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Avalia o de desinfetantes químicos de uso doméstico contra Vibrio cholerae EL TOR (amostra n o toxigênica)  [cached]
Timenetsky Jorge,Yanaguita Roberto Mitio,Silva Luzinete Alves
Revista de Saúde Pública , 1992,
Abstract: As metodologias de avalia o microbiológica de desinfetantes s o permanentemente questionadas porque os protocolos laboratoriais n o representam as condi es reais de uso desses produtos. Em 1985, adotou-se no Brasil, a metodologia da Dilui o-Uso da AOAC, para a qualifica o microbiológica de desinfetantes químicos, para fins comerciais. Desta maneira, os desinfetantes domésticos s o testados contra amostras padr es de Salmonella choleraesuis e Staphylococcus aureus. Pesquisou-se o emprego de Vibrio cholerae devido a sua atual importancia, no Brasil, em termos de Saúde Pública, associada ao estudo da atividade antimicrobiana de desinfetantes. Dezenove produtos desinfetantes de uso doméstico encontrados no comércio foram microbiologicamente avaliados. A metodologia foi a Dilui o-Uso com 10 carreadores. Os compostos ativos dos produtos incluíam: formaldeído, fenóis, cresóis, am nio quaternário, cloro e etanol, sendo que sete, eram de composi o associada. Conforme as recomenda es de uso, dezesseis produtos, devem ser utilizados sem dilui o. Nestas condi es, 9 desinfetantes foram vibriocidas e sete n o revelaram tal atividade antibacteriana. Quatro produtos em dilui es n o esclarecedoras para a desinfec o também mostraram-se ineficazes. Os produtos vibriocidas que devem ser utilizados sem dilui o, foram reavaliados diluídos ao dobro. Estas solu es n o inativaram V.cholerae, demonstrando microbiologicamente que os seus compostos ativos est o em concentra es limítrofes. O álcool comercial (95,5degrees GL) a 1:3, a "água sanitária" (2,8% de cloro ativo) a 1:200, creolina a 1:10 e o "Lysoform" a 1:20 atingiram os padr es do teste.
Atividade antibacteriana do extrato bruto de Bacillus amyloliquefaciens frente a diferentes indicadores.  [cached]
D. SCHULZ,C. R. V. BATISTA
Alimentos e Nutri??o , 2008,
Abstract: O presente estudo teve como objetivo obter um extrato bruto de Bacillus amyloliquefaciens, padronizado pela dosagem de prote -nas, e quantificar sua atividade antibacteriana pelo halo de inibi § £o do crescimento de Listeria monocytogenes NCTC 098630, Escherichia coli ATCC 25922, Salmonella typhimurium ATCC 14028, Staphylococcus aureus ATCC 25923, Enterococcus faecalis ATCC 29212 Enterobacter aerogenes ATCC 13048 e Pseudomonas aeruginosa ATCC 9027. O extrato bruto de Bacillus amyloliquefaciens somente apresentou atividade antibacteriana frente Listeria monocytogenes NCTC 098630. Constatou-se que a concentra § £o respons vel por 50% da m xima atividade antibacteriana foi 29,22 g do extrato bruto, com um halo de inibi § £o de aproximadamente 4 mm.
Avalia o da atividade antibacteriana da microalga Spirulina platensis  [cached]
Aline Salete Parisi,Salua Younes,Luciane Maria Colla
Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada , 2010,
Abstract: Infec es s o agravadas pelo aumento da resistência dos microrganismos a substancias antimicrobianas. A necessidade de descoberta de novos medicamentos em decorrência desta resistência microbiana tem impulsionado o desenvolvimento de novas pesquisas. A Spirulina platensis, reconhecida pelas suas propriedades nutricionais, possui alta quantidade de compostos fenólicos, os quais podem apresentar também propriedades antimicrobianas. Objetivou-se cultivar a microalga Spirulina platensis, avaliar a produ o de compostos fenólicos pela mesma, caracterizar a possível atividade antimicrobiana dos fenóis frente a Escherichia coli ATCC 25922, a Pseudomas aeruginosa ATCC 27853 e o Staphylococcus aureus ATCC 6538P e determinar a concentra o inibitória mínima do extrato fenólico frente às bactérias citadas. Os resultados demonstraram que elevadas concentra es de nitrato de sódio (4g/L) no meio de cultivo n o aumentaram a produ o de compostos fenólicos. A microalga cultivada com 2 g/L de nitrato de sódio apresentou 2,13 mg/g de compostos fenólicos, sendo que os extratos apresentaram atividade antibacteriana contra o S. aureus, bactéria Grampositiva, com halo de inibi o de 22 mm e 19 mm e concentra o inibitória mínima de 47,46 mg/mL, indicando sua importancia como potencial inibidor de S. aureus. Palavras-chave: Antimicrobianos. Compostos fenólicos. Spirulina platensis. ABSTRACT Assessment of the antibacterial activity of microalgae Spirulina platensis Bacterial infections are aggravated by the increasing resistance of microorganisms to antimicrobial substances. The need to discover new medicines to evade microbial resistance is the driving force behind much new research. The microalga Spirulina platensis, recognized for its nutritional properties, has a high content of phenolic compounds, which can provide antimicrobial properties. The objective of this study was to establish a culture of Spirulina platensis, estimate the production of phenolic compounds by this microalga, characterize the antimicrobial activity of the phenolics against microorganisms such as Escherichia coli ATCC 25922, Pseudomas aeruginosa ATCC 27853 and Staphylococcus aureus ATCC 6538P and determine the minimum inhibitory concentration (MIC) of the phenolic extract for these bacteria. It was found that adding high concentrations of sodium nitrate (4 g/L) to the medium did not increase the production of phenolic compounds. The microalgae grown with 2 g/L sodium nitrate produced 2.13 mg/g of phenolic compounds, and the extracts showed antibacterial activity against S. aureus, a Gram-positive ba
ANTIBACTERIAL ACTIVITY KINETICS OF MEDICINAL PLANTS EXTRACTS AGAINST CINéTICA DA ATIVIDADE ANTIBACTERIANA IN VITRO DE EXTRATOS NATURAIS FRENTE A MICRORGANISMOS RELACIONADOS à MASTITE BOVINA  [cached]
Luiz Filipe Dame Schuch,José Maria Wiest,Helen Silveira Coimbra,Luciana Souza Prestes
Ciência Animal Brasileira , 2008,
Abstract: The subject of this paper is to test antimicrobials activities by medicinal plants extracts against more important contagious bovine mastitis pathogens. Disinfectants solutions was made from Baccharis trimera (Less) D.C., Compositae (Asteracea), Eucalyptus spp Labill., Myrtaceae e Tagetes minuta (Linn.), Compositae (Asteracea) plants by hidroalcoholic extraction (EHA) or decoction (DEC). S. aureus, S. agalactiae, and P. aeruginosa were used. To test for in vitro efficacy, each solution disinfectant was mixed with bacterial suspension containing 105 CFU.mL-1, by 30 seconds, two, 10 ant 30 minutes, with and without 20% of integral milk. Viable bacteria were evaluated by directed plating of neutralized aliquots. The worked included chlorhexidine 0,18% by control and it was executed in duplicate. EHA Eucalytpus spp and EHA T. minuta were as effective as control chlorhexidine against S. aureus. This solutions plus EHA B. trimera, were as effective as control against S. agalactiae. DEC Eucalyptus and DEC B. trimera also inactivated S. agalactiae in more prolongated time. Chlorhexidine was the best against P. multocida in milk absence, although the EHA were effective at ten or thirty minutes. All solutions, inclusive control, it was sensibility to organic load. The observations from the in vitro studies presented here need to be substantiated by in vivo studies by to confirm the potentiality use of plants medicinal extracts as disinfectants/antisepsis in livestock health. O presente trabalho busca avaliar a cinética da atividade antimicrobiana de extratos de plantas medicinais frente a bactérias relacionadas com mastite bovina. Para tal, foram produzidas solu es desinfetantes a partir de folhas e talos de Baccharis trimera (Less) D.C., Compositae (Asteraceae), Eucalyptus spp Labill., Myrtaceae e Tagetes minuta (Linn.), Compositae (Asteraceae), através de extra o hidroalcoólica (EHA) e decocto (DEC). Os microrganismos utilizados foram S. aureus, S. agalactiae e P.aeruginosa. Avalia o da atividade antimicrobiana foi realizada permitindo o contato da solu o desinfetante com uma suspens o bacteriana com a concentra o de ao menos 105 UFC.mL-1 de cada, por intervalos de 30 segundos, 2, 10 e 30 minutos, com e sem matéria organica. Após, alíquotas foram semeadas em placas de ágar BHI e o número de col nias remanescentes foi contado. O trabalho foi realizado com um controle comercial, clorexidina a 0,18%, e sempre em duplicata. Encontrou-se que para S. aureus, os EHA de Eucalyptus spp e de T. minuta n o diferiram do controle, para S. agalactiae além daquelas duas,
Atividade antibacteriana in vitro de géis com diferentes concentra es de papaína  [cached]
Adriano Menis Ferreira,Evandro Watanabe,Andresa Piacezzi Nascimento,Denise de Andrade
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: A papaína é uma enzima proteolítica proveniente do mam o, Carica papaya Linn., e é muito empregada na indústria alimentícia, cosmética e farmacêutica. Objetivou-se determinar a atividade antibacteriana in vitro de géis com diferentes concentra es de papaína frente às bactérias padr o: Staphylococcus aureus (ATCC 6538) e Echerichia coli (ATCC 10538), bem como 4 Pseudomonas aeruginosa hospitalares. Alíquotas de 2,0ml dos inóculos bacterianos (metade da escala 1,0 de McFarland) foram semeadas em duplicata na superfície de placas de Petri. Os géis com as diferentes concentra es de papaína foram gotejados na superfície dos meios de cultura pela técnica de gotejamento e a incuba o realizada a 35oC por 24 horas. A leitura dos resultados da atividade antibacteriana foi efetuada pela mensura o dos halos de inibi o ao redor das gotas dos géis de papaína. Apenas o gel de papaína a 10% foi capaz de inibir o crescimento do S. aureus e de 2 P. aeruginosa. Em conclus o, de acordo com a literatura a papaína apresenta a o proteolítica sobre os tecidos mortos, porém apenas a formula o em gel a 10% apresentou atividade antibacteriana in vitro. Assim, antes de utilizar alguma substancia ou produto contra microrganismos é necessário saber se a mesma apresenta realmente atividade antimicrobiana.
Atividade antibacteriana do extrato hidroalcoólico bruto de Stryphnodendron adstringens sobre microorganismos da cárie dental  [PDF]
Soares, Sara Pimenta et al.
Revista Odonto Ciência , 2008,
Abstract: Objetivo: O Stryphnodendron adstringens (barbatim o) é uma leguminosa do cerrado brasileiro, considerada como planta medicinal devido à sua a o cicatrizante, antiinflamatória, hemostática, anti-séptica e anti-diarréica. Este trabalho avaliou a atividade antibacteriana do extrato hidroalcoólico bruto do barbatim o contra microrganismos da cárie dental. Metodologia: Para determina o da Concentra o Inibitória Mínima (CIM) do extrato hidroalcoólico bruto de barbatim o sobre as cepas padr o Enterococcus faecalis, Streptococcus salivarius, Streptococcus sanguinis, Streptococcus mitis, Streptococcus mutans, Streptococcus sobrinus e Lactobacillus casei foi utilizado o método da dilui o em caldo. Resultados: O extrato hidroalcoólico bruto de barbatim o foi ativo frente aos microrganismos S. mitis e L. casei. A CIM do extrato do barbatim o variou de 350 a >400μg/mL. Conclus o: A a o antibacteriana observada sugere o uso do extrato de barbatim o como adjuvante no controle da cárie dental.
Verifica o da atividade antibacteriana de sabonete líquido contendo extrato glicólico de Dimorphandra mollis Benth.  [cached]
Ketylin Fernanda Migliato,Marlus Chorilli,Maria Virginia Scarpa,Raquel Regina Duarete Moreira
Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada , 2009,
Abstract: Dimorphandra mollis Benth., Compositae, falsobarbatim o, é utilizada topicamente como cicatrizante, adstringente e antimicrobiano. No presente estudo, verificou-se a atividade antibacteriana de sabonete líquido contendo extrato glicólico de D. mollis (EGD) em diferentes concentra es (8, 15 e 20%) e em diferentes pHs (6 e 8). Foram preparadas cinco formula es (F) de sabonete: F1 - triclosan (0,1%), F2 - EGD (8%), F3 - EGD (15%), F4 - EGD (20%) e F5 - sem conservante. Cascas de D. mollis foram secas em estufa de ar circulante e pulverizadas. Os extratos brutos foram preparados por turbo-extra o utilizando-se etanol. Após filtra o, os extratos foram concentrados em evaporador rotatório, liofilizados e ressuspendidos em propilenoglicol para a obten o do extrato glicólico. A atividade antibacteriana foi verificada pelo método de difus o em ágar, empregando cilindros em placa. Placas contendo Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa e Escherichia coli foram incubadas a 37oC durante 24 horas. Após incuba o, as leituras foram realizadas com paquímetro, observando-se o diametro do halo de inibi o de crescimento bacteriano. Verificouse que o sabonete líquido contendo triclosan provocou inibi o do crescimento bacteriano em ambos os pHs; já os sabonetes sem conservante e contendo EGD, independente da concentra o e do pH empregados, n o apresentaram atividade antibacteriana. Palavras-chave: Atividade antibacteriana. Sabonete líquido. Dimorphandra mollis Benth.
Atividade de detergentes e desinfetantes sobre a evolu o dos ovos de Ascaris lumbricoides  [cached]
Massara Cristiano Lara,Ferreira Rafaela Salgado,Andrade Luiz Dias de,Guerra Henrique Leonardo
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: A infec o por Ascaris lumbricoides decorre da ingest o de ovos embrionados deste parasita, o que justifica a pesquisa de substancias que tenham efeito deletério sobre estes ovos. Nosso objetivo foi estudar a a o de 16 produtos detergentes e desinfetantes, de uso doméstico e laboratorial, sobre a embriogênese deste helminto. Crian as portadoras desta infec o foram tratadas com levamisol e os vermes fêmeas expelidos foram recolhidos e dissecados, para obten o dos ovos intra-uterinos. Os ovos foram postos em contato com os produtos em diversas dilui es e tempos, lavados e incubados a 28masculineC, por 20 dias, para teste da viabilidade e determina o da porcentagem de embrionamento. Apenas um produto inibiu completamente o embrionamento dos ovos, em todos os tempos e dilui es testados. Cinco produtos inibiram o embrionamento dos ovos em mais de 50%, seis inibiram o embrionamento em menos de 50% e três n o tiveram efeito sobre o embrionamento dos ovos. Por outro lado, com um produto observou-se aumento da porcentagem de embrionamento dos ovos em rela o aos controles.
Atividade antibacteriana de óleos essenciais em cepas isoladas de infec o urinária  [cached]
Pereira Rogério Santos,Sumita Tania Cristina,Furlan Marcos Roberto,Jorge Antonio Olavo Cardoso
Revista de Saúde Pública , 2004,
Abstract: A análise da atividade antibacteriana de óleos essenciais de ervas medicinais (Ocimum gratissimum, L., Cybopogum citratus (DC) Stapf. e Salvia officinalis, L.) foi verificada frente a 100 cepas de bactérias isoladas de indivíduos da comunidade com diagnóstico de infec o urinária. Os microrganismos foram semeados em ágar Muller Hinton e os extratos aplicados com replicador de Steers e incubados a 37degreesC por 24 horas. Verificou-se que Salvia officinalis, L. apresentou a o inibitória superior às outras ervas, tendo eficácia de 100% quando testadas em espécies de Klebsiella e Enterobacter, 96% em Escherichia coli, 83% contra Proteus mirabilis e 75% contra Morganella morganii.
Atividade antibacteriana de extrato hidro-alcoólico de folhas de jambol o (Syzygium cumini (L.) Skells)  [cached]
Loguercio Andrea Pinto,Battistin Alice,Vargas Agueda Castagna de,Henzel Andréia
Ciência Rural , 2005,
Abstract: A atividade antimicrobiana de plantas medicinais tem sido pesquisada em diversas espécies, tanto no Brasil quanto em outros países. O objetivo deste trabalho foi o de avaliar a existência de efeito antibacteriano de extrato hidro-alcoólico a 10% (m/v) de folhas de jambol o. Utilizaram-se 17 isolados bacterianos, Gram positivos e Gram negativos. A a o antibacteriana foi avaliada através da inocula o de placas de ágar Mueller Hinton, com um inóculo bacteriano de 1x10(6) ufc mL-1, onde se colocaram quatro discos de papel; o primeiro de antimicrobiano comercial e os demais embebidos em 25mL do extrato, de solu o salina ou de etanol. As placas foram incubadas a 37degreesC por 24 horas, sendo posteriormente realizada a leitura do diametro dos halos de inibi o. O extrato inibiu o crescimento de 100% das bactérias testadas e os isolados Gram positivos apresentaram um halo médio de 19,5mm, enquanto o dos Gram negativos foi de 18,8mm. N o houve inibi o significativa de crescimento nos tratamentos com salina e etanol. Conforme os resultados deste estudo, o extrato testado apresenta atividade antibacteriana frente às amostras testadas, sem diferen a de sensibilidade entre microrganismos Gram positivos e Gram negativos.
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