnósticoescolariza oimplica a constru o de uma leitura, a inven o de possibilidades. N o sendo possível determinar a veracidade das diversas teorias, o processo de escolariza o inclui em n o-saber constitutivo. Como n o há um percurso pré-estabelecido, garantido e antecipado pelo diagnóstico, o professor e a escola responsabilizam-se por suas escolhas, visando à experiência escolar de seu aluno. Daí a base de sua conduta ser ética, em lugar de um método ou técnica. Como metáfora do trabalho interpretativo, apresento a imagem de uma biblioteca que se constrói, oferece, escreve e inscreve a partir do encontro entre texto e leitor. Colocar a biblioteca como espa o privilegiado desta argumenta o implica tomar como centro de discuss o a linguagem e a leitura. Trata-se de um deslocamento do foco de aten o do sujeito com autismo, com psicose, para o professor, o outro, que lê, interpreta e constrói (im)possibilidades escolares. Abstract This text addresses the schooling of children and adolescents with serious developmental impairment or with atypical structuring, such as autism or psychosis. That field is vast and complex, the perspective adopted builds on Freud-lacanian psychoanalysis, philosophical-hermeneutics, special education and inclusive processes. Specifically, a reflection is posed on the place the diagnosis has in the construction of (im)possibilitieswithin school based on the analysis of academic and scientific production on the issue for the past 28 years. The proposition is that diagnosis in central in the establishment of educationalpathways for such subjects. Diagnosis is often identified as an act of unveiling and/or decoding. From another perspective, it is defended that the relationship diagnosis-schoolingimplies the construction of a reading, the invention
A crescente escolariza??o do agente comunitário de saúde: uma indu??o do processo de trabalho?
Mota, Roberta Rodrigues de Alencar;David, Helena Maria Scherlowski Leal;
Trabalho, Educa??o e Saúde , 2010, DOI: 10.1590/S1981-77462010000200004
Abstract: community health agents (cha) are among the professional players that make up the family health strategy (fhs) teams, and their performance is considered as critical to the expansion and consolidation of this strategy. since the first local experiences with chas in the late 1970s, their sociodemographic profile has been changing. this article aims to present and discuss the aspect of education and training of the chas who work in program area (pa) 5.2 of the city of rio de janeiro, integrating work and education and understanding the work as an emancipatory principle. this study was formulated based on the methodological triangulation idea, reached here based on the original formulation of denzin. data on the chas' education were obtained via an individual self-applied questionnaire answered by 301 of the chas of the 12 fhs modules and six community health workers strategy (chws) modules of pa 5.2. the presentation and discussion of the data show changes in this worker's educational profile, and it can be concluded that the cha is a worker who is in search of alternative schooling and vocational training. an expansion of the schooling and technical education is defended as a process to consolidate the unified health system.
Trabalho infantil em Pelotas: perfil ocupacional e contribui o à economia
Facchini Luiz Augusto,Fassa Anaclaudia Gastal,Dall?Agnol Marinel,Maia Maria de Fátima Santos
Ciência & Saúde Coletiva , 2003,
Abstract: O trabalho infantil é um fen meno global de grandes propor es, especialmente em países em desenvolvimento. Estima-se que, em todo o mundo, 352 milh es de crian as e adolescentes menores de 18 anos s o economicamente ativos, incluindo atividades remuneradas, trabalho n o-pago, ilegal e no setor informal da economia. No Brasil, cerca de 9,3 milh es de crian as entre 10 e 17 anos trabalham. Os estudos sobre a contribui o econ mica das crian as à renda familiar s o escassos. Este artigo apresenta o perfil ocupacional e a contribui o econ mica de crian as e adolescentes, com destaque para aspectos relacionados à idade, ao gênero, à escolaridade e à situa o socioecon mica de suas famílias em uma amostra de 4.924 indivíduos entre 6 e 17 anos, representativa dos setores urbanos pobres de Pelotas. As crian as e adolescentes trabalhadores contribuíam em média com 18% da renda familiar. Dos que trabalhavam, metade contribuía no mínimo com 10% da renda familiar e um quarto respondia por 25% ou mais da renda familiar. Quanto menor a renda familiar dos adultos, maior a propor o da contribui o de crian as e adolescentes à renda familiar total, maior a exclus o escolar de adolescentes trabalhadores e maior a jornada de trabalho infanto-juvenil.
Musicalisa o na educa o infantil
Débora Alves de Oliveira
ETD : Educa??o Temática Digital , 2001,
Abstract: ResumoO presente trabalho tem como objetivo refletir sobre a musicaliza o na educa o infantil, considerando a importancia da música como parte da cultura e, portanto, como conhecimento a ser trabalhado no contexto da educa o infantil. Para tanto, além da pesquisa bibliográfica, foi realizado um estágio numa escola de educa o infantil da rede privada de Campinas durante 8 meses, no qual foi feito um acompanhamento direto das aulas de música desenvolvidas por uma professora "especialista", com turmas de 0 a 6 anos de idade. Inicialmente, no primeiro capítulo, "O que é musicalizar?", discuto o conceito de musicaliza o procurando relacioná-lo com o contexto escolar. Em seguida, no segundo capítulo, "O processo de musicaliza o", reflito sobre as possibilidades de trabalho para o desenvolvimento das aulas de música na educa o infantil. No terceiro capítulo, "Vivência no estágio", relato as experiências vividas nas aulas de música, procurando mostrar exemplos das atividades desenvolvidas. Por fim, as "Considera es finais", concluo este estudo enfatizando a importancia do desenvolvimento de trabalhos em parceria no processo de musicaliza o na educa o infantil. The present work has as objective to reflect on the musicalization in the basic education, considering the importance of music as part of the culture and, therefore, as knowledge to be worked in the context of the basic education. For in such a way, beyond the bibliographical research, a period of training in a school of basic education of the private network of Campinas during 8 months was carried through, in which was made a direct accompaniment of the lessons of music developed by a teacher "specialist", with groups of 0 the 6 years of age. Initially, in the first chapter, " What it is to musicalization?", I argue the musicalization concept looking for to relate it with the pertaining to school context. After that, in as the chapter, " the musicaliza o process ", I reflect on the possibilities of work for the development of the lessons of music in the infantile education. In the third chapter, " Experience in the period of training ", story the experiences lived in the music lessons, looking for to show examples of the developed activities. Finally, in the " Final Considerations ", I conclude this study emphasizing the importance of the development of works in partnership in the process of musicalization in the basic education. Keywords Musicaliza o na educa o --- Educa o infantil --- Processo de musicaliza o --- Musicalization in the education --- Basic education --- Musicalization proc
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