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Política educacional, mudan as no mundo do trabalho e reforma curricular dos cursos de gradua o no Brasil
Catani Afranio Mendes,Oliveira Jo?o Ferreira de,Dourado Luiz Fernandes
Educa??o & Sociedade , 2001,
Abstract: Este trabalho procura contribuir para o debate acerca do atual processo de reconfigura o da educa o superior no Brasil, destacando os elementos centrais que estruturam a política de currículo para os cursos de gradua o. Tal política articula a reforma curricular com as altera es no mundo do trabalho provocadas pela reestrutura o produtiva, interferindo diretamente na esfera da produ o do conhecimento e da forma o profissional. Promover a adapta o curricular sobre esta ótica significa, em grande parte, fazer o jogo da educa o superior privada mercantil, privilegiando o desenvolvimento de competências específicas ao invés do domínio da "inteligência de um processo". Significa, ainda, deixar em segundo plano a quest o dos efeitos da moderniza o tecnológica capitalista no mundo do trabalho e na vida social.
MUDAN AS NO ATIVO IMOBILIZADO DECORRENTES DA CONVERGêNCIA àS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE - IFRS: O CASO DA ALFA FUNDI O E TECNOLOGIA  [cached]
Alex Eckert,Marlei Salete Mecca,Roberto Biásio,Patrícia de Lima de Oliveira
Revista Ambiente Contábil , 2012,
Abstract: No Balan o Patrimonial das empresas, o Ativo Imobilizado é formado pelos bens destinados à manuten o das atividades da empresa. Já a Deprecia o corresponde à diminui o dos valores destes bens, resultante do desgaste pelo uso, a o da natureza ou obsolescência normal. A entrada em vigor da Lei 11.638/07, que alterou a Lei 6.404/76, e a conseqüente necessidade de ado o por parte das empresas das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS) trouxe algumas mudan as nos critérios de avalia o dos bens registrados no Ativo Imobilizado, principalmente na maneira de se calcular a deprecia o. Antes da referida lei, ela era calculada obedecendo às taxas estabelecidas pelo fisco, e agora, pelas novas regras, as taxas de deprecia o utilizadas poder o ser elaboradas de acordo com a vida útil, conforme critérios estabelecidos pela própria empresa, desde que devidamente fundamentadas. Diante disso, foi realizado este estudo de caso com o objetivo de demonstrar as mudan as e impactos trazidos pela Lei 11.638/07 no Ativo Imobilizado da empresa Alfa Fundi o e Tecnologia, além de demonstrar os procedimentos adotados pela empresa para adequar-se a nova legisla o. Ao final deste estudo foi possível visualizar que as adequa es realizadas trouxeram maior credibilidade aos resultados da empresa, aproximando-os mais da realidade.
As NICSPs e a Contabilidade Governamental de Países em Desenvolvimento  [cached]
James L. Chan
Revista de Educa??o e Pesquisa em Contabilidade , 2010,
Abstract: Com o objetivo de alcan arem metas socioecon micas ambiciosas, países em desenvolvimento precisam desenvolver capacidade institucional no setor público para estabelecer e implementar políticas públicas, as quais, por sua vez, prescindem de uma reforma na sua contabilidade governamental. O valor social da reforma na contabilidade governamental repousa, portanto, na sua contribui o para as metas de desenvolvimento, inclusive de redu o da pobreza. Essa fundamenta o tem conduzido os doadores e os financiadores internacionais e multilaterais a endossar as Normas Internacionais de Contabilidade para o Setor Público (NICSPs) e a sua ado o em países em desenvolvimento. A ênfase em assegurar a integridade financeira e a mudan a para o regime de competência pode tornar as NICSPs mais úteis na reforma da contabilidade pública em países em desenvolvimento.
A VITóRIA DE LULA E SUA REPRESENTA O NOS JORNAIS NACIONAIS E INTERNACIONAIS  [cached]
MARíLIA MENDES FERREIRA
Signótica , 2004, DOI: 10.5216/sig.v16i2.3745
Abstract: Este artigo analisa o uso do discurso reportado em jornais brasileiros e internacionais no relato da vitória de Lula em 27 de outubro de 2002. O discurso reportado ajudou a compor um discurso da celebra o em que mudan a e felicidade foram enfatizadas ao passo que problemas, promessas e expectativas foram ofuscados.
Reforma do estado e da educa o dos anos 1990
Amélia Kimiko Noma,Aparecida do Carmo Lima
Roteiro , 2010,
Abstract: O objetivo deste texto é evidenciar rela es entre a reforma do Estado e a reforma da educa o no Brasil nos anos 1990. As análises realizadas no trabalho s o articuladas com o contexto da reorganiza o do capital, resultante da resposta do capitalismo mundial à sua crise geral, que se tornou mais evidente a partir da década de 1970. O estudo do Plano Diretor de Reforma do Aparelho do Estado – que incorpora diversos elementos do projeto neoliberal da Terceira Via – evidencia que esse processo significou a redu o da atua o estatal nas políticas públicas e sociais, a redefini o dos limites entre o público e o privado e significativas mudan as na rela o entre Estado e sociedade civil. O propósito da reforma, orientada para o mercado, foi reduzir os gastos públicos em prote o social e priorizar a assistência social aos mais vulneráveis socialmente. Nos anos 1990, realizou-se ampla reforma educacional, abarcando várias dimens es do sistema de ensino. A justificativa dos neoliberais foi a urgência em dotar os sistemas educativos de maior eficácia com o menor impacto possível nos gastos do setor público e de cooperar com as metas de estabilidade monetária, controle inflacionário e equilíbrio fiscal.
As institui es internacionais e o crash de 2008 The international institutions and 2008 crash
António Goucha Soares
Rela??es Internacionais (R:I) , 2009,
Abstract: Este artigo pretende realizar uma reflex o sobre a adequa o do sistema de organiza es económicas internacionais aos novos equilíbrios de poder resultantes do processo de globaliza o. Come amos por fornecer uma breve panoramica das institui es financeiras internacionais estabelecidas na sequência da conferência de Bretton Woods, abordando em seguida o sistema comercial multilateral instituído pelo gatt, de onde resultou mais tarde a Organiza o Mundial do Comércio. Depois, abordamos o aparecimento da instancia que melhor parece traduzir os equilíbrios existentes na era actual, o chamado Grupo dos Vinte (G-20), para nos debru armos na problemática da reforma das organiza es internacionais. The main goal of this article is to reflect about the adjustment of the international economic organization system to the new balance of power emerged with the globalization. We will review the international financial institutions that appeared after Bretton Woods and will look to the multilateral trade system inaugurated by gatt. After all, G20 seems to be the better institution that reflects the balance of our times.
O drag o chinês e o elefante indiano: Tra os de similitude e de divergência nos processos de abertura e reforma económica The Chinese dragon and the Indian elephant: Traces of similarity and divergence in the processes of opening up and economic reform  [cached]
Jorge Tavares da Silva,Zélia Breda
Economia Global e Gest?o , 2009,
Abstract: Um dos sinais indissociáveis da economia global no início deste novo século é, indiscutivelmente, a mudan a do centro do crescimento económico mundial do ocidente para o oriente, em grande medida suscitado pelo ressurgimento económico chinês e indiano. Os respectivos processos de transi o, caracterizados por uma maior abertura comercial e por altera es estruturais, impulsionaram a integra o gradual daqueles países no sistema económico internacional. Importa ressalvar, no entanto, que, face à natureza distinta de cada um daqueles mercados, além dos diferentes percursos históricos e especificidades culturais, os dois países oferecem aos investidores internacionais condi es de negócio divergentes. O presente ensaio vai ao encontro das principais diferen as e similitudes dos dois processos de abertura e reforma económica, na ansia de melhor compreender a natureza de cada um dos mercados à disposi o do investimento internacional, as suas debilidades e virtudes, naquele que já é considerado o século da ásia . One of the main traces of the global economy at the beginning of the new century is the shift of focus of worldwide economic growth from the West to the East, being driven to a large extent by the Chinese and the Indian economic resurgence. Their transitional processes, characterized by greater trade openness and structural changes, boosted the gradual integration of these countries into the international economic system. However, it should be noted that given the distinct nature of each market, in addition to specific historical development paths and cultural features, they present different business environments. This paper addresses the main differences and similarities of the two transitional processes of opening up and economic reform, in order to better understand the nature of these markets highly targeted by international investors, in what is already considered to be the “Asian century”.
A Política da Reforma Tributária: Federalismo e Mudan a Constitucional  [cached]
Azevedo Sérgio de,Melo Marcus André
Revista Brasileira de Ciências Sociais , 1997,
Abstract: O artigo explora analiticamente as especificidades do processo decisório das reformas tributárias e discute, com referência às iniciativas recentes de reforma constitucional no campo tributário, os interesses em jogo e o padr o de intera o política entre eles nessa arena específica, caracterizada como apresentando grande complexidade técnica e média visibilidade política, e tendo como atores fundamentais elites burocráticas e os governadores. O autor conclui que o impasse da reforma tributária recente está ancorado em elementos consociativos do sistema político brasileiro, em problemas de a o coletiva por parte dos governadores, e na "geometria política das perdas" produzidas pela reforma. Finalmente, argumenta-se que os governadores se deparam com uma estrutura de incentivos do tipo "dilema do prisioneiro".
Indutores de mudan a na forma o dos profissionais de saúde: pró-saúde e PET-SAúDE
Isabel Cristina Luck Coelho de Holanda,Magda Moura de Almeida,Edyr Marcelo Costa Hermeto
Revista Brasileira em Promo??o da Saúde , 2012,
Abstract: Na última década, a forma o de profissionais de saúde tem sido reformulada no intuito de atender às necessidades de saúde das pessoas e n o somente suas demandas. Políticas públicas de educa o e saúde promovidas em parceria com o Ministério da Educa o (MEC) e o Ministério da Saúde (MS) sinalizaram uma reforma curricular imprescindível nos cursos de gradua o da área de saúde(1,2) .A formaliza o dessa mudan a teve seu marco com a institui o das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os cursos de gradua o no campo da saúde. Todos os instrumentos vigentes orientam a constru o do perfil dos egressos por meio de um modelo acadêmico e profissional em que atitudes, habilidades e conteúdos almejem a forma o generalista, humanista, crítica e reflexiva, com competência para a atua o em todos os níveis de aten o à saúde, embasando suas condutas nos rigores científico e ético(3-7).N o por acaso, todos os documentos ressaltam os mesmos campos de competência a serem desenvolvidos durante a forma o dos diferentes profissionais da área: aten o à saúde, tomada de decis es, comunica o, lideran a, educa o permanente, administra o e gerenciamento(3-7), pois a saúde, como um complexo campo de atua o, n o consegue imprimir a es resolutivas através de uma única disciplina ou área do saber.A proposta preconizada pelo MEC e MS de produzir transforma o nos processos de forma o, trabalho e amplia o da cobertura dos servi os tem sido concretizada mediante programas indutores, como o Programa Nacional de Reorienta o da Forma o Profissional em Saúde (Pró-Saúde) e o Programa de Educa o pelo Trabalho para a Saúde (PET–Saúde)(1,2).O Pró-Saúde, implementado no país desde 2005 através da divulga o de editais, pretende sintonizar a forma o em saúde com as necessidades sociais, considerando as dimens es históricas, culturais e econ micas da popula o(8). Ele estimula que o objeto de estudo deixe de ter o foco na doen a e passe a olhar para o cuidado à pessoa. Sua finalidade é formar profissionais com perfil adequado aos sistemas locais, e isso implica fomentar a capacidade de aprender, trabalhar em equipe, comunicar-se, ter agilidade diante das situa es, capacidade propositiva e habilidade crítica(9).O Pró-Saúde proveu incentivos financeiros vinculados às parcerias das institui es de ensino com os gestores estaduais e municipais de saúde. Tal parceria adequou a estrutura física e instrumentalizou com novos equipamentos as Unidades de Saúde que acolhem os estudantes e as práticas de ensino e aprendizagem, bem como promoveu espa os de educa o permanente parti
Ciclos de mobiliza o política e mudan a institucional no Brasil  [cached]
Rodrigues Alberto Tosi
Revista de Sociologia e Política , 2001,
Abstract: O foco deste artigo é a intera o entre mobiliza o e desmobiliza o política da sociedade, de um lado, e o processo de mudan a na institucionalidade política, de outro. A hipótese básica é a de que ciclos de mobiliza o e ciclos de reforma institucional interagem, alimentando-se uns aos outros. Prop e a distin o de dois ciclos de mobiliza o: um ciclo de entrada e um ciclo de saída do regime militar instaurado em 1964. A eles corresponderam ciclos de reforma institucional com dire es distintas.
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