oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Fraturas do c ndilo mandibular: classifica o e tratamento  [cached]
Manganello Luiz C.,Silva Alexandre A. F.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2002,
Abstract: As fraturas do c ndilo mandibular, dentre as fraturas faciais, s o as que apresentam o maior número de controvérsias quanto ao seu tratamento e maior dificuldade de diagnóstico. A escolha de um tratamento - cirúrgico, bloqueio maxilo-mandibular, fisioterapia elástica ou associa o -, está diretamente ligado ao tipo de fratura, à idade do paciente e ao grau de altera o funcional em decorrência da fratura. Os exames por imagens s o importantes para o diagnóstico e classifica o da fratura, no entanto, os achados clínicos s o mais relevantes na indica o de um tratamento cirúrgico ou conservador. Este trabalho tem como objetivo apresentar uma classifica o das fraturas do c ndilo relacionada com o seu tratamento e relatar dois casos clínicos, sendo um tratado de forma cirúrgica e o outro conservadoramente, discutindo as vantagens e desvantagens do tratamento cirúrgico, bem como as indica es e contra-indica es.
Tratamento farmacológico das psicoses na epilepsia
Guarnieri Ricardo,Hallak Jaime Eduardo Cecílio,Walz Roger,Velasco Tonicarlo Rodrigues
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2004,
Abstract: A epilepsia é uma das causas mais comuns de incapacidade funcional. Comorbidades psiquiátricas, como as psicoses, est o freqüentemente associadas à epilepsia. Psicoses na epilepsia (PNE) requerem tratamento farmacológico mais cuidadoso, levando-se em conta a propens o dos antipsicóticos (AP) em provocar crises convulsivas e o risco de intera o farmacocinética com as drogas antiepilépticas (DAE). Após uma breve descri o da classifica o e das principais características clínicas das PNE, foram discutidos alguns aspectos gerais do tratamento farmacológico das PNE e o uso de AP típicos e atípicos, destacando seu potencial para diminuir o limiar epileptogênico (LE), bem como possíveis intera es AP/DAE. Os AP atípicos, à exce o da clozapina, demonstraram exercer menor influência sobre o LE. Quanto às intera es farmacocinéticas, as principais DAE estiveram relacionadas com um aumento importante do metabolismo dos AP. Portanto, apesar do risco para convuls es por AP ser dose-dependente, doses mais elevadas de AP podem ser necessárias no tratamento das PNE.
Tratamento das epilepsias parciais Partial epilepsies treatment  [cached]
Luiz Eduardo Betting,Carlos A. M. Guerreiro
Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology , 2008,
Abstract: As epilepsias parciais constituem a forma mais comum de epilepsia nos indivíduos adultos. As drogas antiepilépticas (DAEs) permanecem como a principal forma de tratamento para os pacientes com epilepsia. Apesar da importancia da medica o um número elevado de pacientes permanece sob um regime terapêutico inapropriado ou até mesmo sem qualquer medica o. Existem várias medica es disponíveis para o tratamento das epilepsias. A escolha de uma medica o específica ou a associa o entre DAEs deve ser particularizada o máximo possível. Neste artigo revisamos alguns aspectos como classifica o, início das crises, idade, sexo, comorbidades, custo e posologia das DAEs e história medicamentosa com a perspectiva de auxiliar nesta individualiza o do tratamento. Algumas características das principais DAEs disponíveis também s o discutidas. Estes aspectos podem auxiliar na cria o de um perfil ajudando assim na escolha do regime terapêutico mais apropriado para cada indivíduo. Aspectos práticos como o manuseio dos efeitos adversos, monoterapia e politerapia também s o abordados. Partial epilepsies are the most common form of epilepsy in adult individuals. Antiepileptic drugs (AEDs) continue as the main form of treatment for patients with epilepsy. Regardless of the importance of the medication a high number of patients are under inappropriate or not receiving AEDs. There are several medications available for the treatment of epilepsy. The choice of a particular medication or association among AEDs may be individualized as much as possible. In this article some aspects such as classification, onset of the seizures, age, sex, associated medical conditions, cost and posology of AEDs and medical drug history are reviewed. Details of the available AEDs are also discussed. These points may help to create a profile helping the decision for the appropriate AED. Some practical issues like adverse reaction management, monotherapy and politherapy are also discussed.
Sobre a Classifica o das Palavras  [cached]
PERINI Mário A.,LIBERATO Yara G.,SARAIVA Maria Elizabeth F.,FULGêNCIO Lúcia
DELTA: Documenta??o de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada , 1998,
Abstract: Neste artigo discutimos algumas quest es básicas relativas à classifica o das palavras, a saber: o tipo de unidade a ser classificada (palavras, e n o lexemas); a necessidade de estabelecer objetivos claros para a classifica o; e a distin o estrita entre classes (baseadas em rela es paradigmáticas) e fun es (baseadas em rela es sintagmáticas). A partir daí, discutimos a quest o da distin o tradicionalmente aceita entre "adjetivos" e "substantivos", e mostramos que essa distin o n o é de classe, mas de fun o. Ou seja, adjetivos e substantivos n o se distinguem enquanto classes de palavras em português.
Novo sistema de monitoriza o EEG ambulatorial: metodologia de análise do registro e classifica o das descargas epilépticas em 100 pacientes
MUNDIM HERLEY P.,CARDEAL JOSé O.,CAMPOS CARLOS J. R.
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 1999,
Abstract: Desde 1994 vem sendo utilizado no Brasil um equipamento de monitoriza o eletrencefalográfica ambulatorial (Holter Cerebral) que foi desenvolvido com uni o da iniciativa privada e a Universidade Federal de S o Paulo - UNIFESP. O objetivo deste estudo foi estabelecer um método de análise, uma classifica o das descargas epilépticas encontradas e analisar os resultados da monitoriza o ambulatorial dos primeiros 100 exames consecutivos de pacientes epilépticos e n o-epilépticos, adultos ou crian as, realizados no Setor de Investiga o e Tratamento das Epilepsias da UNIFESP. Neste estudo foi possível a identifica o de descargas paroxísticas epilépticas e de anormalidades da atividade elétrica cardíaca durante atividades da vida diária dos pacientes.
Da filosofia da classifica o à classifica o bibliográfica / From classification phylosophy to bibliographic classification
Leiva Nunes,Maria de Fátima Gon?alves Moreira Tálamo
Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informa??o , 2009,
Abstract: A Classifica o é uma fun o importante para a funcionalidade dos sistemas de informa o pois possibilita seu compartilhamento. Pode ser reconhecida como matricial, quando outras fun es advêm dela. Ela é motivo de estudos desde a Antiguidade, uma vez que todo ato humano promove a distribui o em classes e pode ser inserido em uma delas. Porém os sistemas de classifica o bibliográfica existentes n o suportam o volume informacional, o que compromete a recupera o no momento da busca por informa es. Há necessidade de métodos de tratamento dessas informa es que tornem viáveis as respostas das organiza es de documentos. O planejamento prévio dos procedimentos para garantir de forma acessível a informa o necessita de observa es. O usuário é o alvo principal desse sistema e portanto as classifica es bibliográficas devem responder à necessidade do mesmo. As mudan as s o constantes e necessárias. E os sistemas de classifica o necessitam aprofundar a teoria dos conceitos e das categorias para auxiliar a representa o do conhecimento. Ainda necessita de estudos aprofundados por pesquisadores da área, visto que o aumento dos acervos e das informa es digitais criou uma nova realidade que assim o exige. Entretanto, os sistemas de classifica o existentes têm tido dificuldade de acompanhar a crescente evolu o do conhecimento, causa do aumento de informa es que nem sempre têm sido recuperadas com êxito pelos pesquisadores.
Etiologia e tratamento das doen as periimplantares  [cached]
Rogério de Lima Romeiro,Rosilene Fernandes da Rocha,Antonio Olavo Cardoso Jorge
Odonto , 2010,
Abstract: Introdu o: a periimplantite é uma doen a infecciosa semelhante à periodontite cr nica que afeta os tecidos periimplantares. Objetivo: realizar uma revis o de literatura sobre periimplantite, abordando os tipos, as causas, diagnóstico e tratamento. Conclus o: as doen as periimplantares s o possíveis complica es do tratamento com implantes. Vários protocolos de tratamento já foram sugeridos e estudados por diversos autores, porém, ainda se sabe muito pouco se essas terapias s o capazes de devolver a osseointegra o dos implantes. O tratamento das doen as periimplantares é ainda baseado em considera es empíricas, muitas vezes derivadas da pesquisa periodontal e de dados extrapolados de achados in vitro.
Fraturas do rádio distal: avalia o das classifica es  [cached]
Oliveira Filho Osvaldo Mendes de,Belangero William Dias,Teles Jo?o Batista Mendes
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2004,
Abstract: OBJETIVOS: O objetivo deste trabalho foi determinar o grau de reprodutibilidade intra e interobservador em rela o às classifica es de Frykman, AO e Universal para as fraturas distais do rádio. MéTODOS: Neste estudo foram selecionadas 40 radiografias de fraturas distais do rádio que foram classificadas por ortopedistas de centros e nível de experiência diferentes, determinando-se o grau de reprodutibilidade intra e interobservador através do método estatístico Kappa. RESULTADOS: A concordancia intra-observador média observada foi moderada para as classifica es de Frykman e Universal e leve para o sistema AO. A reprodutibilidade média interobservador foi leve nas duas leituras para as classifica es de Frykman e Universal e desprezível na segunda leitura da classifica o AO. CONCLUS O: Todas as classifica es utilizadas apresentaram reprodutibilidade interobservador questionável, comprometendo o uso dos três sistemas avaliados.
AVALIA O COMPARATIVA DOS SISTEMAS DE CLASSIFICA O DOS ARCOS PARCIALMENTE EDENTADOS: UMA REVIS O CRíTICA DE OITENTA ANOS  [cached]
GIL Carlos
Revista de Odontologia da Universidade de S?o Paulo , 1998,
Abstract: Inúmeros métodos de classifica o de arcos parcialmente edentados têm sido propostos e vêm sendo utilizados até a presente data. A análise da literatura revelou grande controvérsia entre os autores devido aos inúmeros parametros envolvidos na tentativa de se estabelecerem métodos classificatórios. Em rela o às varia es graduais entre suporte mucoso e dental e aspectos anat micos e topográficos, a posi o dos retentores diretos e indiretos ainda permanece muito confusa. Tentando compreender melhor esses problemas, realizamos uma análise de todos os aspectos relacionados com essas classifica es, discutindo-as e comentando-as. Pudemos verificar que nenhuma das classifica es da literatura, aplicadas isoladamente, é plenamente satisfatória na indica o e no planejamento do tratamento protético. O ensino das classifica es dos arcos parcialmente edentados deve ser incentivado nas escolas de Odontologia por constituir um valioso meio auxiliar nas dificuldades iniciais do trabalho protético, facilitando o planejamento das Próteses Parciais Removíveis (PPRs). Em fun o dos aspectos analisados, ficou clara a necessidade de serem utilizadas simultaneamente, no mínimo, três classifica es, uma topográfica, outra com bases mecanico-funcionais e uma terceira com as características do tipo de transmiss o de esfor os aos elementos dentais e ao rebordo residual. As sistematiza es com parametros fisiopatológicos, embora importantes pelos seus conceitos e fundamentos, mostraram-se extremamente complexas, limitando sua total utiliza o. Assim, considera es metodológicas envolvendo os sistemas de classifica o s o elementos importantes quanto a apresenta o, discuss o e planejamento de casos clínicos, bem como fundamentais na elabora o de pesquisas relacionadas à Prótese Parcial Removível.
MODELO DE CLASSIFICA O DAS FUN ES MUSCULARES EM EXERCíCIOS RESISTIDOS: UMA ABORDAGEM APLICADA  [PDF]
José Ricardo Claudino Ribeiro
Perspectivas Online : Biológicas e Saúde , 2012,
Abstract: As tarefas motoras do cotidiano, sejam elas relacionadas ao trabalho, ao lazer ou à prática de atividadesfísicas, normalmente necessitam da a o simultanea de diversos grupamentos musculares. O corpo humano écomposto por mais de 650 músculos, com as mais diversificadas fun es, entretanto, existem modalidades detreinamento físico, como a Muscula o (ou, mais especificamente, o “Treinamento Resistido”), que tendemao treinamento mais “isolado” dos grupos musculares, favorecendo o controle e o direcionamento dasobrecarga fisiológica provocada pelo exercício físico. Mesmo com a inten o de treinar os músculos deforma mais concentrada (isolada), um exercício, por mais “simples” que seja, envolve mais de umgrupamento muscular, os quais s o expostos à sobrecargas simultaneamente. Contudo, uma perguntaaparentemente de fácil resposta, porém, norteada por diversos mecanismos que dificultam a objetividade eassertividade na afirmativa, diz respeito às “Fun es Musculares”. O objetivo deste trabalho é apresentar ejustificar um modelo de classifica o e conceito das Fun es Musculares, em exercícios usados noTreinamento Resistido, mais específico e eficaz para as análises e interven es técnicas. A metodologiautilizada foi a elabora o de uma Revis o de Literatura, buscando entender as técnicas e métodos utilizadaspara verificar as a es musculares, bem como as diferentes formas de classifica o das Fun es Musculares.A forma mais adequada para as interven es técnicas nos exercícios da Muscula o foi a que utiliza assubdivis es: Agonista: Primário e Secundário; Antagonista; Sinergista: Estabilizador Estático e Dinamico; eNeutralizador.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.