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época da indu o e evoca o floral em Citrus sinensis (L.) Osbeck cv. Pêra Rio  [cached]
Pereira Iara Alvarenga Mesquita,Pinto José Eduardo Brasil Pereira,Davide Lisete Chamma
Ciência Rural , 2003,
Abstract: A produ o do estímulo floral (indu o) e emiss o das primeiras sépalas, na gema floralmente determinada (evoca o floral) em Citrus sinensis (L.) Osbeck cv. Pêra Rio p de ser acompanhada pelas varia es anat micas nos meristemas apicais e axilares. Com objetivo de determinar a época na qual ocorre a indu o e evoca o floral, cortes longitudinais de gemas apicais e axilares, corados com pironina Y-methylgreen foram efetuados em períodos regulares de maio a agosto. Através das mudan as no formato da gema, principalmente diametro, que aumentou com a indu o, foi possível determinar a época do ano na qual gemas vegetativas s o induzidas a florescerem. Foram detectadas varia es nos diametros das gemas no período de início da morfogênese floral (meados até o final de julho). A medi o do diametro das gemas mostra-se um procedimento eficiente para acompanhar os fen menos decorrentes da indu o, evoca o e morfogênese florais. Gemas vegetativas apresentam diametro médio de 100μm, com túnica composta por três camadas, de formato c nico, recobrindo o corpo, ao passo que a reprodutiva é mais achatada, após a inicia o do primeiro primórdio de sépala, exibindo diametro médio de 200μm. Colora o com pironina Y-methylgreen proporciona a capta o do fen meno da evoca o floral, pela detec o de regi es mais concentradas em RNA, nas zonas periféricas das gemas; altera o bioquímica esta que precede a emiss o das sépalas.
Indu o de brota es em gema apical e axilar do porta-enxerto de macieira 'EM-9' cultivadas in vitro
Schuch Márcia Wulff,Erig Alan Cristiano,Silva Luciane Couto da
Revista Brasileira de Fruticultura , 2003,
Abstract: O trabalho objetivou comparar dois tipos de explantes (gema apical e gema axilar) do porta-enxerto de macieira 'EM-9' e o tempo de permanência destes explantes no meio de cultura de indu o (20, 30 e 40 dias), na capacidade de regenera o in vitro de brota es. O meio de cultura de indu o de regenera o constituiu-se dos sais de MS, suplementado com mio-inositol (100 mg.L-1), sacarose (30 g.L-1), ágar (6,0 g.L-1), BAP (4,44 μM) e ANA (0,54 μM). Transcorrido o tempo de permanência no meio de cultura de indu o de regenera o, os explantes foram transferidos para meio de cultura de multiplica o, de constitui o semelhante ao meio de indu o, porém sem a presen a de auxina. A partir dos resultados obtidos, concluiu-se que as gemas apicais e axilares do porta-enxerto de macieira 'EM-9', n o diferem quanto à capacidade de regenera o in vitro de brota es e, o tempo de permanência das gemas no meio de indu o de regenera o, apenas mostrou diferen as para o comprimento médio das brota es, obtendo-se o maior valor com 30 dias.
Calogênese, embriogênese somática e isolamento de protoplastos em variedades de laranja doce  [cached]
Benedito Vagner Augusto,Mour?o Filho Francisco de Assis Alves,Mendes Beatriz Madalena Januzzi
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: Com o objetivo de produzir calos embriogênicos de citros, óvulos abortados de frutos maduros de 6 variedades de laranja doce (Citrus sinensis L. Osbeck), ?Bahia Cabula?, ?Baianinha?, ?Hamlin?, ?Orvalho de Mel?, ?Rubi? e ?Valência? foram introduzidos em meio de cultivo MT modificado com adi o de extrato de malte, com e sem adi o de 5 mg L-1 benziladenina (BA). Os calos obtidos das variedades ?Bahia Cabula?, ?Orvalho de Mel?, ?Rubi? e ?Valência? foram cultivados em meio basal MT, contendo os carboidratos maltose, galactose, lactose, glicose ou sacarose nas concentra es de 18; 37; 75; 110 e 150 mM para a indu o da embriogênese somática. Os calos destas mesmas variedades foram submetidos ao isolamento de protoplastos, com o uso de 3 solu es enzimáticas. Os resultados revelaram que há influência do genótipo sobre a calogênese. A embriogênese somática foi estimulada na presen a de galactose, para a maioria das variedades. A solu o enzimática composta de 1% de celulase, 1% de macerase e 0,2% de pectoliase foi a mais adequada para o isolamento de protoplastos a partir de calos das variedades de laranja doce estudadas.
Benzilaminopurina e ácido naftaleno acético na indu??o e multiplica??o in vitro de gemas de abacaxizeiro da cultivar 'IAC Gomo-de-mel'
Fráguas, Chrystiane Borges;Dornelles, Carolina Martins da Vitória;Lima, Giuseppina Pace Pereira;
Ciência Rural , 2009, DOI: 10.1590/S0103-84782009000600008
Abstract: the objective of this research was to evaluate the effects of bap (6-benzyl amino purine) and naa (naphthalene acetic acid) on in vitro buds induction and multiplication on ananas comosus cv. 'iac gomo-de-mel' shoots and its correlation with the peroxidase activity and soluble protein content. axillary buds were excised from the healthy fruits crown and inoculated in ms solidified with agar at 5 % and ph adjusted to 5.7 with the treatments that included different concentrations and combinations of bap (0, 0.5, 1.0 and 1.5mg l-1) and naa (0, 0.5 and 1.0mg l-1). at, 65 days stage, 2.24 shoots were formatted using bap 1mg l-1. after bud development, which were inoculated in ms liquid medium associated with two treatments (1.0 mg l-1 bap + 0.5mg l-1 naa e 1.0mg l-1 bap + 1.0mg l-1 naa). at 95 days the medium more appropriate was 1.0mg l-1 bap + 0.5mg l-1 naa, providing 7.42 shoots and lower hyperhydricity percentage, more shoots induction and buds. the total soluble proteins showed negative relationship with hyperhydricity and shoots length. the peroxidase activity was higher in plants with more shoots and greater hyperhydricity percentage.
Sele o in vitro de gemas de bananeira 'Nanic o' tolerantes à salinidade  [cached]
Ulisses Cláudia,Camara Terezinha Rangel,Willadino Lilia,Meunier Isabelle
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do cloreto do sódio (NaCl) sobre o cultivo in vitro de gemas de bananeira cv. Nanic o (AAA) e selecionar as que se mostrassem tolerantes ao estresse imposto. As gemas foram cultivadas em meio nutritivo de Murashige e Skoog (MS) com 2,5 mg L-1 de BAP e suplementado com diferentes níveis de NaCl (0, 20, 40, 60, 80, 100 e 120 mM) durante 60 dias (Fase I). As gemas sobreviventes foram transferidas para o mesmo meio nutritivo MS, sem NaCl, e cultivadas durante 30 dias (Fase II). Em seguida, as gemas foram submetidas, durante 90 dias, aos tratamentos com 80 e 100 mM NaCl (Fase III). Foram selecionadas 100 gemas nessa última fase as quais, logo em seguida, foram colocadas em meio nutritivo sem NaCl, suplementado com 0,5 mg L-1 de ANA e 1,0 mg L-1 de BAP para induzir o enraizamento. As gemas submetidas à concentra o de 120 mM de NaCl na Fase I, n o sobreviveram ao tratamento. A regenera o de plantas foi fortemente inibida em todas as concentra es com NaCl. Por outro lado, as concentra es de 20 a 80 mM de NaCl provocaram um aumento generalizado no número e tamanho das gemas. Das cem gemas selecionadas a partir dos tratamentos de 80 e 100 mM de NaCl foram regeneradas 80 plantas em meio sem NaCl. O enraizamento n o foi significativamente afetado pelo pré-tratamento salino.
Fatores que influem na qualidade do suco de laranja  [cached]
CORRêA NETO Randolpho da Silva,FARIA José de Assis Fonseca
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 1999,
Abstract: O suco de laranja é um produto complexo cuja vida-de-prateleira é influenciada por fatores como o desenvolvimento de microrganismos deteriorantes, a o de enzimas e rea es químicas, que comprometem as características de cor, aroma e sabor, e também, provocam perdas nutricionais. Nesta revis o, apresentam-se os fatores responsáveis pela estabilidade do suco de laranja e as altera es que ocorrem durante sua comercializa o.
VIABILIDADE DO PóLEN EM VARIEDADES DE LARANJA DOCE  [cached]
Domingues Edson Tobias,Tulmann Neto Augusto,Teófilo Sobrinho Joaquim
Scientia Agricola , 1999,
Abstract: Uma vez que a poliniza o é um dos pontos decisivos para o crescimento e desenvolvimento do fruto, contribuindo com os gametas masculinos para a fecunda o e determinando, na maioria das vezes, a fixa o dos frutos em citros, torna-se necessário conhecer o grau de esterilidade masculina nas diferentes variedades de laranja doce para sua possível utiliza o em programas de melhoramento. A esterilidade é limitante para programas que envolvam a hibrida o sexual, por outro lado possui sua importancia econ mica em citros induzindo menor número de sementes por fruto em certas variedades. Com a finalidade de caracterizar 44 variedades de laranja doce (Citrus sinensis [L.] osbeck) quanto à viabilidade do pólen, foram coletadas anteras das variedades enxertadas sobre tangerineira Cleópatra. As variedades estudadas pertencem aos principais grupos de laranja doce: com acidez (como a laranja 'Pêra'), de baixa acidez (como a laranja 'Lima'), com umbigo (como a laranja 'Bahia') e sangüíneas (como a laranja 'Rubi Blood'). O percentual de pólen viável foi avaliado por meio da colora o com carmim acético a 25% e contagem sob microscópio ótico. Foram observados valores que variaram desde 12,0% para a 'Pêra Sem Sementes' até 88,8% para a variedade 'Hamlin Reserva'. Os clones de laranja 'Hamlin' mostraram maior percentual de pólen viável. N o foi observada presen a de pólen para as variedades produtoras de laranjas de umbigo, originadas da variedade Bahia. As variedades 'Pêra', 'Valência' e 'Natal', as quais s o as principais cultivares da citricultura paulista e nacional, apresentaram baixos percentuais de pólen viável.
Fertilidade de gemas em videiras: fisiologia e fatores envolvidos
Renato Vasconcelos Botelho,Erasmo José Paioli Pires,Maurilo Monteiro Terra
Ambiência , 2006,
Abstract: O presente trabalho teve como objetivo descrever a fisiologia da forma o das gemas férteis em videiras, assim como discutir os fatores envolvidos neste processo. A forma o das inflorescências em videiras se inicia no ciclo anterior à sua antese, durante o desenvolvimento das gemas latentes, sendo concluída na brota o destas gemas no ciclo seguinte. Didaticamente, este processo pode ser dividido em três principais etapas: 1) Forma o do primórdio indiferenciado; 2) Diferencia o em primórdio de inflorescência; e 3) Diferencia o e forma o das flores. Os primórdios indiferenciados, protuberancias do tecido meristemático formados no interior da gema, podem dar origem a inflorescências, gavinhas ou brota es, dependendo de diversos fatores, tais como: balan o hormonal, característica varietal, vigor dos ramos, temperatura, intensidade luminosa, disponibilidade de água, nutri o mineral e práticas culturais. Do ponto de vista agron mico, concluí-se que o manejo de um vinhedo n o deve visar estritamente a produ o do ciclo corrente, mas também a forma o das gemas para o ciclo seguinte, pois esta é a primeira condi o para a obten o de alta produtividade em videiras.
Brota o e fertilidade de gemas em uvas sem sementes no Vale do S o Francisco  [cached]
Le?o Patrícia Coelho de Souza,Silva Emanuel Elder Gomes da
Revista Brasileira de Fruticultura , 2003,
Abstract: Com o objetivo de avaliar a porcentagem de brota o e índice de fertilidade de gemas de cinco variedades de uvas sem sementes em cinco diferentes datas de poda, realizou-se um experimento no Campo Experimental de Bebedouro, da Embrapa Semi-árido, em Petrolina-PE. O delineamento experimental foi em parcelas subdivididas, constituídas por cinco variedades de uvas sem sementes como tratamentos principais e cinco diferentes épocas de poda como tratamentos secundários, utilizando-se dez repeti es constituídas por uma planta. As variedades utilizadas foram Perlette, Thompson Seedless, Marroo Seedless, Catalunha e Superior Seedless, e as épocas de poda foram: 18 e 19/12/2000; 18 a 21/06/2001; 23 a 29/10/2001; 29/01 a 05/02/2002 e 08 a 12/04/2002. As variáveis estudadas foram a porcentagem de brota o e o índice de fertilidade real das gemas determinado pela raz o número de cachos por número de gemas. A fertilidade real de gemas foi analisada entre a 1a e 10a gema da vara. Os maiores valores médios para brota o e fertilidade foram observados nas variedades Marroo Seedless e Perlette, sendo que as podas realizadas nos meses de junho de 2001 e abril de 2002 favoreceram o aumento da brota o e da fertilidade das gemas na maioria das variedades.
Comportamento do consumidor organizacional de laranja e suco de laranja Business purchasing behavior in the marketing of oranges  [cached]
Everton Molina Campos,Frederico Fonseca Lopes,Ricardo Messias Rossi,Marcos Fava Neves
Rege : Revista de Gest?o , 2006,
Abstract: Este artigo tem por objetivo identificar o comportamento do consumidor industrial de laranja no Brasil, caracterizando-o quanto ao comportamento de compra e identificando os principais problemas encontrados por esse importante agente, tendo em vista a importancia deste setor, responsável por 30% da produ o mundial e por 49% da produ o de frutas no Brasil. O artigo também apresentará alternativas para a melhoria mercadológica da laranja e do suco de laranja em todos os elos da cadeia apontados pelo consumidor industrial. Para isso, aplicou-se um questionário a gestores de estabelecimentos comerciais da cidade de Ribeir o Preto, onde foram levantadas informa es sobre o mercado da fruta e do suco de laranja, o comportamento dos consumidores, os principais problemas encontrados durante a compra e comercializa o do produto, e sugest es para melhoria na qualidade e imagem do produto entre os consumidores finais. As informa es levantadas neste artigo mostram a importancia, nas decis es a serem tomadas pela cadeia como um todo, de conhecer o comportamento do consumidor industrial, tanto para o desenvolvimento de novos produtos como para campanhas que visem aumentar o consumo da fruta e do suco de laranja no Brasil, entre outras. Brazilian purchasing behavior and problems found in the commercialization of oranges to business, were identified as related to the Brazilian supply of 30% of world production of oranges and 49% of national fruits. A questionnaire was completed by managers of commercial establishments in the city of Ribeirao Preto to define purchasing behavior and problems found in buying and commercialization of oranges. Answers pointed out actions for improved marketing of oranges and orange juice for this supply chain as well as suggestions for quality and image improvement as perceived by end users. The importance of understanding these buyers in the decisions of the overall chain was highlighted both for new product development and campaigns to promote national consumption of oranges and orange juice.
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