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Teores de chumbo em suplementos minerais comercializados no Estado de Mato Grosso do Sul  [cached]
Mar?al Wilmar Sachetin,Gaste Laurenil,Nascimento Marcos Roberto Lopes do,Oliveira Helenara Souza de
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Para se proceder a uma avalia o de misturas minerais, foi realizada uma pesquisa em diferentes formula es, dentre as mais comercializadas no estado de Mato Grosso do Sul, visando a averiguar a presen a de metais pesados. O primeiro elemento investigado foi o chumbo, considerado um xenobiótico de grande risco a saúde dos animais. O elemento foi determinado pela técnica de espectrofotometria de emiss o at mica. De 19 amostras analisadas, 11 tiveram valores superiores aos 10ppm recomendado como máximo valor aceitável pelo NATIONAL RESEARCH COUNCIL (1980). Os teores oscilaram entre 1,7 e 460ppm e o maior resultado foi 460 ppm, encontrado numa amostra colhida no município de Paranaíba. Os resultados demonstram ser necessário o monitoramento junto aos fabricantes, pois algumas misturas minerais podem ser eminentemente perigosas aos ruminantes.
Normas de presentación para autores  [cached]
Maguaré Revista
Maguaré , 2010,
Abstract: Normas
RETIRADA DOS SUPLEMENTOS MICROMINERAL E/OU VITAMíNICO DA RA O DE SUíNOS EM FASE DE TERMINA O. DESEMPENHO, NíVEIS DE MINERAIS NOS METACARPOS E CUSTO DE RA O
Rodolfo Nascimento Kronka,Jurij Sobestiansky,Eurípedes Laurindo Lopes,José Rubens Gon?alves
Ciência Animal Brasileira , 2006,
Abstract: Para avaliar a retirada dos suplementos micromineral e/ou vitamínico no desempenho de suínos de 110 a 145 dias de idade, foi realizado um experimento na Escola de Veterinária da UFG. Foram utilizados 30 animais com peso inicial de 61,94 kg final de 100,68 kg, em um delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2x2, em que foram estudados os fatores mineral e vitamina (inclus o e retirada), com seis repeti es cada. Para o nível de minerais nos metacarpos foram utilizados cinco tratamentos e seis repeti es. N o houve diferen a (P > 0,05) para ganho diário de peso, convers o alimentar e consumo diário de ra o, nem foi constatada altera o clínica. Ao abate n o foram observadas les es de pele, nos cornetos nasais, nos pulm es ou úlcera gastro-esofágica. N o houve diferen a (P > 0,05) para os teores de cálcio (Ca), magnésio (Mg), potássio (K), cobre (Cu), sódio (Na), ferro (Fe), manganês (Mn) e iodo (I) do metacarpo. Os animais que n o receberam suplemento vitamínico apresentaram maiores (P < 0,05) teores de fósforo e níveis maiores (P < 0,05) de zinco do que aqueles que n o receberam. A retirada dos suplementos micromineral e/ou vitamínico da ra o de suínos em fase de termina o n o comprometeu o desempenho e o estado de saúde, reduzindo em 7,7% o custo da ra o. PALAVRAS-CHAVE: Desempenho, suplemento micromineral-vitamínico
Levels of lead and cadmium in mineral supplements for cattle commercialized in Londrina/ Níveis de chumbo e cádmio em suplementos minerais para bovinos comercializados em Londrina  [cached]
Wilmar Sachetin Mar?al,Iara de Oliveira Buture,Marcos Coelho de Carvalho,Maíra Salom?o Fortes
Semina : Ciências Agrárias , 2004,
Abstract: We measured lead and cadmium concentrations in samples of mineral mixtures commercialized in Londrina city. Lead and cadmium content were determined by inductively coupled plasma atomic emission spectrometry. Considering maximum concentrations recommended by National Research Council (1996) and Association of American Feed Control Officials Incorporated (2001), of the 10 analyzed samples, 06 had values greater than 30 ppm of lead and all of them had values greater than 0.5 ppm of cadmium. These findings show the necessity for careful industrial monitoring because some mineral mixtures contain sufficient lead and cadmium to cause bovine toxicity. Para se proceder a uma investiga o em misturas minerais, foi realizada uma pesquisa quantificando os elementos chumbo e cádmio em diferentes formula es, comercializadas na cidade de Londrina. Os metais pesados foram determinados pela técnica de espectrofotometria de absor o at mica por plasma de indu o acoplada. Considerando como parametro de compara o às referências do National Research Council (1996) e a Association of American Feed Control Officials Incorporated (2001), em 10 diferentes marcas analisadas, seis apresentaram níveis de chumbo inorganico superiores ao limite máximo aceitável que é de 30 ppm. Contudo, em todas as amostras o nível de cádmio encontrado superou o limite de 0,5 ppm, que é o valor máximo aceitável. Os resultados demonstram a urgente necessidade de monitoramento junto aos fabricantes e/ou revendedores, pois algumas misturas minerais podem ser eminentemente perigosas, possibilitando efeitos cumulativos tóxicos de chumbo e cádmio inorganico aos bovinos.
Normas para los(as) autores(as)  [cached]
REVCOLSO REVCOLSO
Revista Colombiana de Sociología , 2010,
Abstract: Normas para los(as) autores(as)
Normas Editoriais
Revista Em Pauta
Em Pauta : Teoria Social e Realidade Contemporanea , 2012,
Abstract: Normas Editoriais para Publica o na Revista Em Pauta.
Normas Editoriais
Revista Em Pauta
Em Pauta : Teoria Social e Realidade Contemporanea , 2012,
Abstract: Normas para publica es de trabalhos na Revista Em Pauta.
Normas Editoriais.  [cached]
Em Pauta
Em Pauta : Teoria Social e Realidade Contemporanea , 2013,
Abstract: Normas Editoriais e de Publica o da Revista Em Pauta.
IDENTIFICA O E QUANTIFICA O DE CHUMBO EM MISTURAS MINERAIS COMERCIALIZADAS NO ESTADO DE S O PAULO  [cached]
Wilmar Sachetin Mar?al,Laurenil Gaste,Marcos Roberto Lopes do Nascimento
Ciência Animal Brasileira , 2006,
Abstract: Para se proceder a uma investiga o em misturas minerais, foi realizada uma pesquisa quantificando o elemento chumbo em diferentes formula es, comercializadas no Estado de S o Paulo. O metal pesado foi determinado pela técnica de espectrofotometria de absor o at mica por plasma de indu o acoplada. Considerando como parametro de compara o a referência de MALETTO (1986), em doze diferentes marcas analisadas, oito apresentaram níveis de chumbo inorganico superiores ao limite máximo aceitável,que é de 10 ppm. Os resultados demonstram a urgente necessidade de monitoramento junto aos fabricantes e/ou revendedores, pois algumas misturas minerais podem ser eminentemente perigosas, possibilitando efeitos cumulativos tóxicos de chumbo inorganico aos bovinos. PALAVRAS-CHAVE: Bovinos, chumbo, metais pesados, suplementos minerais.
Quelato de cromo em suplementos minerais para bovinos de corte  [cached]
Paulo Sergio Andrade Moreira,Fabio José Louren?o,,Angelo Polizel Neto,Lunara Caroline Heinrich
Comunicata Scientiae , 2012,
Abstract: Objetivou-se avaliar o desempenho produtivo através do ganho de peso, rendimento de carca a e previs o de rendimento de cortes cárneos de novilhos castrados da ra a Nelore e F1 Brangus x Nelore, suplementados com mistura mineral com adi o de quelato de cromo submetidas a um sistema de pastejo no pantanal matogrossense. Foram utilizados 160 animais (80 machos Nelore e 80 machos F1 Brangus x Nelore) com 210 dias de idade e divididos em 4 grupos, T1 (40 machos Nelore com quelato de cromo), T2 (40 machos Nelore sem quelato de cromo), T3 (40 machos F1 Brangus x Nelore com quelato de cromo) e T4 (40 machos F1 Brangus x Nelore sem quelato de cromo). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado. Foi realizado o exame de ultrasom nos animais antes do abate para obten o de espessura de gordura subcutanea (EGS) e área de olho de lombo (AOL). Esses dados juntamente com o peso de carca a quente (PCQ) foram utilizados para calcular as equa es de rendimento de carca a como, retalhabilidade (RET), cortes comerciais brasileiros (CCB) e carne aproveitável total (CAT). Os resultados demonstram que os animais da ra a Nelore com suplementa o mineral associado ao quelato de cromo tiveram peso de carca a quente significativamente superior (p<0,05) em rela o aos animais controle, 241,42 kg e 228,73 kg respectivamente, quando comparados os animais da ra a F1 Brangus x Nelore n o houve diferen a significativa (p>0,05) entre os animais com suplementa o mineral associado ao quelato de cromo em rela o aos animais controle, respectivamente, 238,00 kg e 231,88 kg. Para o índice de retalhabilidade, os valores obtidos pelos animais da ra a Nelore com quelato de cromo e controle (55,34% e 52,56%, respectivamente) e os animais F1 Brangus x Nelore com quelato de cromo e controle (56,83% e 49,51%, respectivamente), obtiveram diferen a significativa (p<0,05) somente para os animais suplementados com cromo nos dois grupos genéticos. Para CAT e CCB n o foi obtido diferen a significativa (p>0,05) entre as ra as e os tratamentos.
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