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Condutividade elétrica da solu o nutritiva e produ o de alface em hidroponia  [cached]
Costa Paulo César,Didone Evanessa B.,Sesso Thaís M.,Ca?izares Kathia Alexandra Lara
Scientia Agricola , 2001,
Abstract: A varia o da condutividade elétrica da solu o nutritiva altera a absor o de água e nutrientes pelas plantas, interferindo no metabolismo e, consequentemente, na produ o das mesmas. Este trabalho, conduzido no período de agosto a outubro de 1999, avaliou o efeito da condutividade elétrica (CE) sobre a produ o e desenvolvimento de alface americana de cabe a crespa, cultivar Ryder em hidroponia. As tendências de varia o da condutividade elétrica do meio nutritivo, durante o desenvolvimento da alface, foram também avaliadas. Foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado com seis repeti es e três tratamentos, constituídos pelas condutividade elétricas: CE1= 1,46, CE2= 2,46 e CE3= 4,21 (± 0,24) mS cm-1. O diametro e altura da cabe a e peso seco da raiz n o foram influenciados pelas condutividades elétricas da solu o nutritiva. Os maiores pesos do material fresco e seco foram conseguidos com CE 2,46 (± 0,24) mS cm-1. Todos os tratamentos apresentaram a tendência de diminui o da condutividade elétrica, durante o cultivo da alface verificando-se que a condutividade elétrica teve influência sobre as características de produ o da alface americana.
CONTROLE GENéTICO DA TOLER NCIA DO TRIGO à TOXICIDADE DE ALUMíNIO EM SOLU ES NUTRITIVAS  [cached]
CAMARGO CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA
Bragantia , 1998,
Abstract: O cultivar IAC-227 (P1), de porte alto e tolerante à toxicidade de alumínio, foi cruzado com os genótipos mexicanos de porte semi-an o: CMH 79.481/CMH 77A.917 (P2), sensível à toxicidade de alumínio, e CMH 80A.747 (P3), tolerante. Plantulas dos parentais e da gera o F1, bem como das gera es F2 e F3 dos cruzamentos P1 x P2 e P1 x P3 , e da gera o F2 dos retrocruzamentos (P1 x P2) x P1, (P1 x P2) x P2, (P1 x P3) x P1 e (P1 x P3) x P3, foram avaliadas em solu es nutritivas de tratamento contendo 3 mg.L-1 de Al3+. A tolerancia à toxicidade de alumínio foi medida pela capacidade de crescimento da raiz primária central em solu o nutritiva completa, após um tratamento de 48 horas em solu o contendo 3 mg.L-1 de Al3+. O cultivar IAC-227 diferiu do genótipo CMH 79.481/CMH 77A.917 por um par de alelos dominantes para tolerancia à presen a dessa concentra o de alumínio nas solu es nutritivas. Os genótipos IAC-227 e CMH 80A.747 n o diferiram quanto ao número de pares de alelos para tolerancia. O CMH 80A.747 pode ser utilizado como fonte genética dessa tolerancia, além de outras características agron micas em programas de melhoramento.
Variabilidade genética e heran a da tolerancia à toxicidade do alumínio em aveia  [cached]
SáNCHEZ-CHACóN CARLOS DANILO,FEDERIZZI LUIZ CARLOS,MILACH SANDRA CRISTINA KOTHE,PACHECO MARCELO TEIXEIRA
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2000,
Abstract: Vinte e um genótipos de aveia (Avena sativa L.) do programa de melhoramento da Universidade Federal do Rio Grande do Sul foram avaliados quanto à rea o ao alumínio (Al) tóxico em solu o nutritiva. Os níveis de Al testados foram 5, 10, 15, 20 e 30 g kJ-1, e o recrescimento da raiz foi medido depois de 48 horas sob a a o do metal. A variabilidade fenotípica foi observada a partir de 10 g kJ-1; em 20 g kJ-1 foram discriminados genótipos tolerantes e sensíveis. As bases genéticas da tolerancia ao Al foram estudadas nas gera es P1, P2, F1 e F2, em nove cruzamentos entre genótipos tolerantes x sensíveis. Foi observado nas popula es segregantes que a tolerancia foi condicionada por um gene, de efeito dominante. A herdabilidade no sentido amplo foi moderada a elevada, permitindo que a sele o de indivíduos homozigotos tolerantes possa ser realizada em gera es precoces, acompanhada de teste de progênie. Por ser um método de relativa facilidade e rapidez, a sele o de germoplasma tolerante ao Al pode ser parte integrante da rotina dos programas de melhoramento de aveia.
Pneumonite intersticial em paciente sob tratamento com leflunomide: toxicidade da droga?  [cached]
Reichert Jonatas,Reichert Adriane,Bendhack Luci Iolanda,Noronha Lucia de
Jornal de Pneumologia , 2003,
Abstract: O leflunomide é uma droga anti-reumática com a o imunomoduladora. Pneumonia intersticial granulomatosa nunca foi descrita com o uso de leflunomide. Relata-se o caso de uma mulher de 33 anos que apresentou dor torácica, emagrecimento e síndrome infecciosa respiratória no quinto mês de monoterapia com leflunomide para artrite reumatóide, progredindo para insuficiência respiratória no sexto mês. A radiografia de tórax revelou infiltrado pulmonar intersticial e alveolar bilateral predominando em lobos superior e médio, micronódulos esparsos e ausência de altera es mediastinais. Suspendeu-se o leflunomide. Após a resolu o da infec o persistiram les es intersticiais retículo-nodulares predominantemente na periferia dos ter os superiores do pulm o direito e ter o médio do pulm o esquerdo, entremeadas por padr o de vidro fosco em lobos superiores. Biópsia pulmonar a céu aberto revelou granulomas tuberculóides sem necrose central. Foi realizada extensa investiga o etiológica, que resultou negativa. Ocorreu resolu o espontanea do quadro após quatro meses. O quadro sugere que as manifesta es pulmonares neste caso foram causadas pelo leflunomide.
Avalia o da atividade antioxidante, toxicidade e composi o química por CG-EM do extrato hexanico das folhas de Campomanesia pubescens  [cached]
C. A.L. CARDOSO,J. R.M. SILVA,V. M.F. KATAOKA,C. S. BRUM
Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada , 2009,
Abstract: Este estudo teve como objetivo avaliar a atividade antioxidante, toxicidade e composi o por CG-EM do extrato hexanico das folhas de C. pubescens. Pela compara o da atividade antioxidante em termos de CI50 o método β-caroteno/ácido linoléico apresentou melhor resposta (880 μg/mL) que o método radical livre DPPH (1780 μg/mL). O método β-caroteno/ácido linoléico tem como característica responder melhor para amostras mais apolares enquanto que o método com DPPH para amostras mais polares. O extrato hexanico apresentou em sua composi o sesquiterpenos hidrocarbonetos e oxigenados e β-sitosterol. O extrato n o foi considerado tóxico para Artemia salina. Palavras-chave: β-sitosterol; atividade antioxidante; C. pubescens.
Toxicidade de antibióticos no cultivo in vitro da batata em meios semi-sólido e líquido
Pereira Jonny Everson Scherwinski,Fortes Gerson Renan de Luces
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos fitotóxicos de antibióticos no crescimento e na taxa de multiplica o in vitro da batata. Brota es da cultivar Baronesa foram cultivadas em meio de multiplica o de consistência semi-sólida e líquida. O meio de multiplica o foi formado pelos sais e vitaminas de MS ao qual adicionou-se um dos seguintes antibióticos: ampicilina, cloranfenicol, estreptomicina e tetraciclina, previamente selecionados em raz o da a o bactericida sobre contaminantes da cultura, nas concentra es de 0, 32, 64, 128, 256, 512 e 1.024 mg L-1. Por 21 dias os materiais foram mantidos em sala de crescimento a 25±2°C, 16 horas de luz e fluxo de radia o de 35 μmol m-2 s-1. Nos tratamentos em que se utilizou meio de cultura líquido, os frascos foram mantidos sob constante agita o em mesa agitadora do tipo orbital. A ampicilina foi o único antibiótico que n o afetou a sobrevivência e o desenvolvimento dos explantes de batata em meio de multiplica o, podendo ser indicada para trabalhos de descontamina o in vitro dessa espécie. O aumento das concentra es de cloranfenicol, estreptomicina e tetraciclina no meio de cultura apresentou efeitos fitotóxicos severos sobre o crescimento e taxa de multiplica o do material vegetal.
Avalia o da toxicidade subcr nica do extrato bruto seco de Anacardium occidentale Linn em c es = Evaluation of the subchronic toxicity of the crude dry extract of Anacardium occidentale Linn in dogs  [cached]
Arquimedes Fernandes Monteiro de Melo,Miracy Muniz Albuquerque,Maria Almerice Lopes da Silva,Gracielle Carvalho Gomes
Acta Scientiarum : Health Sciences , 2006,
Abstract: A busca de novos medicamentos tem levado ao desenvolvimento de novosfármacos que sejam eficientes e destituídos de toxicidade. Uma das fronteiras nessas pesquisas s o os medicamentos fitoterápicos. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilancia Sanitária (ANVISA) regulariza essas pesquisas e padroniza os procedimentos. A Resolu oda Diretoria Colegiada (RDC) 48/2004, por exemplo, regulariza o registro de fitoterápicos. O Anacardium occidentale Linn está entre as plantas mais estudadas, devido às a es antibiótica e antiinflamatória de seus metabólitos secundários, principalmente taninos. Esta planta também possui a capacidade de impedir a forma o da placa bacteriana bucal. Diante dessas a es, formas farmacêuticas acabadas (cremes e géis) foram desenvolvidas a partir do extrato bruto seco (EBS) das cascas do caule do A. occidentale Linn para registro de um novo fitomedicamento. Entretanto, testes pré-clínicos e clínicos devem ser feitos de acordo com a lei vigente. O presente trabalho avaliou a toxicidade subcr nica do EBS em c es sem ra adefinida (SRD). Os testes revelaram apenas hepatotoxicidade transitória demonstrada pela eleva o dos níveis da alanina transaminase (ALT) e aspartato transaminase (AST). Research on new medicaments has led to the development of efficient and non-toxic drugs. In Brazil, the Agência Nacional de VigilanciaSanitária (National Department of Sanitary Supervision – ANVISA) regularizes and standardizes the procedure. Anacardium occidentale is amongst the most researched plants, due to the antibiotics and antinflammatory properties of its secondary metabolites, mainlytannins and flavonoids. Furthermore, it prevents the dental plaque formation. On account of these actions, finished pharmaceutical forms (creams and gels) were developed from the crude dry extract (CDE) of A. occidentale Linn stem rinds, in order to register a new form.However, pre-clinical and clinical assays can be made in accordance with the effective law. The present work evaluated the subchronic toxicity of the CDE in dogs of indefinite pedigree. Data showed an increase of alanine transaminase (ALT) and aspartate transaminase (AST) levels, which may indicate transitory hepatotoxicity.
Concentra o de potássio na solu o nutritiva e a qualidade e número de frutos de mel o por planta em hidroponia  [cached]
Costa Caciana Cavalcanti,Cecílio Filho Arthur Bernardes,Cavarianni Rodrigo Luiz,Barbosa José Carlos
Ciência Rural , 2004,
Abstract: O experimento foi conduzido em hidroponia (NFT) no período de junho a novembro de 2001, na FCAV-UNESP em Jaboticabal-SP, situada a 21masculine15? 22" Sul, 48masculine18?58" Oeste, e altitude de 575 metros. O híbrido B nus n0 2 foi cultivado em blocos casualizados, em esquema de parcelas subdivididas, com seis repeti es. Os elementos avaliados foram número de frutos por planta (2, 3, 4 e fixa o livre) e concentra o de potássio na solu o nutritiva (66; 115,5; 165 e 247,5mg L-1). O experimento teve como objetivo avaliar a concentra o de potássio na solu o nutritiva e número de frutos por planta sobre a qualidade dos frutos do meloeiro. Concentra es maiores do que 66mg L-1 de potássio na solu o nutritiva n o promoveram incrementos nas características de qualidade dos frutos do meloeiro como: teor de sólidos solúveis médio de todos os frutos da planta, do segundo fruto, da acidez total titulável média de todos os frutos da planta, do primeiro fruto, do segundo fruto, do índice de matura o, da espessura da polpa e do índice de formato dos frutos. Frutos oriundos de plantas de mel o com dois frutos apresentaram maior teor de sólidos solúveis e acidez total titulável, independente da concentra o de potássio na solu o nutritiva. O maior número de frutos por planta reduziu a espessura do mesocarpo dos frutos.
SUBACUTE AND MULTIGENERATIONAL TOXICITY EVALUATION OF CASTOR OIL POLYMER INGESTION IN RATS AVALIA O DA TOXICIDADE SUBAGUDA E MULTIGERACIONAL DA INGEST O DE DERIVADO DO POLíMERO DE MAMONA EM RATOS  [cached]
Sérgio Diniz Garcia,Silvia Helena Venturoli Perri,Gilberto Chierice,Daniel Cardoso
Ciência Animal Brasileira , 2009,
Abstract: Castor oil polymer is a biomaterial that can be used to fill bone defects. Biomaterials should present some characteristics such as: biocompatibility, inert, absence of toxin radical and vapour discharge and permit the organism to recognize them as a part of their structure. The aim of this study was to investigate changes in water ingestion, feed intake, weight gain and toxic effects in rats (Rattus norvegicus) after ingestion of 0, 10, 25 and 50% of castor oil polymer (COP, Ricinus communis). In groups that received 10 and 25% of COP the weight gain was smaller than the control group. Feed intake in control group was greater than in groups 10 and 50% COP. The intake of castor oil polymer reduced feed intake and water ingest probably because of the palatability of the product. In the second part of this study (multigenerational) there were no toxic effects in the offspring, as external birth defects or alterations incompatible with life, in spite of the fact that lower weight were observed in males and females of the second generation. KEY WORDS: Biomaterials, bone defects, polymer, Ricinus communis. Os biomateriais s o polímeros artificiais desenvolvidos para substituir tecidos organicos danificados e preencherem falhas ósseas. Eles devem apresentar características como a biocompatibilidade, serem inertes, n o liberarem vapores e radicais tóxicos e permitirem ao organismo reconhecê-los como parte de sua estrutura. Procurou-se determinar a ingest o de água, o consumo de ra o, ganho de peso e possível efeito tóxico decorrentes da ingest o de três doses (10%, 25% e 50%) do derivado do polímero de mamona (PM, Ricinus communis), adicionado à água de bebida, em ratos (Rattus norvegicus). Nos grupos que receberam 10% e 25% do PM, o ganho de peso foi menor (P?0,05), quando comparado ao grupo-controle. O consumo de ra o nos grupos que receberam 10% e 50% de PM foi menor em rela o ao grupo-controle. A ingest o do polímero de mamona reduziu a ingest o de ra o e o ganho de peso, provavelmente relacionado à palatabilidade do produto. Numa segunda fase experimental (estudo multigeracional) n o se verificaram efeitos tóxicos, nas proles, como má forma o externa e altera es incompatíveis com a vida, apesar de ter havido redu o no peso dos machos e das fêmeas da segunda gera o. PALAVRAS-CHAVES: Biomateriais, falhas ósseas, polímeros, Ricinus communis.
Qualidade de cultivares de alface produzidos em hidroponia  [cached]
Ohse Silvana,Dourado-Neto Durval,Manfron Paulo Augusto,Santos Osmar Souza dos
Scientia Agricola , 2001,
Abstract: O objetivo do presente trabalho foi determinar a composi o centesimal de seis cultivares de alface (Aurora, Brisa, Lívia, Mimosa, Regina e Ver nica) utilizando quatro solu es nutritivas em Santa Maria, RS. Foi utilizado o delineamento experimental inteiramente casualizado com parcelas subdivididas. O experimento constou de oito bancadas, duas para cada solu o nutritiva, sendo que cada bancada continha seis canais, um para cada cultivar. O espa amento utilizado foi 0,18 m entre canais e 0,25 m entre plantas no canal. A solu o Ueda, por ter concentra o de nutrientes inicial baixa e por essa n o ter sido mantida, apresentou maior produ o de massa de matéria seca, valor calórico, teores de extrato etéreo e de fibras, depreciando a qualidade do produto final. A alface sob hidroponia (solu es Castellane-Araújo, Furlani e Bernardes) é um alimento altamente saudável por manter ou melhorar sua composi o centesimal (teores de proteína, extrato etéreo, fibra e resíduo mineral) quando comparada com a cultivada no solo, e por ser um produto de baixo valor calórico.
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