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Dobras atect nicas em Crostas Ferruginosas de Pirapora do Bom Jesus-SP e Bacia Terciária de S o Paulo
Joel Barbujiani Sígolo,Marcelo Altafini
Geologia USP : Série Científica , 2001,
Abstract: S o discutidas neste trabalho as hipóteses de gênese tect nica e geoquímica de dobras em crostas ferruginosas na Bacia Terciária de S o Paulo situadas na Vila Madalena e em sedimentos correlatos na regi o de Pirapora do Bom Jesus. Na análise deste problema empregou-se microscopia óptica, micromorfologia de minerais, texturas e estruturas secundárias, análises químicas totais e pontuais em MEV/EDS e análise de minerais pesados. Foram utilizados diagramas deSchimdt-Lambert para análise de parametros geométricos, morfológicos e orienta es preferenciais das dobras e fraturas, tanto nas crostas como em padr es regionais de rochas encaixantes. As crostas ferruginosas apresentam organiza o textural, composi o química e mineral semelhantes (basicamente hidróxidos de ferro - domínio da goethita - argilas caoliníticas e quartzo), embora encontrem-se encaixadas em litologias diferentes e contextos geológicos distintos. Os diferentes dados obtidos indicam origem das crostas a partir da cimenta o por hidróxidos de ferro oriundos do sedimento encaixante. A diferen a reside apenas no empobrecimento em Fe2O3 eenriquecimento em SiO2, Al2O3 e elementos alcalinos no sedimento, inverso do observado nas crostas ferruginosas. Comprova-se esta origem por diferentes diagramas geoquímicos discriminativos, exibindo evolu o a partir do sedimento encaixante em dire o as crostas ferruginosas. Tal evolu o deve-se a remobiliza o e concentra o de hidróxidos de ferro, devido a deslocamento descendente do nível hidrostático, acompanhado de ascen o do relevo. N o existem similaridades entre a geometria das dobras nas crostas ferruginosas da regi o de Pirapora e os padr es de dobras regionais. No entanto, as fraturas observadas devem ter sido originadas por reativa o tect nica de sistemas de falhas regionais (Taxaquara, Jundiuvira e Romeiros). Estas fraturas condicionaram o fluxo d’água, permitindo que hidróxidos de ferro precipitassem no interior das mesmas.
Caracteriza o e usos de argilas bentonitas e vermiculitas para adsor o de cobre (II) em solu o  [cached]
Santos C. P. F. dos,Melo D. M. A.,Melo M. A. F.,V. Sobrinho E.
Ceramica , 2002,
Abstract: Vários trabalhos tratam da remo o de metais por argilas e argilominerais. O processo de remo o geralmente ocorre por precipita o, troca i nica e adsor o. Neste trabalho estudou-se a adsor o de solu o de Cu (II) em vermiculita, bentonitas sódica e cálcica, proveniente de Campina Grande-PB , tendo-se como variáveis pH, tempo de contato e concentra o do adsorvente. Os ensaios foram realizados à temperatura ambiente e as medidas de Absor o At mica foram feitas no sobrenadante e no resíduo sólido. As argilas bentonitas cálcicas, provenientes de Campina-Grande (PB), sódica de Wyoming (Wyoming-USA) e sódicas (preparadas em laboratório) e as vermiculitas (provenientes do Piauí) foram caracterizadas antes e após o processo de adsor o de Cu (II) em solu o através das técnicas, análise química, TG e DTA, área superficial (BET), espectroscopia na regi o de infravermelho, difra o de raios X e medidas de pH. Os resultados mostram que as argilas estudadas adsorvem metais pesados através da troca i nica e que a vermiculita foi mais eficaz no processo, adsorvendo 40,9% de cobre da solu o em estudo, em rela o às outras argilas envolvidas no processo.
Caracteriza o de argilas plásticas do tipo "ball clay" do litoral paraibano  [cached]
Menezes R. R.,Ferreira H. S.,Neves G. de A.,Ferreira H. C.
Ceramica , 2003,
Abstract: Os depósitos de argilas plásticas para ceramica branca ("ball clays") de alta qualidade n o s o comuns, estando localizados basicamente nos Estados Unidos e no Reino Unido. As "ball clays" s o utilizadas em uma série de indústrias que v o desde a indústria ceramica à de cosméticos. Assim, este trabalho tem por objetivo analisar argilas do tipo "ball clay" extraídas do litoral paraibano, realizando sua caracteriza o para fins ceramicos. Sua caracteriza o foi realizada por meio da determina o da massa específica real, CTC, área superficial (BET), distribui o granulométrica, composi o química, ATD/ATG, DRX e MET. Após caracteriza o, foram conduzidos ensaios tecnológicos para fins ceramicos com as amostras. Com base nos resultados pode-se concluir que as amostras s o argilas basicamente cauliníticas com queima branca em temperaturas de 1250 oC e 1450 oC. Além disso, apresentaram propriedades físico-mecanicas dentro das faixas indicadas na literatura para "ball clays" utilizadas em tecnologia ceramica.
Ensaios biológicos para avalia o de seguran a de produtos cosméticos  [cached]
M. CHORILLI,P. TAMASCIA,C. ROSSIM,H. R.N. SALGADO
Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada , 2009,
Abstract: Apesar de n o ser desejável, alguns produtos cosméticos podem apresentar rea es adversas aos usuários. Tais efeitos, muitas vezes, podem ser decorrentes de fatores individuais ou até mesmo pelo uso inadequado do produto. Logo, os ensaios biológicos para avalia o de seguran a devem preceder a coloca o do cosmético no mercado. Historicamente, estes ensaios sempre foram realizados in vivo, em animais, uma vez que podem ser utilizados para avaliar grande parte dos riscos potenciais envolvidos, seja irrita o, alergia ou efeitos sistêmicos; todavia, atualmente alguns centros de pesquisa est o adotando alternativas in vitro aos ensaios com animais. Esta revis o enfatiza a necessidade de realiza o de ensaios biológicos para avalia o de seguran a de produtos cosméticos, bem como apresenta os principais testes in vivo e in vitro empregados, abordando a necessidade de aplicar-se métodos alternativos aos ensaios in vivo na avalia o de seguran a dos mesmos, de forma a oferecer aos consumidores o máximo de seguran a com o menor risco, garantindo as melhores condi es de uso do produto. Palavras-chave: Ensaios biológicos. Avalia o de seguran a. Produtos cosméticos.
Mapeamento de argilas do Estado da Paraíba  [cached]
Menezes R. R.,Neves G. A.,Ferreira H. C.
Ceramica , 2001,
Abstract: O Brasil é um grande produtor de materiais ceramicos possuindo um grande número de jazidas de argilas. Essas argilas s o de grande importancia na fabrica o de grés sanitários, porcelanas, ceramicas de revestimento bem como tijolos e telhas. Na Paraíba e regi es circunvizinhas é observada uma acentuada atividade industrial nessas áreas. Os pesquisadores da regi o têm dedicado grande esfor o na caracteriza o bem como na avalia o da possibilidade de uso destas argilas. Esses estudos possibilitaram um mapeamento das jazidas do estado já estudadas e analisadas. Assim, este trabalho tem por objetivo complementar o trabalho de mapeamento das jazidas de argilas já estudadas no Estado da Paraíba, visando seu uso em ceramica vermelha, branca e/ou refratária. Pelo mapeamento conclui-se que os estudos ainda s o insuficientes para abrangência de todo Estado, concentrando-se nas regi es de maior densidade demográfica, sendo que várias bacias hidrográficas ainda n o tiveram estudos representativos.
Cor e propriedades mecanicas de algumas argilas do Rio Grande do Norte para uso em ceramica branca  [cached]
Melo M. A. F.,G. Neto S.,Melo D. M. A.,Carvalho L. P.
Ceramica , 2002,
Abstract: O interesse crescente no uso de argilas para a produ o de ceramica no Rio Grande do Norte requer a caracteriza o técnica das matérias primas. Este trabalho mostra algumas propriedades de cinco argilas encontradas nesta regi o, tais como colora o após queima a 950 masculineC, 1250 masculineC e 1450 masculineC, retra o linear e resistência à flex o. A queima de argilas regionais resultaram em uma variedade de faixas de tonalidades do branco ao creme. As propriedades gerais dos produtos da queima s o melhores que as reportadas na literatura, demonstrando o potencial tecnológico das argilas da regi o estudada.
Influência da temperatura de queima na microestrutura de argilas de Campos dos Goytacazes-RJ  [cached]
Vieira C. M. F.,Monteiro S. N.
Ceramica , 2003,
Abstract: Este trabalho teve por objetivo estudar o efeito da temperatura de queima na microestrutura de duas argilas típicas da regi o de Campos dos Goytacazes-RJ utilizadas para fabrica o de produtos ceramica vermelha como blocos de veda o e telhas. Para isso, foram preparados corpos-de-prova por prensagem uniaxial a 20 MPa para queima nas temperaturas de 950, 1100 e 1250 oC. A composi o de fases das argilas antes e após queima foram identificadas por técnica de difra o de raios X. Já a textura e microestrutura das argilas após queima foram avaliadas via microscopia eletr nica de varredura. Os resultados indicaram que as argilas estudadas apresentaram importantes mudan as microestruturais em virtude da diferente composi o mineralógica e efeito das temperaturas de queima.
ENSAIOS MORAIS, POLíTICOS E LITERáRIOS  [cached]
Cláudio Eduardo Rodrigues
Philósophos : Revista de Filosofia , 2007, DOI: 10.5216/phi.v10i1.3234
Abstract: HUME, David. Ensaios morais, políticos e literários. Tradu o de Luciano Trigo. Rio de Janeiro: Topbooks, 2004. 850 p.
Características de plasticidade de argilas para uso em ceramica vermelha ou estrutural  [cached]
Campos L. F. A.,Macedo R. S. de,Kiyohara P. K.,Ferreira H. C.
Ceramica , 1999,
Abstract: Nos estudos de caracteriza o de argilas plásticas para uso em ceramica vermelha é usual a determina o das características mineralógicas por ATD e de plasticidade através dos índices de Atterberg. Os métodos convencionais utilizados para determina o do LL, LP e IP merecem muita aten o por apresentarem alguns inconvenientes. No caso específico da tecnologia ceramica para moldagem de tijolos furados por extrus o poucos dados s o encontrados, relativos à faixa de plasticidade adequada. Pretende-se neste trabalho estudar a mineralogia de 15 amostras de argilas plásticas usadas na indústria de ceramica vermelha do estado da Paraíba, pelo método de ATD, bem como sua faixa de plasticidade por meio dos índices de Atterberg determinados pelo método de Casagrande e cone de penetra o. Os resultados obtidos indicam tratarem-se de argilas quaternárias recentes cauliníticas com matéria organica e com LP variando de 15,42% a 36,72%, LL variando de 24,70% a 71,00% e IP variando de 6,82% a 34,28% pelo método de Casagrande e LP variando de 6,60% a 47,70%, LL variando de 26,50% a 71,60% e IP variando de 4,00% a 47,70% pelo cone de penetra o, que s o faixas de plasticidade recomendadas para argilas plásticas para utiliza o na indústria de ceramica vermelha.
Refinamento de imagens termais do Landsat 5 - TM com base em classes de NDVI Sharpening of thermal Landsat 5 - TM imagery data based on NDVI classification  [cached]
Argemiro Lucena de Araújo,Carlos Antonio Costa dos Santos,Bernardo Barbosa da Silva,Bergson Guedes Bezerra
Revista Brasileira de Meteorologia , 2012,
Abstract: O objetivo desse estudo foi avaliar um método simplificado, baseado em classes de NDVI para refinamento das imagens de temperatura da superfície (Ts), obtidas pelo sensor TM do Landsat 5 referentes aos anos de 2005 e 2006. Para tanto, foram propostos e comparados três modelos de refinamento baseados no método de regress o linear. Os erros percentuais e erros médios quadráticos obtidos com a utiliza o dos modelos avaliados foram, respectivamente, da ordem de 0,37% e 1,38 oC, enquanto o modelo original apresentou erro médio quadrático da ordem de 1,32 oC. Foram constatados que os erros obtidos com as calibra es realizadas n o influenciaram significativamente nos valores médios das imagens termais, e que os resultados contribuíram substancialmente para a melhoria da resolu o espacial das mesmas. O refinamento permitiu ainda a identifica o precisa de alvos da superfície e a identifica o de fei es n o detectáveis na resolu o original. Isto evidencia que o método simplificado sugerido neste estudo, permite um refinamento preciso com uma forma de obten o mais simples em rela o ao modelo original. The objective of this study was to use a simplified method based on NDVI classes for the sharpening of the Landsat 5 - TM surface temperature images (Ts) obtained during the years of 2005 and 2006. Thus, three sharpening models, based on the linear regression method, were proposed and compared. The relative and the root mean square errors obtained through the suggested models were of 0.37% and 1.38 oC, respectively, while the original model presented root mean square error of 1.32 oC. It was verified that the errors obtained with the accomplished calibrations did not significantly influence in the average values of the thermal images and the results contributed substantially to the improvement of their spatial resolution. The sharpening allowed the precise identification of the targets and features undetectable at the original spatial resolution. This evidences that the simplified method, suggested in this study, allows an accurate sharpening more easily applicable than the original model.
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