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Tendências no ensino da epidemiologia no Brasil  [cached]
Barata Rita Barradas
Revista Panamericana de Salud Pública , 1997,
Abstract: O ensino da epidemiologia teve início no Brasil na década de 20 e sempre foi voltado para a saúde pública. Na década de 70, o ensino de epidemiologia passou por um crescimento em nível de pós-gradua o. Os anos 80 foram marcados pela "epidemiologia social", que incorporava as ciências sociais e seus métodos; a segunda metade da década foi marcada pelo desenvolvimento das técnicas da bioestatística. No momento atual, a defini o de diretrizes para o ensino da epidemiologia depende da reflex o acerca de vários pontos, entre os quais a reformula o ou extin o dos programas de residência médica em medicina preventiva, medicina social ou saúde coletiva; implanta o de programas de mestrado e doutorado exclusivamente em ; oposi o entre forma o instrumental e forma o teórica; e desenvolvimento de estratégias para o fortalecimento de novos grupos de docentes em institui es de ensino nas regi es mais pobres do país. Existe uma tendência positiva de aproxima o entre institui es de ensino e servi os de saúde, tanto para o cumprimento de tarefas de ensino e forma o de pessoal, quanto para o assessoramento técnico no planejamento, organiza o e avalia o de programas. Em rela o aos profissionais que atuam em servi os de saúde, a efetividade dos programas em epidemiologia depende da capacidade dos docentes de trabalharem com situa es de ensino-aprendizagem que facilitem a apreens o por parte dos alunos nas condi es reais de seu trabalho, situa es concretas em que a teoriza o seja uma decorrência natural.
Uma abordagem interétnica do casamento e da poliginia no Brasil colonial
Jo?o Azevedo Fernandes
S?culum : Revista de História , 1998,
Abstract: O artigo tem como objetivo a discuss o a propósito do casamento e da poliginia no Brasil colonial num contexto de contato interétnico.
A pesquisa em epidemiologia no Brasil  [cached]
Guimar?es Reinaldo,Louren?o Ricardo,Cosac Silvana
Revista de Saúde Pública , 2001,
Abstract: Descreve-se a pesquisa em epidemiologia no Brasil na atualidade. Utiliza várias fontes secundárias de dados, com ênfase na vers o 4.0 do Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil (2000) do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). O critério para o reconhecimento de grupo integrante da massa crítica em epidemiologia foi o desenvolvimento, pelo menos, de uma linha de pesquisa nessa subárea, conforme definido pelo líder do grupo. Foi identificado o universo da pesquisa epidemiológica, que se constituiu de 176 grupos e 320 linhas de pesquisa. Foram apresentadas e discutidas as rela es entre o financiamento para a pesquisa, tendo como foco os programas de pós-gradua o incluídos no sistema Capes (Coordena o de Aperfei oamento de Pessoal do Ensino Superior), e as pesquisas em saúde, em saúde coletiva e epidemiologia, a capacidade instalada de pesquisa em epidemiologia, sua distribui o geográfica e institucional, os pesquisadores e os estudantes que participam diretamente das linhas de pesquisa, os temas de pesquisa, os padr es de divulga o de resultados das pesquisas e os periódicos em que s o publicados os artigos completos.
Epidemiologia e planejamento de saúde
Teixeira,Carmem Fontes;
Ciência & Saúde Coletiva , 1999, DOI: 10.1590/S1413-81231999000200005
Abstract: the utilization of epidemiological knowledge, methods and techniques in the process of health planning and programming has become an object of practical experimentation and theoretical, methodological reflection, particularly in the past 15 years, in the light of the process of reform of the health systems in brazil and in latin america. this paper discusses specifically the contribution of epidemiology to health planning in the process of building up the national health service in brasil, based on a study of the trends of epidemiological practice presented in the brazilian congresses of epidemiology held between 1990-1995. in addition, it discusses the theoretico-methodological perspectives of improvemment and redefinition of the practice of planning and programming in health, taking into account the epistemological debates and the conceptual propositions which characterize the field of epidemiology today.
Prevalência de cárie dentária em crian as aos doze anos de idade, em localidades do Estado de S o Paulo, Brasil, período 1990-1995  [cached]
Peres Marco A. de A.,Narvai Paulo C.,Calvo Maria C. M.
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: INTRODU O: A cárie dentária é a doen a de maior prevalência da cavidade bucal gerando graves conseqüências econ micas e sociais. Estudos de prevalência de cárie dentária devem ser realizados periodicamente para o adequado planejamento das a es e servi os de saúde bucal. Assim, objetivou-se realizar estudo para conhecer a prevalência da cárie dentária em municípios do Estado de S o Paulo, Brasil, medida através do índice CPO-D, na idade-índice de 12 anos, no período 1990-1995. MATERIAL E MéTODO: Foram utilizados dados produzidos originalmente por secretarias ou departamentos municipais de saúde, obtidos através de instrumento concebido para essa finalidade, encaminhado aos 625 municípios do Estado de S o Paulo, agrupados segundo o seu tipo e a regi o geográfica a que pertencem. RESULTADOS: Do total de 625 municípios, 237 (37,9%) atenderam à solicita o de informa es e 125 (20,0%) dispunham de dados sobre o CPO-D, correspondendo a cerca de 5 mil crian as de 12 anos examinadas. O estudo revelou que em apenas 4,0% dos municípios a prevalência de cárie dentária é baixa, sendo alta ou muito alta em cerca de 80,0%. A varia o nos valores do índice CPO-D ficou entre 1,3 e 13,6 e a média estimada para o Estado de S o Paulo foi 4,8. Constatou-se ainda que os "grandes" municípios registraram 54,6% das suas popula es enquadrando-se nas categorias de baixa ou moderada prevalência de cárie enquanto nos "pequenos" municípios 87,8% da popula o correspondiam às faixas de alta ou muito alta prevalência de cárie. CONCLUS ES: A pesquisa evidenciou que os servi os municipais de saúde bucal, no estado de S o Paulo, pouco tem se utilizado dos recursos básicos que a epidemiologia pode oferecer, indicando a necessidade de uma adequada forma o de profissionais de saúde bucal na área de epidemiologia, em especial aqueles que exercem atividades de coordena o de servi os.
Epidemiologia e planejamento: a recomposi o das práticas epidemiológicas na gest o do SUS
Paim Jairnilson Silva
Ciência & Saúde Coletiva , 2003,
Abstract: Com os objetivos de sistematizar os esfor os para a utiliza o da epidemiologia nos servi os de saúde, descrever algumas propostas construídas no Brasil e discutir obstáculos e possibilidades de recomposi o das práticas epidemiológicas no Sistema único de Saúde (SUS), o ensaio apresenta elementos da crise da epidemiologia e analisa certos constrangimentos impostos ao desenvolvimento da racionalidade técnico-sanitária e à incorpora o tecnológica do saber epidemiológico na gest o em saúde. S o identificados avan os e recuos desses processos durante a implementa o do SUS e apresentadas algumas proposi es para a constru o coletiva de uma epidemiologia contra-hegem nica que contribua na constitui o de sujeitos sociais comprometidos com uma prática sanitária que aposte na planifica o e gest o de um sistema de saúde efetivo, democrático, humanizado e equanime.
Casar ou n o casar? Motivos e expectativas com rela o ao casamento  [cached]
Eliana Piccoli Zordan,Denise Falcke,Adriana Wagner
Psicologia em Revista , 2009,
Abstract: O casamento tem sido alvo de intensos questionamentos, devido às transforma es nas suas características. Do modelo tradicional às diversas formas de casamento atuais, observam-se mudan as tanto nos papéis conjugais como nas expectativas em rela o à uni o conjugal. Este estudo teve por objetivo identificar motivos e expectativas de adultos jovens frente ao casamento. Para tal, aplicou-se um questionário em 197 participantes, com idade entre 20 e 31 anos, residentes no Rio Grande do Sul. O instrumento teve três partes: 1) dados sociodemográficos; 2) quest es sobre projetos vitais e motivos para o casamento, elaboradas para esse estudo; 3) uma quest o sobre expectativas, traduzida e adaptada do estudo de Barich e Bielby (1996). Os resultados revelaram que as variáveis que definem a escolha pelo casamento nessa popula o envolvem aspectos de maior subjetividade (amor, companheirismo e afinidade), assim como coexistem permanências, relacionadas ao modelo tradicional, e mudan as, já características de um novo casamento.
Epidemiologia e impacto social  [cached]
Lima Maurício Silva de
Revista Brasileira de Psiquiatria , 1999,
Abstract: A formula o de políticas em saúde mental depende essencialmente de informa es a respeito da freqüência e distribui o dos transtornos depressivos. Nos últimos 15 anos, pesquisas de base populacional em epidemiologia psiquiátrica têm sido conduzidas, gerando conhecimento detalhado sobre a freqüência, fatores de risco, incapacidade social, e uso de servi os de saúde. Neste artigo, dados sobre a epidemiologia da depress o s o discutidos, a partir de resultados de recentes pesquisas populacionais: o estudo da área de Capta o Epidemiológica do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos (ECA- NIMH), a Pesquisa Nacional de Co-morbidade (NCS), a pesquisa de Morbidade Psiquiátrica na Gr -Bretanha (OPCS), o Estudo Brasileiro Multicêntrico de Morbidade Psiquiátrica, e outras pesquisas conduzidas no Brasil em aten o primária. As prevalências de depress o maior e de distimia, bem como a de outros transtornos depressivos, s o altas, independente do lugar onde a pesquisa foi conduzida, tipo de instrumento diagnóstico usado, e dos períodos de tempo para os quais a prevalência se aplica. Depress o é mais comum entre mulheres, pessoas divorciadas ou separadas, vivendo sozinhas, com baixo nível de escolaridade e renda, desempregados e morando em zonas urbanas. Pessoas deprimidas s o mais sujeitas a consultarem médicos e a serem hospitalizadas. O custo e a eficácia dos tratamentos para depress o devem ser balanceados com o alto custo individual e social associados à enfermidade.
Mulher, família e reprodu o: um estudo de caso sobre o planejamento familiar em periferia do Recife, Pernambuco, Brasil  [cached]
Fernandes Magda Fernanda Medeiros
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Este artigo apresenta resultados de um estudo realizado com mulheres de camadas populares em uma comunidade de baixa renda em Recife, Pernambuco, Brasil, procurando entender como s o planejadas suas famílias. Tem como eixo orientador os aspectos da reprodu o, especificamente as práticas de concep o e contracep o. Nesta análise, argumenta-se que as organiza es que prestam servi os de planejamento familiar refletem a política chamada de "interven o branca" no comportamento reprodutivo da popula o de camadas populares. Considera-se "interven o branca" o transporte das decis es sobre ter ou n o ter filhos, do ambito doméstico para o consultório médico e a transferência gradativa do controle do Estado para o campo da saúde.
Detec o de Doen as Sexualmente Transmissíveis em Clínica de Planejamento Familiar da Rede Pública no Brasil
Codes José Santiago de,Cohen Deborah Ann,Melo Neli Almeida de,Santos Alessandra Barbosa
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: analisar a prevalência da gonorréia, infec o por clamídia, sífilis e infec o por HIV entre as mulheres de uma clínica de planejamento familiar em fun o da presen a de sintomas de DST e de comportamentos de risco. Métodos: mulheres com as idades entre 18 e 30 anos que freqüentavam os servi os de uma clínica de planejamento familiar da rede pública no Brasil foram testadas para a gonorréia e infec o por clamídia, com o uso do teste de amplifica o do DNA na urina, para a sífilis e a infec o por HIV por meio de exames de sangue. Foram feitas a todas as participantes perguntas sobre comportamento de demanda de servi os de saúde, a presen a de sintomas de DST e comportamentos de risco para as doen as sexualmente transmissíveis. Resultados: a infec o por clamídia foi encontrada em 11,4%, a sífilis em 2%, a gonorréia em 0,5% e a infec o por HIV em 3%. Aproximadamente 60% das mulheres que estavam infectadas por clamídia n o apresentavam sintomas. Mulheres que nunca usavam preservativos apresentaram um risco de DST muito mais alto do que aquelas que sempre ou na maioria das vezes usavam preservativos. Houve tendência para as mulheres que nunca haviam feito uso de qualquer método anticoncepcional de apresentar risco mais alto para as DST do que as mulheres que usavam um método anticoncepcional (p=0,09). Muito poucas mulheres reportaram problemas com o uso de álcool ou de drogas ilegais, mas entre aquelas que reportaram tal uso, o risco de DST foi muito alto, particularmente para o uso de maconha. Conclus es: os achados mais significativos foram as altas taxas de doen as numa popula o de mulheres que reportaram de modo geral comportamentos de baixo risco de saúde. Com base nos nossos achados é essencial que se ofere a o rastreamento de DST/HIV a todas as mulheres com menos de 30 anos que visitam uma clínica de planejamento familiar. Se n o se fizer esse rastreamento mais da metade das mulheres infectadas n o ser o identificadas ou tratadas. Considerando-se a alta sensibilidade e especificidade da nova tecnologia disponível para o rastreamento da infec o por clamídia, gonorréia e infec o por HIV, e a facilidade de se coletarem espécimes de urina para o diagnóstico, mais esfor os devem ser dirigidos para a vigilancia das popula es de risco, para que a prática clínica corrente possa refletir o risco verdadeiro das popula es servidas.
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