oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Namoro na terceira idade e o processo de ser saudável na velhice: recorte ilustrativo de um grupo de mulheres
Norma R. Salini Laurentino,Daiana Barboza,Graziane Chaves,Jovania Besutti
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2006,
Abstract: Os idosos sofrem inúmeras repress es culturais e preconceitos, porém a discuss o é ainda maior quando se aborda a sexualidade. A sociedade designa a mulher e o homem idosos como incapazes de exercerem sua sexualidade, ainda que, independentemente disso, o desejo sexual se mantenha presente em todas as fases da vida. Sendo a afetividade um determinante do processo do envelhecer saudável, esta pesquisa objetiva descobrir como as mulheres experienciam o namoro na terceira idade. Trata-se de um estudo exploratório e descritivo de abordagem qualitativa, cujas palavras-chave s o: enfermagem, família, idosos, sexualidade. A pesquisa foi desenvolvida com mulheres que freqüentam grupos de terceira idade e que vivenciaram o namoro nesta fase da vida, no período de dezembro de 2003 a mar o de 2004, no município de Passo Fundo. Utilizou-se grupo focal como técnica de coleta de dados e, para tratamento, a análise temática (MINAYO, 1996). Como resultado emergiram as seguintes temáticas: namorar é a melhor coisa da vida (é carinho, cuidado e zelo); entre a censura e o apoio (o olhar da família sobre o namoro dos mais velhos); namoro na terceira idade (tempo de rever valores e conceitos); prazer e perigo (quando a confian a sublima a precau o).
A identidade na Velhice  [cached]
Liliana Sousa
Análise Social , 2009,
Abstract:
O envelhecimento através dos espelhos: algumas considera es sobre as representa es sociais da velhice  [cached]
Carlos Eugênio Soares de Lemos
Vértices , 2010,
Abstract: Esse artigo, baseia num estudo realizado para uma disserta o de mestrado, aborda a rela o entre as representa es que os idosos fazem da velhice e as implica es dessas na dinamica de sua intera o social. Tem como pano de fundo a idéias de socializa o e reprivatiza o do envelhecimento, fen meno observado pela antropóloga Guita Debert em seu estudo sobre a reinven o da velhice na atualidade. Também discute, indiretamente, a quest o da autonomia e da dependência nessa fase da vida.
Reflex es: conceitos, estereótipos e mitos acerca da velhice
Thiago de Almeida,Maria Luiza Louren?o
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2006,
Abstract: Há muita subjetividade relacionada à velhice. Associado a este fator as velhices passam a ser incontáveis e a defini o do próprio termo torna-se um impasse e muitos podem ser os mitos que podem se agregar em torno desse conceito. Dessa forma, acredita-se que uma má compreens o da primeiramente do conceito de velhice para diferentes segmentos da popula o, das manifesta es da sexualidade na Terceira Idade e dos seus processos subjetivos, leve a dificuldades desnecessárias de supera o para os problemas, de forma que um esclarecimento acerca das informa es distorcidas que se difundem em rela o aos mitos existentes possa contribuir para a diminui o das cren as e tabus que se traduzem em preconceitos voltados para os idosos.
Transmiss o psíquico-geracional na contemporaneidade  [cached]
Andrea Seixas Magalh?es,Terezinha Féres-Carneiro
Psicologia em Revista , 2004,
Abstract: No presente trabalho, discutimos o conceito de transmiss o psíquico-geracional e sua importancia para a compreens o dos processosde subjetiva o na contemporaneidade. Analisamos o conceitode transmiss o psíquica na obra freudiana e, com base na literaturapsicanalítica de família, destacando o papel da família comointermediária no processo de transmiss o. A família é consideradamatriz intersubjetiva e meio de transmiss o da vida psíquica entregera es. Concluímos o trabalho, problematizando o processo detransmiss o psíquica na contemporaneidade, buscando articularcontribui es da abordagem psicanalítica e da abordagem psicossocial.
O despertar do amor nos bailes da terceira idade  [PDF]
Kinas, Rovana,Vendruscolo, Giana Bernardi Brum
Psico , 2010,
Abstract: O amor embasa toda forma e rela o humana, e por isso, pode ocorrer em todas as idades, sendo uma prova que a velhice pode ser um recome o. Este estudo discorre sobre como se manifestam as rela es amorosas em idosos aposentados frequentadores de bailes da terceira idade. A pesquisa foi do tipo qualitativa, de caráter descritivo exploratória, cujo delineamento foi um estudo de caso realizado com três sujeitos, escolhidos por acessibilidade. Os dados foram coletados por uma entrevista semi-estruturada e analisados através da análise de conteúdo, da qual emergiu sete categorias. Os objetivos da pesquisa foram alcan ados: os idosos buscam um relacionamento amoroso pela companhia; o enamoramento pode ser ou n o vivenciado como algo satisfatório; e o modo como os relacionamentos se estruturam mostra que todos compartilham tudo, que as mulheres se expressam mais do que o homem, e que o relacionamento pode ser sério quando apoiado pela família.
O turismo, a reinven o e a espetaculariza o na prociss o do fogaréu da Cidade de Goiás (GO)  [cached]
Luana Nunes Martins de Lima
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2013,
Abstract: O artigo tece considera es sobre a dinamica socioespacial instalada na Cidade de Goiás por meio da festa religiosa da Prociss o do Fogaréu. Apresenta uma discuss o sobre a contribui o da festa na constru o da identidade local e na existência de territorialidades, mediante uma pesquisa bibliográfica conceitual e temática, e a observa o. Como resultado dessa discuss o, é feita uma problematiza o das transforma es e persistências nas práticas socioespaciais dos sujeitos, enfocando a “reinven o” da festa, sua espetaculariza o e sujei o ao mercado turístico.
Como mulheres viúvas de terceira idade encaram a perda do companheiro
Cíntia Rocha,Ilva Gobbi,Mariana Mazzarino,Samanta Krabbe
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2005,
Abstract: O presente artigo buscou saber como as viúvas que est o na terceira idade encaram a perda do companheiro. Além de todas as vicissitudes que a velhice acarreta, há, muitas vezes, mais este agravante. Isso se dá, de forma especial, para as mulheres, que geralmente vivem mais que os homens e dificilmente procuram um novo companheiro. Visando entender um pouco mais o que perpassa o universo dessas idosas, entrevistamos sete viúvas que estiveram casadas por mais de 25 anos e que freqüentam um grupo de convivência para terceira idade na cidade de Santa Cruz do Sul. Por meio de uma metodologia qualitativa, utilizando a análise de conteúdo, identificamos que, apesar da perda e do sofrimento, essas idosas est o cada vez mais ativas socialmente, buscando atividades religiosas, grupos de convivência e viagens.
Universidade da Terceira Idade: análise de um programa pioneiro  [cached]
Ivan Eduardo de Abreu Arruda
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2010,
Abstract: Neste trabalho prop e-se estudar o caso do programa brasileiro pioneiro de Universidade da Terceira Idade, organizado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, por meio de uma perspectiva metodológica qualitativa. A inten o é, por meio de uma viagem histórica ao longo dos dezoito anos de atividade e fazendo uso de bibliografias, documentos e entrevistas com pessoas envolvidas, analisar os diversos aspectos que serviram como base para a constru o contínua do programa, como caracteriza o, objetivos, currículos, infraestrutura, docentes e discentes. Considera-se que a manuten o de valores tem sido um ponto significativo na qualidade do programa, incluindo socialmente, elevando a autoestima, melhorando a qualidade de vida de seus participantes e possibilitando o fortalecimento da identidade das pessoas na terceira idade.
A TEORIA HUMEANA DA IDENTIDADE PESSOAL
Fábio Augusto Guzzo
Griot : Revista de Filosofia , 2012,
Abstract: Na primeira parte do artigo, apresento a infame teoria humeana da identidade pessoal. Infame porque seu próprio autor a rejeitou no Apêndice à sua obra máxima, o Tratado da Natureza Humana. Na segunda parte, apresento o Apêndice. A pergunta fundamental é: por que Hume rejeitou sua teoria inicial? Os comentadores dividem-se entre aqueles que vêem um problema menor, técnico, na explica o da cren a na identidade pessoal e aqueles que vêem um problema maior, filosófico, que afetaria n o só a se o “Da identidade pessoal” como todo o projeto empirista desenvolvido no Tratato da Natureza Humana. Na terceira parte, exponho alguns dos problemas (técnicos) que podem ter levado à insatisfa o apresentada pelo Apêndice. Na quarta parte do artigo, exponho a interpreta o ontológica, que vê no Apêndice a emergência de um problema filosófico, e tento mostrar sua implausibilidade.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.