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ASPECTOS RELEVANTES DO PLANEJAMENTO NO CRESCIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (MPE)
Adriano Sergio da Cunha,Thiago Coelho Sores
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: Este artigo contextualiza o processo de planejamento no crescimento das micro e pequenas empresas. Apresenta conceitos sobre planejamento, sobre crescimento ordenado e desordenado, bem como possibilidades de reflexos em áreas que poder o ser afetadas por processos de expans o. Apresenta também algumas implica es no que diz respeito à gest o de pessoal, layout, gest o financeira e fiscal. Enfatiza a importancia do planejamento e sugere a sua utiliza o numa análise de cenário, para que o gestor possa realizar sua decis o com o maior número de informa es possíveis.
ELABORA O DO PLANEJAMENTO ESTRATéGICO: ESTUDO E APLICA O DE UM ROTEIRO EM PEQUENAS EMPRESAS
Ana Cláudia Fernandes Terence,Edmundo Escriv?o Filho
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: Este artigo visa contribuir para um melhor entendimento do processo estratégico nas pequenas organiza es, mais especificamente, seu objetivo é apresentar os resultados da utiliza o de um roteiro desenvolvido para auxiliar o empresário na elabora o do planejamento estratégico, levando em conta as especificidades de gest o das micro e pequenas empresas - MPEs. O planejamento estratégico apresenta-se como uma ferramenta que orienta os rumos e as a es da organiza o em seu ambiente externo e interno. Pode-se caracterizar este planejamento como um processo contínuo que estabelece a intera o da empresa com o ambiente, que permite definir seus objetivos e suas potencialidades e que orienta para o melhor aproveitamento dos recursos que utiliza. O fato de quase n o se usar o planejamento estratégico como ferramenta de gest o nas MPEs deve-se a alguns fatores tais como a estrutura simples destas organiza es, poucos recursos para a contrata o de profissionais e/ou servi os de consultorias para suprir a falta de conhecimento administrativo, excesso de tarefas operacionais no dia-a-dia do dirigente, centraliza o de poder, entre outros. Assim, faz-se necessário abordar o planejamento estratégico de forma menos complexa e formal e, principalmente, considerando-se as principais características de gest o deste segmento de empresas.
O que é isto - decido conforme minha consciência? Decido conforme minha consciência?
Michel Roberto Oliveira de Souza
Revista Espa?o Acadêmico , 2010,
Abstract: Resenha: STRECK, Lênio Luiz. O que é isto – decido conforme minha consciência? Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2010.
CONTROLADORIA EMPRESARIAL: GEST O ECON MICA PARA AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Jose Morais Monteiro,Jenny Dantas Barbosa
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: O presente trabalho tem por objetivo identificar a aplicabilidade da Controladoria Empresarial nas micro e pequenas empresa para aperfei oar o processo da gest o. As informa es foram coletadas com entrevistas aos gestores/proprietários de quarenta micro e pequenas empresas nos municípios de Aracaju e Nossa Senhora do Socorro, Sergipe. Dentre os resultados destacam-se: a) as ferramentas da Controladoria Empresarial (planejamento, or amento, análise financeira, gest o da informa o), n o s o utilizadas por completo nas empresas pesquisadas; b) os micro e pequenos empresários possuem uma vis o integrada da gest o e da necessidade de informa es para que os objetivos sejam alcan ados de forma mais coerente e com minimiza o de riscos do negócio; c) a percep o dessa evolu o é aparente quando os entrevistados afirmam a necessidade de ampliar o conhecimento sobre estratégia, controles, finan as e contabilidade gerencial, com o fim específico de ter informa es para decidir os rumos do empreendimento. Dessa forma, consolida-se a necessidade de administrar as micro e pequenas empresas com profissionalismo, objetivando reduzir o óbito empresarial do segmento, uma vez que a representatividade no cenário econ mico e social do país é considerável.
O IMPACTO DAS ETAPAS DO PROCESSO DE ADMINISTRA O ESTRATéGICA COMO ANTECEDENTES DO DESEMPENHO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Cid Gon?alve Filho,Henrique Cordeiro Martins,Gustavo quiroga Souki,Mario Teixeira Reis Neto
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: O presente artigo teve como objetivo investigar o impacto das etapas do processo de administra o estratégica como antecedentes do desempenho das micro e pequenas empresas. Objetivou-se ainda validar escalas que mensurassem a intensidade das etapas do processo de administra o estratégica e testar um modelo teórico estrutural que identificasse as rela es e impactos dessas etapas como antecedentes do desempenho das micro e pequenas empresas. Foram realizadas inicialmente entrevistas semi estruturadas com especialistas da área de estratégia. Esta etapa teve um caráter qualitativo e exploratório e visou estudar o fen meno para a identifica o de variáveis. A segunda fase, de natureza quantitativa, teve como objetivo validar os instrumentos e testar o modelo estrutural proposto, por meio de uma pesquisa do tipo survey. O questionário foi aplicado em micro e pequenas empresas nas 57 microrregi es consideradas pelo SEBRAE em todo o Estado de Minas Gerais. A amostra constou de 378 respondentes. Após valida o das escalas por métodos estatísticos, os resultados apontaram que no modelo estrutural testado, as etapas do processo de administra o estratégica explica 41% o desempenho das empresas pesquisadas, tendo as etapas planejamento e controle os maiores pesos no desempenho. Com base no modelo, conclui-se que este trabalho contribui para desenvolvimento de pesquisas que buscam explicar o desempenho das empresas, em especial no que se refere à administra o estratégica. Também indica importantes recomenda es gerenciais, já que somente as estratégias deliberadas impactaram no desempenho.
Análise do tema gest o estratégica nas pequenas empresas prestadoras de servi os: uma revis o bibliográfica
Andréa Simone Machiavelli Pontes
Navus : Revista de Gest?o e Tecnologia , 2012,
Abstract: As pequenas empresas prestadoras de servi o têm desempenhado cada vez mais um papel importantíssimo para o crescimento da economia brasileira. Tais empresas se deparam com novas situa es de mercado como concorrência, excelência na qualidade, clientes exigentes e conhecedores, necessidade de abrangência no mercado, cultura e clima organizacional, fornecedores e outras tantas variáveis muitas vezes nem conhecidas por seus administradores. A abordagem da Gest o Estratégica apresenta a necessidade de entender as variáveis e fatores que comp em o micro e macro ambiente das pequenas empresas, o processo de planejamento e de a es estratégicas que conduzam os objetivos e metas contribuindo para o sucesso das empresas diante de um mercado competitivo. O objetivo deste artigo é realizar uma revis o bibliográfica em torno do conceito Gest o Estratégica, para identificar como as pequenas empresas prestadoras de servi os implementam a es para suportar a a o estratégica. O método de pesquisa foi uma análise bibliométrica, por meio de procedimentos de pesquisa quantitativos e qualitativos, com análise documental de publica es no período entre 2006 e 2012, buscando-se artigos que contivessem em seus títulos o termo “Gest o Estratégica” com base de dados da biblioteca eletr nica SciELO.
Mapa dos cheiros: cartografia com crian as pequenas  [cached]
Jader Janer Moreira Lopes
Geografares , 2012,
Abstract: Esse texto busca refletir sobre o trabalho da Cartografia com crian as pequenas, sobretudo nas Creches e Educa o Infantil. Utilizando como referencial a teoria histórico-cultural de Vigotski e seus colaboradores, faz um debate das contribui es desses autores para uma proposta que vem sendo chamada de Mapas Vivências e suas intera es na Cartografia com Crian as.
COMPETITIVIDADE DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS BRASILEIRAS:
Antunes Júnior Antonio Valle Antunes Júnior,Marcelo Klippel
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: Este artigo descreve uma metodologia de interven o para aumentar o desempenho das Micro e Pequenas Empresas Industriais – MPEI. O desenvolvimento de métodos robustos para a interven o em MPEI representa uma necessidade ainda n o desenvolvida no Brasil. Para a constru o do referencial teórico que suporta a metodologia proposta, o artigo sugere a utiliza o dos princípios, técnicas e método derivados de três disciplinas básicas: Administra o de Empresas, Economia Industrial e Engenharia de Produ o. Desta forma, o objetivo do artigo consiste na proposi o de um Método Global de Interven o, utilizando os mais modernos princípios, métodos e técnicas vinculados às três disciplinas básicas, buscando aumentar a competitividade das Micro e Pequenas Empresas Industriais do País.
MORTALIDADE DOS EMPREENDIMENTOS DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: CAUSAS E APRENDIZAGEM
Carlos Alberto Grespan Bonacim,Julio Araújo Carneiro da Cunha,Hamilton Luiz Corrêa
Gest?o & Regionalidade , 2009,
Abstract: As micro e pequenas empresas (MPEs) s o essenciais para o crescimento e desenvolvimento econ mico de qualquer na o. No entanto, grande parte das novas empresas encerra suas atividades nosprimeiros anos de funcionamento. O objetivo deste trabalho é apontar os principais fatores propulsores da mortalidade de MPEs do Município de Ituverava, em S o Paulo. Os procedimentos metodológicoscontaram com entrevistas individuais com nove empresários de negócios n o bem-sucedidos, seguidos de duas sess es de grupos focais. A pesquisa identificou fatores que podem levar as MPEs aofechamento prematuro e concluiu que a causa da mortalidade ocorre devido a um conjunto de fatores associados que, acumulados, contribuem para o fen meno. Os principais deles s o os seguintes:falta de planejamento prévio; escassez de linhas de crédito; baixa demanda por seus produtos e servi os; elevada carga tributária. Para solucionar os problemas, sugere-se o estímulo à cria o de capital social regional e de incubadoras capazes de dar suporte aos empreendimentos.
Composi o florística e fitossociologia do cerrado sentido restrito no município de água Boa - MT  [cached]
Felfili Jeanine Maria,Nogueira Paulo Ernane,Silva Júnior Manoel Cláudio da,Marimon Beatriz Schwantes
Acta Botanica Brasilica , 2002,
Abstract: O estudo foi conduzido no município de água Boa , no Vale do Araguaia, área de ecótono entre o Cerrado e Amaz nia, que apresenta um complexo vegetacional com o predomínio do cerrado. O objetivo deste trabalho foi estudar a composi o florística e a fitossociologia do cerrado sentido restrito na regi o. Foram alocadas dez parcelas de 20x50m (1000m2). Entraram na amostragem todos os indivíduos lenhosos com diametro no nível do solo igual ou superior a 5cm. Além da amostragem com identifica o in loco das espécies, foram efetuadas incurs es de coleta em áreas próximas, para ampliar o levantamento da composi o florística. Foram encontradas 34 famílias botanicas, contendo 60 gêneros e 80 espécies. A família Leguminosae apresentou o maior número de espécies (10), seguida por Myrtaceae (7), Vochysiaceae (6) e Malpighiaceae (5). Outras 19 famílias foram representadas por uma única espécie. As espécies com maior índice de Valor de Importancia foram Curatella americana L., Qualea parviflora Mart., Callisthene fasciculata Mart., Mezilaurus crassiramea (Meiss) Taub. e Byrsonima crassa Nied. Treze espécies estiveram representadas por um único indivíduo. A densidade foi de 995 indivíduos/ha e a área basal de 7,5 m2 /ha. O índice de Shannon encontrado (H') foi de 3,69, evidenciando a alta diversidade da área.
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