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Problemas na padroniza o da rea o em cadeia da polimerase para diagnóstico da tuberculose pulmonar  [cached]
Bollela Valdes R.,Sato Daisy N.,Fonseca Benedito A. L.
Revista de Saúde Pública , 1999,
Abstract: OBJETIVO: Padronizar rea o em cadeia da polimerase para diagnóstico de tuberculose pulmonar, comparando os resultados obtidos com as técnicas microbiológicas clássicas, e analisar seu uso numa regi o de alta prevalência da tuberculose. MéTODOS: Foram descontaminadas, após a baciloscopia, 42 amostras de escarro de pacientes. Em seguida, procedeu-se ao cultivo em Lowenstein-Jensen e à rea o em cadeia da polimerase com "primers" que amplificam um fragmento de 123 pares de base do genoma do Mycobacterium tuberculosis. RESULTADOS: Das 42 amostras de escarro, 10 apresentaram cultura positiva para M. tuberculosis. Dez foram positivas à baciloscopia e 16 mostraram-se positivas na rea o em cadeia da polimerase. A sensibilidade e especificidade do teste em rela o à cultura foi de 90% e 81%, respectivamente. CONCLUS ES: A rea o em cadeia da polimerase tem sensibilidade comparável à da cultura e pode ser realizada em apenas um dia, resultando em tratamento precoce e melhor controle da doen a. A padroniza o e avalia o de técnicas de biologia molecular no diagnóstico da tuberculose no Brasil é imprescindível na discuss o da implanta o deste exame na rotina diagnóstica em centros de referência.
Detec o de Ornithobacterium rhinotracheale (ORT) por meio da rea o em cadeia da polimerase (PCR)  [cached]
Canal Cláudio Wageck,Rocha Silvio Luís da Silveira,Le?o Joice Aparecida,Fallavena Luiz Cezar Bello
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Ornithobacterium rhinotracheale (ORT) é uma bactéria Gram negativa recentemente descrita que se encontra associada às doen as do trato respiratório em cria es de aves comerciais e silvestres em vários países do mundo. No Brasil, foram detectados anticorpos em um pequeno número de frangos de corte e suas matrizes dos Estados de S o Paulo e Minas Gerais. Como a bactéria é fastidiosa, a Rea o em Cadeia da Polimerase (PCR) torna-se útil para sua detec o e identifica o. O presente trabalho visou verificar a ocorrência da ORT no Rio Grande do Sul pela detec o do DNA da bactéria. Foram coletadas 84 amostras de suabe de traquéia de aves pertencentes a 14 lotes de diferentes empresas avícolas. O DNA foi purificado e a PCR realizada com iniciadores específicos para o gene do RNA ribossomal 16S da ORT. Foram observados produtos de amplifica o com 784 pares de bases em 10 das 84 amostras. As amostras positivas pertenciam a quatro lotes de três empresas estabelecidas em diferentes regi es do RS. Os resultados indicam que este patógeno respiratório de aves existe no Brasil e está presente em importantes regi es criatórias do RS. Outros estudos est o em andamento para determinar a prevalência e caracteriza o dos isolados obtidos.
Análise da contamina o por Salmonella em ovos do tipo colonial através da rea o em cadeia da polimerase  [cached]
Fl?res Maristela Lovato,Nascimento Vladimir Pinheiro do,Kader Ivonyr Irene Tróglio Abdel,Cardoso Martha
Ciência Rural , 2003,
Abstract: A identifica o de poedeiras comerciais infectadas por salmonelas tem sido um dos pontos fortes da profilaxia e conseqüente redu o de surtos de salmonelose em humanos associados ao consumo de ovos, sendo que a análise dos ovos pode ser mais um dos pontos de detec o da infec o, que, muitas vezes, cursa sem sinais clínicos. A Rea o em Cadeia da Polimerase (PCR) parece ser uma estratégia útil para detec o de Salmonella, pois vários autores têm utilizado a PCR para verificar a presen a da bactéria em carnes, fezes, tecidos, sangue, leite e ovos, com diferentes metodologias de manipula o das amostras. Foram analisados 360 ovos, procedentes de dez propriedades rurais, produtoras de ovos tipo colonial, no distrito de Camobi, em Santa Maria - RS. Os ovos foram divididos em grupos de seis, totalizando sessenta amostras. O exame bacteriológico foi realizado conforme metodologia preconizada pelas normas técnicas e a metodologia de extra o de DNA pelo fenol-clorofórmio. A PCR foi realizada para a amplifica o de um fragmento de DNA de 284 pb. A análise dos resultados n o demonstrou diferen a significativa entre a PCR e o bacteriológico. Todas as amostras positivas ao bacteriológico foram positivas na PCR, sendo que essa última detectou duas amostras a mais, devido a sua alta sensibilidade e especificidade, especialmente quando é sabido que os ovos apresentam uma popula o microbiana mista que, muitas vezes, impede o isolamento adequado das salmonelas no bacteriológico pela competi o com a flora bacteriana normalmente presente.
Doen a de Chagas cr nica: do xenodiagnóstico e hemocultura à rea o em cadeia da polimerase  [cached]
Portela-Lindoso Ana Angélica Bulc?o,Shikanai-Yasuda Maria Aparecida
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Embora tenham ocorrido aprimoramentos no diagnóstico parasitológico da doen a de Chagas cr nica, a baixa sensibilidade dos exames indiretos é uma limita o para sua aplica o ao diagnóstico e controle pós-terapêutico. A rea o em cadeia da polimerase (PCR) tem seu emprego restrito na rotina diagnóstica pela necessidade de infra-estrutura adequada, facilidade de contamina o e custo elevado. Paralelamente, a variabilidade de resultados pela PCR observados em diferentes regi es do Brasil suscita quest es relativas à sua aplica o ao diagnóstico. Sua alta especificidade aponta para sua aplica o como método confirmatório no diagnóstico de pacientes com provas sorológicas duvidosas e como método auxiliar no controle pós-terapêutico da doen a cr nica em compara o às técnicas sorológicas e parasitológicas. O objetivo do trabalho foi discutir e comparar a aplica o dos métodos moleculares e parasitológicos indiretos no diagnóstico e controle pós-terapêutico da doen a de Chagas cr nica, com base na literatura publicada no período de 1954-2001.
Diagnóstico de infec o congênita e perinatal por citomegalovírus utilizando a rea o em cadeia da polimerase
Yamamoto Aparecida Yulie,Aquino Victor Hugo,Figueiredo Luis Tadeu Moraes,Mussi-Pinhata Marisa Marcia
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 1998,
Abstract: Aplicou-se uma rea o em cadeia da polimerase (PCR) no diagnóstico de infec o congênita e perinatal por citomegalovirus, comparando-a com a técnica de isolamento viral em cultura celular. Foram processadas 305 amostras de urina de crian as de 0 a 6 meses, por ambas as técnicas. Utilizou-se na PCR os primers que amplificam parte do gene codificador do principal antígeno precoce imediato de CMV. Detectou-se virúria em 47 amostras por PCR e comparando os resultados com aqueles obtidos pelo isolamento viral, observou-se copositividade de 89,6% e conegatividade de 98,5%. Estas amostras positivas tiveram o resultado confirmado por PCR utilizando outros primers que amplificam regi es dos genes codificadores das glicoproteínas B e H de CMV. O diagnóstico de infec o congênita e perinatal por CMV pela PCR mostrou sensibilidade comparável à do isolamento viral e o uso de vários primers conferiu alta especificidade ao teste.
Otimiza o da rea o de polimerase em cadeia para detec o de Toxoplasma gondii em sangue venoso e placenta de gestantes
Spalding Silvia Maria,Amendoeira Maria Regina Reis,Coelho Janice M.C.,Angel Sergio O.
Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial , 2002,
Abstract: A detec o de Toxoplasma gondii no sangue venoso e na placenta de gestantes pela rea o de polimerase em cadeia pode facilitar o diagnóstico pré-natal da toxoplasmose congênita. Foram avaliadas gestantes IgM-reagentes e os seus filhos. Além das dosagens de IgG, IgM, IgA e rea o de avidez de IgG (MEIA), foram realizadas a técnica de imunoperoxidase e a inocula o em camundongos. De cada amostra foi efetuada amplifica o gênica com primers do gene B1 e novos primers do gene TGR (chamados ABGTg7 C1 e N1). é preciso observar que o tratamento poderia ser responsável por uma diminui o da infec o. Desta forma, o diagnóstico negativo confirmaria a eficiência do tratamento preventivo na replica o parasitária no útero. A rea o de polimerase em cadeia mostrou-se sensível e específica; evidenciou a presen a de um a dez taquizoítas; pode ser utilizada com seguran a e confiabilidade, além de tornar rápido o diagnóstico da toxoplasmose congênita, sendo, assim, ferramenta importante na avalia o pré-natal.
Detec o da infec o pelo vírus da artrite-encefalite caprina: imunodifus o em ágar e rea o em cadeia da polimerase com "primers" degenerados  [cached]
Rutkoski J.K.,Werenicz R.,Reischak D.,Wendelstein A.C.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2001,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi analisar amostras de soro e de células sangüíneas de caprinos para detec o de anticorpos e DNA proviral do vírus da artrite-encefalite caprina (CAEV), respectivamente. Utilizou-se a técnica de imunodifus o em ágar (AGID) e a rea o em cadeia da polimerase (PCR) com "primers" degenerados. Foram analisadas amostras de diferentes procedências: 39 de Mato Grosso do Sul (MS), 19 de S o Paulo (SP) e 22 do Ceará (CE), dessas últimas, 12 oriundas de animais importados do Canadá. Os resultados de AGID e PCR foram discordantes, pois o primeiro permitiu a detec o de 25 animais soropositivos, enquanto a PCR detectou DNA proviral de CAEV em 16 amostras. Pela PCR foi possível identificar animais infectados cujos testes sorológicos foram negativos pelo AGID: oito amostras do MS e um do CE. S o discutidos diferentes aspectos que poderiam estar envolvidos na discordancia dos resultados.
Detec o do provírus da Imunodeficiência Felina em gatos domésticos pela técnica de Rea o em Cadeia da Polimerase  [cached]
Caldas Ana Paula Ferrary,Leal élcio de Souza,Silva Eduardo Filipe Avila,Ravazzolo Ana Paula
Pesquisa Veterinária Brasileira , 2000,
Abstract: A infec o de gatos domésticos pelo Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV) é um dos modelos mais promissores para o estudo da infec o pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) que causa a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS). O FIV causa, em gatos, uma enfermidade similar àquela observada em pacientes com AIDS, sobretudo no que diz respeito ao aumento da susceptibilidade a infec es oportunistas. No presente estudo, utilizou-se a Rea o em Cadeia da Polimerase (PCR), com o objetivo de detectar o provírus do FIV em gatos com sinais clínicos de imunodeficiência. O fragmento de DNA escolhido como alvo para amplifica o situa-se no gene gag do lentivírus felino, o qual é conservado entre as diferentes amostras do vírus. O DNA utilizado foi extraído a partir de amostras de sangue e de tecidos de animais com suspeita clínica de imunodeficiência. Das 40 amostras analisadas, 15 foram positivas, das quais 4 foram submetidas à hibridiza o, confirmando a especificidade dos fragmentos amplificados. Esses resultados demonstram a presen a do FIV na popula o de gatos domésticos do Rio Grande do Sul, Brasil.
Sensibilidade da técnica de rea o em cadeia da polimerase para HIV-1 em rela o à técnica de ensaio imunoenzimático
Rezende Priscila R.,Alves Giselle B.,Maradei-Pereira Luciana M.C.,Vale Teonice J.L.
Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia , 2002,
Abstract: O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é o agente etiológico da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, AIDS, uma doen a de grande preocupa o médica. O genoma deste vírus encontra-se arranjado em nove genes individuais e por duas estruturas idênticas denominadas de repeti es terminais nas extremidades 5' e 3'. Tivemos como objetivo analisar a sensibilidade do teste da rea o em cadeia da polimerase (PCR) e o teste de ensaio imunoenzimático (ELISA), como teste para triagem de doadores de sangue para HIV. Foram analisadas 200 amostras de doadores e pacientes, da Funda o HEMOPA, com padr o positivo e indeterminado no teste ELISA. Na triagem sorológica pelo ELISA tiveram como resultado 35 amostras positivas, 75 amostras negativas e 90 amostras indeterminadas as quais foram submetidas ao teste pela PCR. Vinte e cinco amostras tiveram resultado positivo e 175 amostras negativas. Com estes resultados concluímos que a rea o de PCR apresenta-se positiva somente nas amostras em que o teste ELISA apresenta rela o DO/cutoff, acima de 3.
Identifica o do circovírus suíno tipo 2 por rea o em cadeia da polimerase e por imunoistoquímica em tecidos suínos arquivados desde 1988 no Brasil  [cached]
Ciacci-Zanella Janice Reis,Morés Nelson,Simon Neide Lisiane,Oliveira Salete Rodrigues de
Ciência Rural , 2006,
Abstract: A síndrome multissistêmica do definhamento dos suínos (SMDS) é uma doen a de importancia econ mica causada pelo circovírus suíno tipo 2 (PCV2). Uma pesquisa retrospectiva foi realizada em amostras de órg os de suínos fixados em blocos de parafina arquivados, que haviam sido submetidos à Embrapa Suínos e Aves entre 1985 e 1998 para o diagnóstico histopatológico. Vinte e cinco casos foram selecionados com base nas les es histológicas características da SMDS, tais como linfoadenopatia, pneumonia intersticial, hepatite e nefrite intersticial. A presen a de PCV2 nos cortes histológicos foi pesquisada por rea o em cadeia da polimerase interna (nested-PCR), na qual utilizou-se primers específicos para a seqüência da ORF2 do PCV2 e também por imunoistoquímica, utilizando um anticorpo monoclonal específico para o capsídeo do PCV2. O DNA viral e os antígenos específicos do PCV2 foram detectados em amostras de tecidos de dois dos 25 casos analisados, sendo um desses datado de 1988. Esses resultados indicam que o PCV2 já estava presente no Brasil desde 1988.
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