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Imuniza o antivariólica no século XIX no Brasil: inocula o, varioliza o, vacina e revacina o  [cached]
Fernandes Tania Maria
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 2003,
Abstract: A imuniza o antivariólica constitui-se como uma prática milenar, aplicada mundialmente em diferentes formas e sociedades, traduzindo o temor pela varíola e a preocupa o em se evitar o contágio e sua propaga o. No Brasil, foi disseminada em suas três formas - varioliza o, vacina o jenneriana e animal -, provocando profundas desaven as na comunidade médica nacional. Buscamos aqui explicitar os pontos dos debates acerca do tema, veiculados em dois importantes periódicos do período analisado - Gazeta Médica da Bahia e Gazeta Médica do Rio de Janeiro -, ressaltando a relevancia dos mesmos como espa o de discuss o e de busca de legitimidade para os detentores do saber e do poder médicos.
A saúde entre o Estado e a sociedade  [cached]
Lima Mozart Abreu
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 2003,
Abstract: Ele testemunhou, 'de dentro', os estertores da ditadura militar brasileira, durante o governo Jo o Baptista Figueiredo. Foi o "ministro interno" da Saúde do Brasil, nas palavras do próprio titular da pasta, Waldir Arcoverde. Respondeu, no Ministério da Saúde, por importantes mudan as, e para isso enfrentou com a verve nordestina as contínuas amea as e press es da chamada comunidade de informa es, que à época governava o Brasil com m o de ferro. Mozart Abreu Lima foi um dos principais estrategistas da saúde pública brasileira no período de passagem da ditadura para a lenta e gradual restaura o do Estado de direito. Para a cadeira de secretário geral do Ministério da Saúde levou a inteligência que o destacou na elabora o do plano diretor da Central de Medicamentos, a Ceme, e a cultura de gest o descentralizada e participativa experimentada na Superintendência para o Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. Embora se apresente como um homem de esquerda, n o hesita em aplaudir a política industrial implantada pelos governos militares, em especial a partir da administra o Geisel. Nacionalista contumaz, Mozart Abreu Lima fez história na Fiocruz, como um dos mentores da cria o do Instituto Nacional de Controle de Qualidade (INCQ). Principal responsável pela extraordinária logística que viabilizou a realiza o dos dias nacionais de vacina o, modelo de imuniza o hoje mundialmente consagrado, nesta entrevista concedida a Carlos Fidélis Ponte, pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz, ele desvenda os bastidores de sua experiência no poder, revela esquemas de corrup o na fiscaliza o da saúde, apresenta conceitos de gest o pública e critica o Brasil das institui es descartáveis, do Estado empobrecido e desmantelado, de caso pensado, transformado em mercado de fast-food.
Cobertura vacinal e fatores de risco associados à n o-vacina o em localidade urbana do Nordeste brasileiro, 1994  [cached]
Silva Ant?nio Augusto Moura da,Gomes Uilho Ant?nio,Tonial Sueli Rosina,Silva Raimundo Antonio da
Revista de Saúde Pública , 1999,
Abstract: INTRODU O: A identifica o da cobertura vacinal e dos fatores responsáveis pelo retardo ou pela falta de imuniza es é fundamental para a adequada monitoriza o dos programas de vacina o e para se identificar e atingir as crian as que n o s o vacinadas adequadamente. MéTODOS: Foi realizado inquérito domiciliar transversal, em amostra aleatória por conglomerados em múltiplos estágios de crian as de 12 a 59 meses de idade, no Município de S o Luís, Maranh o, Brasil, em 1994. Utilizou-se questionário padronizado respondido pela m e ou responsável pela crian a. Foram visitados 50 setores censitários; em cada um foram amostrados 40 domicílios, onde foram encontradas, em média, 15 crian as. O efeito de desenho foi calculado para cada estimativa. A n o-vacina o foi analisada em rela o a indicadores socioecon micos, demográficos e à morbidade referida pela regress o de Cox. RESULTADOS: A cobertura vacinal foi de 72,4% para BCG, 59,9% para 3 doses da vacina Sabin, 57% para 3 doses de vacina DPT (difteria, coqueluche e tétano) e 54,7% para a vacina anti-sarampo. A baixa escolaridade materna foi o principal fator de risco para a n o-vacina o após o controle dos fatores de confus o. CONCLUS O: As coberturas vacinais foram baixas. Uma das estratégias sugeridas para o aumento das coberturas é o incremento das atividades de educa o em saúde.
Evaluating the effectiveness of an inactivated vaccine from Anaplasma marginale derived from tick cell culture Avalia o da eficácia de uma vacina inativada de Anaplasma marginale derivada de cultura de células de carrapato  [cached]
Pedro Veloso Facury Lasmar,Ant?nio último de Carvalho,Elias Jorge Facury Filho,Camila Valgas Bastos
Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária , 2012, DOI: 10.1590/s1984-29612012000200008
Abstract: The protective efficacy of an inactivated vaccine from Anaplasma marginale that was cultured in tick cells (IDE8) for use against bovine anaplasmosis was evaluated. Five calves (Group 1) were inoculated subcutaneously, at 21-day intervals, with three doses of vaccine containing 3 × 10(9) A. marginale initial bodies. Five control calves received saline solution alone (Group 2). Thirty-two days after the final inoculation, all the calves were challenged with approximately 3 × 10(5) erythrocytes infected with A. marginale high-virulence isolate (UFMG2). The Group 1 calves seroconverted 14 days after the second dose of vaccine. After the challenge, all the animals showed patent rickettsemia. There was no significant difference (p > 0.05) between the Group 1 and 2 calves during the incubation period, patency period or convalescence period. All the animals required treatment to prevent death. The results suggest that the inactivated vaccine from A. marginale produced in IDE8 induced seroconversion in calves, but was not effective for preventing anaplasmosis induced by the UFMG2 isolate under the conditions of this experiment. Foi avaliada a eficácia de uma vacina protetora para Anaplasma marginale cultivada em células de carrapato (IDE8) para uso contra a anaplasmose bovina. Cinco bezerros (Grupo 1) foram inoculados por via subcutanea com três doses, intervalados de 21 dias, de vacina contendo 3 × 10(9) corpúsculos iniciais de A. marginale inicial. Cinco bezerros do grupo controle receberam apenas solu o salina (Grupo 2). Trinta e dois dias após a inocula o final, todos os bezerros foram desafiados com aproximadamente 3 × 10(5) eritrócitos infectados com isolado de A. marginale alta virulência (UFMG2). Os bezerros do Grupo 1 soroconverteram-se 14 dias após a segunda dose da vacina. Após o desafio, todos os animais mostraram riquestsemia patente. N o houve diferen a significativa (p > 0,05) entre bezerros do Grupo 1 e 2 em período de incuba o, período de patência, ou período de convalescen a. Todos os animais necessitaram de tratamento para prevenir a morte. Os resultados sugerem que uma vacina inativada de A. marginale, produzida em IDE8, induz soroconvers o em bezerros, mas n o é eficaz na preven o de anaplasmose induzida pelo isolado UFMG2 nas condi es deste experimento.
Oportunidades perdidas de imuniza o antitetanica de gestantes de Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil  [cached]
Mattos Laura Maria Braga Borges de,Caiaffa Waleska Teixeira,Bastos Ronaldo Rocha,Tonelli Edward
Revista Panamericana de Salud Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVOS: Estimar as oportunidades perdidas de vacina o antitetanica e a cobertura vacinal ao final da gravidez em gestantes de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil. MéTODOS: Entre 1o de janeiro e 31 de agosto de 1996, realizou-se um estudo transversal com 430 mulheres selecionadas aleatoriamente entre todas as gestantes de Juiz de Fora. As participantes foram entrevistadas a respeito do controle pré-natal, conhecimento sobre o tétano e vacina o antitetanica. RESULTADOS: A idade das gestantes variou de 14 a 45 anos (média de 26,4 ± 6,9 anos); 420 eram de zona urbana e 10 de zona rural. O controle pré-natal foi feito pelo Sistema único de Saúde em 69,5% (299) das mulheres; 27,6% (119) utilizaram outros convênios; e 2,8% (12) n o fizeram controle pré-natal. Trezentas e cinqüenta e duas mulheres (81,8%) portavam o cart o de controle pré-natal e 85,6% (368) tiveram quatro ou mais consultas pré-natais. Com rela o ao conhecimento do tétano, 92,1% (396) demonstraram conhecer a doen a e sua gravidade. Dentre 430 gestantes, 359 (83,5%) iniciaram a gesta o n o imunizadas contra o tétano: 104 foram imunizadas durante a gravidez em estudo e 255 permaneceram sem vacina até o puerpério, apesar do aumento significativo na chance de imuniza o com o aumento do número de visitas de pré-natal (OR = 2,7 para quatro ou mais visitas; P < 0,001). Foram de 70% as oportunidades perdidas de imuniza o antitetanica na gesta o e de 40,6% a cobertura vacinal das gestantes. CONCLUS O: A baixa cobertura vacinal, inferior aos níveis recomendados pela Organiza o Mundial da Saúde, e o índice elevado de oportunidades perdidas de imuniza o antitetanica apontam para a necessidade de se instituir uma estratégia de incentivo à vacina o, direcionada aos profissionais de saúde em geral e especialmente àqueles responsáveis pelo atendimento das gestantes, tanto em postos de saúde quanto em clínicas privadas. Além disso, a rotina de vacina o em Juiz de Fora deve ser intensificada.
Vacina inativada contra a hepatite A: revis o da literatura e considera es sobre seu uso
Santos Márcio Vieira,Lopes Marta Heloísa
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 1997,
Abstract: O desenvolvimento, licenciamento e comercializa o recentes de uma vacina inativada contra a hepatite A (VIHA) têm possibilitado a obten o de imuniza o ativa, segura e provavelmente duradoura contra essa doen a. Estudos conduzidos em países desenvolvidos demonstram sua utilidade clínica na preven o da hepatite A (HA) em viajantes susceptíveis que se dirigem a áreas de alta endemicidade, em crian as pré-escolares e trabalhadores de creches, além de avaliar o uso pós-exposi o e em em surtos epidêmicos. Os autores enfocam aspectos epidemiológicos atuais da hepatite A em diferentes regi es visando, através do conhecimento da epidemiologia da doen a, esclarecer a utilidade que a VIHA teria no controle dessa doen a nos países em desenvolvimento, especialmente no Brasil. Com base na sua eficácia, seguran a e imunogenicidade, a VIHA se mostra de extremo valor a nível de prote o individual. Porém, devido ao pouco tempo de uso clínico desta vacina, n o encontramos disponíveis recomenda es formais para o seu uso nos países em desenvolvimento, especialmente a nível de Saúde Pública. Dados epidemiológicos atualizados sobre a HA nas diversas regi es brasileiras s o essenciais para o desenvolvimento de uma estratégia racional de imuniza o.
Consenso 2012 da Sociedade Brasileira de Reumatologia sobre vacina o em pacientes com artrite reumatoide 2012 Brazilian Society of Rheumatology Consensus on vaccination of patients with rheumatoid arthritis
Claiton Viegas Brenol,Licia Maria Henrique da Mota,Bóris Afonso Cruz,Gecilmara Salviato Pileggi
Revista Brasileira de Reumatologia , 2013,
Abstract: OBJETIVO: Elaborar recomenda es para a vacina o em pacientes com artrite reumatoide (AR) no Brasil. MéTODO: Revis o da literatura e opini o de especialistas membros da Comiss o de AR da Sociedade Brasileira de Reumatologia e um pediatra reumatologista. RESULTADOS E CONCLUS ES: Foram estabelecidas 12 recomenda es: 1) Antes de iniciar drogas modificadoras do curso de doen a, deve-se revisar e atualizar o cart o vacinal; 2) As vacinas contra influenza sazonal e contra H1N1 est o indicadas anualmente para pacientes portadores de AR; 3) A vacina antipneumocócica deve ser indicada para todos os pacientes; 4) A vacina contra varicela deve ser indicada para pacientes com história negativa ou duvidosa de infec o prévia por varicela; 5) A vacina contra HPV deve ser considerada em adolescentes e mulheres jovens; 6) A vacina antimeningocócica é indicada para pacientes portadores de AR apenas em casos de asplenia ou deficiência de complemento; 7) Existe orienta o de imuniza o contra o Haemophilus influenzae tipo B de pacientes adultos asplênicos; 8) N o há indica o de uma vacina adicional contra BCG em pacientes com AR; 9) A vacina contra hepatite B é indicada para pacientes com anticorpos contra HBsAg negativos; considerar a vacina contra hepatite A em combina o com a hepatite B; 10) Pacientes com grande risco de contrair tétano que receberam rituximabe nas últimas 24 semanas devem utilizar imuniza o passiva com imunoglobulina antitetanica; 11) A vacina contra febre amarela é contraindicada nos pacientes com AR em uso de imunossupressores; 12) As recomenda es acima descritas devem ser revisadas ao longo da evolu o da AR. OBJECTIVE: To elaborate recommendations to the vaccination of patients with rheumatoid arthritis (RA) in Brazil. METHOD: Literature review and opinion of expert members of the Brazilian Society of Rheumatology Committee of Rheumatoid Arthritis and of an invited pediatric rheumatologist. RESULTS AND CONCLUSIONS: The following 12 recommendations were established: 1) Before starting disease-modifying anti-rheumatic drugs, the vaccine card should be reviewed and updated; 2) Vaccines against seasonal influenza and against H1N1 are indicated annually for patients with RA; 3) The pneumococcal vaccine should be indicated for all patients with RA; 4) The vaccine against varicella should be indicated for patients with RA and a negative or dubious history for that disease; 5) The HPV vaccine should be considered for adolescent and young females with RA; 6) The meningococcal vaccine is indicated for patients with RA only in the presence of asplenia
Tolerancia à aplica o de megadoses de vitamina A associada à vacina o em crian as no Nordeste do Brasil  [cached]
Assis Ana Marlúcia Oliveira,Santos Leonor Maria Pacheco,Prado Matildes da Silva,Martins Maísa Cruz
Cadernos de Saúde Pública , 2000,
Abstract: Um estudo de seguimento foi desenvolvido em duas localidades do semi-árido do estado da Bahia, Nordeste do Brasil, com o objetivo de identificar a ocorrência e a natureza de possíveis efeitos adversos agudos em conseqüência da suplementa o com megadoses de vitamina A (100.000 e 200.000 UI) oferecida junto com imuniza o em massa, a crian as de seis a 59 meses de idade. A amostra do estudo foi composta por 852 crian as; 416 do município de Teofilandia integraram o grupo que recebeu a vitamina A com as vacinas e 436 crian as de Santa Bárbara foram incluídas no grupo que recebeu somente a vacina. Nas 24 horas que antecederam a vacina o, as crian as dos dois grupos referiram similar freqüência de diarréia, febre e v mito; a anorexia foi mais prevalente em Teofilandia e persistiu durante todo o período de seguimento. Os resultados sugerem que nenhum efeito adverso agudo, em especial diarréia, v mito, febre ou anorexia, esteve associado à ingest o da vitamina A combinada à vacina o em massa, particularmente à Sabin, DPT e anti-sarampo.
Vacinas e campanhas: as imagens de uma história a ser contada  [cached]
P?rto ?ngela,Ponte Carlos Fidelis
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 2003,
Abstract: A iconografia em torno das vacinas e das campanhas de vacina o constitui importante acervo para aqueles que se interessam pela temática das políticas de imuniza o. Nela, muitas vezes, est o presentes diversas representa es sobre as vacinas e as doen as por elas combatidas; os ambientes onde as vacina es eram postas em prática; os veículos e as estratégias de convencimento e comunica o de massa, bem como o conhecimento que se tinha a respeito das doen as e das vacinas utilizadas para combatê-las. Neste número selecionamos duas cole es de imagens que julgamos importantes para a compreens o da história das políticas de imuniza o em nosso país. Referimo-nos ao material reunido pela exposi o A Revolta da Vacina: da varíola às campanhas de imuniza o e ao trabalho de ngela Porto sobre a erradica o da poliomielite no Brasil, onde s o analisadas as mudan as ocorridas nas campanhas publicitárias convocando a popula o a vacinar seus filhos.
Cobertura vacinal no primeiro ano de vida em quatro cidades do Estado de S o Paulo, Brasil  [cached]
Moraes José Cássio de,Barata Rita de Cássia Barradas,Ribeiro Manoel Carlos de Sampaio de Almeida,Castro Paulo Carrara de
Revista Panamericana de Salud Pública , 2000,
Abstract: A vacina o constitui uma importante medida para a preven o de doen as e a avalia o de sua eficiência é fundamental para garantir o sucesso dos programas de imuniza o. O presente estudo descreve os resultados de um inquérito domiciliar para estimar a cobertura vacinal da coorte nascida em 1996 nos municípios de S o Paulo, Osasco, Francisco Morato e Guarulhos, Estado de S o Paulo, Brasil. O Município de S o Paulo foi dividido em cinco estratos, de acordo com as condi es de vida. O estudo seguiu a metodologia preconizada pela Organiza o Pan-Americana da Saúde para a realiza o de inquéritos de cobertura vacinal. A propor o de crian as com esquema de vacina o completo no momento da entrevista, considerando-se a informa o oral e de caderneta, esteve acima de 90% para todos os municípios, exceto Francisco Morato (município com piores condi es de vida). Para os estratos no Município de S o Paulo, encontramos as piores coberturas nos dois extremos. Quando se consideram apenas as doses aplicadas no 1° ano de vida, as coberturas n o atingiram valores seguros. O uso de servi os privados de vacina o foi diretamente proporcional às condi es de vida. A diferen a entre as coberturas calculadas a partir dos dados de produ o e as calculadas a partir de doses administrativas determinadas pelo inquérito é inversamente proporcional às condi es de vida nos municípios. Os resultados sugerem que inquéritos de cobertura vacinal como o descrito no presente artigo deveriam ser realizados também em outros municípios. Além disso, é importante treinar os funcionários das salas de vacina o para que preencham adequadamente os dados de vacina o, intensificar a divulga o do calendário oficial de imuniza o aos profissionais de saúde e facilitar o acesso da popula o aos servi os de saúde.
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