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Avalia o do ambiente térmico em instala o para crescimento e termina o de suínos utilizando os índices de conforto térmico nas condi es tropicais  [cached]
Sampaio Carlos Augusto de Paiva,Cristani José,Dubiela Juliana Aparecida,Boff César Eduardo
Ciência Rural , 2004,
Abstract: Neste trabalho, avaliou-se o ambiente térmico de uma instala o de crescimento e termina o de suínos e compararam-se os índices de temperatura e umidade (ITU) e de globo negro e umidade (ITGU) na indica o do conforto térmico nas condi es tropicais. Foram medidas a temperatura de bulbo seco, a umidade relativa do ar e a velocidade do vento, e determinados os índices de temperatura e umidade, de globo negro e umidade e da carga térmica radiante (CTR). As mesmas análises foram realizadas para o ambiente externo (área n o sombreada). As médias de ITGUs pela instala o, no ver o e inverno, ficaram entre 68,9 a 74,8 e de 55,3 a 61,2, respectivamente, e foram observadas diferen as (P<0,05) em rela o à área n o sombreada principalmente nos períodos mais quentes do dia. O ITGU foi mais adequado na indica o do conforto térmico em rela o ao ITU, principalmente no ver o. A redu o da CTR em fun o da instala o foi de até 35% quando comparado com a área n o sombreada.
Dietas para Leit es nas Fases de Creche e Diferentes Idades ao Desmame
Trindade Neto Messias Alves da,Barbosa Hacy Pinto,Petelincar Izabel Marin,Schammass Eliana Aparecida
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Oitenta leit es, metade desmamada aos 20 de idade e metade aos 25 dias de idade, com respectivos pesos: 4,55 ± 0,67 e 6,62 ± 0,92 kg, foram distribuídos em delineamento experimental de blocos casualizados em esquema fatorial, com cinco repeti es e quatro animais por unidade experimental, visando-se estudar dois tipos de dieta e duas idades de desmame e seus efeitos nas fases de crescimento e termina o. As diferentes características das dietas foram obtidas com níveis de inclus o dos ingredientes: leite em pó desnatado, a úcar e óleo de soja. N o houve intera o de dieta com idade ao desmame, e sim efeitos isolados dos fatores nas variáveis medidas. Até os 42 dias de idade, os leit es que consumiram a dieta com alta inclus o de leite em pó, a úcar e óleo tiveram melhor desempenho, enquanto o efeito da maior idade (25 dias) ao desmame influenciou apenas o ganho de peso. Dos 42 aos 63 dias de idade, a dieta com leite em pó propiciou melhor convers o alimentar e o efeito benéfico do desmame aos 25 dias de idade persistiu no ganho de peso. Os animais que consumiram dietas com altos níveis (40 e 20%) do produto lácteo nos períodos de creche atingiram os 94,1 kg em menor tempo. Em rela o aos que receberam as dietas com 10 e 0% de produto lácteo nas mesmas fases, a redu o do período foi de 5 dias na idade final à termina o. Nas fases iniciais de crescimento, a alta inclus o de leite em pó desnatado favorece o desempenho dos leit es e a idade de desmame aos 25 dias é melhor do que a idade de desmame aos 20 dias. O acumulado das diferen as no desempenho, subseqüentemente aos tratamentos aplicados nos períodos de creche, deve ser melhor avaliado na idade final do suíno ao peso de abate.
Fatores de risco associados aos problemas dos leit es na fase de creche em rebanhos da regi o Sul do Brasil
Morés N.,Sobestansky J.,Barioni Junior W.,Madec F.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2000,
Abstract: Um experimento de pesquisa epidemiológica observacional foi realizado em 65 rebanhos da regi o Sul do Brasil, com o objetivo de identificar o conjunto de fatores de risco que melhor explicam a ocorrência de problemas com os leit es na fase de creche. Em cada rebanho acompanhou-se um lote de leit es durante as primeiras três semanas após o desmame, sendo avaliadas variáveis ligadas às instala es, à nutri o, ao manejo, ao ambiente e à saúde dos leit es. Na análise estatística dos dados foram utilizados métodos descritivos e multidimencionais. As variáveis objetivas usadas para descrever os problemas dos leit es na fase de creche foram: ganho de peso diário, coeficiente de varia o do peso dos leit es aos 21 dias após o desmame, ocorrência de diarréia no lote, taxa de mortalidade e o uso de medicamentos curativos contra diarréia. Com essas variáveis elaborou-se uma variável sintética que discriminava as granjas em três categorias: boas, intermediárias e ruins. Dentre as variáveis explicativas, foram identificados 10 fatores de risco que melhor discriminaram os rebanhos estudados quanto a ocorrência de diarréia, mortalidade e desempenho dos leit es na fase de creche. Com isso, foi possível elaborar o perfil de granjas com alta tendência de apresentarem problemas com os leit es na fase de creche. Conclui-se que em muitos rebanhos da regi o Sul do Brasil existem vários fatores de risco que favorecem a ocorrência de problemas com os leit es na fase de creche, alguns deles sendo conseqüência da fase de maternidade.
Fatores de risco associados ao vício de suc o em leit es na fase de creche
Amaral A.L.,Morés N.,Barioni Júnior W.,Costa O.A.D.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2003,
Abstract: Foi realizado um estudo epidemiológico em 65 granjas de suínos situadas na regi o Sul do Brasil para identificar os fatores que favorecem a ocorrência do vício de suc o entre leit es desmamados. Em cada granja acompanhou-se um lote de leit es do nascimento até 21 dias após o desmame, provenientes de no mínimo seis leitegadas, para obten o de informa es relacionadas às instala es, à nutri o, às práticas de manejo, ao ambiente interno e ao desempenho dos leit es. Os dados foram submetidos à análises descritivas e de correspondência múltipla. A manifesta o do vício ocorreu em 23 (35,4%) granjas. Nos lotes que apresentaram o vício de suc o, os leit es obtiveram média de ganho diário de peso (P<0,005) inferior aos que n o apresentaram o vício de suc o. Os principais fatores de risco identificados foram: peso médio ao desmame menor que 6,3kg, ausência de bebedouro específico para os leit es na maternidade, ocorrência de diarréia na primeira semana após o desmame, tipo de bebedouro usado na creche diferente daquele usado na maternidade, orienta o do eixo do prédio inadequado, presen a de sinais de sarna no lote, ausência de vazio sanitário na creche e uso da restri o alimentar logo após o desmame. Sugere-se que a corre o dos fatores de risco previna a manifesta o do vício de suc o e melhore a média de ganho diário de peso dos leit es após o desmame.
Envolvimento de pais em creche: possibilidades e dificuldades de parceria  [cached]
Bhering Eliana,De Nez Tatiane Bombardelli
Psicologia: Teoria e Pesquisa , 2002,
Abstract: O envolvimento de pais com a educa o das crian as, hoje no Brasil, é muito pouco investigado, seja na educa o infantil ou nos outros níveis de educa o. No entanto a literatura estrangeira nos aponta vários caminhos dependendo do foco da pesquisa. Neste estudo, a literatura usada foi a tipologia de Epstein (in Brandt, 1989), as esferas sobrepostas (Epstein, 1987), ambas baseadas na teoria ecológica de Bronfenbrenner (1979, 1996), e o modelo das piramides invertidas de Hornby (1990). O objetivo deste estudo consistiu em identificar os aspectos da rela o entre a creche e os pais no que se refere à comunica o, expectativas e dificuldades de relacionamento, contribui es e as estratégias utilizadas para o envolvimento dentro da perspectiva dos pais, professoras e atendentes. Este estudo usa dados qualitativos coletados em entrevistas (questionário semi-estruturado) com 33 pais de crian as de 0 a 6 anos, 7 professores e 8 atendentes de uma creche de iniciativa voluntária. Os resultados, depois de análise feita através de categorias, mostram que a comunica o existente impossibilita a proximidade e trocas de informa es. A atitude da creche para os pais é calcada numa postura de oferecimento da assistência à crian a e a atitude dos pais na receptividade limitada calcada numa postura de favorecimento por estes servi os. O desconhecimento sobre as possibilidades de envolvimento exclui os pais, e delega à creche o poder de decis o sem a participa o ativa da família.
O ingresso e adapta o de bebês e crian as pequenas à creche: alguns aspectos críticos  [cached]
Rapoport Andrea,Piccinini Cesar Augusto
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2001,
Abstract: O presente artigo examina algumas quest es teóricas e estudos empíricos acerca do ingresso de bebês e crian as pequenas à creche. Analisa-se, em particular, a problemática da separa o precoce e as conseqüências para o desenvolvimento infantil do ingresso na creche durante o primeiro ano de vida. Discute-se, ainda, os fatores que interferem na adapta o à creche e as estratégias de enfrentamento utilizadas pelos bebês e crian as pequenas para se adaptar e enfrentar às situa es potencialmente estressantes no contexto da creche. Embora haja consenso sobre a complexidade do período de adapta o à creche, existem inconsistências entre os estudos sobre o período mais adequado para ingresso na creche, sendo que algumas idades s o apontadas como mais críticas. De qualquer modo, a adapta o à creche depende de diversos fatores, o que n o permite fazer previs es com base em um ou outro fator isoladamente.
Uma genealogia das políticas para a creche no Brasil: Estado e infancia de 1899-1920
Débora Teixeira de Mello
ETD : Educa??o Temática Digital , 2008,
Abstract: MELLO, D. T. Uma genealogia das políticas para a creche no Brasil: Estado e infancia de 1899-1920. 261 fl. 2008. Tese (Doutorado em Educa o) – Faculdade de Educa o, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2008.
Fatores de risco associados à ocorrência de sarna sarcóptica e prevalência em suínos nas fases de crescimento e termina o, na regi o Sul do Brasil  [cached]
Pedroso-de- Paiva Doralice,Morés Nelson,Barioni Júnior Waldomiro,Dalla Costa Osmar Ant?nio
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Foi realizada uma pesquisa epidemiológica observacional em 64 rebanhos da regi o Sul do Brasil, com o objetivo de determinar a prevalência e identificar o conjunto de fatores de risco que melhor explicam a ocorrência de sarna sarcóptica em suínos nas fase de crescimento e termina o. Foi aplicado um protocolo abrangendo variáveis do ecossistema de suínos em cria o intensiva e os dados foram analisados por análise de correspondência múltipla identificando-se dez variáveis associadas à ocorrência de sarna: área menor que 0,85m2/suíno; volume de ar menor que 3,0m3/animal, manejo da instala o no sistema contínuo; umidade relativa do ar menor de 60% ou maior de 70%; uso de ra o farelada e fornecida à vontade; uso de ra o com composi o fora das recomenda es técnicas; excesso de moscas nas instala es e ocorrência de outras doen as no lote. Estas variáveis s o apresentadas em um mapa permitindo visualizar os fatores associados com rebanhos de baixa, média e alta prevalência de sarna. Dos 3.948 animais examinados na linha de abate, 16,64% apresentaram dermatite papular eritematosa indicativa de sarna sarcóptica.
Aleitamento materno exclusivo entre trabalhadoras com creche no local de trabalho  [cached]
Osis Maria José Duarte,Duarte Graciana Alves,Pádua Karla Sim?nia de,Hardy Ellen
Revista de Saúde Pública , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Investigar os fatores relacionados à decis o das mulheres em amamentar e a dura o planejada e, de fato observada, do aleitamento exclusivo entre trabalhadoras que disp em de creche na empresa. MéTODOS: Estudo qualitativo no qual se comparou um grupo de 15 trabalhadoras cujos bebês estavam sendo alimentados apenas com leite materno quando come aram a freqüentar a creche da empresa com outro similar que incluía mulheres cujos bebês que, ao ingressar, já estavam recebendo, além do leite materno, outros alimentos. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas e grupos focais. RESULTADOS: Evidenciaram-se como fatores relacionados à decis o de iniciar a amamenta o e mantê-la ao retornar ao trabalho: o desejo de amamentar, embasado no valor que as mulheres dos dois grupos atribuíam ao aleitamento materno, bem como seus maridos e outras pessoas significativas (por exemplo: m e, irm , amigas). A dura o do aleitamento exclusivo relacionou-se principalmente à orienta o do pediatra que cuidava do bebê, que foi distinta em cada um dos grupos estudados. CONCLUS O: A existência da creche no local de trabalho aparece como elemento relevante para a manuten o do aleitamento após a licen a de maternidade, especialmente o materno exclusivo. A decis o sobre quanto tempo amamentar de forma exclusiva esteve relacionada às informa es recebidas acerca do assunto antes e durante a gesta o, e no pós-parto. A diferen a entre os dois grupos estudados foi que as mulheres que mantiveram o aleitamento exclusivo por quase seis meses acreditavam que quanto mais tempo dessem somente o leite materno, mais benefícios o bebê teria, enquanto as mulheres do outro grupo acreditavam que três meses de aleitamento exclusivo eram suficientes.
Uso de aditivos em ra??es para suínos nas fases de creche, crescimento e termina??o
Junqueira, Otto Mack;Barbosa, Luis Carlos Garibaldi Simon;Pereira, Adriana Aparecida;Araújo, Lúcio Francelino;Garcia Neto, Manoel;Pinto, Marcos Franke;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2009, DOI: 10.1590/S1516-35982009001200015
Abstract: the objective of this study was to evaluate the effect of adding antibiotics, probiotics, prebiotics, symbiotic and sodium gluconate for swine from 28 to 142 days of age, corresponding to the nursery, growing and finishing phases. one hundred and sixty-eight piglets were used weaned at 21 days in a randomized complete design in 42 pens with four male piglets in each experimental unit with six replications and seven treatments: control basal feed; basal feed + antibiotic; basal feed + probiotic; basal feed + prebiotic; basal feed + probiotic + prebiotic (symbiotic); basal feed + sodium gluconate; basal feed + sodium gluconate + probiotic. the animals performance differed among he treatmentsand was best in the animals that received feed with additive from 28 to 142 days of age. among the feeds with additive, symbiotic was more efficient, presenting the best results in weight gain and feed conversion. similarly, the addition of sodium + probiotic, prebiotic and probiotic in the feeds was more efficient than antibiotic addition. the use of the evaluated additives substituting the antibiotics did not harm the or the intestinal morphometry. the combination of probiotic and prebiotic (symbiotic) improves the swine performance in the nursery, growing and finishing phases.
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