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Desempenho da gliricídia no cultivo em aleias em pomar organico de mangueira e gravioleira
Paulino, Gleicia Miranda;Barroso, Deborah Guerra;Lam?nica, Kelly Ribeiro;Costa, Gilmar Santos;Carneiro, José Geraldo de Araújo;
Revista árvore , 2011, DOI: 10.1590/S0100-67622011000500003
Abstract: an alley cropping system with gliricidia was established in an organic orchard of mango and soursop trees at one year after the planting of the fruit trees, in campos dos goytacazes-rj-brazil. the objective of this work was to evaluate the survival and performance of the gliricidia in the alley cropping in relation to the production of dry fitomass and the nutrient supply to the system. gliricidia showed high survival rates (93%). the annual average of dry fitomass yield and the addition of nutrients to the system were greater in the second year of evaluation (2007) than in the first year (2006), both with three annual prunings that adjusted with the recommended periods of fruit trees fertilization, in special the soursop tree. the quantity of n added to the orchard with gliricidia prunes was higher than the recommended fertilization for mango and soursop tree plots. on the other hand, quantities of p and k added to the orchard were not enough to supply the fertilization demanded for both cultures. gliricidia presented good performance under the experiment conditions, with potential for continuous use in the system and possibility of using nutrients supplied by the fruit trees into the system. however, further long term evaluations are necessary to verify the sustainability of the intercropping.
Controle de Cerconota anonella em pomar de gravioleira  [cached]
Broglio-Micheletti S?nia Maria Forti,Berti-Filho Ev?neo
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: Testaram-se métodos químico e cultural para o controle de Cerconota anonella (Sepp., 1830) (Lepidoptera: Oecophoridae), principal praga da gravioleira (Annona muricata L.). O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com 9 tratamentos e 20 repeti es. Os melhores resultados foram obtidos com saco plástico microperfurado e papel kraft tratado com clorpirifós.
Resistência estomática, tens o de água no xilema e teor de clorofila em genótipos de gravioleira  [cached]
Nogueira Rejane Jurema Mansur Custódio,Silva Jr. Josué Francisco da
Scientia Agricola , 2001,
Abstract: As variáveis ecofisiológicas exercem grande influência, n o somente no comportamento vegetativo das plantas cultivadas, mas sobretudo no seu desempenho em rela o às características produtivas. Este trabalho verificou a resistência à difus o de vapor, as rela es hídricas e o teor de clorofila em dois genótipos de gravioleira (Morada e Comum), sob condi es naturais de cultivo. O estudo foi realizado num pomar comercial do município de Paudalho, PE, em duas épocas (setembro e dezembro de 1998). O delineamento estatístico foi o inteiramente casualizado com seis repeti es para cada genótipo. De cada repeti o foram selecionadas duas folhas sadias, completamente expandidas, localizadas no ter o médio das copas e diretamente expostas à radia o solar. No horário de maior demanda evaporativa (entre 12 e 14 horas) mediram-se, durante três dias consecutivos para cada época, a transpira o (E), a resistência à difus o de vapor (Rs), a temperatura foliar (Tf), a tens o de água no xilema (psiw) e os teores de clorofila a e b. Verificaram-se mudan as no comportamento sazonal em rela o às trocas gasosas, Yw e Tf entre os dois materiais genéticos estudados. Registraram-se correla es entre psiw e E e entre psiw e Tf. A umidade relativa do ar apresentou correla o com a Tf e com a Rs. A gravioleira Comum é mais eficiente fotossinteticamente por minimizar a degrada o da clorofila b pela incidência da luz. Os genótipos de gravioleira Morada e Comum apresentaram comportamentos distintos em todos os parametros ecofisiológicos avaliados. O psiw constitui um bom parametro para aferi o de diferen as genotípicas em gravioleira. Já a Rs deve ser utilizada como parametro para aferi o de adapta o ambiental entre genótipos de gravioleira, em épocas de maior demanda evaporativa.
Controle de Cerconota anonella em pomar de gravioleira
Broglio-Micheletti, S?nia Maria Forti;Berti-Filho, Ev?neo;
Scientia Agricola , 2000, DOI: 10.1590/S0103-90162000000300029
Abstract: this research is related to the control of cerconota anonella (sepp.) (lepidoptera: oecophoridae), the most important pest of soursop, annona muricata l. nine treatments were tested with twenty replications in a completely randomized design. the best results were obtained using microperforated plastic bags and clorphiriphos treated kraft paper bags.
REDU O DA COPA DA MANGUEIRA  [cached]
Sim?o Salim,Zamariolli Luiz Eduardo
Scientia Agricola , 1999,
Abstract: O porte da mangueira, atinge normalmente a altura de 10 a 12 m e um diametro de 7 a 10 ou mais metros, dificultando os tratos culturais, fitossanitários e a colheita. A redu o da copa da mangueira à metade de suas dimens es, leva a uma maior densidade de plantas por hectare, maior facilidade de tratos culturais de colheita e da poda dos ramos atacados pela seca da mangueira. Como consequência a produtividade também é maior. Com essa finalidade é apresentada a presente nota.
Reciclagem e incorpora o de nutrientes ao solo pelo cultivo intercalar de adubos verdes em pomar de laranjeira-'Pêra'  [cached]
SILVA JOSé ANTONIO ALBERTO DA,VITTI GODOFREDO CESAR,STUCHI EDUARDO SANCHES,SEMPIONATO OTáVIO RICARDO
Revista Brasileira de Fruticultura , 2002,
Abstract: O experimento de campo foi conduzido na Esta o Experimental de Citricultura de Bebedouro-SP (EECB), visando a avaliar a produ o de matérias verde e seca e quantidade de nutrientes incorporados ao solo pelo cultivo intercalar de Crotalaria juncea, Crotalaria spectabilis, Cajanus cajan, Mucuna aterrima, Mucuna deeringiana, Dolichos labe-labe e Canavalia ensiformis, nos anos agrícolas de 1989/90, 90/91, 91/92 e 92/93, em pomar de laranjeira-'Pêra' (Citrus sinensis L. Osbeck), enxertada sobre tangerineira-'Cleópatra' (Citrus reshi Hort.), plantada em maio de 1987 e espa adas de 7x5 m, num Latossolo Vermelho-Escuro. A produtividade média das espécies plantadas sem aduba es e cultivos pós-semeadura, nos quatro anos de estudo, foram: 6,55; 1,23; 3,42; 1,78; 1,75; 1,61 e 3,03 t/ha de matéria seca, respectivamente, considerando plantio apenas na área intercalar de citros (50% da área total). A análise química do material seco revelou a incorpora o de volume considerável de N, P2O5, K2O, Ca, Mg, S, B, Cu, Fe, Mn e Zn pelas leguminosas, onde podemos considerar que parte do N é proveniente da fixa o simbiótica do N2 atmosférico pelas leguminosas e o restante e demais nutrientes provenientes do importante processo de reciclagem de nutrientes do solo, que s o absorvidos pelas leguminosas das camadas subsuperficiais e incorporados na superfície do solo, onde estar o novamente disponíveis às plantas cítricas. A C. juncea foi a espécie que se destacou como maior produtora de biomassa e incorporadora de nutrientes, seguida pelo C. cajan e C. ensiformis.
Crescimento e absor o de nutrientes por mudas de gravioleira  [cached]
Barbosa Zenaíde,Soares Ismail,Crisóstomo Lindbergue Araújo
Revista Brasileira de Fruticultura , 2003,
Abstract: O conhecimento da absor o e acumula o de nutrientes nas diferentes fases de desenvolvimento da planta, identificando as épocas em que os nutrientes s o exigidos em maiores quantidades, é fundamental no manejo da aduba o, visando a máxima eficiência. Com este objetivo desenvolveu-se um experimento no viveiro de produ o de mudas frutíferas da Embrapa Agroindústria Tropical, em Pacajus - CE. Mudas de gravioleira, tipo Morada, foram cultivadas em sacola de polietileno, contendo 5 dm3 da mistura solo superficial:solo organo mineral na propor o 3:1 (v/v). Os tratamentos constituíram-se de treze épocas de avalia es: 15, 30, 45, 60, 75, 90, 105, 120, 135, 150, 165, 180 e 195 dias após a repicagem das mudas. Em cada época e inteiramente ao acaso, foram amostradas cinco plantas para avaliar o crescimento e a absor o de nutrientes. As plantas apresentaram crescimento inicial lento, produzindo apenas 27% da matéria seca total até aos 105 dias, e os 73% restante, foram produzidos até aos 195 dias. A absor o de nutrientes acompanhou a produ o de matéria seca e apresentou a seguinte ordem decrescente para os macronutrientes: K>N>Ca>Mg>P e para os micronutrientes Fe>Zn>Mn>Cu.
FLORESCIMENTO E FRUTIFICA O DE MANGUEIRA COM USO DE PACLOBUTRAZOL, ETHEPHON E NITRATO DE CáLCIO
MENDON?A VANDER,A. NETO SEBATI?O ELVIRO DE,HAFLE OSCAR MARIANO,MENEZES JOSIVAN BARBOSA
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001,
Abstract: Este trabalho objetivou testar diferentes doses de Paclobutrazol (PBZ), ethephon e nitrato de cálcio na indu o do florescimento e na produ o da mangueira (Mangifera indica L.) cv. Tommy Atkins, localizada no pomar didático da ESAM em Mossoró-RN, no ano de 1999/2000. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, no esquema fatorial 2x2x3, assim distribuídos: T1 1000 mg.L-1 de PBZ+ 2% de nitrato de cálcio; T2 1000 mg.L-1 de PBZ + 2% de nitrato de cálcio + 1,0 mL.L-1 de ethephon; T3 1000 mg.L-1 de PBZ + 2% de nitrato de cálcio + 3,0 mL.L-1 de ethephon; T4 1000 mg. L-1 de PBZ + 3% de nitrato de cálcio; T5 1000 mg.L-1 de PBZ + 3% de nitrato de cálcio + 1,0 mL.L-1 de ethephon; T6 1000 mg.L-1 de PBZ + 3% de nitrato de cálcio + 3,0 mL.L-1 de ethephon ; T7 1500 mg.L-1 de PBZ + 2% de nitrato de cálcio; T8 1500 mg.L-1 de PBZ + 2% de nitrato de cálcio + 1,0 mL.L-1 de ethephon; T9 1500 mg.L-1 de PBZ + 2% de nitrato de cálcio + 3,0 mL.L-1 de ethephon; T10 1500 mg.L-1 de PBZ+ 3% de nitrato de cálcio; T11 1500 mg.L-1 de PBZ + 3% de nitrato de cálcio + 1,0 mL.L-1 de ethephon.L; T12 1500 mg.L-1 de PBZ + 3% de nitrato de cálcio + 3,0 mL.L-1 de ethephon, com 4 repeti es. A mangueira teve um maior florescimento (81,75%) com 2% de nitrato de cálcio e 1500 mg. L-1 de PBZ, o número de frutos por planta teve seu maior valor (86 frutos) com 3% de nitrato de cálcio e 1500 mg L-1 de PBZ e o peso do fruto foi maior (425,5g) na dosagem de 3mL.L-1 de ethephon. Os produtos aplicados n o diferenciaram entre si em rela o à produ o.
Processos de prote o dos garfos na enxertia da mangueira  [cached]
Jacomino Angelo Pedro,Minami Keigo,Scarpare Filho Jo?o Alexio,Kluge Ricardo Alfredo
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: Diferentes processos de prote o dos garfos foram pesquisados na produ o de mudas por enxertia, da mangueira ?Tommy Atkins?. Os tratamentos utilizados foram os seguintes: saquinho de polietileno (testemunha), filme de PVC, parafilme, cera de abelha, parafina e parafina + vaselina. Verificou-se que o filme de PVC e o parafilme proporcionaram pegamentos de enxertia semelhantes à testemunha (40,60%, 56,62% e 48,33%, respectivamente), enquanto que para os demais tratamentos, os percentuais de pegamento foram muito baixos (< 10%). Conclui-se que o filme de PVC e o parafilme podem ser empregados como op o aos saquinhos plásticos, na prote o dos garfos da mangueira, no procedimento da enxertia.
Efeito do déficit hídrico na transpira o e resistência estomática da mangueira
Castro Neto Manoel Teixeira de
Revista Brasileira de Fruticultura , 2003,
Abstract: O processo de indu o floral da mangueira no Nordeste brasileiro, mediante o uso do déficit hídrico, n o tem dado resultado satisfatório, principalmente pelo manejo inadequado da irriga o. O processo transpiratório e a resistência estomática da mangueira refletem a condi o hídrica da planta. O monitoramento destes parametros fisiológicos na mangueira, durante o período de repouso fisiológico e irrigado, sugere que a indu o floral por déficit hídrico n o é eficiente devido ao manejo incorreto da irriga o.
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