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A Literatura e a Dilui o do Autor
Daniel Marcolino Claudino Sousa
Revista Espa?o Acadêmico , 2010,
Abstract: Com Dom Quixote, segundo Adorno, tem-se a inaugura o do Romance moderno e, por conseqüência, a constitui o do autor moderno, um autor n o absoluto, desinformado do destino de seus personagens, uma vez que agora o relato romanesco ‘precisa’ de recursos (por vezes, metalingüísticos) que passem a evidenciar aspectos de verossimilhan a (realismo) para se fazer crível ao leitor. E ele o faz, gerando a idéia de níveis de realidade. Procedendo assim, Miguel de Cervantes gera um autor desprovido da autoridade (divina), que era própria dos tempos dos Rapsodos gregos. Busca-se nesse trabalho visualizar, pois a regi o em que se dá a morte ou a dilui o do autor na literatura, este n o propriamente gerado pela Metafísica, mas certamente, alimentado por ela, e que é tema de Derrida a Borges. Quando em A escrita de Deus Borges lan a m o da idéia de uma alucinada linguagem em que a simultaneidade seria a forma de acontecer de Deus, de sua express o e existência, ele nos ajuda a pensar a quest o da dilui o das fronteiras em que a fic o aí se coloca inevitavelmente nos novos tempos do Romance. Na express o de existência de tal linguagem, n o haveria tempo no sentido de sucess o de acontecimentos.
Classifica o do mel em floral ou mel de melato  [cached]
Campos G.,Della-Modesta R. C.,Silva T. J. P.,Baptista K. E.
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 2003,
Abstract: O mel é um produto natural de abelhas fabricado a partir do néctar das flores (mel floral) e de secre es de partes vivas das plantas, ou de excre es de insetos sugadores de partes vivas das plantas (mel de melato). O melato é uma fonte alternativa de alimento bastante utilizada pela abelha. Em Santa Catarina, o mel de melato é muito conhecido, sendo produzido nos meses de janeiro a abril, em ciclos bianuais. Foram colhidas aleatoriamente 25 amostras de mel, no período de janeiro/93 a junho/96, de diferentes apiários e datas de colheita. Foram determinados os teores de umidade, pH, cinzas e a úcares redutores. Os resultados foram utilizados na aplica o da equa o de Kirkwood para classificar o mel como floral ou de melato. As amostras também foram analisadas quanto à rota o óptica para classifica o de acordo com White. Das 25 amostras analisadas, 11 foram classificadas como mel de melato de acordo com Kirkwood e White. O estudo estatístico, feito pela aplica o do teste exato de Fisher, indicou que, apesar da divergência em 4 amostras, estes métodos s o equivalentes e ambos podem ser usados.
DETERMINA O DA QUALIDADE DO MEL  [cached]
CRISPIN HUMBERTO GARCIA-CRUZ,FERNANDO LEITE HOFFMANN,LYSSA SETSUKO SAKANAKA,T?¢NIA MARIA VINTURIM
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: RESUMO: Foi determinada a qualidade do mel por meio da realiza § £o de an lises microbiol 3gicas e qu -micas de vinte amostras de mel (100%) de consumo imediato comercializadas no varejo por pequenos apicultores e feirantes da regi £o de S £o Jos do Rio Preto, Estado de S £o Paulo. Foi realizada a contagem de bact rias aer 3bias term 3filas; contagem de bolores e leveduras e a pesquisa de Salmonella sp. Os resultados das an lises microbiol 3gicas das amostras de mel mostraram que as contagens de bact rias aer 3bias mes 3filas variaram de 0,5 x 101 a 2,2 x 102 UFC/g; j as contagens de bact rias aer 3bias term 3filas variaram de 0,5 x 101 a 1,4 x 102 UFC/g. Foi detectada a presen §a de salmonella sp, em apenas uma das amostras analisadas (5%), n £o atendendo, portanto, ao padr £o de aus ancia em 25g de amostra. Com rela § £o s an lises qu -micas verificou-se que a m dia da acidez titul vel foi de 2,28% (v/p) com varia § £o de 1,19% a 3,33% (v/p). De acordo com os resultados obtidos 40% das amostras foram classificadas como mel de mesa e 60% como mel industrial. A an lise global dos resultados revelou a adi § £o de glicose comercial em algumas amostras analisadas. PALAVRAS-CHAVE: Mel; qualidade; microbiologia; an lise.
Efeito da dilui o do Rematitan Plus líquido sobre as dimens es de uma incrusta o MOD  [cached]
WALDEMARIN Renato Fabricio de Andrade,CROSARA Stella,ZANIQUELLI Osvaldo,BEZZON Osvaldo Luiz
Pesquisa Odontológica Brasileira , 2000,
Abstract: Avaliou-se o efeito da dilui o do Rematitan Plus líquido sobre as dimens es de uma incrusta o MOD. A partir de uma matriz, foram confeccionados doze padr es de cera divididos em três grupos. Cada grupo foi incluído em uma dilui o de Rematitan Plus líquido dentre aquelas recomendadas pelo fabricante (mínima, máxima e uma intermediária). A partir de marcas de referência feitas na matriz, as pe as foram medidas no sentido M-D e V-L. Observou-se que a varia o na dilui o n o alterava significativamente as dimens es da incrusta o na maioria dos casos. Além disso, observou-se que as propriedades da cera utilizada como padr o para a confec o das incrusta es foi mais significativa na altera o dimensional que a dilui o do líquido do revestimento.
Qualidade do mel?o exportado pelo porto de Natal
Sales Júnior, Rui;Soares, Silvana Patrícia F.;Amaro Filho, Joaquim;Nunes, Glauber Henrique S.;Miranda, Vicente S.;
Horticultura Brasileira , 2004, DOI: 10.1590/S0102-05362004000100020
Abstract: we evaluated the post harvest quality of melons exported through the port of natal, identifying the unfavorable characteristics for the market that could be prejudicial to the exportation. a total of 2.218 fruits was analyzed from september to dezember 2001. sampling procedures were done following norms of the delegacia da agricultura e do abastecimento. the work was carried out in the port of natal. solid soluble content and fruit firmness were the parameters used to evaluate fruit quality. nearly 62.58% of the fruits were of the yellow type; 15.1% orange flesh type; 9.29% piel de sapo (frog skin) type; 5.77% gália type; 5.09% cantaloupe type and 2.17% were of the charentais type. only the yellow type melon presented more than 50% of its fruits with soluble solid content superior to 10o brix, and the frog skin was the only type with low index for pulp firmness.
Causas da varia o em produtividade e qualidade do mel o em um Latossolo Vermelho-Amarelo fertirrigado  [cached]
Miranda Neyton de Oliveira,Oliveira Teógenes Senna de,Medeiros José Francismar de,Levien Sérgio Luiz Aguilar
Ciência Rural , 2006,
Abstract: Este trabalho foi realizado em Mossoró, RN, para identificar variáveis da fertirriga o e atributos do solo influenciando a produtividade e qualidade de frutos de mel o. Foram realizadas determina es de produtividade (tipo exporta o e comerciável); qualidade (sólidos solúveis totais e firmeza de polpa); fertirriga o (vaz o, eleva o, distancia até a entrada de água e quantidade de adubo aplicada); características químicas do solo (pH, matéria organica, P, Ca2+, Mg2+, K+e Na+, acidez potencial, Cu, Zn, Fe e Mn) e físicas (argila, areia, silte, densidade do solo e umidade). A estatística descritiva, a correla o de Spearman e a regress o múltipla foram usadas para analisar os dados. A fertirriga o e variáveis relacionadas à maior disponibilidade de água favoreceram a produtividade e prejudicaram a qualidade de frutos. A maior disponibilidade de P no solo aumentou a produtividade, enquanto os maiores pH do solo melhoraram a qualidade dos frutos. Os micronutrientes Fe e Mn apresentaram teores prejudiciais à cultura, enquanto maiores teores de Cu favoreceram a produtividade tipo exporta o e o teor de sólidos solúveis totais.
Qualidade do mel o exportado pelo porto de Natal-RN  [cached]
Sales Júnior Rui,Dantas Flavio Fernandes,Salviano Alessandra Monteiro,Nunes Glauber Henrique Souza
Ciência Rural , 2006,
Abstract: Com o objetivo de avaliar a qualidade pós-colheita dos mel es exportados pelo Porto de Natal-RN, identificando características qualitativas desfavoráveis que dificultem a exporta o do mel o, foram analisados 2.303 frutos no período de setembro a dezembro de 2002 com amostragem segundo as normas de fiscaliza o da Delegacia da Agricultura e do Abastecimento- DFA/SSV. O trabalho foi desenvolvido no Porto de Natal, na unidade do Vigiagro/SSV/MA. A avalia o dos frutos foi feita de maneira sistemática, seguindo o preenchimento de uma "Ficha de Controle de Qualidade do Mel o Exportado" em que foram determinados o teor de sólidos solúveis totais e a firmeza de polpa. 50,33 % dos frutos analisados foram do tipo Amarelo, 19,06 % do tipo Orange Flesh, 9,90 % do tipo Pele de Sapo, 11,16 % do tipo Gália, 7,03 % do tipo Cantaloupe e 2,52% do tipo Charentais. Apenas os mel es tipo Amarelo apresentaram teor médio de sólidos solúveis totais aceitáveis para a exporta o; os mel es tipo Pele de Sapo foram os que apresentaram menos firmeza de polpa.
Composi § £o e propriedades terap auticas do mel de abelha.  [cached]
R. A. SILVA,G. A. MAIA,P. H. M. SOUSA,J. M. C. COSTA
Alimentos e Nutri??o , 2008,
Abstract: O mel uma solu § £o supersaturada de a § ocares (principalmente glicose e frutose), mas tamb m possui outros constituintes que mesmo em pequenas concentra § μes, fazem do mel um produto muito rico em vitaminas, minerais, compostos fen 3licos e enzimas. ‰ um produto utilizado em todo o mundo, n £o s 3 pela sua propriedade ado §ante, mas tamb m como promotor de sa ode. Os consumidores em geral consideram o mel uma fonte natural de sa ode devido s suas qualidades terap auticas tais como: atividade antimicrobiana, protetor de doen §as gastrointestinais, propriedades antioxidantes, propriedades prebi 3ticas, al m de ser uma boa fonte de energia. No entanto, vale salientar que a composi § £o e as propriedades do mel variam de acordo com a fonte floral.
Compara o entre Critérios Técnicos para Outorga de Dilui o de Efluentes dos Estados do Paraná, Bahia e Mato Grosso
Walter Corrêa Carvalho Junior,Rodrigo Couto Santos,Raimundo Rodrigues Gomes Filho,Eder Pereira Gomes
Revista Brasileira de Agricultura Irrigada , 2012, DOI: 10.7127/rbai.v6n200421
Abstract: A água pode ser aproveitada para diversas finalidades, como abastecimento, irriga o e dilui o de efluentes, entre outras. é nesse contexto que o instrumento da outorga de uso de recursos hídricos age como ferramenta de Gest o se mostrando necessária, pois controlando o uso da água em uma bacia hidrográfica é possível assegurar o efetivo exercício do direito ao seu acesso. Porém, alguns Estados est o mais avan ados no tema, pois contam com resolu es específicas para procedimento de análise de outorga para o saneamento. Assim, o objetivo deste trabalho é comparar a legisla o dos Estados do Paraná e Bahia com a praticada em Mato Grosso, quanto a Outorga para dilui o de efluentes. Para subsidiar a análise dos procedimentos técnicos de compara o fez-se necessário realizar um levantamento das legisla es estaduais da Bahia, Paraná e Mato Grosso, que tratam especificamente deste tema. Para tal identificou-se dados sobre outorga nestes Estados e posterior compara o. Com base neste estudo foi possível concluir que as especificidades legislativas de gest o hídrica do Estado da Bahia s o difíceis de aplicar ao modelo mato-grossense. Já a legisla o do Paraná é mais factível de se aplicar em Mato Grosso, sendo mesmo assim, necessárias adapta es.
Mel o tup : produtividade, qualidade do fruto e resistência a viroses  [cached]
Paiva Waldelice Oliveira de,Lima José Albérsio de Araújo,Pinheiro Neto Luis G.,Ramos Najara Frota
Horticultura Brasileira , 2003,
Abstract: Progênies de mel o (Cucumis melo L.) cv. Tup , um tipo que associa as características favoráveis do fruto do mel o Amarelo e do mel o Cantaloupe, foram submetidas à inocula o artificial com cinco vírus [Watermerlon mosaic virus (WMV-2), Papaya ringspot virus (PRSV-w), Zucchini yelow mosaic virus (ZYMV), Squash mosaic virus (SqMV) e Cucumber mosaic virus (CMV)], em casa de vegeta o. A produ o e a qualidade do fruto foram avaliadas em campo. Progênies de três famílias mostraram resistência ao PRSV-w e ao ZYMV, algumas manifestaram resistência também ao WMV-2. Cerca de 63,15% apresentaram resistência somente ao PRSV-w e 52,63% somente ao ZYMV. A resistência para a combina o do PRSV-w e ZYMV ocorreu em 42,10% das progênies e a resistência tripla a PRSV-w, ZYMV e WMV-2 em 36,84%. Uma progênie foi resistente aos quatro vírus (PRSV-w, ZYMV, WMV-2 e CMV). Para o caráter concentra o de colheita o comportamento das progênies foi muito variável, observando-se progênies onde a metade dos frutos foram colhidos até os 80 dias, e outras onde até os 70 dias nenhum fruto havia sido colhido. Em rela o ao tipo Amarelo, foram muito tardias para a matura o dos frutos, mas mostraram semelhan as com o fruto para peso médio, formato, diametro interno e espessura da polpa. A firmeza da polpa variou de 7,78 N a 35,6 N, sendo que em 20% das progênies a firmeza da polpa foi superior a 20 N, muito semelhante aos mel es do tipo Cantaloupe.
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