oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Rabdomiosarcoma de cabe a e pesco o na infancia
Neves Beatrice Ma J.,Pontes Paulo A. de L.,Caran Eliana M.,Figueiredo Claudia
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2003,
Abstract: Rabdomiosarcoma é uma neoplasia maligna originária de células mesenquimais primitivas, podendo ocorrer em qualquer lugar do corpo. é o sarcoma de partes moles mais comum na infancia, e localiza-se mais freqüentemente na cabe a e pesco o. OBJETIVO: Estudar a ocorrência de RMS na cabe a e pesco o na infancia, correlacionando aspectos clínicos e histopatológicos. FORMA DE ESTUDO: Clínico retrospectivo. MéTODO: Oitenta e dois pacientes com diagnóstico de sarcomas de partes moles, atendidos no Instituto de Oncopediatria da UNIFESP-EPM de 1988 a 2002 foram incluídos neste estudo. Foram estudados os seguintes parametros: incidência de RMS na infancia e na cabe a e pesco o, distribui o segundo sexo, faixa etária, tipo histológico, localiza o primária, óbito X localiza o, causa mortis. RESULTADOS: Neste estudo 65% dos casos de sarcomas de partes moles corresponderam à RMS; 33% dos casos de RMS localizavam-se na cabe a e pesco o; 77% dos casos de sarcoma de partes moles de cabe a e pesco o corresponderam ao RMS. A média de idade no diagnóstico foi de 7,62 anos, predominando na faixa etária dos 5 aos 9 anos (41%). Em rela o ao sexo, encontramos 47% do sexo feminino e 53% do sexo masculino. Quanto ao tipo histológico, o mais comum foi o RMS embrionário correspondendo a 64,6% do total. O sítio primário mais comum foi o orbital (52,8%). Cem por cento, 50% e 33,3% dos pacientes com RMS parameníngeo, n o parameníngeo e orbital, respectivamente, evoluíram para óbito. CONCLUS O: O RMS é o sarcoma de partes moles mais comum na infancia, localizando-se preferencialmente na cabe a e pesco o. Houve predominancia do sexo masculino neste estudo; idade média de 7,62 anos predominando a faixa etária dos 5 aos 9 anos. O tipo histológico predominante foi o embrionário e a localiza o orbital foi mais freqüente. O maior índice de óbito pertenceu aos RMS parameníngeo e o menor ao orbital.
Manejo da osteorradionecrose em pacientes submetidos à radioterapia de cabe a e pesco o =Osteoradionecrosis management in patients underwent head and neck radiotherapy  [PDF]
Vier, Fabiana Vieira et al.
Revista Odonto Ciência , 2005,
Abstract: Os efeitos colaterais da radioterapia instituída para tratamento de pacientes com cancer da regi o de cabe a e pesco o interferem significativamente na qualidade de vida desses indivíduos. Entre esses efeitos, podem-se citar mucosite, hipossialia, ageusia, cáries por radia o, trismo e osteorradionecrose (ORN). Esta última constitui uma complica o grave e de difícil tratamento. A presente revis o da literatura objetiva enfatizar aspectos da osteorradionecrose, abordando fatores etiológicos, características clínicas e radiográficas, prevalência, tratamento e prognóstico da enfermidade. O cumprimento de medidas protocolares antes, durante e após a radioterapia de cabe a e pesco o previne e minimiza a ocorrência de complica es como a ORN. As consultas de controle após o término da radioterapia s o imprescindíveis e devem ser garantidas pela conscientiza o do paciente sobre a importancia das mediadas preventivas. Radiotherapy appointed for the treatment of patients with head and neck cancer presents side effects which interfere significantly with the patients’ quality of life. Mucous inflammation, hyposialia, loss of taste, radiation caries, trismus, and osteoradionecrosis (ORN) are among these side effects. ORN represents a serious complication of difficult treatment. The present literature review aims to emphasize aspects of ORN approaching the pathology’s etiologic factors, clinical and radiographic characteristics, prevalence, treatment and prognosis. Compliance with protocol procedures both prevents and reduces the development of complications such as ORN. After finishing radiotherapy, follow-up consultations are indispensable and to assure them the patient should be aware of the importance of preventive procedures.
Qualidade de vida e prognóstico nos carcinomas epidermóides de cabe a e pesco o
Amar Ali,Rapoport Abr?o,Franzi Sérgio A.,Bisordi Clarice
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2002,
Abstract: Objetivo: avaliar um questionário para mensura o da qualidade de vida e sua rela o com o prognóstico em pacientes com cancer de cabe a e pesco o. Forma de estudo: prospectivo clínico. Material e Método: estudo de 31 pacientes com carcinoma epidermóide de vias aerodigestivas superiores atendidos no Departamento de Cirurgia de Cabe a e Pesco o e Otorrinolaringologia do Hospital Heliópolis, Hosphel, S o Paulo, no período de agosto de 1999 a novembro de 2000. Na avalia o da qualidade de vida empregou-se o questionário QLQ-C30 e o módulo QLQ-H&N35, ambos fornecidos pela EORTC, sendo realizada previamente ao tratamento. Foi avaliada a diferen a de pontua o entre os pacientes que apresentavam doen a controlada e aqueles com recidiva nos primeiros 12 meses após o tratamento. Resultados: foi observada uma diferen a significativa na pontua o entre os pacientes assintomáticos e aqueles com recidiva da doen a nas escalas relacionadas à fadiga, dificuldade de comer em público e qualidade de vida global (p <= 0,05). A pontua o obtida neste grupo de pacientes foi semelhante à observada em outras popula es. Conclus o: a qualidade de vida prévia ao tratamento pode constituir um indicador prognóstico para os pacientes com cancer de cabe a e pesco o.
Efeitos e tratamento da radioterapia de cabe a e pesco o de interesse ao cirurgi o dentista - Revis o da literatura  [cached]
Márcio Salazar,Fausto Rodrigo Victorino,Luiz Renato Paranhos,Ivan Delgado Ricci
Odonto , 2008,
Abstract: O paciente sob tratamento oncológico, ao receber aten o do Cirurgi o-Dentista (CD), necessita de cuidados especiais, assim, seria relevante que o profissional conhecesse as rea es adversas do tratamento radioterápico na boca e nas regi es circunvizinhas, atuando na tentativa de amenizar o desconforto e melhorar a condi o de vida do seu paciente. Considerando que a radioterapia de cabe a e pesco o pode trazer seqüelas extensas e, algumas vezes, permanentes, em especial nas glandulas salivares e no tecido ósseo, nosso objetivo é revisar tais efeitos e respectivos tratamentos, propostos na literatura. Ficou evidente após este estudo a significante importancia do Cirurgi o-Dentista no manejo adequado do paciente submetido à radia o de cabe a e pesco o.
Avalia o da abertura bucal em pacientes submetidos à radioterapia de cabe a e pesco o  [cached]
Priscila Fernandes Ribas,Cynthia Savioli,Marcia André,Reinaldo Brito e Dias
Odonto , 2011,
Abstract: Introdu o: a radioterapia de cabe a e pesco o quando direcionada à articula o temporomandibular e músculos da mastiga o, pode provocar sequelas como redu o da amplitude de abertura bucal e trismo, que, muitas vezes, pode ser irreversível. Objetivo: comparar a amplitude de abertura bucal, antes e após a radioterapia da regi o de cabe a e pesco o. Metodologia: foram selecionados 30 pacientes com diagnóstico de tumores malignos de cabe a e pesco o para serem submetidos à mensura o da abertura bucal 30 dias antes da radioterapia, e 90 dias após. Também foram observadas as características gerais como tipo histológico do tumor e dose de radioterapia. Resultados: a idade média da amostra foi de 58 anos, sendo que 80,76% eram do sexo masculino e 19,24% do feminino. Na primeira avalia o encontrou-se limita o de abertura bucal (35,08±8,74), e 90 dias após a radioterapia houve aumento da limita o de abertura bucal (31,5±10,42), porém, sem mostrar significancia estatística (p≤0,061). Conclus o: n o houve agravamento da limita o de abertura bucal após três meses de radioterapia.
Estudo das rela es entre mastiga o e postura de cabe a e pesco o: revis o sistemática Study of the relationship between chewing and head and neck posture: systematic review
Thais Myrian Arag?o Mélo,Celina Cordeiro de Carvalho,Ada Salvetti Cavalcanti,Mário Genuíno Dourado Filho
Revista CEFAC , 2012,
Abstract: TEMA: mastiga o e postura de cabe a e pesco o. OBJETIVO: realizar uma revis o sistemática para observar se existe uma interferência recíproca entre a fun o da mastiga o e a postura de cabe a e pesco o. CONCLUS O: existe reciprocidade entre a fun o da mastiga o e altera es na regi o de cabe a e pesco o, apesar de existirem dúvidas quanto a qual regi o promove primariamente as altera es na outra. Assim, s o importantes mais estudos utilizando métodos de avalia o mais direcionados e mensuráveis para cada regi o para fornecer dados mais acurados. SUBJECT: head and neck chewing and posture. PURPOSE: to carry out a systematic review with the purpose of observing if there is a reciprocal interference between the masticatory function and of head and neck posture. CONCLUSION: there is reciprocity between the chewing function and the alterations in the head and neck regions, although there are doubts about which region primarily promotes changes in the other one. Thus, it is important to carry on more studies using more targeted and measurable assessment methods for each region in order to provide more accurate data.
Carcinoma mucoepidermóide de cabe a e pesco o: estudo clínico-patológico de 173 casos  [cached]
Pires Fábio R.,Alves Fábio de A.,Almeida Oslei P. de,Kowalski Luiz P.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2002,
Abstract: Introdu o: Carcinoma mucoepidermóide (CME) é o tumor maligno mais comum de glandulas salivares, entretanto poucos estudos em popula es brasileiras têm sido relatados na literatura. Objetivo: Reportar os dados clínico-patológicos de 173 CME de cabe a e pesco o do Centro de Tratamento e Pesquisa Hospital do Cancer A. C. Camargo em S o Paulo. Forma de estudo: Clínico randomizado. Material e Método: Cento e setenta e três casos de CME tratados entre 1953 e 1997, obtidos dos arquivos do Centro de Tratamento e Pesquisa Hospital do Cancer A. C. Camargo foram utilizados no estudo. Os dados foram obtidos a partir dos prontuários e da revis o histológica de todos os casos. Resultados: A idade média dos pacientes foi de 44 anos e 93 (53,8%) eram homens. Parótida foi acometida em 61 casos (35,2%) e as glandulas salivares menores intra-orais em 75 (43,4%), TNM revelou 50,3% dos casos em estádios I e II, e a grada o histológica revelou 45,2%, 18,5% e 36,3% tumores de baixo grau, grau intermediário e alto grau de malignidade, respectivamente. Tratamento cirúrgico foi utilizado em 80,3% dos casos, complementado por esvaziamento cervical em 52 casos (30,1%) e radioterapia em 73 (42,2%). Recidiva local, recidiva regional e metástase a distancia foram encontradas em 12,7%, 9,8% e 9,2% dos pacientes, respectivamente, e a sobrevida global dos pacientes em 5 e 10 anos foi de 70% e 60%, respectivamente. Conclus es: A avalia o dos 173 casos de CME de cabe a e pesco o mostrou que estes tumores ocorreram preferencialmente na glandula parótida e no palato de indivíduos adultos, sem predile o por sexo. Metade dos casos encontravam-se em estádios clínicos iniciais e 64% dos tumores eram de grau baixo ou intermediário de malignidade. O tratamento de escolha foi cirúrgico e o prognóstico dos pacientes foi bom.
Efeito da clorexidina na mucosite induzida por radioterapia em cancer de cabe a e pesco o  [cached]
Labbate Rogério,Lehn Carlos Neutzling,Denardin Odilon Victor Porto
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2003,
Abstract: A radioterapia em pacientes com neoplasias de Cabe a e Pesco o causa altera es na mucosa oral comprometendo a execu o terapêutica e o resultado final. OBJETIVO: Avaliar o efeito protetor do gluconato de clorexidina, sobre a mucosa oral, durante o tratamento actínico fracionado e o seu reflexo na qualidade de vida referida pelos pacientes. FORMA DE ESTUDO: Clínico prospectivo. MATERIAL E MéTODO: Foram selecionados 21 portadores de cancer de Cabe a e Pesco o alocados em dois grupos: grupo Placebo (n=11, 9H e 2M, idade média 58 anos) água destilada - dois bochechos diários e grupo Medica o (n=10, 7H e 2M, idade média 52 anos) gluconato de clorexidina a 0,12% - dois bochechos diários. Os pacientes foram avaliados semanalmente com exame local para detec o das altera es de mucosa (classifica o de acordo com a WHO e Grupo de Terapia por Radia o em Oncologia - graus 0 a IV) e preenchimento de questionário de qualidade de vida ressaltando os aspectos de dor, apetite, paladar e hábitos alimentares. A análise estatística realizada pelo teste exato de Fisher. RESULTADOS: A gradua o da mucosite foi mais intensa no grupo Placebo em 6 das 10 semanas de avalia o. A freqüência e intensidade das dores foram piores no grupo Placebo na 4a semana de radioterapia e a modifica o de paladar foi mais intensa nos indivíduos que n o usavam o medicamento apenas na 7a semana. N o foram encontradas diferen as nos outros parametros de qualidade de vida. CONCLUS O: Podemos concluir que o gluconato de clorexidina n o eliminou as les es de mucosa mas diminuiu, significativamente, os seus efeitos deletérios e intensidade sem apresentar um reflexo persistente na qualidade de vida dos pacientes.
Infec es bacterianas da cabe a e pesco o: estudo retrospectivo  [cached]
Nicolau Conte Neto,Guilherme Spagnol,Juliana álvares Duarte Bonini Campos,Marisa Aparecida Cabrini Gabrielli
Odonto , 2009,
Abstract: Objetivos: avaliar retrospectivamente as características das infec es de origem odontogênica ou n o, acometendo a regi o da cabe a e pesco o. Material e Métodos: por meio de uma análise retrospectiva de 50 prontuários de pacientes com diagnóstico de infec es bacterianas da cabe a e pesco o (IBCP) tratados no ambito hospitalar pela disciplina de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial da Faculdade de Odontologia de Araraquara – UNESP, no período de 1998 a 2006, analisou-se aspectos como gênero, idade, etiologia, tempo de permanência hospitalar, sinais e sintomas, espa os fasciais envolvidos e protocolo de tratamento. Resultados: nesta pesquisa observou-se que as IBCP geralmente têm origem odontogênica (94%), do quadrante póstero-inferior (49%), por meio de les es de cárie (66%), acometendo preferencialmente sujeitos do gênero masculino (1.6:1), acima dos 18 anos de idade. Geralmente, os pacientes apresentam-se com edema, eritema, dor, odinofagia, trismo e disfagia, permanecendo internados durante cinco dias em média. Estas infec es acometem com freqüência mais de um espa o fascial (74%), sendo o submandibular o mais envolvido (80%). S o infec es de natureza polimicrobiana, com predomínio de aeróbios. O protocolo de tratamento mais empregado para estes pacientes incluiu exodontia, drenagem e antibioticoterapia, correspondendo a 94% da amostra. Optou-se pelas cefalosporinas como antibiótico para terapia empírica em 94% dos casos, utilizando associa es de antimicrobianos na maior parte dos pacientes (94%). Conclus o: a maior parte das IBCP é de origem odontogênica, advinda do quadrante póstero-inferior, acometendo mais frequentemente o espa o submandibular de homens com mais de 18 anos, caracterizando-se usualmente por edema, eritema, trismo, odinofagia, disfagia e dor. O protocolo de tratamento padr o incluiu exodontia, drenagem e antibioticoterapia.
Sequelas bucais da radioterapia de cabe a e pesco o Oral sequelae of head and neck radiotherapy  [cached]
Daniel Antunes Freitas,Antonio Diaz Caballero,Mayane Moura Pereira,Stephany Ketllin Mendes Oliveira
Revista CEFAC , 2011,
Abstract: TEMA: cirurgia, radioterapia e quimioterapia s o as modalidades terapêuticas usadas no tratamento de cancer bucal. Podem ser usadas isoladas ou conjuntamente. Radia o ionizante causa les es nos tecidos normais localizados no campo de radia o. Isto se torna particularmente evidente nas regi es de cabe a, uma área complexa composta de várias estruturas diferentes que respondem diferentemente à radia o. As seqüelas orais resultantes podem causar problemas substanciais durante e depois da terapia de radia o e s o os maiores fatores de determina o na qualidade de vida dos pacientes. Dentre as complica es da radioterapia est o a xerostomia, osteorradionecrose, mucosite e candidose. OBJETIVO: apresentar aos profissionais de saúde uma reflex o sobre as quest es pertinentes às sequelas bucais da radioterapia de cabe a e pesco o. CONCLUS O: o acompanhamento odontológico sistemático pode minimizar os efeitos da radia o sobre os tecidos da cavidade bucal. BACKGROUND: surgery, radiotherapy and chemotherapy are therapeutic modalities used in the treatment of oral cancer. They can be used separately or in combination. Ionizing irradiation causes damage to normal tissues located at the radiation field. This becomes particularly evident in the head and neck region, a complex area composed of several dissimilar structures that respond differently to radiation. The resulting oral sequelae may cause substantial problems during and after radiation therapy and are major factors in determining the patient's quality of life. Xerostomia, osteoradionecrosis, mucositis and candidosis are some of radiotherapy's complications. PURPOSE: introduce health professionals to reflect on issues relevant to oral sequelae of head and neck radiotherapy. CONCLUSION: regular dental follow-up may reduce the effects of radiation in the tissues of the oral cavity.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.