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PRODU O MAIS LIMPA APLICADA AO PROCESSO DE FABRICA O DE PE AS EM COMPóSITOS DE RESINA POLIéSTER INSATURADO REFOR ADO COM FIBRA DE VIDRO  [cached]
Renato Jean Sevald,Noeli Sellin
Engevista , 2012,
Abstract: : In this work, the managment of class II solid waste, classified according ABNT NBR10.004, was performed from diagnosis applied in the processes of Resin Transfer Molding (RTM) and Sheet Moulding Compound (SMC) used in the manufacture of composite parts formed from unsaturated polyester resin reinforced with glass fibre, applying cleaner production activities, giving priority to source reduction, reuse and recovery. The diagnosis in the survey consisted of waste quantification and identification of the generating area before and after application of waste management. With the actions taken, there was a reduction of 67.3 kg of class II solid waste per ton of products produced, representing a reduction of 24.81%. In absolute terms during the period analyzed, a minimization of 22,079.64 kg was obtained, representing a savings of more than R$ 2,800.00 per month with only the final disposal of waste to landfills. With the measures taken and the proposals to minimize, over a year, that revenue would be more than R$ 55,000.00.
Fura o com alta velocidade de corte em compósitos poliméricos refor ados com fibras de vidro  [cached]
Juan C. Campos Rubio,Leonardo R Silva,Alexandre M. Abr?o,Paulo E. Faria
Ciência & Tecnologia dos Materiais , 2007,
Abstract: Dentre as novas tecnologias que come aram a ser empregadas na busca da competitividade, está à tecnologia de usinagem com alta velocidade de corte - HSC (high speed machining). O presente trabalho estuda a fura o com alta velocidade de corte em compósitos poliméricos refor ados com fibras de vidro, que s o conhecidos como materiais cujas propriedades e desempenho s o superiores as principais propriedades dos materiais plásticos, tais como resistência mecanica, rigidez e resistência à fluência, através da adi o de refor os na forma de fibras de vidro. Em contrapartida, torna-se um material de difícil usinabilidade devido à acelera o do desgaste da ferramenta, causado principalmente por abras o, além do fato da anisotropia das fibras interferirem no mecanismo de forma o de cavacos, de forma que os conhecimentos disponíveis para o corte de metais n o podem ser transferidos diretamente para os plásticos refor ados. High speed machining is an outstanding technology which allows increasing competitiveness with regard to both the quality of the machined component and machining costs. This work is concerned with high speed drilling of fiber reinforced polymeric composites. In spite of the advantages offered by this category of materials generally associated to their specific strength, fiber reinforced composites are considered difficult to machine materials owing to the accelerated tool wear rates resulting from abrasion, in addition to the fact that the fibers anisotropy affects chip formation. Therefore, the knowledge related to the machinability of metallic alloys cannot be directly applied to polymeric composite.
Avalia o in vitro da resistência ao cisalhamento e libera o de flúor de dois cimentos de ion mero de vidro refor ado por resina  [PDF]
Pithon, Matheus Melo et al.
Revista Odonto Ciência , 2007,
Abstract: O objetivo deste estudo foi avaliar os cimentos de ion mero de vidro refor ados com resina Fuji Ortho LC e Fuji Ortho Band (GC América Corporation, Tokyo, Japan) quanto a resistência ao cisalhamento e libera o de flúor. Para avalia o da resistência ao cisalhamento utilizou-se 60 incisivos inferiores permanentes bovinos divididos em três grupos (n = 15). No Grupo 1, 2 e 3, as colagens foram realizadas com Transbond XT, Fuji Ortho LC e Fuji Ortho Band respectivamente. Após a colagem realizou-se o ensaio de cisalhamento de toda amostra à velocidade de 0,5 mm por minuto. A libera o de flúor dos materiais foram medidas durante 28 dias (1h, 24 h, 3, 7, 14, 21 e 28 dias) através de eletrodo íon seletivo conectado a um analisador de íons. Os resultados demonstraram que quanto a resistência ao cisalhamento (MPa) houve diferen as estatísticas entre os grupos 1 e 3, 2 e 3 (p > 0,05). Quanto a libera o de flúor os resultados evidenciaram diferen a estatisticamente significante entre os grupos 1 e 3 e 2 e 3 em todos os tempos (p = 0. 00) e entre os grupos 1 e 2 na avalia o de 3 dias de libera o de flúor (p = 0. 00). Baseado nos resultados obtidos conclui-se que os materiais Transbond XT e Fuji Ortho possuem melhor resistência ao cisalhamento porém menor libera o de flúor quando comparado ao Fuji Ortho Band.
Estudo comparativo da resistência ao cisalhamento de bráquetes metálicos colados com cimentos de ion mero de vidro refor ados com resina
Matheus Melo Pithon,Márlio Vinícius de Oliveira,Ant?nio Carlos de Oliveira Ruellas
Revista Saúde.Com , 2006,
Abstract: O objetivo deste estudo foi avaliar comparativamente a resistência ao cisalhamento da uni o de bráquetes metálicos colados com os cimentos de ion mero de vidro refor ados com resina Fuji Ortho LC (GC América Corporation, Tokyo, Japan) e Ortho Glass LC (DFL, Rio de Janeiro, Brasil) em esmalte sem condicionamento e condicionado com ácido fosfórico a 37%. Foram utilizados 75 incisivos inferiores permanentes bovinos divididos em cinco grupos (n=15). No Grupo 1 (controle), a colagem foi realizada com Transbond XT seguindo as recomenda es do fabricante. Nos Grupos 2 e 3, os bráquetes foram colados com Fuji Ortho LC sem condicionamento e com condicionamento, com ácido forfórico 37%. Nos Grupos 4 e 5, a colagem foi realizada com Ortho Glass LC, nas mesmas condi es dos grupos anteriores. 24 horas após a colagem realizou-se o ensaio de cisalhamento de toda amostra à velocidade de 0,5mm por minuto. Os resultados (MPa) mostraram n o haver diferen as estatísticas entre os grupos 1 e 3 (p>0,05). Entretanto estes grupos foram estatisticamente superiores aos demais (p<0,05). Entre os grupos 2 e 5 nenhuma diferen a estatística significante foi observada (p>0,05)
Compara o do comportamento à flex o com restri es à deflex o de placas de compósitos de matriz polimérica epoxídica em fun o do tipo de fibra de refor o
Morais Willy A. de,d?Almeida José Roberto M.
Polímeros , 2003,
Abstract: Placas finas de compósitos de matriz polimérica epoxídica refor ada por fibras de vidro, carbono ou aramida, bem como placas de um compósito híbrido vidro-aramida, foram submetidas a ensaios de flex o. As condi es de fixa o dos corpos de prova foram tais que o ensaios foram realizados com deflex o restrita. Os resultados experimentais obtidos para a deflex o máxima dos compósitos puderam ser qualitativamente previstos usando-se o método de balan o de energia de Ritz. Os compósitos refor ados por fibras de carbono apresentaram os maiores valores de energia de inicia o e de for a máxima, o que foi atribuído às altas propriedades intrínsecas das fibras. As propriedades específicas do compósito híbrido foram superiores às dos compósitos apenas com fibras de vidro ou fibras aramidas. Este efeito sinergístico indicou um projeto adequado na fabrica o deste compósito. O modo de falha macroscópico de todos os compósitos foi semelhante. Na face frontal, a intera o compósito - pun o seguiu o comportamento previsto pela Lei de Hertz. Na face posterior, houve preferencialmente delamina o.
CHARACTERIZATION AND CHEMICAL RECYCLING BY PYROLYSIS OF WASTE FROM WIND BLADES MANUFACTURING = CARACTERIZA O E RECICLAGEM QUíMICA VIA PIRóLISE DE RESíDUOS DA FABRICA O DE PáS EóLICAS
Patrícia Carla Guerrero,Sandro Donnini Mancini,Carim Miguel Toubia
Holos Environment , 2011,
Abstract: Wind energy is a form of energy that its use is expanding, and with this growth has also increased the amount of waste generated in the manufacture of wind blades. A correct way to use and disposal of these wastes is recycling. However, these are made of composite materials, usually epoxy resin and glass fiber; and by having a thermosetting polymer (the epoxy resin) in their composition, the conventional recycling by fusion is not possible. Thus, the chemical recycling by pyrolysis is presented as an alternative to the utilization of these wastes, especially glass fiber that they contain. After characterization of the waste from a wind blade industry, it was found that this was a material with more than 70% glass fiber and very dense. Pyrolysis tests were performed dry and with babassu oil, considered the most interesting face several possible and in which the waste stay completely immersed in facilitating the exchange of heat and swelling. In a heating system with vacuum, were obtained over 97% of fibers in 30 minutes at 310 °C, exactly the temperature that a thermogravimetric analysis showed to be the start of high rates of thermal degradation. = A energia eólica é uma forma de energia que seu uso encontra-se em expans o, e junto a esse crescimento, tem-se também o aumento da quantidade de resíduos gerados na fabrica o das pás eólicas. Uma forma correta de destina o e aproveitamento desses resíduos é a reciclagem. Porém, esses s o constituídos de materiais compósitos, geralmente a resina epóxi e a fibra de vidro; e por possuírem um polímero termofixo (a resina epóxi) na sua composi o, a reciclagem convencional via fus o n o é possível. Desta forma, a reciclagem química via pirólise apresenta-se como uma alternativa para o aproveitamento desses resíduos, em especial da fibra de vidro que o contém. Após caracteriza o do resíduo de uma indústria de pás eólicas, verificou-se que se tratava de um material com mais de 70% de fibra de vidro e muito densas. Foram realizados ensaios de pirólise a seco e com óleo de baba u, considerado o mais interessante perante vários possíveis e no qual o resíduo fica totalmente imerso, facilitando o inchamento e a troca de calor. Em um sistema de aquecimento com vácuo, foram obtidas mais de 97% de fibras em 30 minutos a 310 oC, justamente a temperatura em que uma análise termogravimétrica apontou ser a de início de altas taxas de degrada o térmica.
Caracteriza o de massa ceramica vermelha utilizada na fabrica o de tijolos na regi o de Campos dos Goytacazes - RJ  [cached]
Vieira C. M. F.,Holanda J. N. F. de,Pinatti D. G.
Ceramica , 2000,
Abstract: O objetivo deste trabalho é caracterizar uma mistura de argilas utilizada na fabrica o de tijolos na regi o de Campos dos Goytacazes-RJ. Com isso, é possível avaliar a possibilidade de aplica o desta massa na fabrica o de outros produtos com maior valor agregado, como por exemplo telhas e revestimentos ceramicos. Foram realizadas análises de composi o química, difra o de raios-X, análise térmica diferencial/(ATD), análise termogravimétrica (ATG), análise granulométrica e determina o de propriedades físico-mecanicas em fun o da temperatura de queima. Os resultados demonstraram que a massa ceramica estudada é apropriada para a fabrica o de tijolos maci os e blocos de veda o. Entretanto, para a fabrica o de telhas e revestimentos ceramicos é necessário trabalhar a formula o da massa para a obten o de propriedades de acordo com as normas técnicas em vigor.
Forma o in situ de biofilme sobre esmalte e cimento de ion mero de vidro em diferentes tens es de oxigênio
Almeida, Vinícius Gomes et al.
Revista Odonto Ciência , 2008,
Abstract: Objetivo: Avaliar, in situ, o desenvolvimento de biofilme sobre fragmentos de esmalte bovino com restaura es de cimento de ion mero de vidro. Metodologia: Seis voluntários utilizaram um dispositivo intra-bucal removível, semelhante a um aparelho ortod ntico, contendo quatro espécimes de esmalte bovino restaurados com cimento de ion mero de vidro, posicionados para o meio bucal livre ou em contato com o palato. Um examinador cego analisou visualmente a forma o de biofilme nos corpos-de-prova em esmalte e em ion mero de vidro utilizando um índice-padr o após 24, 48, 96 e 168 horas (7 dias). Resultados: N o houve diferen a significativa na forma o de biofilme sobre o ion mero de vidro em rela o ao esmalte. Houve um desenvolvimento mais rápido do biofilme nos corpos-de-prova voltados para o palato, independentemente do tipo de substrato. Conclus es: O cimento de ion mero de vidro n o afetou a coloniza o microbiana. O desenvolvimento de biofilme foi maior no local com menor disponibilidade de oxigênio.
Citotoxicidade de cimentos de ion mero de vidro restauradores sobre células de linhagem odontoblástica  [PDF]
Coimbra, Luciana Rocha et al.
Revista Odonto Ciência , 2006,
Abstract: Os efeitos citotóxicos dos cimentos de ion mero de vidro podem ser atribuídos aos componentes liberados por estes materiais. Assim, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a citotoxicidade dos extratos de um cimento de ion mero de vidro convencional (Ketac Fil Plus – 3M/ESPE) e de um cimento de ion mero de vidro modificado por resina (Fuji II LC – GC) aplicados sobre células da linhagem odontoblástica MDPC-23. Corpos de prova com dimens es padronizadas foram preparados, imersos em 1,1mL de meio de cultura (DMEM), e incubados por 24 horas em estufa a 37oC com 5% de CO2. Os extratos obtidos foram filtrados, tiveram o pH ajustado para 7,4 e, foram incubados por 24 horas em contato direto com as células MDPC-23. DMEM puro foi utilizado como controle negativo. O metabolismo celular foi determinado pelo teste do MTT e os valores numéricos obtidos foram submetidos à análise estatística. A morfologia das células em contato com os extratos dos materiais experimentais ou controle (DMEM) foi avaliada em microscopia eletr nica de varredura (MEV). Os resultados obtidos pelo teste do MTT n o mostraram diferen a estatística significante entre os dois materiais e o grupo controle. Na análise em MEV, tanto para os cimentos de ion mero de vidro como para o grupo controle, foi observado um grande número de células com morfologia ligeiramente alongada e com múltiplos prolongamentos citoplasmáticos. Assim, foi possível concluir que os materiais ionoméricos avaliados apresentam baixo efeito citotóxico para as células de linhagem odontoblástica MDPC-23.
Embalagens plásticas e de vidro para produtos farmacêuticos: avalia o das propriedades de barreira à luz  [cached]
R. M.V. ALVES,S. B.M. JAIME,M. P. GON?ALVES,P. W. SUZUKI
Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada , 2009,
Abstract: A estabilidade de produtos farmacêuticos fotossensíveis é afetada pela luz, que catalisa rea es de degrada o. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficiência de diferentes resinas, colora o, espessura e presen a de absorvedores de radia o ultravioleta (UV) como promotores de barreira à luz em embalagens plásticas e de vidro para produtos farmacêuticos. A Farmacopéia Americana estabelece limites entre 10 e 25% de transmiss o de luz entre 290 e 450 nm para embalagens de medicamentos. Nenhum dos frascos sem colora o mostrou-se adequado, sendo aqueles que apresentaram menor transmiss o foram o de vidro e o de politereftalato de etileno (PET), até 350 nm, e o de polietileno de baixa densidade (PEBD) no restante do espectro. A amostra de polipropileno (PP) apresentou a maior taxa de transmiss o até 300 nm, ficando próxima das demais amostras a partir daí. No frasco de PET cristal com absorvedor de radia o UV, observou-se redu o significativa nas transmitancias até 350 nm, chegando à mesma percentagem que o PET sem absorvedor acima deste comprimento de onda. As amostras de PET ambar, verde e branco apresentaram a melhor barreira à luz dentre os frascos de PET coloridos. As chapas de policloreto de vinila (PVC) apresentaramse similares às de PET (tanto cristal quanto coloridas), sendo que as chapas de policloreto de vinila / policloreto de vinilideno (PVC/PVdC) e policloreto de vinila / policlorotrifluoretileno (PVC/Aclar) apresentaram transmiss o similar à do PVC com absorvedor de UV. A embalagem de PP azul apresentou maior barreira que o PP natural, mas n o é adequada segundo a Farmacopéia. A espessura se mostrou diretamente proporcional à barreira, tanto nas embalagens de PET quanto nas de vidro. Palavras-chave: embalagens plásticas e de vidro; produtos farmacêuticos; barreira à luz.
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