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Sobre o "ronca", doen a de etiologia obscura em bovinos, caracterizada por respira o ruidosa  [cached]
Tokarnia Carlos Hubinger,D?bereiner Jürgen
Pesquisa Veterinária Brasileira , 1998,
Abstract: S o apresentados os resultados de estudos realizados sobre uma doen a de evolu o cr nica em bovinos, de etiologia obscura, cuja caraterística principal é uma respira o ruidosa. Esta doen a é conhecida nos Estados do Piauí, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, onde a sua ocorrência foi verificada, pelos nomes populares de "ronca", "roncadeira" ou "ronqueira". Os dados mais importantes da doen a, baseados nos históricos, em observa es próprias, exames clínicos, necropsias de 12 bovinos, complementadas por exames histopatológicos e analises químicas de amostras de fígado para microelementos, s o a respira o ruidosa na inspira o, que aparece ou se intensifica a medida que se lida com os animais, irritabilidade, emagrecimento progressivo e morte após alguns meses até dois anos. Exames de sangue, realizados nos estudos no Piauí, revelaram uma condi o normo-cítica hipocr mica; esfrega os de sangue n o revelaram nada digno de nota. à necropsia se constatou às vezes colora o alaranjada do fígado e colora o alaranjada/marrom dos linfonodos do hilo do fígado. Exames da cavidade nasal, especialmente dos cornetos, e da laringe, n o revelaram nenhuma altera o. Os exames histopatológicos evidenciaram como les o principal hemossiderose acentuada do fígado, sempre presente, bem como do ba o e de linfonodos. Análises de amostras de fígado revelaram em todos os animais afetados pela doen a, nas três regi es, valores muito baixos de cobre e muito elevados de ferro. Dois bovinos afetados pela doen a, transferidos para regi o indene, continuaram com a respira o ruidosa durante mais de um ano. à necropsia destes animais n o foram encontradas les es, além de alguns achados n o relacionáveis com a doen a. Nos exames histopatológicos foi constatada hemosside-rose no fígado, ba o e em linfonodos, porém menos acentuada que nos casos de "ronca" examinados no local de sua procedência. As análises de amostras de fígado revelaram valores normais para cobre e de ferro ainda altos, mas menos acentuados que nos bovinos com "ronca" no local de sua procedência. Os estudos realizados n o permitiram desvendar a raz o da respira o ruidosa. é levantada a suspeita, que a deficiência de cobre tenha influência na patogênese do "ronca", em que, porém, devem estar envolvidos ainda outros fatores para a forma o do quadro.
Avalia o da resposta imune celular em pacientes com periodontite  [cached]
HIDALGO Mirian Marubayashi,ITANO Eiko Nakagawa,NISHIMURA Cristina Sayuri,TREVISAN JUNIOR Wilson
Revista de Odontologia da Universidade de S?o Paulo , 1998,
Abstract: A resposta linfoproliferativa a Actinobacillus actinomycetemcomitans (Aa) e ao mitógeno fitohemaglutinina (PHA) foi avaliada comparativamente em grupos de pacientes com Periodontite de Incidência Precoce (PIP), Periodontite de Adulto (PA) e controles saudáveis sem doen a periodontal. Como antígenos foram utilizados a mistura de extratos sonicados de cinco isolados provenientes de pacientes com PIP, confirmados como Aa, e os extratos sonicados de Aa de referência ATCC 29522, ATCC 29523 e FDC Y4. Os resultados da resposta linfoproliferativa a Aa n o demonstraram diferen as estatisticamente significantes em pacientes com PIP (n = 9) ou PA (n = 20) em rela o ao grupo controle (n = 20). Utilizando os extratos sonicados de Aa previamente aquecidos ou n o, foi detectada a presen a de fator ou fatores termolábeis com capacidade de suprimir a resposta linfoproliferativa específica, indicando a necessidade do aquecimento do extrato para a real avalia o da resposta linfoproliferativa. Frente ao mitógeno PHA, n o foram observadas diferen as significativas entre os grupos, sugerindo a n o indu o do estado de imunossupress o em pacientes com periodontites. Experimentos subseqüentes com extratos aquecidos ou n o demonstraram a presen a de fator ou fatores termoestáveis com capacidade de suprimir a resposta a PHA, diferenciando-se da resposta específica. A presen a desses fatores, que ser o caracterizados posteriormente, poderia explicar a n o detec o de altera o na resposta imune celular nos pacientes com periodontite.
A a o do hidróxido de cálcio frente ao enterococcus faecalis nos casos de periodontite apical secundária  [cached]
Bruno Marques da Silva,Flávia Sens Fagundes Tomazinho,Juliana Aguiar Anele,Denise Piotto Leonardi
Odonto , 2010,
Abstract: Introdu o: a infec o da polpa e dos tecidos periapicais tem a sua etiologia discutida há anos. A periodontite apical é caracterizada por ser de origem polimicrobiana, sendo o Enterococcus faecalis o micro-organismo mais comumente encontrado. Em situa es clínicas, o objetivo do tratamento endod ntico é eliminar micro-organismos do sistema de canais radiculares. As medica es intracanal s o um importante passo no tratamento e devem ser efetivas frente aos micro-organismos que resistem ao preparo do canal radicular. Dentre as medica es empregadas, o hidróxido de cálcio é utilizado rotineiramente como medica o intracanal. Sua a o se deve ao fato de estabelecer um pH altamente alcalino dentro do canal radicular, 12,5 aproximadamente, no qual a maioria dos micro-organismos n o consegue sobreviver. Objetivo: realizar uma revis o de literatura sobre a rela o do Enterococcus faecalis no insucesso endod ntico e a efetividade do hidróxido de cálcio nesta situa o clínica. Conclus o: a a o do hidróxido de cálcio frente ao Enterococcus faecalis é limitada.
Prevalência de periodontite agressiva em adolescentes e adultos jovens do Vale do Paraíba  [cached]
Cortelli José Roberto,Cortelli Sheila Cavalca,Pallos Débora,Jorge Antonio Olavo Cardoso
Pesquisa Odontológica Brasileira , 2002,
Abstract: O objetivo do presente estudo foi avaliar a prevalência de periodontite agressiva localizada, periodontite agressiva generalizada e periodontite incipiente em uma popula o de 15 a 25 anos de idade (19,4 ± 3,44) da regi o do Vale do Paraíba - SP que procuraram tratamento odontológico clínico geral no Departamento de Odontologia da Universidade de Taubaté, SP. Seiscentos pacientes, 244 do sexo masculino e 356 do sexo feminino, foram incluídos neste estudo. A condi o periodontal da popula o estudada foi determinada em 6 sítios por dente por meio da avalia o das medidas de profundidade à sondagem e nível clínico de inser o, e confirmada por meio de exame radiográfico. Dez indivíduos (1,66%) apresentaram periodontite agressiva localizada, 2 do sexo masculino (18,5 ± 2,12) e 8 do sexo feminino (19,2 ± 3,91), 22 (3,66%) receberam diagnóstico de periodontite agressiva generalizada, sendo 6 do sexo masculino (19,1 ± 3,06) e 16 do sexo feminino (20,1 ± 2,71) e 86 (14,3%) foram diagnosticados com periodontite incipiente, 29 do sexo masculino (20,2 ± 2,87) e 57 do sexo feminino (21,1 ± 2,79). Houve correla o positiva entre sexo feminino e doen a periodontal.
Etiologia da obstru o canalicular
Bison Simone,Scarpi Marinho Jorge,Soccol Ovídio,Tongu Maira Tiyomi Sacata
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2001,
Abstract: Objetivo: S o raros os artigos encontrados na literatura nacional sobre a etiologia da obstru o alta das vias lacrimais de drenagem. O objetivo deste estudo foi, portanto, analisar as diversas etiologias encontradas no nosso meio. Métodos: Foram estudadas 63 vias lacrimais (59 pacientes examinados) com diagnóstico de obstru o alta feito, na maioria dos casos, apenas por meio da propedêutica clínica que incluiu a inspec o, a biomicroscopia, os testes de Jones I e II e a cateteriza o dos canalículos lacrimais. O estudo foi realizado nos Departamentos de Oftalmologia da Universidade Federal de S o Paulo - Escola Paulista de Medicina e do Hospital Central da Santa Casa de Misericórdia de S o Paulo, no período compreendido entre 1991 e 1997. Resultados: As etiologias mais freqüentes foram a dacriocistite cr nica e pós-dacriocistorrinostomia que, em conjunto, foram responsáveis por 53,9% dos casos. Em seguida apareceram os traumatismos, nos quais houve 4 agress es, 5 acidentes automobilísticos e uma mordida de c o. As agenesias contribuíram com 9,5% e menos freqüentes foram a canaliculopatia estenosante, os procedimentos cirúrgicos e radioterápicos no canto medial e as obstru es idiopáticas. Conclus es: Baseando-se nos dados encontrados, pode-se inferir que a etiologia da obstru o alta das vias lacrimais de drenagem em nosso meio n o difere da referida na literatura internacional.
Tratamento da periodontite agressiva e altera es nos compostos sulfurados voláteis  [PDF]
Moreno, Tatiana et al.
Revista Odonto Ciência , 2005,
Abstract: O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do tratamento periodontal na produ o de compostos sulfurados voláteis (CSV) em pacientes com periodontite agressiva. Foram incluídos 17 indivíduos (13-26 anos) com pelo menos um molar/incisivo com profundidade de sondagem (PS) e perda de inser o (PI) = 4 mm. O tratamento foi realizado em duas fases: tratamento da gengivite (controle de placa supragengival por 14 dias), e da periodontite (raspagem e alisamento radicular subgengival). Placa visível, sangramento gengival, PS e PI foram avaliados no início, após tratamento da gengivite, 3 e 6 meses após tratamento da periodontite. CSV foram medidos nos mesmos momentos com um monitor portátil de CSV (Halimeter). Altera es foram comparadas ao longo do estudo através do teste de Friedman. Associa es entre variáveis clínicas e altera es nos CSV foram avaliadas com correla o de Pearson (r). Níveis de placa e gengivite reduziram significativamente ao longo dos 6 meses. Houve redu es significativas do início para o final do estudo em PS (3,2 ± 0,8 mm para 2,3 ± 0,3 mm; p < 0,001) e PI (1,6 ± 1,0 mm para 1,3 ± 0,9 mm; p < 0,001). Os níveis de CSV se mostraram reduzidos ao longo do estudo e n o se alteraram significativamente (medianas: 34 ppb inicial, 36 ppb após controle de placa, 57 ppb 3 meses, 18 ppb 6 meses; p = 0,197). Indivíduos com maiores percentuais de placa antes do tratamento da periodontite demonstraram maiores redu es de CSV após o mesmo (r = 0,54; p = 0,024). Conclui-se que o tratamento periodontal n o levou a altera es nos níveis de CSV em pacientes com periodontite agressiva.
Etiologia e tratamento das doen as periimplantares  [cached]
Rogério de Lima Romeiro,Rosilene Fernandes da Rocha,Antonio Olavo Cardoso Jorge
Odonto , 2010,
Abstract: Introdu o: a periimplantite é uma doen a infecciosa semelhante à periodontite cr nica que afeta os tecidos periimplantares. Objetivo: realizar uma revis o de literatura sobre periimplantite, abordando os tipos, as causas, diagnóstico e tratamento. Conclus o: as doen as periimplantares s o possíveis complica es do tratamento com implantes. Vários protocolos de tratamento já foram sugeridos e estudados por diversos autores, porém, ainda se sabe muito pouco se essas terapias s o capazes de devolver a osseointegra o dos implantes. O tratamento das doen as periimplantares é ainda baseado em considera es empíricas, muitas vezes derivadas da pesquisa periodontal e de dados extrapolados de achados in vitro.
Anemia do lactente: etiologia e prevalência  [cached]
Hadler Maria Claret C.M.,Juliano Yara,Sigulem Dirce M.
Jornal de Pediatria , 2002,
Abstract: Objetivo: verificar a prevalência de anemia, anemia ferropriva e deficiência de ferro em lactentes, de unidade pública de saúde, no município de Goiania, Brasil, analisar e correlacionar as variáveis bioquímicas e hematológicas. Métodos: realizou-se estudo transversal. De 120 m es entrevistadas, foram incluídos 110 lactentes de 6 a 12 meses de idade, a termo e n o gemelares. Dados socioecon micos e hematológicos foram obtidos. Colheu-se sangue venoso dos lactentes em jejum para realiza o do hemograma completo por contagem eletr nica, ferro sérico, ferritina sérica e proteína C-reativa, os quais foram utilizados na avalia o da etiologia ferropriva nos anêmicos. Crian as com hemoglobina < 11g/dl foram consideradas anêmicas. Resultados: a prevalência de anemia observada foi de 60,9%. Ao se considerar no diagnóstico da etiologia ferropriva nos lactentes sem processo inflamatório, a altera o da hemoglobina mais dois índices entre volume corpuscular médio (VCM), ou hemoglobina corpuscular média (HCM), ou ferritina, ou ferro sérico, a prevalência de etiologia ferropriva foi de 87%. Porém, ao se incluir nos índices a amplitude de distribui o dos eritrócitos (RDW), a prevalência foi de 97,8%. Nos n o anêmicos, considerando a ferritina e o RDW, observou-se 28% de prevalência de deficiência de ferro. As melhores correla es entre as variáveis hematológicas e bioquímicas foram hemoglobina e hematócrito (r = 0,946), e HCM com o VCM (r = 0,950). Conclus o: A principal etiologia da anemia nos lactentes foi a ferropriva, cuja prevalência variou com os diferentes parametros utilizados e critérios adotados.
Bacteroides forsythus: sensibilidade a antimicrobianos em amostras de pacientes portadores de periodontite
LOTUFO Roberto Fraga Moreira,PANNUTI Claudio Mendes,SARAIVA Maria da Concei??o
Pesquisa Odontológica Brasileira , 2001,
Abstract: Os autores realizaram teste de sensibilidade antimicrobiana in vitro (técnica de dilui o em ágar) para 105 cepas de B. forsythus obtidas de pacientes portadores de periodontite. De acordo com o teste realizado, o microrganismo demonstrou ser sensível ao metronidazol (100% das cepas testadas) e à amoxicilina (94% das cepas testadas), enquanto 72% e 65% das cepas foram susceptíveis à tetraciclina e ciprofloxacina, respectivamente. O metronidazol e a amoxicilina parecem ser os antimicrobianos indicados para o tratamento de infec es periodontais nas quais B. forsythus seja o patógeno predominante.
Níveis de cortisol sanguíneo após tratamento periodontal em pacientes com periodontite cr nica ou agressiva: estudo piloto  [PDF]
Carrijo, Juliana Elias et al.
Revista Odonto Ciência , 2009,
Abstract: Objetivo: Verificar se os níveis de cortisol sanguíneo s o diferentes antes e após tratamento periodontal em sujeitos com periodontite cr nica ou agressiva generalizada. Metodologia: Neste estudo piloto quasi-experimental foram avaliados 3 grupos: Controle (n=19, idade média de 36,4±5,1 anos), Teste 1 (n=9, idade média de 42,3±3,0 anos) apresentando periodontite cr nica e Teste 2 (n=9, idade média de 32±6,7 anos) apresentando periodontite agressiva. Os grupos Teste foram avaliados antes e depois do tratamento periodontal. As variáveis coletadas foram os parametros clínicos profundidade de bolsa à sondagem (PBS) e nível de inser o clínico (NIC) e a taxa de cortisol sanguíneo aferida por eletroquimioluminescência. Os dados foram analisados por testes t para amostras independentes e para amostras pareadas (α=0,05). Resultados: Para PBS e NIC n o houve diferen a entre os grupos Controle e Teste 1 ou 2 após tratamento periodontal (P<0,05). Para os níveis de cortisol sanguíneo, o grupo Teste 1 antes do tratamento n o apresentou diferen a significante com o grupo Controle, mas o nível de cortisol pós-tratamento aumentou (P<0,05). No grupo Teste 2 n o houve diferen a de nível de cortisol antes e após tratamento periodontal. Conclus o: N o foi possível relacionar os níveis de cortisol sanguíneo com periodontite ou tratamento periodontal nesta amostra.
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