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Fatores de risco associados aos problemas dos leit es na fase de creche em rebanhos da regi o Sul do Brasil
Morés N.,Sobestansky J.,Barioni Junior W.,Madec F.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2000,
Abstract: Um experimento de pesquisa epidemiológica observacional foi realizado em 65 rebanhos da regi o Sul do Brasil, com o objetivo de identificar o conjunto de fatores de risco que melhor explicam a ocorrência de problemas com os leit es na fase de creche. Em cada rebanho acompanhou-se um lote de leit es durante as primeiras três semanas após o desmame, sendo avaliadas variáveis ligadas às instala es, à nutri o, ao manejo, ao ambiente e à saúde dos leit es. Na análise estatística dos dados foram utilizados métodos descritivos e multidimencionais. As variáveis objetivas usadas para descrever os problemas dos leit es na fase de creche foram: ganho de peso diário, coeficiente de varia o do peso dos leit es aos 21 dias após o desmame, ocorrência de diarréia no lote, taxa de mortalidade e o uso de medicamentos curativos contra diarréia. Com essas variáveis elaborou-se uma variável sintética que discriminava as granjas em três categorias: boas, intermediárias e ruins. Dentre as variáveis explicativas, foram identificados 10 fatores de risco que melhor discriminaram os rebanhos estudados quanto a ocorrência de diarréia, mortalidade e desempenho dos leit es na fase de creche. Com isso, foi possível elaborar o perfil de granjas com alta tendência de apresentarem problemas com os leit es na fase de creche. Conclui-se que em muitos rebanhos da regi o Sul do Brasil existem vários fatores de risco que favorecem a ocorrência de problemas com os leit es na fase de creche, alguns deles sendo conseqüência da fase de maternidade.
Fatores associados à enterocolite necrosante  [cached]
Vieira Maria Teresa Campos,Lopes José Maria de Andrade
Jornal de Pediatria , 2003,
Abstract: OBJETIVO: avaliar as formas de apresenta o clínica da enterocolite necrosante neonatal e os fatores associados à doen a. MéTODOS: estudo retrospectivo dos casos de enterocolite necrosante neonatal (ECN) (n = 56) ocorridos na UTI Neonatal Lagoa, entre dezembro de 1986 e julho de 1992. O diagnóstico e estadiamento da doen a seguiram o critério de Bell modificado. Foram avaliados o diagnóstico e a evolu o de todos os casos. Posteriormente, foram selecionados os casos de enterocolite grau II e III (n =44) e comparados com um grupo controle (n = 44), selecionado pelo peso de nascimento (± 250g) e época de interna o (± 2 semanas). Para a análise estatística, foi considerado significante p < 0,05. RESULTADOS: dos 2.447 recém-natos internados na UTI, 56 (2,3%) evoluíram com enterocolite. O peso médio dos pacientes foi de 1.908,5 g; a idade gestacional média, de 35 semanas e um dia; a idade média do diagnóstico foi de 10,7 dias; 51 (91,1%) pacientes foram alimentados anteriormente ao diagnóstico; 18 (32,1%) necessitaram de cirurgia de urgência; em 9 (16,9%) as hemoculturas foram positivas; 10 (17,8%) pacientes faleceram. Observaram-se quatro padr es evolutivos da doen a: aguda fulminante, aguda com pneumatose, insidiosa e suspeita. Comparativamente ao grupo controle, três fatores associaram-se significativamente à enterocolite: apnéia (p = 0,045), a progress o rápida da dieta (acima de 20 ml/kg/dia) (p = 0,048), e a presen a de agente infeccioso (p = 0,000). CONCLUS ES: os fatores associados significativamente à enterocolite foram a ocorrência de apnéia, a progress o rápida da dieta e a identifica o do agente infeccioso.
Eficiência Reprodutiva e Produtiva em Rebanhos Leiteiros Comerciais Monitorados por Sistema Informatizado  [cached]
Grossi Selma de Fátima,Freitas Maria Armênia Ramalho de
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: O estudo foi conduzido com os objetivos de analisar o desempenho produtivo e algumas medidas de eficiência reprodutiva de 1877 vacas provenientes de quatro grupos genéticos Holandês fraction three-quarters Zebu e estimar os parametros genéticos pertinentes. Os animais pertenciam a três rebanhos comerciais que foram monitorados pelo Sistema Computacional de Informa o DAISY (The Dairy Information System), durante período de 1989 a 1998. Para consistência dos dados, forma o dos arquivos e análises preliminares foram usados os procedimentos disponíveis no SAS (Statistical Analysis System), enquanto os componentes de (co)variancia foram estimados pelo método de máxima verossimilhan a restrita livre de derivada (MTDFREML), sob um modelo animal. Os efeitos de grupo genético e ano do parto foram significativos sobre a idade da vaca ao primeiro parto (IPC), intervalo parto - primeiro servi o (PP1S), dura o da lacta o(DL), produ o total de leite (PT) e produ o de leite por dia de intervalo de parto (PLIEP). As estimativas de herdabilidade (h2) para as características reprodutivas ficaram próximas de zero, evidenciando grande dependência do manejo oferecido aos rebanhos, enquanto o valor de 0,28 para a h2 da PT mostrou variancia genética aditiva média. A correla o genética entre PT e DL de 0,81 pode ser considerada de alta magnitude.
Fatores associados à obesidade em escolares  [cached]
Giugliano Rodolfo,Carneiro Elizabeth C
Jornal de Pediatria , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Analisar a rela o entre obesidade em escolares e atividade física e horas de sono da crian a, escolaridade e obesidade dos pais. MéTODOS: Avalia o de peso, estatura, índice de massa corporal e adiposidade (estimada pelas dobras cutaneas tricipital e subescapular) de escolares seguida da classifica o das crian as em normais, baixo peso, sobrepeso ou obesidade pelo índice de massa corporal por idade. Foram avaliados 452 escolares e selecionadas 68 crian as com sobrepeso e obesidade e 97 normais para preenchimento de questionários quanto a atividade física e horas de sono diárias da crian a, escolaridade, atividade física, peso e estatura dos pais. RESULTADOS: A prevalência de sobrepeso e obesidade foi de 21,1% nos meninos e 22,9% nas meninas. A adiposidade diferiu na compara o das crian as normais com as demais (p < 0,01). Nas crian as com sobrepeso e obesidade, a adiposidade correlacionou-se diretamente com o tempo de permanência sentado e inversamente com as horas de sono (p < 0,05). A ocorrência de sobrepeso e obesidade foi maior nas crian as cujas m es tinham menor escolaridade (p < 0,01). A freqüência de sobrepeso e obesidade nos pais das crian as com sobrepeso e obesidade foi maior do que nos pais das crian as normais (p < 0,01). O sedentarismo predominou na maioria dos pais. CONCLUS O: O estudo destaca a inatividade das crian as como um dos fatores associados à obesidade. As horas diárias de sono apresentaram-se como fator positivo na manuten o do equilíbrio p ndero-estatural. A escolaridade materna e a ocorrência de sobrepeso e obesidade nos pais est o associados com sobrepeso e obesidade nos filhos.
Fatores associados à obesidade em adolescentes
Fonseca Vania de Matos,Sichieri Rosely,Veiga Glória Valéria da
Revista de Saúde Pública , 1998,
Abstract: INTRODU O: A obesidade na adolescência é um fator preditivo da obesidade no adulto. Assim, foram avaliados os fatores associados à obesidade e o uso do índice de massa morporal (IMC). MéTODO: Foram avaliados 391 estudantes aferindo-se: consumo de alimentos, hábitos alimentares, características antropométricas dos pais e atividade física. O IMC foi a variável dependente utilizada na regress o linear multivariada. RESULTADOS: A prevalência de sobrepeso foi 23,9% para meninos e 7,2% para meninas. Fazer dieta para emagrecer foi 7 vezes mais freqüente entre meninas do que entre meninos com sobrepeso. Nos meninos, idade, uso de dieta, omiss o de desjejum, horas de televis o/"vídeo-game" e obesidade familiar apresentaram associa o positiva e significante com IMC. Nas meninas, associaram-se positivamente: uso de dieta, omiss o de desjejum e obesidade familiar e negativamente idade da menarca. A correla o do IMC com medidas antropométricas foi maior que 0,7. CONCLUS ES: Um padr o estético de magreza parece predominar entre meninas e elas o atingem com hábitos e consumo alimentar inadequados.
Fatores associados às interna es hospitalares no Brasil
Castro M?nica Silva Monteiro de,Travassos Cláudia,Carvalho Marília Sá
Ciência & Saúde Coletiva , 2002,
Abstract: O objetivo foi identificar fatores associados às admiss es hospitalares no Brasil, analisando se essa utiliza o é eqüitativa e identificando características associadas aos grandes usuários. A PNAD/1998 foi analisada, utilizando regress o logística e regress o logística multinomial, com pesos normalizados e técnicas estatísticas para corre o do efeito de desenho. O modelo teórico utilizado foi o Comportamental de Andersen. No modelo ajustado por necessidade de saúde e fatores capacitantes, pessoas com menor renda apresentaram maior chance de se internar; o contrário ocorreu no modelo ajustado somente por necessidade de saúde. Todas as variáveis de necessidade mostraram-se menos relacionadas ao uso nas pessoas com duas interna es, em compara o com aquelas com mais do que duas interna es. N o houve associa o entre variáveis sociais e ocorrência de duas interna es, mas essa associa o ocorreu para três ou mais interna es. A redu o das desigualdades sociais nos aspectos que "capacitam" ao uso de admiss es hospitalares reduziria as desigualdades neste uso. Um sistema de saúde que ofere a um "servi o de uso regular", além de baixo ou nenhum pagamento no ato do consumo, seriam medidas de impacto positivo na eqüidade do consumo de servi os hospitalares no Brasil.
Fatores de risco associados à ocorrência de sarna sarcóptica e prevalência em suínos nas fases de crescimento e termina o, na regi o Sul do Brasil  [cached]
Pedroso-de- Paiva Doralice,Morés Nelson,Barioni Júnior Waldomiro,Dalla Costa Osmar Ant?nio
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Foi realizada uma pesquisa epidemiológica observacional em 64 rebanhos da regi o Sul do Brasil, com o objetivo de determinar a prevalência e identificar o conjunto de fatores de risco que melhor explicam a ocorrência de sarna sarcóptica em suínos nas fase de crescimento e termina o. Foi aplicado um protocolo abrangendo variáveis do ecossistema de suínos em cria o intensiva e os dados foram analisados por análise de correspondência múltipla identificando-se dez variáveis associadas à ocorrência de sarna: área menor que 0,85m2/suíno; volume de ar menor que 3,0m3/animal, manejo da instala o no sistema contínuo; umidade relativa do ar menor de 60% ou maior de 70%; uso de ra o farelada e fornecida à vontade; uso de ra o com composi o fora das recomenda es técnicas; excesso de moscas nas instala es e ocorrência de outras doen as no lote. Estas variáveis s o apresentadas em um mapa permitindo visualizar os fatores associados com rebanhos de baixa, média e alta prevalência de sarna. Dos 3.948 animais examinados na linha de abate, 16,64% apresentaram dermatite papular eritematosa indicativa de sarna sarcóptica.
Fatores sistêmicos associados a doen a periodontal em idosos
Consuelo Penha Castro,Claudia Maria Coelho Alves,Fernanda Ferreira Lopes
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2010,
Abstract: O envelhecimento é um processo fisiológico, ocorrendo em todo o corpo e diferenciando-se entre os tecidos, em indivíduos acima de 60 anos; a cavidade oral do idoso apresenta uma alta incidência de cárie e les es periodontais e as patologias orais podem ter implica es em outros órg os, já que a mesma n o pode ser vista como órg o isolado. Estudos clínicos mostram que as periodontopatias levam a pessoa a ter um risco maior de apresentar doen as cardiovasculares e outras altera es sistêmicas quando comparadas com indivíduos com gengiva sadia. Estas doen as periodontais constituem-se em um grave problema de saúde pública odontológica, distribuindo-se de forma diferenciada quanto à gravidade, faixa etária e outros fatores. O objetivo deste estudo foi buscar na literatura artigos sobre a participa o de fatores sistêmicos associados à periodontite em idosos.
Alcoolismo parental e fatores de risco associados  [cached]
Kallen Dettmann Wandekoken,Creuza Rachel Vicente,Marluce Miguel de Siqueira
SMAD Revista Electrónica Salud Mental, Alcohol y Drogas , 2011,
Abstract: O uso indevido de álcool, de forma precoce torna-se um fator predisponente para problemas de saúde, sociais e econ micos. Face a isso, esta pesquisa buscou identificar condi es de risco relacionadas às crian as e adolescentes expostos ao alcoolismo parental. Foi realizada revis o sistemática, por meio dos descritores alcoolismo, fatores de risco e filhos, de artigos publicados nos anos de 2005 a 2009, nas bases de dados LILACS, MEDLINE, SciELO e Adolec. Constataram-se problemas em rela o ao uso de álcool pelos filhos, em rela o ao comportamento e/ou em rela o aos fatores emocionais dos filhos, implicando na necessidade de discuss o do tema, a fim de contribuir para a formula o de políticas públicas destinadas a essa popula o.
Fatores associados à qualidade de vida de pacientes com esquizofrenia  [cached]
Souza Leonardo Araújo de,Coutinho Evandro Silva Freire
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2006,
Abstract: OBJETIVO: O tratamento de portadores de transtornos mentais graves e cr nicos tem experimentado grandes mudan as no Brasil, com uma crescente valoriza o de tratamentos de base comunitária. Estes pacientes passam, concomitantemente, a receber um tratamento que valoriza antes a sua reinser o social e melhora das condi es de vida, do que a mera aboli o de seus sintomas principais. Assim, torna-se fundamental a avalia o da qualidade de vida dos pacientes vivendo na comunidade. MéTODO: Uma revis o bibliográfica foi realizada com o objetivo de descrever a distribui o dos fatores sociodemográficos e clínicos que influenciam a qualidade de vida de indivíduos com esquizofrenia. RESULTADOS: Foram selecionados 25 estudos, a maior parte de países europeus. A maioria foi realizada na década de 90. Quase todos os estudos eram seccionais, e a maior parte avaliou amostras de indivíduos vivendo na comunidade. Os fatores sociodemográficos, excetuando a renda mensal, n o se mostraram associados à qualidade de vida. Contudo, alguns estudos encontraram associa es entre gênero, idade, estado civil e escolaridade com a qualidade de vida. Os sintomas depressivos e ansiosos se mostraram associados a uma pior qualidade de vida em diversos estudos. Observou-se associa o similar quanto aos sintomas negativos e positivos da esquizofrenia, mas sem a mesma consistência. CONCLUS ES: Os estudos n o foram consistentes quanto à associa o entre fatores sociodemográficos e clínicos e qualidade de vida de pacientes com esquizofrenia. é possível que essa heterogeneidade de achados seja decorrente tanto de aspectos vinculados à doen a quanto ao desenho desses estudos, pouco adequados à investiga o de associa es causais.
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