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Modelagem e Simula o da Polimeriza o Termo e Foto-Iniciada de Resinas Di-Carbonato Di-Alila do Etileno Glicol para a Produ o de Lentes Oftálmicas
Brogna Fábio M. S.,Ravagnani Sergio P.
Polímeros , 2002,
Abstract: O polímero termofixo conhecido comercialmente como CR-39 é amplamente utilizado em aplica es ópticas. No processo convencional, utilizam-se peróxidos organicos como termo-iniciadores da polimeriza o. Devido à natureza altamente exotérmica da rea o de polimeriza o, esse processo deve ser conduzido em baixas temperaturas e ocorre lentamente para se evitar defeitos, especialmente no caso de se produzir lentes mais espessas. A utiliza o de foto-inicia o com ultravioleta, por exemplo, permite uma polimeriza o mais rápida e reduz os efeitos exotérmicos da rea o; por outro lado, a alta taxa de rea o e a rápida libera o de calor podem causar defeitos nas lentes. O conhecimento dos perfis de temperatura e de convers o dentro do material durante a polimeriza o é essencial para se otimizar os processos, tanto termo quanto foto-iniciado. Neste trabalho s o estudados modelos para simular esses processos. Os balan os de massa e de energia resultam em equa es diferenciais parciais que s o resolvidas através do método da Coloca o Ortogonal e do método de Runge-Kutta-Gill.
Libera o de flúor de materiais restauradores  [cached]
CARVALHO Adriana Silva de,CURY Jaime Aparecido
Revista de Odontologia da Universidade de S?o Paulo , 1998,
Abstract: Atualmente no mercado odontológico existem diversos tipos de materiais restauradores que liberam flúor com o objetivo de diminuir ou eliminar as cáries recorrentes. Considerando-se a diferen a de composi o desses materiais, foi avaliada sua capacidade de libera o de flúor. Foram avaliados os materiais restauradores: Chelon-fil (ESPE), Vitremer (3M), Variglass (Dentsply), Dyract (Dentsply) e Tetric (Vivadent). Confeccionaram-se seis amostras cilíndricas (área = 1,65 cm2) de cada material, as quais foram imersas individualmente em 2,0 ml de água deionizada, que foi trocada diariamente durante 15 dias. A libera o de flúor foi determinada após adi o de volume igual de tamp o TISAB II às solu es. Para a análise da concentra o de flúor foi utilizado um eletrodo específico para flúor Orion 96-09, acoplado a um analisador de íons Orion EA-940. Todos os materiais seguiram o mesmo padr o de libera o de flúor. As maiores médias de flúor liberado dentro de cada material foram encontradas no 1o dia, decrescendo bruscamente no 2o e 3o dias, e a quantidade de flúor liberado apresentou um decréscimo com o passar dos dias até atingir um nível quase constante. A libera o média de flúor durante o período de avalia o (média e desvio padr o) em μg F/cm2 foi: CHE = 7,62 ± 0,76A, VIT = 5,91 ± 0,79B, VAR = 2,72 ± 0,25C, DYR = 1,50 ± 0,17 D, TET = 0,136 ± 0,016 E. Médias seguidas por letras distintas diferem entre si ao nível de significancia de 5% (Tukey). Os resultados mostraram que a composi o dos materiais restauradores influencia de maneira significativa sua libera o de flúor.
De Freedom from... libera nos, Domine  [PDF]
Miguel Turrión
Panace@ : Revista de Medicina, Lenguaje y Traducción , 2008,
Abstract: Tomando como base una traducción del inglés al árabe sobre el bienestar de los animales, defiendo la necesidad de adaptar las traducciones no solo a la lengua, sino también a la cultura de llegada, lo cual puede tener repercusiones positivas para los propios originales. También arremeto contra el uso indiscriminado de la jerga y del concepto de libertad . ------------------------------------------------------------- De "Freedom from..." libera nos, Domine. Taking a translation about animal welfare from English into Arabic as a starting point, I make the case for adapting translations not only to the target language, but to the target culture as well. This, in turn, can provide useful feedback for the originals themselves. I also argue against the abusive use of jargon and of the concept of "freedom".
Polimeriza o complementar em autoclave, microondas e estufa de um compósito restaurador direto
Arossi, Guilherme Anziliero et al.
Revista Odonto Ciência , 2007,
Abstract: Com o objetivo de tornar o processo de confec o de restaura es indiretas mais acessível, reduzindo seus custos com a resina utilizada e os métodos de polimeriza o complementar, este estudo testou a possibilidade de se utilizar resinas diretas com métodos de polimeriza o complementar alternativos. Corpos de prova foram confeccionados com a resina Charisma e fotopolimerizados por 20 segundos. Em seguida as amostras foram submetidas à polimeriza o complementar em autoclave, microondas e estufa. Foram estabelecidos dois grupos controles: um controle negativo, que consistiu na utiliza o da resina Charisma fotopolimerizada convencionalmente (20s); e um grupo controle positivo, formado por amostras do compósito restaurador indireto Targis. O ensaio de microdureza Knoop foi realizado após uma semana de armazenagem e os resultados submetidos à análise estatística. Os três métodos de polimeriza o complementar propostos determinaram um aumento na microdureza do compósito restaurador direto quando comparado ao controle negativo (p < 0,05), n o diferindo estatisticamente do compósito restaurador indireto (p > 0,05). Conclui-se que, considerando o desenho experimental deste estudo, a polimeriza o complementar em autoclave, microondas ou estufa aumenta a microdureza da resina Charisma previamente fotopolimerizada.
Determina o em linha de tamanho de partículas na polimeriza o em suspens o
Santos Alexandre F.,Lima Enrique L.,Pinto José Carlos
Polímeros , 1999,
Abstract: A técnica de espectrofotometria na regi o do infra-vermelho próximo (NIR) é usada nesse trabalho para avaliar e controlar de forma contínua e em linha a evolu o do tamanho médio de partícula em polimeriza es de estireno em suspens o. Os resultados obtidos mostram que os espectros de NIR s o sensíveis a modifica es das condi es de opera o, podendo dessa forma prover informa es sobre a evolu o dinamica da distribui o de tamanhos de partícula e sobre a estabilidade da suspens o durante a polimeriza o. Observa-se que a manipula o das variáveis normalmente utilizadas para modificar as curvas de distribui o de tamanhos, tais como a velocidade de agita o e a concentra o de agente estabilizante, n o causa modifica es significativas na cinética da polimeriza o. Finalmente, experimentos mostram que a monitora o e controle contínuo da polimeriza o com a técnica de NIR permite projetar e obter distribui es de tamanho com valores médios pré-especificados, o que aponta para potencial desenvovlvimento de aplica es industriais.
Resistência à flex o de cimentos resinosos com polimeriza o dual  [PDF]
Gouvêa, Cresus Vinícius Depes de et al.
Revista Odonto Ciência , 2008,
Abstract: Objetivo: Avaliar a resistência à flex o de três cimentos resinosos com polimeriza o dual, em compara o com um cimento resinoso autopolimerizável e um cimento de fosfato de zinco. Metodologia: Oito corpos-de-prova (4x4x30mm) foram confeccionados com cada material testado: três cimentos resinosos de polimeriza o dual, RelyX ARC (3M), Enforce (Dentsply) e Dual Cement (Vigodent); um cimento resinoso autopolimerizável, Cement-Post (Angelus); e um cimento de fosfato de zinco (DFL). O teste de resistência à flex o de três pontos foi realizado em uma máquina de ensaios universal com velocidade de 0,5mm/min. Os dados foram analisados por ANOVA e teste de Tukey. Resultados: Os valores médios de resistência à flex o foram 76,80MPa para RelyX ARC, 79,40MPa para Enforce, 83,43MPa para Dual Cement, 51,87MPa para Cement-Post e 8,96MPa para o cimento de fosfato de zinco. Os cimentos resinosos com polimeriza o dual n o apresentaram diferen a de resistência flexural estatisticamente significante entre si, mas foram diferentes dos demais tipos de cimento. Houve diferen a entre o cimento resinoso autopolimerizável e o cimento de fosfato de zinco. Conclus o: A resistência à flex o foi afetada pelo tipo de cimento, sendo que os cimentos resinosos com polimeriza o dual apresentaram os maiores valores.
Microdureza de resina composta: efeito de aparelhos e tempos de polimeriza o em diferentes profundidades
SANTOS Luciana Aily,TURBINO Míriam Lacalle,YOUSSEF Michel Nicolau,MATSON Edmir
Pesquisa Odontológica Brasileira , 2000,
Abstract: As propriedades das resinas compostas têm sido estudadas com freqüência, bem como os fatores que podem influenciar seu grau de polimeriza o. Diante da evolu o desses materiais e da necessidade de buscarmos melhora do seu comportamento na cavidade bucal, objetivamos, por meio deste estudo avaliar a eficácia de dois aparelhos fotopolimerizadores do tipo pistola (de alta intensidade de luz), comparando com a de um aparelho a cabo (de baixa intensidade de luz), com tempos de exposi o de 20 e de 40 segundos e em profundidades de 1 a 4 milímetros. Os testes avaliaram o grau de polimeriza o da resina por meio de testes de microdureza Knoop. Os resultados mostraram haver diferen a estatisticamente significante entre os tempos, sendo que com 40 segundos a dureza foi maior que com 20 segundos para as 4 diferentes profundidades. Para o fator aparelhos, os dois aparelhos tipo pistola se comportaram superiores ao do tipo cabo Fibralux (Dabi Atlante), e entre eles, o XL 1500 (3M) promoveu dureza maior que o Optilight II (Gnatus) no tempo de polimeriza o de 40 segundos. As profundidades de 1, 2, 3 e 4 milímetros mostraram estatisticamente diferen a entre si tendo sido encontrada maior dureza para as menores profundidades (p < 0,05).
Modelagem do Processo de Fragmenta o de Catalisadores Suportados Durante a Pré-polimeriza o de Olefinas
Merquior Douglas M.,Lima Enrique L.,Pinto José Carlos
Polímeros , 2002,
Abstract: Uma metodologia é proposta para descrever a morfologia das partículas de polímero que s o obtidas durante os momentos iniciais da polimeriza o de olefinas via catálise heterogênea. O método é baseado na análise matemática da capacidade da partícula em liberar a energia mecanica acumulada no seu interior devido à rápida produ o de polímero. O balan o entre as quantidades de energia acumulada e liberada é calculado com o auxílio de um modelo dinamico da rea o de pré-polimeriza o. A combina o da metodologia proposta com o modelo dinamico permitiu a análise dos mecanismos de fragmenta o, indicando a morfologia da partícula de polímero produzida em fun o do tamanho da partícula e da temperatura do reator.
Colestasias Familiares: Una Causa Común de Hiperbilirrubinemia Conjugada Familial Cholestasis: A Comon Cause of Conjugated Hyperbilurubinemia
MARCELA GODOY P,HUMBERTO SORIANO B
Revista chilena de pediatría , 2009,
Abstract: La Colestasia corresponde a un trastorno en la formación y excreción de la bilis que provoca retención de sus componentes y da o en hígado y sangre. La colestasia en el ni o casi siempre se debe a una alteración hepática secundaria a causas ahora mayormente conocidas a nivel molecular. Desde el punto de vista funcional la colestasia resulta de una insuficiencia secretora del hígado debido a una disminución del flujo biliar por falla en los procesos de transporte o síntesis o a una obstrucción de la vía biliar. La colestasia extrahepática incluye la atresia de vías biliares y otras obstrucciones de la vía biliar. La colestasia intrahepática incluye las colestasias progresivas familiares PFIC 1, 2 y 3 causadas por fallas en los genes ATP8B1, ABCBll y ABCB4 respectivamente. Clínicamente pueden presentarse con ictericia, prurito, anorexia y compromiso del estado general. Desde el punto de vista del laboratorio las enfermedades colestásicas se caracterizan por hiperbilirrubinemia conjugada mayor a 1 mg/dl o mayor a 20% de bilirrubina total. Cholestasis is defined as a disorder affecting the production of bile resulting in the retention of its components in the liver and blood. In children, this disorder is almost always due to genetic alterations. Functionally, cholestasis may be the result of hepatic failure to secrete bile due to decrease in transport, synthesis or biliary obstruction. Extrahepatic cholestasis may be caused by biliary atresia and other obstructions of the bile ducts. Intrahepatic cholestasis may be the result of several disorders including progressive familial intrahepatic cholestasis (PFIC) types 1, 2 and 3, an autosomal recessive disease due to mutations in the genes ATP8B1, ABCBll and ABCB4 respectively. Pathophysiology and clinical presentation of this disease are now well understood. Clinically, these patients may present with jaundice, itching, anorexia, and generally unwell. Laboratory tests may disclose conjugated bilirubin over lmg/dl or larger than 20% of total bilirubin. Ursodeoxycholic acid, cholestiramine and biliary diversion may help in some of these conditions. Ongoing research into the mechanisms of genetic cholestasis could be key to therapy.
Estudo in vivo de um sistema de libera o de drogas constituído por hidroxiapatita e cisplatina  [cached]
Sobral Renata Afonso,Daleck Carlos Roberto,Melo Wanderley José de
Acta Cirurgica Brasileira , 2001,
Abstract: Um sistema de libera o constituído por hidroxiapatita e cisplatina foi testado em ratos para avalia o da libera o local e sistêmica do antineoplásico cisplatina. Os animais que receberam os implantes com a droga desenvolveram efeitos colaterais ao tratamento, sendo os mais comuns: anorexia, diarréia, epistaxe e necrose cutanea no sítio de implanta o; cerca de 45% deste animais morreram, indicando intoxica o. Amostras de sangue e dos tecidos hepático, renal e muscular de todos os animais pertencentes ao experimento foram submetidas à detec o das concentra es de cisplatina, revelando a cinética de libera o da droga pelo sistema proposto.
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