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Abortamento induzido: vivência de mulheres baianas Induced abortion: the experience of women from the Brazilian state of Bahia  [cached]
Vanessa do Nascimento Pereira,Flávia Aelo de Oliveira,Nadirlene Pereira Gomes,Telmara Menezes Couto
Saúde e Sociedade , 2012,
Abstract: O abortamento representa grave problema de saúde pública, que envolve quest es legais, econ micas, sociais e psicológicas. Estudo qualitativo que teve como objetivo identificar situa es que interferem na decis o pelo aborto e os sentimentos diante do processo de abortar. O estudo foi realizado em uma Maternidade Pública, no Município de Salvador-BA, e os sujeitos foram constituídos por nove mulheres hospitalizadas por aborto provocado. Para a coleta de dados, utilizamos a entrevista acompanhada por um formulário semiestruturado. Foram considerados os aspectos éticos baseados na Resolu o 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. Para a análise das falas, usamos como referencial a técnica de análise de conteúdo de Bardin. A amostra caracterizou-se por mulheres adultas eminentemente negras; casadas/uni o estável; dependentes financeiramente do companheiro. Na análise dos discursos, surgiram dois temas: Motiva o e Sentimentos. Dentre os motivos que levam ao aborto, encontram-se a dificuldade financeira, o número de filhos, a vivência de violência conjugal e a perda de sua autonomia. O processo de abortamento gera medo de morrer, tristeza e alívio. As mulheres vivenciam o aborto induzido, revelando um processo muito doloroso, desde o momento em que descobrem a gravidez, passando pela difícil decis o de interrompê-la. Quando n o s o ajudadas, essas mulheres perpetuam essa dor, vivendo dias de angústia e culpa. O exercício da escuta e do acolhimento devem estar presentes na vida dos profissionais de saúde, independentemente de suas opini es com rela o ao aborto, a fim de que a mulher possa expressar seus sentimentos, e ent o obter ajuda e encaminhamento adequados. Abortion is a serious public health problem that involves legal, economic, social and psychological issues. This qualitative study aimed to identify situations that interfere in the abortion decision and the feelings about the process of aborting. The study was conducted in a public maternity hospital in the city of Salvador (Northeastern Brazil), and the subjects were nine women hospitalized due to induced abortion. To collect data, we used the interview accompanied by a semi-structured form. Ethical aspects were considered based on Resolution 196/96 of the National Health Council. For the analysis of the discourses, we used Bardin's content analysis technique. The sample was characterized by predominantly black adult women, married or in a stable union, financially dependent on the partner. In the analysis, two themes emerged: motivation and feelings. Among the reasons leading to abortion, there ar
N?o vou esquecer nunca!: a experiência feminina com o abortamento induzido
Pedrosa, Ivanilda Lacerda;Garcia, Telma Ribeiro;
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2000, DOI: 10.1590/S0104-11692000000600008
Abstract: based on the symbolic interactionist approach, we aimed to verify the meanings attributed to induced abortion by women who adopted such behavior as well as to analyze the impact of the experience on their self-image. the results point out the contradiction in women's discourse when they evaluate the experience, and the emotional negative reactions they had developed: remorse/guilty conscience, regret, feeling of grief, and mainly guilt, which, according to their accounts, they will carry for the rest of their lives.
Abortamento Séptico: Identifica o de Fatores de Risco para Complica es  [cached]
Murta Eddie Fernando Candido,Manfrin Alessandra,Barcelos Ana Cristina Macedo,Tiveron Fabiana Sucupira
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivo: estudar um grupo de mulheres atendidas com quadro de abortamento séptico, analisando o quadro clínico e terapêutica, identificando um grupo de maior risco para complica es. Métodos: analisaram-se retrospectivamente dados referentes a 224 pacientes com diagnóstico de abortamento séptico. Foram coletados dos prontuários a idade da paciente, paridade, quadro clínico, exames laboratoriais e de imagem, o tratamento e as complica es. A possibilidade de indu o do abortamento foi baseada nas informa es das pacientes e/ou dos parentes e acompanhantes. O diagnóstico de abortamento séptico foi baseado na história clínica, quadro clínico, hemograma, dor à mobiliza o do útero e anexos e presen a de leucorréia purulenta proveniente do canal cervical. Resultados: a média de idade das pacientes foi de 21,4 ± 6,2 anos, sendo que 45 tinham menos de 20 anos (20,1%); 66 eram primigestas (29,5%) e 55, secundigestas (24,5%). Em 143 mulheres (63,8%) este abortamento foi o primeiro. As manifesta es clínicas mais freqüentes foram a hemorragia presente em 83,9% dos casos e a febre em 61,1%. A indu o do abortamento foi informada por 37,9% das pacientes, 33,9% informaram que o abortamento havia sido espontaneo e 28,2% n o informaram se foi ou n o espontaneo. Histerectomia foi indicada em 5 casos. Nenhuma histerectomia foi realizada no grupo de pacientes com abortamento espontaneo (2,2%) e o número de complica es neste último grupo foi menor (3,9% versus 11,8% do grupo com abortamento induzido), p<0,05. Conclus o: a informa o da indu o do abortamento é um dado importante, pois estas pacientes apresentam maior risco para complica es.
Sexualidade vivenciada na gesta o: conhecendo essa realidade
Bartira Nunes Barbosa,Aparecida Neuritianny Chaves Gondim,Jamile Souza Pacheco,Hélcia Carla Santos Pitombeira
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2011,
Abstract: Este estudo objetivou caracterizar a sexualidade de gestantes. Estudo transversal, quantitativo e descritivo, realizado com 108 gestantes em um centro de saúde de Fortaleza-CE, de novembro/2008 a mar o/2009, utilizando-se formulário para coleta de dados. Foram obedecidas as normas éticas de pesquisa com seres humanos. Destaca-se que 43,5% das gestantes receberam informa o sobre sexualidade no pré-natal, 86,1% relataram rela es sexuais na gesta o, 58,3% dos companheiros as procuravam na mesma frequência do período pré-gravídico. Quanto ao desejo e satisfa o sexual, a maioria referiu diminui o destes na gravidez. Constatou-se como fatores de interferência na sexualidade na gesta o: náuseas, lombalgia, medo de machucar o bebê e provocar o aborto, denotando a falta de esclarecimento destas gestantes e necessidade de um acompanhamento pré-natal adequado. Logo, parte das gestantes assistidas no pré-natal n o exerce sua sexualidade de forma plena, o que nos faz refletir sobre a importancia da promo o da saúde sexual na assistência pré-natal.
Emancipa o Feminina e Emancipa o Humana
Nildo Silva Viana
Revista Espa?o Acadêmico , 2010,
Abstract: O presente artigo apresenta uma discuss o sobre a rela o entre emancipa o feminina e emancipa o humana. A partir de uma discuss o sobre liberdades parciais e liberdade total, busca mostrar os vínculos da opress o feminina com a opress o masculina e várias outras formas de opress o, colocando a dependência recíproca entre a liberta o da mulher e a liberta o humana.
Saúde sexual e reprodutiva em penitenciária feminina, Espírito Santo, Brasil  [cached]
Miranda Angélica Espinosa,Mer?on-de-Vargas Paulo Roberto,Viana Maria Carmen
Revista de Saúde Pública , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Identificar o perfil sociodemográfico e as condi es de saúde das mulheres encarceradas em penitenciária feminina. MéTODOS: Foi realizado estudo descritivo de mar o a setembro de 1997, em penitenciária feminina do Estado do Espírito Santo. Todas as presidiárias foram convidadas a participar da pesquisa. Participaram 121 mulheres com idade superior a 18 anos, avaliadas por meio de entrevista aplicada, explorando informa es sociodemográficas, clínicas e criminais, registradas em questionário estruturado, seguida de exame clínico-ginecológico. RESULTADOS: Um total de 121 mulheres foram incluídas. A média de idade das participantes foi de 30,2 anos (DP 8,98) e de escolaridade, 4,8 anos (DP 3,50). Todas já haviam tido atividade sexual pregressa; a idade média do primeiro coito foi de 15,2 anos (DP 2,55), variando de nove a 27 anos; e 28% apresentavam história de doen a sexualmente transmissível (DST). Doze (9,9%) mulheres estavam grávidas no momento da entrevista. História de gravidez na adolescência foi freqüente. A maioria n o adotava nenhum método contraceptivo e nem fazia uso de preservativos. Laqueadura tubária foi observada em 19,8% e citologia cervical anormal em 26,9%. CONCLUS ES: O conhecimento sobre problemas de saúde existentes dentro do sistema carcerário pode contribuir para fortalecer e ampliar o papel de reabilita o que lhe é conferido. Entretanto, somente a coopera o entre os órg os de saúde pública e o sistema penitenciário pode produzir resultados eficientes.
Prognóstico de Gesta es com Amea a de Abortamento entre a 6a e a 13a Semana que Apresentam Embri o/Feto Vivo ao Exame Ultra-sonográfico
Watanabe Luiz Carlos,Brizot Maria de Lourdes,Pereira Pedro Paulo,Mustafá Samir Abdalla
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivos: comparar resultados entre gesta es com e sem amea a de abortamento que apresentaram embri o/feto vivo ao exame ultra-sonográfico em idade gestacional entre 6 e 13 semanas. Métodos: trata-se de estudo retrospectivo, caso-controle, realizado no período de fevereiro de 1998 a dezembro de 1999. Os critérios de inclus o foram: gesta o tópica e única, atividade cardíaca embrionária/fetal presente no exame ultra-sonográfico, realiza o de exame ultra-sonográfico entre 6 semanas completas e 13 semanas e 6 dias, ausência de altera o morfológica fetal, ausência de tentativa de abortamento por uso de drogas ou manipula o, ausência de doen a materna e resultado conhecido da gesta o. Preencheram os critérios de inclus o 1531 gesta es, sendo 257 casos com amea a de abortamento (grupo estudo) e 1274 sem amea a de abortamento (grupo controle). Estes dois grupos foram comparados quanto à evolu o da gesta o para: abortamento, óbito intra-uterino, prematuridade e crescimento intra-uterino restrito. Resultados: os porcentuais de abortamento (11,7%) e prematuridade (17,8%) foram estatisticamente superiores nas pacientes do grupo estudo (p<0,001 e p=0,026, respectivamente). As taxas de óbito intra-uterino e restri o de crescimento intra-uterino n o diferiram significativamente entre os grupos. Conclus o: As gesta es com amea a de abortamento apresentaram porcentuais significativamente superiores de evolu o para o abortamento e prematuridade.
Cancer na popula o feminina brasileira  [cached]
Mendon?a Guinar Azevedo e Silva
Revista de Saúde Pública , 1993,
Abstract: Objetivou-se mostrar a importancia do cancer enquanto causa de morte e morbidade para a popula o feminina brasileira. Foram analisados os dados das estatísticas de mortalidade do Ministério da Saúde e os disponíveis nos registros de cancer de base populacional existentes nos municípios em Belém, Fortaleza, Recife, Goiania, S o Paulo e Porto Alegre (Brasil). Em 1986 o cancer foi responsável por 15,5% dos óbitos em mulheres acima de quinze anos no Brasil. Os canceres de mama e útero representaram quase um ter o desses óbitos. A compara o internacional mostrou que os coeficientes de incidência de cancer de colo de útero em Recife e Belém foram os mais altos do mundo e os de mama em Fortaleza e S o Paulo s o próximos dos encontrados nas regi es de mais altas cifras como nos Estados Unidos e alguns países da Europa. S o discutidos os principais fatores de risco para os canceres mais prevalentes entre as mulheres brasileiras, guardando as diferen as culturais, sociais e geográficas, bem como os programas de controle existentes. Conclui-se que os programas, de "screening" e de diagnóstico precoce para o cancer de colo uterino tiveram coberturas muito baixas. Considerou-se que o estabelecimento de uma política assistêncial e de controle que inclua a preven o e o diagnóstico precoce para os canceres de colo uterino e de mama nos programas de assistência à mulher deveria ser uma das prioridades de saúde pública, no Brasil.
IMAGEM E AUTO-IMAGEM: IDENTIDADE FEMININA NO C NONE LITERáRIO BRASILEIRO  [cached]
MELISSA CARVALHO GOMES
Signótica , 2003, DOI: 10.5216/sig.v15i1.3766
Abstract: Com o intuito de levar adiante as discuss es sobre a mulher e o seu papel na sociedade, o presente artigo descreve e discute o desenvolvimento histórico do canone literário brasileiro e a escrita feminina dentro desse processo, apontando para os mecanismos de afirma o social da identidade feminina no Brasil.
Records related to contraception in hospital records of abortion patients hospitalized in the University Hospital of Londrina – Paraná, 2001 - 2005: Registros relativos à contracep o em prontuários de mulheres atendidas por abortamento no Hospital Universitário de Londrina - Paraná, de 2001 a 2005  [cached]
Joice de Souza Jardim,Marta Lúcia de Oliveira Carvalho
Semina : Ciências Biológicas e da Saúde , 2010,
Abstract: In Brazil, the abortion is the third reason of maternal mortality. The improviment of health care quality to women attended for abortion relief in hospitals includes shelter and advising about contraceptive methods, looking for the decrease of chances of new abortions, activities that may be developed by anyone of health’s team member. This transversal and descriptive research, proposes to analyze the concerning observations of contraception in records about women attended for abortion in the University Hospital of Londrina – Paraná 2001 - 2005. In 46,8% of the study cases, the abortion occurred in women beetween 20 and 29 years old; most of them referred “domestic work non-paid” occupation (15%); 75,7% describes the existence of only one abortion; there isn’t any reference about induced abortion in 94,1% of the cases; In 76,2% of the hospital′s records there is no information related to contraception after abortion, making clearly theneed of capacitating actions from the team concerning about the qualification of assistance and prevention of new abortions. No Brasil, o abortamento é a terceira causa de mortalidade materna. A melhoria da qualidade da assistência às mulheres atendidas por abortamento nos hospitais inclui acolhimento e aconselhamento sobre métodos contraceptivos, objetivando diminuir o risco de novos abortamentos, e essas a es podem ser desenvolvidas por qualquer dos membros da equipe de saúde. Este estudo, transversal e descritivo, analisou os registros relativos à contracep o em prontuários de mulheres atendidas por abortamento em Hospital Universitário de Londrina-PR, de 2001 a 2005. Em 46,8% dos casos, o abortamento ocorreu em mulheres na faixa etária de 20 a 29 anos e a ocupa o mais referida nos prontuários foi “trabalho doméstico n o remunerado” (15%); 75,7% descreviam a existência de apenas um abortamento; em 94,1% n o há referência ao abortamento ter sido provocado; em 76,2% dos prontuários n o há registro relativo à contracep o pós-abortamento, evidenciando a necessidade de capacita o da equipe tanto para a qualifica o da assistência quanto para preven o de novos abortamentos.
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