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Qualidade e subjetividade na avalia o de programas e servi os em saúde  [cached]
Uchimura Kátia Yumi,Bosi Maria Lúcia Magalh?es
Cadernos de Saúde Pública , 2002,
Abstract: Este ensaio versa sobre a avalia o de programas e servi os de saúde, dando ênfase à subjetividade imanente ao processo de avaliar. Trata-se de uma constru o teórica que focaliza os diversos sentidos da avalia o, a influência do paradigma positivista no campo da avalia o de programas e servi os de saúde, o caráter polissêmico do termo qualidade e sua estreita imbrica o com a subjetividade. Em adi o, procuramos indicar a importancia dos estudos que incorporam as perspectivas dos atores sociais nos processos de avalia o, apontando a metodologia qualitativa de pesquisa social como sendo um profícuo instrumento.
Por uma visualiza o do processo grupal  [PDF]
Schossler, Alexandre Baldasso,Carlos, Sergio Antonio
Psico , 2006,
Abstract: conceito de processo grupal é problematizado a partir de uma aproxima o metodólogica para a sua visualiza o sustentada teoricamente em autores identificados com uma perspectiva institucionalista. Foi investigada uma experiência de ensino realizada no curso de Psicologia da UFRGS cujo tema central é o estudo dos pequenos grupos a partir de uma perspectiva vivencial. Os procedimentos adotados consistiram na sistematiza o dos registros existentes e na realiza o de cinco encontros de discuss o com os participantes dos grupos analisados. Utilizando-se do referencial da pesquisa-a o, busca-se compreender a partir do conceito de processo grupal o cenário de uma atividade de ensino. Identificou-se que o processo grupal é visível na articula o de uma estrutura organizacional e uma instancia de produ o de subjetividade, de que pode ser evidenciada a partir do conceito de implica o e da significa o das situa es vividas pelos participantes do grupo.
Os processos de negocia o dos lugares sociais de professora e alunos no contexto da escolariza o formal
Nuernberg Adriano Henrique
Educa??o & Sociedade , 2002,
Abstract: A análise da rela o entre contextos sociais e modos de (inter)subjetividade implica considerar o fato de que os sujeitos engendram suas a es pautando-se nos lugares sociais que ocupam. Nesse estudo pretendeu-se analisar, a partir do movimento de negocia o dos sentidos relacionados às posi es enunciativas assumidas, como os sujeitos significam tais lugares sociais. Para tanto, com base em uma análise microetnográfica de episódios interativos registrados por meio de filmagens de um contexto da escolariza o formal, verificou-se o embate em torno dos lugares sociais de professora e alunos, posto na arena da produ o de sentidos. Constatou-se que os processos de significa o destes lugares apresentam-se pautados pelas contradi es históricas e culturais que marcam as rela es sociais de ensinar e aprender, dentre elas as dicotomias de saber e n o-saber. Tens o, oposi o e resistência marcaram as tramas discursivas analisadas, revelando matizes da produ o de sentidos dos lugares sociais de aluno e professora.
A metalinguagem como lugar da interpreta o: terminologia e bases de dados informatizadas  [cached]
LUCAS Clarinda Rodrigues
DELTA: Documenta??o de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada , 1999,
Abstract: A partir da afirma o de Pêcheux (1990) de que n o há metalinguagem, na medida em que toda descri o está exposta ao equívoco da língua (da ordem do simbólico); de que há o outro na sociedade e na história e por isso há um real estranho à univocidade lógica, buscamos trabalhar a no o de metalinguagem referida ao uso dos tesauros (sistema de símbolos, indicadores de fun o, descritores) utilizados pelos indexadores para a representa o dos artigos nas bases de dados informatizadas. Nosso corpus é composto por resumos de artigos e descritores das bases de dados bibliográficas LILACS (Literatura Latino-americana em Ciências da Saúde) e SOCIOFILE (Sociological Abstracts). Buscamos explicitar os efeitos da subjetividade no funcionamento da indexa o, levando em conta os espa os de interpreta o que d o lugar ao deslocamento dos sentidos.
A vida na fazenda: sentidos subjetivos do servidor fazendário ante a participa o no trabalho.
Rogério Zanon da Silveira,Márcia Prezotti Palassi
Revista de Administra??o Mackenzie , 2011,
Abstract: O problema de pesquisa deste estudo tem origem em inquieta es dos autores, ao longo de mais de vinte anos de servi o público, sobre a diversidade e a complexidade da participa o no trabalho, nem sempre explicável objetivamente: que sentidos subjetivos perpassam o servidor público fazendário no que tange à participa o no trabalho? Este artigo visa compreender os sentidos subjetivos do servidor fazendário ante a participa o no trabalho. O referencial teórico é a teoria da subjetividade na perspectiva histórico-cultural de González Rey (2003, 2005), que prop e uma concep o de subjetividade baseada numa compreens o histórico-cultural do homem, rompendo com a dicotomia entre o social e o individual. A essa perspectiva da subjetividade s o associados estudos de autores (inter) nacionais sobre a participa o no trabalho, como O’Donoghue, Stanton e Bartram (2011), Zani e Spinelli (2010), Neves e Castro (2010), Palgi (2006), Cox, Zagelmeyer e Marchington (2006), Demo (1988), Coutinho (2006) e Leal Filho (2009). Adota-se um conceito de participa o associado às formas e aos meios pelos quais os trabalhadores e dirigentes de uma organiza o influenciam seus destinos (MOTTA, 1999). Trata-se de um estudo de natureza qualitativa baseada na epistemologia qualitativa (GONZáLEZ REY, 2005). As interpreta es fundamentam-se na acep o de sentido subjetivo (GONZáLEZ REY, 2003, 2005). Os sujeitos pesquisados s o sete auditores fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda do Espírito Santo (Sefaz). O levantamento dos dados deu-se em quatro momentos empíricos, entre julho de 2009 e fevereiro de 2010. As interpreta es evidenciam sentidos subjetivos relevantes em cada um dos sujeitos ante a participa o no trabalho, associados, entre outros: à vis o ideológica, ao núcleo familiar, à autoestima, ao novo e à mudan a, à formalidade e à família. Os resultados possibilitam também identificar elementos marcantes da subjetividade social prevalente na institui o, destacando-se: cultura baseada no controle, mistura entre rela es de amizade e profissionais, e carência de espa os de participa o. Por fim, sugerem-se medidas no sentido de aprimorar a rela o servidor-institui o e a participa o do servidor no trabalho, e s o abordadas lacunas, limita es do estudo e quest es para pesquisas futuras.
Processo de cria o no fazer musical: uma objetiva o da subjetividade, a partir dos trabalhos de Sartre e Vygotsky  [cached]
Maheirie Kátia
Psicologia em Estudo , 2003,
Abstract: O sujeito é compreendido neste trabalho como constituído e constituinte do contexto social, e a música como uma linguagem reflexivo-afetiva, capaz de construir sentidos coletivos e singulares. Entendemos como reflexiva toda atividade humana que objetiva predominantemente uma racionalidade; e, como afetivas as objetiva es que, embora mediadas por uma racionalidade, contemplam sobremaneira emo es e sentimentos. A partir dos trabalhos de Sartre e Vygotsky, compreendemos que nos processos de cria o musical os sujeitos unificam dialeticamente a aprendizagem dos conhecimentos técnicos, numa postura afetiva, a qual implica em rela es entre percep o, imagina o, sentimentos e emo es. O músico, no processo criativo, transforma os sons numa objetividade subjetivada, como nega o dialética do determinismo de um contexto, já que nele deixa, necessariamente, a marca da sua subjetividade. O processo de cria o musical deve ser compreendido sempre como um produto histórico-social, completamente inserido no contexto no qual se dá.
GRAFITAGEM: RESISTêNCIA E CRIA O  [cached]
Anita Rink (Mestranda),Marsyl Bulkool Mettrau (Orientadora)
Revista Tamoios , 2010,
Abstract: O grafite é um modo de apropria o do espa o urbano e pode ser considerado um ato de intera o, produtor de sentidos e de significados sociais. Assim como os outdoors, os diversos tipos de grafite se localizam em um ambiente público de grande visibilidade. Enquanto o outdoor é aceito e previsto pelo status quo e visa criar novos consumidores, o grafite geralmente se localiza em espa os n o autorizados pelo Estado e, é muitas vezes considerado um ato de vandalismo. Em nossa pesquisa pretendemos estudar algumas ressonancias dos grafites urbanos. O objetivo desta investiga o é verificar se esta forma de apropria o do espa o urbano, feita por grafiteiros, gera produ o de subjetividade e resistência à lógica hegem nica do capitalismo e, também, verificar se ele produz novas referências culturais. Nossa metodologia é qualitativa e utiliza a Análise de Discurso (Resende e Ramalho, 2009) para analisar algumas fotografias tiradas de imagens grafitadas. Utilizamos como referencial teórico o conceito de resistência Foucaultiano, pois nossa hipótese diz respeito aos grafismos como produtores de um novo tipo de subjetividade e de circula o de novas ideias na sociedade. Os resultados iniciais indicam que a produ o de grafites no espa o urbano promove diferentes tipos de intera es intersubjetivas entre as pessoas e possibilitam diversas novas forma es no imaginário social.
Modos de subjetiva o na condi o de aprendiz: embates atuais
Lima Silvana Mendes,Minayo-Gomez Carlos
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 2003,
Abstract: Este artigo analisa processos de produ o de subjetividade desenvolvidos em a es educativas dirigidas a jovens moradores de zonas periféricas da cidade do Rio de Janeiro. Tem como campo de inspira o os trabalhos desenvolvidos por uma importante organiza o n o-governamental, numa experiência profissionalizante voltada para a forma o artístico-cultural que conjuga elementos de música, teatro e circo. Busca-se aqui compreender, a partir da articula o dos elementos saúde, trabalho e arte, os diferentes sentidos expressos na condi o de aprendiz, tomando por empréstimo a acep o grega de "um aprendiz experimentador de si". Essa acep o lan a o jovem para além das significa es dominantes, que toma o aprendizado como um leque de possibilidades a serem continuamente inventadas. Nesse percurso, dá-se visibilidade a uma experiência que enfrenta e cria alternativas aos embates vividos por uma juventude periférica frente aos modos de vida vigentes, que tendem a formatar sobremaneira o corpo e a condi o de aprendiz. Esses embates e formata es, em nosso estudo, materializam pólos n o excludentes da arte: como produto para o mercado e como processo de transforma o de modos de vida.
O Estado como empregador de última instancia: uma proposta de pleno emprego, estabilidade e condi es dignas de trabalho para o Brasil The government as an employer of last resort: a proposal for full employment, stability and fair working conditions for Brazil
Zoraide Bezerra Gomes,André Luís Cabral de Louren?o
Economia e Sociedade , 2012,
Abstract: Este trabalho objetiva compreender a estrutura conceitual e teórica do programa empregador de última instancia (ELR) e fazer um levantamento dos argumentos pró e contra a implanta o do programa no Brasil. Sendo o desemprego estrutural um problema que afeta as economias capitalistas do mundo inteiro, seria possível eliminá-lo da economia brasileira sem gerar um processo inflacionário? Como ainda argumentam os economistas do novo consenso, seria necessário para tanto promover uma política de flexibiliza o do mercado de trabalho? A hipótese fundamentada na teoria crítica de Minsky (1986) e Wray (2003) sobre o desenvolvimento contemporaneo do capitalismo é que, se o Estado atuar como ELR, o desemprego estrutural poderá ser totalmente eliminado da economia sem provocar um processo inflacionário ou incorrer nos possíveis malefícios causados pela flexibiliza o trabalhista. This paper aims to understand the conceptual and theoretical framework of the employer of last resort (ELR) program and analyze the arguments in favor of and against its implementation in Brazil. As structural unemployment is a problem which affects all capitalist economies around the world, would it be possible to eliminate it from the Brazilian economy without generating an inflationary process? Or, as the economists of the new consensus argue, would it be necessary to promote a labor market reform policy? The hypothesis, based on the critical theory of Minsky (1986) and Wray (2003) on the contemporary development of capitalism, is that if the government acts as an ELR, structural unemployment could be entirely eliminated from the economy without provoking an inflationary process, nor experiencing negative effects caused by labor market reform policies.
Núcleos de significa o como instrumento para a apreens o da constitui o dos sentidos The meaning core as an instrument for the understanding of the sense constitution  [cached]
Wanda Maria Junqueira Aguiar,Sergio Ozella
Psicologia: Ciência e Profiss?o , 2006, DOI: 10.1590/s1414-98932006000200006
Abstract: O artigo tem como objetivo instrumentalizar o pesquisador, segundo a abordagem da Psicologia sociohistórica, nos procedimentos de análise de material qualitativo, visando a apreender os sentidos que constituem o conteúdo do discurso dos sujeitos informantes através do que chamamos de núcleos de significa o. Na primeira parte, é feita uma retomada de aspectos teórico-metodológicos desenvolvidos a partir, basicamente, de Vigotski, tais como a importancia de um método materialista histórico e dialético, as categorias linguagem e pensamento e as no es de significado e sentido, necessidades e motivos. Na segunda parte, propomos algumas etapas de procedimento de organiza o e análise do material levantado, particularmente através de entrevistas, visando a chegar aos núcleos de significa o no caminho da apreens o dos sentidos e da subjetividade dos informantes. Destacamos três etapas: pré-indicadores, indicadores e núcleos de significa o. Complementando o texto, ilustramos os procedimentos propostos com uma disserta o de mestrado e uma tese de doutorado orientadas pelos autores, no sentido de visualizar a análise dos núcleos de significa o. The main objective of this article is to give the researchers tools,using the sociohistoric psychological view, in the analyses procedure of the qualitative material, aiming to learn the sense that constitutes the speech content of the subject informant, through what we call the meaning core. In the first part, a retake of the theoretical methodological aspects developed basically by Vigotski is done, such as the importance of the historical and dialectical materialism method, the language and thought category and the notions of meaning and sense, necessities and goals. In the second part, we propose some stages of procedures to organize and analyze the collected material, mainly through the interviews, aiming to get in the core of the meaning in order to learn the sense and the subjective quality of the informants. We point out three stages: pre - indicators, indicators and meaning core. To complete the text, we illustrated the proposals procedure with a master dissertation and a Phd thesis orientated by the authors as a way to visualize the analysis of the meaning core.
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