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Portadilla de la sección: Restos
Escobar Diego Alejandro
Maguaré , 2010,
Abstract: Restos Diego Alejandro Escobar
O brinquedo simbólico como uma narrativa  [cached]
Vieira André Guirland,Sperb Tania Mara
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 1998,
Abstract: A fim de examinar se o brinquedo simbólico organiza-se numa forma narrativa capaz de desvelar a subjetividade da crian a, no presente trabalho é estudado o brincar produzido por três crian as, respectivamente a partir de três estudos de caso. Em cada caso é feita, primeiramente, uma compara o entre as situa es de brincar e o esquema narrativo de Tzvetan Todorov. Em seguida, o sentido de uma narrativa escolhida é analisado e comparado com o contexto de vida da crian a, segundo o método proposto por Jung. Nosso estudo demostra que o brinquedo simbólico organiza-se como uma narrativa, mas discute o emprego do conceito de narrativa exclusivamente a partir da linguagem. Isto porque o brinquedo simbólico pode, também, se organizar como uma imagem. Neste estudo, também é mostrado e discutido o modo como a subjetividade da crian a aparece no brinquedo simbólico.
MONOTERPENES AND SESQUITERPENES IN THE HEADSPACE VOLATILES FROM INTACT PLANTS OF PSEUDOGNAPHALIUM VIRA VIRA, P. HETEROTRICHIUM, P. CHEIRANTHIFOLIUM AND P. ROBUSTUM: THEIR INSECT REPELLENT FUNCTION
URZúA,ALEJANDRO;
Boletín de la Sociedad Chilena de Química , 2002, DOI: 10.4067/S0366-16442002000200005
Abstract: thirty-seven monoterpenes and sesquiterpenes have been identified in the headspace of four pseudognaphalium spp. the major compound identified was a-(z)-ocimene [1]: 87.0% in p. vira vira, 45.0% in p. heterotrichium, 41.0% in p. cheiranthifolium and 76.0% in p. robustum. other major components were germacrene d [2] (6.4%) in p. vira vira, b-phellandrene [3] (45.4% and 27.4%) in p. heterotrichium and p. cheiranthifolium, germacrene b [4](17.9%) in p. cheiranthifolium and (e)-3,7,11-trimethyl-1,6,10-dodecatriene-3-ol [5] (9.5%) in p. robustum. the insect repellent function of the mixture of volatile compounds is discussed
MONOTERPENES AND SESQUITERPENES IN THE HEADSPACE VOLATILES FROM INTACT PLANTS OF PSEUDOGNAPHALIUM VIRA VIRA, P. HETEROTRICHIUM, P. CHEIRANTHIFOLIUM AND P. ROBUSTUM: THEIR INSECT REPELLENT FUNCTION  [cached]
ALEJANDRO URZúA
Boletín de la Sociedad Chilena de Química , 2002,
Abstract: Thirty-seven monoterpenes and sesquiterpenes have been identified in the headspace of four Pseudognaphalium spp. The major compound identified was alpha-(z)-ocimene [1]: 87.0% in P. vira vira, 45.0% in P. heterotrichium, 41.0% in P. cheiranthifolium and 76.0% in P. robustum. Other major components were germacrene D [2] (6.4%) in P. vira vira, beta-phellandrene [3] (45.4% and 27.4%) in P. heterotrichium and P. cheiranthifolium, germacrene B [4](17.9%) in P. cheiranthifolium and (E)-3,7,11-trimethyl-1,6,10-dodecatriene-3-ol [5] (9.5%) in P. robustum. The insect repellent function of the mixture of volatile compounds is discussed Treinta y siete monoterpenos y sesquiterpenos han sido identificados en la mezcla de volátiles del "headspace" de cuatro especies de Pseudognaphalium. Uno de los compuestos mayoritarios que se identificó fue alfa-(z)-ocimeno [1], 87.0% en P. vira vira, 45.0% en P. heterotrichium, 41.0% en P. cheiranthifolium y 76.0% en P. robustum. Otros compuestos mayoritarios fueron germacreno D [2] (6.4%) en P. vira vira, beta-felandreno [3] (45.4 y 27.4%) en P. heterotrichium y P. cheiranthifolium, germacreno B [4] (17.9%) en P. cheiranthifolium y (E)-3,7,11-trimetil-1, 6, 10-dodecatrieno-3-ol [5] (9.5%) en P. robustum. Se discute el papel de la mezcla de volátiles como repelente de insectos
Lista de hospedeiras do virus de vira-cabe?a
Costa, A. S.;Forster, R.;
Bragantia , 1942, DOI: 10.1590/S0006-87051942000300001
Abstract: forty-five plants including an hybrid of n. tabacum l. x n. glutinosa l., were tested as to the susceptibility to "vira-cabe?a". of all the plants tested nicotiana paniculata l. proved to be the best for the study of local lesions, these being very clear-cut 4 days post-inoculation. petunia sp., nicandra physaloides gaertn., nicotiana glutinosa l., come next as good indicator plants also.
Remo o de ferro do banho de alumínio de sucata por filtragem
Moraes Humberto Lopes de,Tenório Jorge Alberto Soares
Rem: Revista Escola de Minas , 2003,
Abstract: O alumínio é um dos metais mais versáteis dos comumente usados na indústria de fundi o. Uma das mais prejudiciais impurezas das ligas de alumínio é o ferro, o qual junto com o alumínio e outros elementos de liga comuns formam fases intermediárias que podem ser prejudiciais ao processo e às propriedades do produto final. Nas indústrias secundárias de alumínio, é grande a possibilidade de contamina o do banho por ferro devido a uma volumosa sucata de a o existente no mercado, que, na coleta, vem junto com a sucata de alumínio, além da já existente sucata de alumínio com altos teores de ferro. O objetivo desse trabalho foi o de estudar a remo o de ferro de alumínio líquido através da técnica de filtragem das fases intermediárias ricas em ferro. Foram estudadas composi es com base nas ligas 308 e 356. As variáveis desse estudo foram: composi o química, temperatura de filtragem e tipo de filtro. Os resultados alcan ados, nas condi es desse trabalho, permitiram inferir que o processo de filtragem de alumínio para diminuir o teor de ferro só é possível desde que se fa am adi es de Mn e o abaixamento de temperatura até o campo de cristaliza o de fases primárias contendo ferro.
Restabelecimento ("recovery") em plantas de fumo atacadas pelo virus de "vira-cabe?a"
Forster, R.;
Bragantia , 1942, DOI: 10.1590/S0006-87051942001200002
Abstract: observations were made with tobacco plants which, after being naturally infected in the field by the virus of "vira-cabe?a", a disease identical to spotted wilt (3), not only resisted to it, but exhibited complete recovery. several trials were carried out in order to ascertain the following points : 1) whether the recovery means a greater degree of individual constitutional resistance ; 2) whether it represents an acquired immunity or ; 3) whether it is just of pure accidental nature. plants showing recovery were selfed and seeds collected from them sown in separate rows. the same procedure was always applied with the new recovered plants. thus, strains of plants were obtained representing several succeeding generations of recovered plants. in 1940-41 recovery progenies were planted at two different transplanting periods. during the next season 1941-42 these progenies, which represented already one more generation in comparison with those of 1940-41, were planted in two districts where the average occurrence of "vira-cabe?a" was different. the percentages of "vira-cabe?a", observed in all trials, were submitted to statistical analysis, comparing the errors obtained for difference of districts, transplanting time, varieties and progenies representing several generations of recovered plants. comparing the calculated errors it was found that the greatest effect in the occurrence of ' vira-cabe?a" observed should be attributed to different transplanting times or different districts. the selection of recovered plants showed no influence in lowering the incidence of * vira-cabe?a" : hence the impossibility of getting types of tobacco resistant to "vira-cabe?a" through selection of recovered plants. plants were observed in the field that after the first recovery exhibited symptoms of the disease, and then completely recovered from it again. this is in accordance with the results of smith (11) in the reinoculation of tobacco plants after recovery from spotted wilt and of co
O fim da tradu o  [PDF]
Sallis, John
Veritas , 2005,
Abstract: O presente artigo trata da quest o da tradu o, discutindo, em autores como Hegel, Nietzsche, Heidegger e Gadamer, a possibilidade e o sentido da tradu o. This paper focuses the question of translation, by discussing the possibility and the sense of translation in Hegel, Nietzsche, Heidegger e Gadamer.
Tradu o, ética e pós-colonialismo: nós versus eles  [cached]
Lenita Rimoli Esteves
Tradu??o & Comunica??o : Revista Brasileira de Tradutores , 2009,
Abstract: Teóricos da área da tradu o que abordam o Pós-colonialismo geralmente definem a tradu o como uma atividade que envolve oposi o e resistência já que, por sua própria natureza, coloca em cena a diferen a e todos os conflitos por ela gerados. Este trabalho tem por objetivo enfocar algumas discuss es teóricas sobre tradu o e pós-colonialismo. O principal objetivo é discutir o que acontece quando o conceito vira um rótulo, e como reagimos quando somos nós os rotulados. Dois “casos” principais s o apresentados: a classifica o de Haroldo de Campos como um teórico/autor pós-colonial e a discuss o de Eugene Chen Eoyang, que questiona a autoridade daqueles que falam em nome dos excluídos. Ao que parece, é difícil para um grupo aceitar uma caracteriza o que dele é feita por alguém externo ao grupo. Em termos mais simples, é difícil para “nós” aceitarmos um rótulo que nos é imposto por “eles”. Outro aspecto destacado no texto é a transforma o de uma teoria marginal em uma teoria central — quando, pelo que se acredita, ela precisaria manter-se às margens do discurso acadêmico dominante para continuar sendo coerente. As margens ocuparam o lugar do centro, e esse deslocamento certamente tem suas conseqüências.
Tradu o: teorias e constrastes  [cached]
Cristina Carneiro Rodrigues
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Este trabalho é uma discuss o dós pontos em que se baseiam as duas principais correntes teóricas da Tradu o: a teoria de base lingüística e a teoria de base textual e pós-estruturalista. S o três as quest es centrais examinadas: o conceito de Tradu o, o foco do processo interpretativo do texto a ser traduzido e o problema da tipologia textual. Estes pontos s o analisados tomando-se como base dados quantitativos, referentes ao sujeito gramatical, levantados em três tradu es para o português de um texto literário em inglês, e em duas tradu es de um texto científico. Tradu o; tipologia textual.Tradu o; tipologia textual.
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