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Projeto Bambuí: maneiras de pensar e agir de idosos hipertensos  [cached]
Firmo Josélia Oliveira Araújo,Lima-Costa Maria Fernanda,Uch?a Elizabeth
Cadernos de Saúde Pública , 2004,
Abstract: As maneiras de pensar e de agir de idosos frente à hipertens o arterial foram investigadas, utilizando-se uma abordagem antropológica baseada no modelo de Signos, Significados e A es 1. Participaram do trabalho 26 idos os (> 60 anos), selecionados aleatoriamente entre hipertensos participantes da linha de base da coorte de Bambuí. O eixo organizador das narrativas mostrou uma clara distin o entre "problema de press o" e "press o alta". A "press o alta" é desencadeada especialmente por problemas familiares e pode ser facilmente reconhecida pela identifica o de algumas manifesta es específicas; o que é considerado problemático é o momento em que a press o sobe, único momento em que as interven es s o vistas como necessárias. Desta forma, a importancia de buscar o tratamento ou seguir corretamente a prescri o médica fica dependente da identifica o de um aumento da press o, seja pela presen a de sintomas específicos, seja pela presen a de condi es subjetivas favoráveis à eleva o da press o arterial. Dificuldades financeiras para a obten o da consulta médica e para a aquisi o dos medicamentos s o também identificadas pelos idosos como fatores que dificultam o início ou a continuidade do tratamento da hipertens o arterial.
Projeto Bambuí: maneiras de pensar e agir de idosos hipertensos
Firmo, Josélia Oliveira Araújo;Lima-Costa, Maria Fernanda;Uch?a, Elizabeth;
Cadernos de Saúde Pública , 2004, DOI: 10.1590/S0102-311X2004000400018
Abstract: the ways older adults think about and react to high blood pressure were studied through an anthropological approach based on the signs, meanings, and actions model 1. twenty-six older adults (> 60 years) participated in the study, randomly selected among hypertensive participants in the baseline of the bambuí cohort study. the central thrust of narratives showed a clear distinction between a "blood pressure problem" and high blood pressure. high blood pressure is perceived as caused mainly by family problems and is easily recognized by the identification of certain specific manifestations; blood pressure is only considered problematic when it increases, and this is the only moment in which interventions are considered necessary. consequently, the importance of seeking treatment or following a medical prescription depends on the identification of rising blood pressure, either by the presence of specific symptoms or subjective conditions favoring the rise. economic difficulties are also identified by seniors as factors hindering their ability to initiate or continue treatment of hypertension.
Antropologia médica: elementos conceituais e metodológicos para uma abordagem da saúde e da doen a  [cached]
Uch?a Elizabeth,Vidal Jean Michel
Cadernos de Saúde Pública , 1994,
Abstract: O artigo discute a pertinência, as especificidades e as potencialidades da perspectiva antropológica na abordagem da saúde e da doen a. A antropologia médica é apresentada como uma perspectiva complementar e enriquecedora na abordagem dos problemas de saúde pública. A influência do universo social e cultural sobre as percep es e a es em saúde é exemplificada e comentada em referência a estudos realizados junto a diferentes popula es. Elementos conceituais e metodológicos centrais s o apresentados e integrados à proposta de sistematiza o do estudo "das maneiras de pensar e de agir" face a diferentes problemas de saúde. A contribui o específica da abordagem antropológica é discutida em termos da efetividade dos programas saúde pública.
Signos, significados e a es associados à doen a de Chagas  [cached]
Uch?a Elizabeth,Firmo Josélia O. A.,Dias Elizabeth C.,Pereira Maria Stella N.
Cadernos de Saúde Pública , 2002,
Abstract: A abordagem antropológica foi empregada para investigar o universo de representa es (maneiras de pensar) e comportamentos (maneiras de agir) associados à doen a de Chagas, por um grupo de trabalhadores de um servi o público de Belo Horizonte (infectados/n o infectados). Procurou-se também avaliar as repercuss es deste universo de representa es e comportamentos sobre a vida dos indivíduos infectados. A coleta e a análise dos dados, inspirou-se no modelo dos "sistemas de signos, significados e a es", elaborado por Corin et al. (1989, 1992). Foram entrevistados 16 informantes chave, selecionados entre os trabalhadores soro-positivos e 12 entre os trabalhadores soro-negativos, com o objetivo de comparar as maneiras de pensar e agir, predominantes nesses dois grupos. A análise dos dados, permitiu identificar diversos elementos do contexto que vêm maximizar as limita es impostas pela doen a de Chagas, e que devem ser levados em conta no planejamento de campanhas educativas e na elabora o de modelos de aten o ao paciente chagásico.
Do sedentarismo ao nomadismo: interven es para se pensar e agir de outros modos na educa o / From sedentarism to nomadism: some interventions to think and act differently in education  [cached]
Alexandre Filordi de Carvalho,Sílvio Gallo
ETD : Educa??o Temática Digital , 2010,
Abstract: Com o intuito de diagnosticar o que se denomina de representa o sedentária na educa o, por intermédio do pensamento de Foucault, o artigo analisa a pastoral crist como diagnóstico da presen a da arte de conduzir no campo da educa o. Destaca a heran a do controle nas condi es de constitui o de subjetividades, na fixa o de significa es dominantes e na regula o de a es independentes como estratégias responsáveis por condicionar o “fazer pensar” na educa o a um conjunto de estruturas fixas. A partir daí, tendo por base o pensamento de Deleuze e Guattari, busca-se pensar a educa o como experiência, espa o e movimento para além das estruturas sedentárias de representa o, visando um tipo de nomadismo como interven o para se pensar e agir de outros modos na educa o. Abstract Intending to diagnose what is called sedentary representation in Education, through Foucault’s thought, this article examines the Christian pastoral as a diagnosis of the art of conduction in the field of Education. At same time, it highlights the legacy of control in terms of subjectivity constitution, by fixing dominant significations and in the regulation of independent action as well as the strategies responsible to making condicioned "the thinking" in education in a frame of fixed structures. Thereafter, based on the thought of Deleuze and Guattari, the article tries to think the education as experience, space and movement beyond the sedentary structures of representation, seeking for a kind of nomadism as an intervention to think and act in other ways Education.
Cenários, espa os e linguagens: uma nova agenda para pensar-conhecer-agir sobre percursos de forma o na sociedade da aprendizagem Escenarios, espacios y lenguajes: una nueva agenda para pensar-conocer-actuar sobre las vías de formación en la sociedad  [cached]
Mirian de Albuquerque Aquino
Informa??o & Informa??o , 2012,
Abstract: Introdu o: Diferentes cenários, espa os e linguagens norteiam os percursos de forma o de aprendentes. Trata-se de um novo tempo, redesenhado a partir da lógica de reestrutura o do capitalismo informacional e suas imbrica es com a globaliza o e tecnologias intelectuais. Objetivo: Discute a problemática do percurso de forma o nas novas configura es da sociedade da aprendizagem. Metodologia: Reflex o sobre o percurso de forma o para pensar-conhecer-agir sobre a informa o, nas institui es de ensino superior, com base em novas abordagens teóricas. Resultados: Exige-se uma atitude crítica, reflexiva e colaborativa em constante intera o como parte das condi es prioritárias para os indivíduos se adaptarem aos contextos de aprendizagens. Temos de nos apropriar de novas habilidades e competências como eixos importantes para o percurso da forma o, pois é a condi o fundamental para os indivíduos imergirem na era das redes de informa o e construírem o conhecimento. Conclus es: Os indivíduos necessitam situar-se como ensinantes e aprendentes para pensar-conhecer-agir sobre a informa o e produzir conhecimento, quando as regras para forma o humana s o bem mais exigentes.
Boletim Informativo em UTI: percep o de familiares e profissionais de saúde  [cached]
Edna Magalh?es de Alencar Barbosa,Virginia Visconde Brasil
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2007,
Abstract: Estudo descritivo exploratório que objetivou identificar semelhan as e diferen as entre Boletins Informativos (BI) de Unidades de Terapia Intensiva (UTI); descrever a percep o de familiares e profissionais sobre os BI como instrumento de comunica o do estado do paciente nas UTI; identificar os aspectos comunicacionais envolvidos na compreens o dos BI das UTI; identificar sugest es para elaborar um informativo adequado às necessidades dos familiares. Realizadas entrevistas semi-estruturadas com 41 familiares e profissionais, entre fevereiro - abril de 2006 e analisadas respostas conforme prop e Bardin (2004). Evidenciou-se que os BI s o semelhantes na forma, conteúdo e transmiss o das informa es. O BI foi considerado pouco compreensível, com linguagem técnica, que n o esclarece a situa o do paciente, gerando confus o e dúvidas sobre a confiabilidade das informa es. Consideraram-no subjetivo e controverso pela falta de critérios na sua elabora o, mas ainda é uma forma eficaz de transmitir informa es. Sugeriram incluir itens menos técnicos com glossário anexo e ser transmitido por profissional capacitado. Conclui-se que existe similaridade nos discursos dos profissionais e familiares e prática profissional n o condizente com o discurso. é fundamental mudar os BI na forma, no conteúdo, bem como revisar modos cotidianos profissionais de pensar e agir, transformando em a es o discurso do “atender com qualidade”
Boletim Informativo em UTI: percep o de familiares e profissionais de saúde  [cached]
Edna Magalh?es de Alencar Barbosa
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: No cotidiano da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) a família mostra-se ansiosa, tem medo da perda e do desconhecido. Essa situa o é mais crítica quando se depara com uma unidade de acesso limitado por horários rígidos e curto tempo de visita por paciente. Dentre as normas e rotinas das Unidades de Terapia Intensiva (UTI), encontra-se aquela relativa às informa es clínicas sobre os pacientes internados, que geralmente s o fornecidas por meio de um Boletim Informativo (BI), contendo termos como: grave, estável, regular, que n o esclarecem satisfatoriamente o estado do familiar internado. é comum a família ter acesso ao Informativo e buscar informa es adicionais por meio de telefonemas ou pessoalmente na UTI. Estudo descritivo exploratório que objetivou identificar semelhan as e diferen as entre Boletins Informativos (BI) de Unidades de Terapia Intensiva (UTI); descrever a percep o de familiares e profissionais sobre os BI como instrumento de comunica o do estado do paciente nas UTI; identificar os aspectos comunicacionais envolvidos na compreens o dos BI das UTI; identificar sugest es que possibilitem elaborar um informativo adequado às necessidades dos familiares. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com 41 familiares e profissionais, e as respostas analisadas conforme prop e Bardin (2004). Evidenciou-se que os BI s o semelhantes na forma, conteúdo e maneira de transmitir as informa es. A maioria dos informantes caracterizou o BI como pouco compreensível e de linguagem técnica, que n o esclarece a situa o do paciente, gerando confus o e dúvidas sobre a confiabilidade das informa es. Consideraram-no subjetivo e controverso pela falta de critérios usados na sua elabora o, mas que ainda é uma forma eficaz de transmitir informa es. Sugeriram inclus o de itens menos técnicos e um glossário anexo, transmitido por profissional capacitado. Identificou-se similaridade nos discursos dos profissionais e familiares, e uma prática profissional n o condizente com o exposto. é fundamental mudar os BI tanto na forma quanto no conteúdo, bem como a revis o de alguns modos cotidianos de pensar e agir. Pressup e a compreens o de que a excelência da qualidade assistencial, baseada na comunica o efetiva, envolve reorganiza o do processo de trabalho em dimens es teóricas, práticas, políticas, organizacionais e interpessoais. Porém, este processo de mudan a está mais na dependência de mudan as pessoais do que externas, pois a qualidade do cuidar envolve n o apenas o agir técnico, mas, sobretudo a dimens o humana, que certamente decorre da intera o, do diá
THE INTENTIONALITY OF PERCEPTION AND OF ACTION IN THE YOUNG HEGEL A INTENCIONALIDADE DA PERCEP O E DO AGIR NO JOVEM HEGEL  [cached]
Hans Christian Klotz
Philósophos : Revista de Filosofia , 2010, DOI: 10.5216/phi.v14i2.10157
Abstract: In the first writings of his Jena period, Hegel defends the conception of an original identity through which subjectivity is "suspended". The present article aims to expound this conception as a contribution to the theory of intentionality which focusses on the unity of conceptual and sensuous (or motivational) elements as a condition of the intentionality of perception and action. In a first step, it is argued that in his early writings, by "philosophy of subjectivity" Hegel understands positions which separate the conceptual and the sensuous elements of perception and action, conceiving at the same time the subject as a distanced controller of sensibility. Thus, the hegelian critique of the philosophy of subjectivity is directed against such a conception of intentionality and its subject. In a second step, the hegelian alternative to this picture is exposed - the conception of an indissoluble unity of thinking and sensibility as being fundamental to perception and action. Finally, the picture of self-consciousness which arises in the Phenomenology of Spirit is analyzed as an implication of the conception of intentionality adopted in the earlier writings. Nos primeiros escritos da sua fase ienense, Hegel defende a concep o de uma identidade originária na qual a subjetividade seria “suspendida”. O presente trabalho visa explicitar essa concep o como uma contribui o para a teoria da intencionalidade que coloca em foco a unidade entre elementos conceituais e sensíveis (ou emocional-motivacionais) como condi o da intencionalidade da percep o e do agir. Num primeiro passo, argumenta-se que nos seus escritos críticos Hegel entende por “filosofia da subjetividade” posi es que envolvem uma concep o separadora acerca da rela o entre pensamento e sensibilidade na percep o e no agir, estando ligada à no o do sujeito como controlador distanciado da sensibilidade. Portanto, a crítica hegeliana à filosofia da subjetividade dirige-se contra tal concep o da intencionalidade e do sujeito desta. Num segundo passo, aborda-se a alternativa hegeliana a essa imagem - a concep o da unidade indissolúvel do pensamento e da sensilidade como fundamento da percep o e do agir. Por fim, a imagem da autoconsciência adotada na Fenomenologia do Espírito é analizada como implica o dessa concep o da intencionalidade.
Instaurando maneiras de ser, conhecer e interpretar  [cached]
Stephanou Maria
Revista Brasileira de História , 1998,
Abstract: O artigo prop e a discuss o e a problematiza o do tema "currículo e história". Na primeira parte explicita os fundamentos propostos para a abordagem, as concep es de currículo e história. Na segunda, privilegia as indica es de autores e a experiência pessoal para: a) caracterizar o que têm sido os currículos e o ensino de história, particularmente no ensino fundamental, comentan-do suas implica es; b) examinar alternativas e encaminhamentos propostos pelos debates da atualidade. Sugere que a aprendizagem de conteúdos históricos na escola, para além da mera aquisi o de informa es, implica a produ o ativa de subjetividades, ou maneiras de ser, conhecer e interpretar o mundo e a si próprio.
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