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Sexualidade e medicina: a revolu o do século XX: the 20th-century sexual revolution  [cached]
Loyola Maria Andréa
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: O artigo discute a contribui o da medicina, segundo o controle normativo e tecnológico da sexualidade feminina e do processo reprodutivo (parto, aleitamento, contracep o e tratamento das infertilidades) para a constru o, durante o século XX, de um novo modelo de reprodu o (biológica e social), calcado em uma mudan a radical das identidades e das rela es e formas de uni o entre os sexos (desagrega o de la os matrimoniais tradicionais, crescimento das uni es consensuais, monogamia serial, etc.). Este modelo se sustenta em uma separa o radical entre sexualidade e reprodu o correlata de um modelo único e horizontal de sexualidade (contrariamente ao modelo hierárquico dos dois sexos do século XIX), dirigida primordialmente para o prazer e progressivamente desvinculada dos la os sociais e afetos que lhes s o correspondentes. Discute, além da contribui o da medicina (notadamente a partir dos efeitos da reprodu o assistida) e da sexologia (universaliza o do imperativo do orgasmo), a contribui o da epidemiologia (por meio das pesquisas relacionadas à AIDS) para a transforma o de uma normal moral sobre a sexualidade em uma norma abstrata e meramente estatística.
O modelo biomédico e a reformula o do currículo médico da Universidade Federal Fluminense  [cached]
Koifman Lilian
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 2001,
Abstract: Este artigo analisa a constru o do modelo a partir do qual vem se baseando o currículo das faculdades de medicina nas Américas e na maioria dos países europeus. Críticas que vêm sendo feitas a esse modelo s o identificadas na reformula o curricular do curso de medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF). A análise do documento de reformula o curricular da UFF, de 1992, bem como sua compara o com o currículo anterior, à luz da história do modelo biomédico, da teoria curricular e da epistemologia de Ludwik Fleck, aponta em que medida essa reformula o significa uma alternativa ao modelo biomédico de forma o dos médicos, ao reducionismo do ser humano ao seu organismo biológico. O novo currículo - com um aumento de 25% da carga horária e a introdu o de grande número de aulas práticas, desde o início do curso -, apesar de ainda estar centrado nos aspectos biológicos, já se volta para uma forma o mais humanista e se prop e a questionar as "verdades científicas".
"Toda Quebrada na Plástica" : Corporalidade e constru o de gênero entre travestis paulistas  [cached]
Larissa Pelúcio
Campos - Revista de Antropologia Social , 2005,
Abstract: Desde a comercializa o dos horm nios femininos, na forma de contraceptivos, a constru o da pessoa travesti ganhou um novo impulso. Na busca de um "corpo perfeito", isto é, associado a padr es socialmente sancionados como femininos, comp s-se todo um circuito estético e de cuidados de si que burla a medicina ocidental, por um lado, mas que em alguns momentos a ela se associa. Do modelo "travec o" ao "menininha", as travestis se submetem a inúmeros processos de interven o corporal que se iniciam com a ingest o de horm nios, passando pela aplica o de silicone industrial até opera es de redu o da testa, extirpa o do pomo-de-ad o e renovadas sess es com "bombadeiras", pessoas que "fazem o corpo", isto é, injetam silicone nas travestis. Orientadas pela heteronormatividade compulsória, as travestis transformam seus corpos a fim de adequá-los a seus desejos, práticas e orienta o sexual, reconhecidas por elas como "homossexuais". Nessa constru o subvertem o gênero e paradoxalmente, também enfatizam o caráter de assujeitamento por detrás do culto contemporaneo a padr es de normalidade, saúde e beleza.
O novo modelo sacerdotal do mercado  [cached]
Jacqueline Z. Dolghie
REVER : Revista de Estudos da Religi?o , 2012,
Abstract: O mercado fonográfico evangélico no Brasil cresce cada vez mais e, paradoxalmente, é alimentado pelas igrejas evangélicas, mas fica cada vez mais aut nomo destas em rela o à produ o e distribui o de seus produtos. Dentro dessa lógica, o mercado se vale de líderes religiosos já conhecidos pelas igrejas, como também pode produzir seus próprios líderes; em outras palavras, pode criar também os seus próprios sacerdotes, que, por sua vez, s o legitimados pelo consumo leigo. Neste artigo nos propomos analisar, de forma abrangente, um novo formato de domina o sacerdotal desenvolvido pelo mercado fonográfico, cujo modelo comparamos com o tipo puro de Max Weber. Além deste, nos valemos das contribui es teóricas de Bourdieu, principalmente no tocante a sua interpreta o da Sociologia weberianada Religi o
A TEORIA DA TRADU O COMO CONDI O DE POSSIBILIDADE PARA A CONSTRU O DE UM NOVO MODELO DE PROCESSO CIVIL: UMA ANáLISE A PARTIR DA TRAJETóRIA DE KASPAR HAUSER – THE TRANSLATION THEORY AS CONDITION OF POSSIBILITY TO CONSTRUCT A NEW MODEL OF CIVIL PROCESS
Maiquel ?ngelo Dezordi Wermuth
Revista da SJRJ , 2011,
Abstract: O objetivo do presente artigo é demonstrar, a partir da compreens o histórica de seus institutos, o anacronismo que o conceito de jurisdi o norteador do processo de conhecimento ainda defendido pela majoritária doutrina processual apresenta diante do contexto plural e complexo das demandas oriundas da sociedade contemporanea, uma vez que tais estruturas processuais foram gestadas para atender aos interesses que levaram à constru o do Estado liberal a partir do século XVI, quando se buscou, no direito romano do período tardio, o instrumental adequado para responder aos anseios de seguran a e certeza que o capitalismo em seu estágio incipiente exigia. Busca-se, ent o, a partir da utiliza o dos procedimentos da Sociologia das ausências e das emergências e do trabalho de tradu o propostos por Boaventura de Sousa Santos, compreender as “ausências” geradas pela compreens o liberal-individualista do processo e da jurisdi o civis e as “emergências” que tal panorama cria, de forma a demonstrar, por fim, por meio da teoria da tradu o, que é possível um modelo alternativo que crie inteligibilidades recíprocas entre as diversas experiências de solu o de conflitos existentes, abandonando-se a concep o clássica de jurisdi o enquanto mera “declara o do Direito” para construir um modelo que englobe a “cria o” do Direito, por meio da a o de operadores jurídicos democraticamente responsáveis e atentos à singularidade dos conflitos que lhes s o submetidos. Palavras-chave: Jurisdi o. Processo civil. Alternativas. Abstract: The objective of this paper is to demonstrate, through the historical comprehension of its institutes, the anachronism that the jurisdiction concept guide of the process affirms by the majority processual doctrine presents in the plural and complex context of demands in the contemporary society. It is argued that the processual structures were created to support all the interests related to the Liberal State construction of the XVI century, the reason why the late Roman law period was used as an appropriate instrument as a response of safety and certainty longing that the capitalism, in its stage, required. Thus, it aims, in a first moment, through the use of procedures from sociology of absences and emergences and the translation work proposed by Boaventura de Souza Santos, to comprehend the "absences" due to the process and jurisdiction individual-liberal comprehension and the "emergences" that this panorama creates, to demonstrate, at the end, through the translation theory, that is possible an alternate jurisdiction model, which creates
Programa saúde da família: a constru??o de um novo modelo de assistência
Rosa, Walisete de Almeida Godinho;Labate, Renata Curi;
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2005, DOI: 10.1590/S0104-11692005000600016
Abstract: the family health program (fhp) arises as a new strategy for health care and reorganization of the care model. based on these presuppositions, this article aims to reflect on the potentialities and contradictions of the fhp in the care model change process. the study adopts a descriptive-reflexive methodology and presents two themes, based on literature: historical revision of health policies in brazil and fhp and the care model change process. the analysis made it possible to perceive work in teams and with families as a progress in the fhp. however, there is a need for a broader perspective in the formation of professionals to work with the new proposal, as well as to implant the teams.
Medicina cognitiva: un modelo ecológico COGNITIVE MEDICINE: AN ECOLOGICAL MODEL  [cached]
Hernán G. Rincón
Revista Colombiana de Psiquiatría , 2003,
Abstract: En este artículo se propone un modelo sostenible de atención médica denominado Medicina Cognitiva. El modelo se caracteriza por la capacidad de percibir al paciente en todas sus dimensiones físicas, psicológicas, sociales y espirituales y de responder con un tratamiento efectivo e integral. Adicionalmente, el modelo explica la existencia de mecanismos múltiples y continuos de retroalimentación para auto-evaluarse, autorepararse y autogenerarse. In this article a self sustained method of medical care named Cognitive Medicine is proposed. The model is characterized by its capacity to perceive the patient in all its dimensions physical, psychological, social and spiritual and to respond with effective and comprehensive care. Additionally, the model explains multiple feedback mechanisms to continually self-assess, self-repair and self generate.
A constru o da diferen a sexual na medicina  [cached]
Rohden Fabíola
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: O artigo discute o trabalho de alguns autores fundamentais no debate atual acerca da constru o da no o de diferen a sexual na modernidade, tomando como foco de análise e de ilustra o as teses apresentadas à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro durante o século XIX. O objetivo é problematizar o argumento de que a diferen a entre os sexos passa a ser considerada como natural e imutável pela ciência. Essa ênfase na naturalidade estaria relacionada com as transforma es ocorridas a partir do fim do século XVIII (crescente industrializa o e urbaniza o, entrada mais efetiva das mulheres no mercado de trabalho, surgimento de movimentos de reivindica o de direitos) que requeriam mudan as nas rela es de gênero estabelecidas. Contudo, nota-se que é exatamente por meio das tentativas de provar que a diferen a era natural que se pode perceber o quanto ela era instável e amea adora. Interven es como a educa o e o trabalho da mulher poderiam alterar e mesmo "perverter" a diferen a. Ser natural, portanto, n o significava ser definitivo ou estar garantido.
Estrutura Urbana e Representa es: A inven o da Zona Sul e a constru o de um novo processo de segrega o espacial no Rio de Janeiro nas primeiras décadas do século XX  [cached]
Elizabeth Dezouzart Cardoso
Geotextos : Revista da Pós-Gradua??o em Geografia da Universidade Federal da Bahia , 2010,
Abstract: No Rio de Janeiro, a segrega o espacial já era conhecida pelo menos desde meados do século XIX. No entanto, foi só nas primeiras décadas do século XX que surgiriam as bases para uma nova configura o da segrega o espacial na cidade, com a cria o e a ocupa o do bairro de Copacabana, que proporcionou a “inven o” da Zona Sul, “top nimo” até ent o n o utilizado, e do seu oposto, a grande área que ficou conhecida como “subúrbio”, termo até ent o utilizado com outro significado. A toponímia associada a essas novas áreas de expans o da cidade foi relacionada a uma representa o que proporcionou as diretrizes da segrega o residencial no Rio de Janeiro por várias décadas, até fins do século XX, na dicotomia zona sul/ subúrbios. O objetivo deste trabalho é demonstrar o processo de constru o destas representa es e de mudan a e constru o de um novo modelo de segrega o residencial no Rio de Janeiro nas primeiras décadas do século XX.
Estado Novo: projeto político pedagógico e a constru o do saber
Almeida Maria das Gra?as Andrade Ataíde de
Revista Brasileira de História , 1998,
Abstract: A partir da análise do discurso da imprensa laica e religiosa de Pernambuco, no Estado Novo, e do conteúdo da correspondência particular do interventor Agamenon Magalh es, tornou-se possível identificar uma admi-nistra o que reificou o papel da educa o e do pedagogo como veículos de constru o da ordem e da desordem na sociedade. A sustenta o de um clima de inseguran a, terror e violência assegurava a implanta o de uma situa o de fato: exonera es e aposentadorias for adas transfor-maram-se em instrumentos de puni o e armas de combate contra aqueles que eram apontados como representantes da pedagogia da desordem.
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