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A DETERMINA O SOCIAL DA MALáRIA: UM ESTUDO DE CASO NA EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR  [cached]
Isabel Talina Fernando Ferreira Catraio,Liliana Müller Larocca, Suzana Dal Ri Moreira,Adeli Regina P. de Medeiros,Neiva M. M. Higaki
Revista Uniandrade , 2011,
Abstract: A malária configura-se em um grave problema de Saúde Pública que afeta, sobretudo popula es menos favorecidas socialmente. O presente estudo teve como objetivos: reconhecer a realidade objetiva da malária por meio da investiga o dos casos notificados no Servi o de Epidemiologia Hospitalar de um hospital escola do município de Curitiba. Trata-se de uma pesquisa descritiva-documental. Para sua realiza o foram utilizados os dados contidosno Sistema Nacional de Agravos de Notifica o Obrigatória (SINAN), as fichas de Investiga o Epidemiológica e prontuários dos indivíduos acometidos por malária e notificados no período de 1° janeiro de 2003 e 30 de novembro de 2010 no cenário estudado. A coleta de dados foi realizada no mês de novembro de 2010, e sua análise baseada em estudos realizados por Egry (1996) e Breilh (1989). Os objetivos do estudo foram alcan ados e acredita-se que a inclus o de informa es qualitativas às investiga es epidemiológicas contribui significativamente nas a es de promo o da saúde, preven o e controle da malária. A partir disso, a epidemiologia crítica é capaz de melhorar seu processo de análise ao considerar que os determinantes de saúde podem ser influenciados pelos processos da saúde na dimens o estrutural, particular e singular de determina o do processo saúde-doen a vivenciado pelas popula es.
Epidemiologia e servi os de saúde  [cached]
Goldbaum Moisés
Cadernos de Saúde Pública , 1996,
Abstract: A aplica o crescente da metodologia epidemiológica no campo médico-sanitário consolida os seus usos em servi os de saúde. Embora de implementa o ainda precária, a legitima o de quatro de seus usos, na análise de situa o de saúde, na vigilancia epidemiológica, nos estudos etiológicos e na avalia o de servi os, programas e tecnologias consagra-se na Lei Organica de Saúde brasileira. A sua atua o no eixo político-institucional e no plano operacional, se devidamente implementada, permitirá fornecer importantes subsídios para os servi os na condu o de suas atividades.
A epidemiologia, os valores e o significado de paradigma  [cached]
Melo Filho Djalma Agripino de
Cadernos de Saúde Pública , 1997,
Abstract: Recentemente, o emprego do termo paradigma chegou ao ambito epidemiológico. Este texto analisou criticamente uma classifica o de 'paradigmas epidemiológicos', proposta por Almeida-Filho. Inicialmente constatou-se que os valores n o foram considerados como elementos fundamentais para a constru o dos paradigmas, distanciando-se, assim, da matriz kuhniana. Uma vez que a sistematiza o procurou unir tendências antitéticas, ela pareceu estar mais próxima da epistéme foucaultiana. Finalmente, considerou-se mais apropriada a utiliza o do termo hegemonia, em vez de paradigma, para sistematizar períodos epidemiológicos, pois os valores das vertentes est o comprometidos com a particularidade (principalmente classe social).
Epidemiologia e avalia o em servi os de aten o médica: novas tendências na pesquisa  [cached]
Novaes H. Maria Dutilh
Cadernos de Saúde Pública , 1996,
Abstract: O artigo parte da constata o de uma dificuldade, por parte da Clínica, Epidemiologia, Planejamento e Administra o, em incorporar as dimens es de processos sociais dinamicos e complexos que caracterizam a organiza o tecnológica do diagnóstico e da terapêutica enquanto meio para a produ o do conhecimento sobre as doen as nos servi os de saúde; tal dificuldade torna-se mais evidente com o desenvolvimento de avalia es mais abrangentes. Analisa a seguir as novas tendências internacionais de investiga o no campo da "pesquisa em servi os de saúde", com a prioriza o das dimens es de efetividade e "resultados" da aten o médica, que procuram responder às dificuldades apontadas, a partir de uma redefini o de objeto e de metodologias
Spanish-speaking children do not always overuse estar Los ni os hispanohablantes no siempre hacen uso excesivo de 'estar'  [cached]
Carolina Holtheuer
Revista Signos , 2012,
Abstract: Current research has shown that young Spanish-speaking children distinguish between ser and estar but fail to provide clear answers to questions such as which copula is easier/first to acquire. Some studies show that children perform worse with estar while others show that ser is mastered with more difficulty than estar. The current study presents the results of two experiments that tested children’s comprehension of ser and estar.The results indicate that i) children compute the inferences associated with estar when natural contextual information is provided, ii) children’s copular distinction is supported by syntactic factors, iii) children perform poorly when copula choice depends on contextual factors alone, and most importantly, iv) children do not assign estar interpretations to ser compatible environments. It is concluded that Spanish-speaking children do not always overuse estar as opposed to ser. Investigaciones recientes han mostrado que los ni os hispanohablantes distinguen entre ‘ser’ y ‘estar’ pero no han respondido con claridad a preguntas básicas como cuál cópula se adquiere primero o con mayor facilidad. Mientras algunos estudios indican que los ni os tienen más problemas con la adquisición de ‘estar’, otros muestran que ‘ser’ es más difícil de dominar. En este estudio se presentan los resultados de dos experimentos que investigan la comprensión de ‘ser’ y ‘estar’. Los resultados obtenidos indican que: i) los ni os procesan las inferencias asociadas a ‘estar’ cuando se les presenta información contextual de manera natural, ii) la distinción entre ‘ser’ y ‘estar’ se apoya en factores sintácticos, iii) los ni os tienen mayores problemas cuando la elección entre ‘ser’ y ‘estar’ depende solamente de factores contextuales, y (iv) los ni os no asignan interpretaciones con ‘estar’ a situaciones en las que el uso de ‘ser’ es más apropiado. Se concluye que los ni os hispanohablantes no siempre abusan de la forma ‘estar’ en comparación con ‘ser’..
Malária na regi o de Campinas, S o Paulo, Brasil, 1980 a 1994
Alves Maria José Chinelatto Pinheiro,Rangel Osias,Souza Savina Silvana Aparecida Lacerra de
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2000,
Abstract: S o apresentados dados epidemiológicos no período de 1980 a 1994 de 2.781 casos de malária assim distribuídos: DIR XII - Campinas (49,3%), DIR XV - Piracicaba (41,3%) e DIR XX - S o Jo o da Boa Vista (9,4%). O Plasmodium vivax foi encontrado em 70,6% dos pacientes; Plasmodium falciparum em 25,4% e 4% de infec o mista. Segundo a classifica o epidemiológica 95% dos casos s o procedentes dos Estados de Rond nia, Mato Grosso e Pará. O sexo masculino, na faixa etária de 20 a 39 anos, foi responsável por 84,3% dos casos confirmados. No período estudado foram registrados 9 casos de malária induzida: 5 por transfus es sangüíneas, 3 pelo uso de seringas e agulhas contaminadas entre os usuários de drogas e 1 caso de malária congênita. Foram registrados 5 óbitos em doentes primo-infectados por P. falciparum com diagnóstico tardio. O conjunto das variáveis estudadas permite conhecer a epidemiologia da doen a na regi o, subsidiar e nortear o processo de descentraliza o do atendimento, diagnóstico e tratamento a paciente de malária, assim como o controle e a vigilancia epidemiológica da endemia na regi o de Campinas e no Estado de S o Paulo.
Avalia o do nível de conhecimento que popula es residentes em áreas endêmicas têm sobre leishmaniose visceral, Estado do Maranh o, Brasil  [cached]
Gama M?nica Elinor Alves,Barbosa Janaina de Sousa,Pires Benedito,Cunha Anna Karenine Braúna
Cadernos de Saúde Pública , 1998,
Abstract: Estudo prospectivo visando identificar e comparar que conhecimentos básicos relativos à leishmaniose visceral (LV) têm as popula es com características distintas, residentes em áreas periurbanas (Maracan - instala o e ocorrência de casos de LV antigas; Vila Nova/Bom Viver - instala o e ocorrência recentes) e rural, Município de Codó - instala o antiga e ocorrência recentes. No período compreendido entre agosto de 1996 a janeiro de 1997, aplicou-se questionário com perguntas abertas e fechadas, sendo abordados aspectos referentes à epidemiologia, preven o, clínica e terapêutica. A popula o de estudo foi formada pelos casos de LV registrados pela FNS/MA e seus vizinhos. Foram entrevistados os residentes de 283 casas: 53 do Maracan ; 103, em Vila Nova/Bom Viver; 127, em Codó. Foi referido ambiente favorável para o desenvolvimento e manuten o da doen a. Do total dos entrevistados, 93,8%, percentual significativo, ouviram falar de LV, por meio de fontes n o oficiais. No Maracan , 50,9% referiram transmiss o pelo mosquito; 87,2% reconheciam o envolvimento do c o na cadeia epidemiológica da doen a. Os entrevistados est o cientes da gravidade do mal, sendo capazes de identificar casos suspeitos, humano ou canino. Medidas de controle s o desconhecidas por 77,8%. Sete pessoas sabiam que o Glucantime é usado no tratamento da LV. Concluiu-se que o nível de conhecimento sobre LV foi baixo, principalmente em rela o à preven o e à terapêutica, situa o semelhantes nas três áreas.
Entre o biológico e o social: um estudo sobre os Congressos Brasileiros de Epidemiologia, 1990-2002
Ianni, Aurea Maria Z?llner;
Revista Brasileira de Epidemiologia , 2008, DOI: 10.1590/S1415-790X2008000100003
Abstract: the discussion on the concepts of biological and social factors in the determination of the health-illness process is a basic theme in public health in brazil, and in the epidemiological field. this article presents the results of a qualitative research on the records of brazilian epidemiology congresses in the period between 1990 and 2002. its objective is to identify the notions of biological and social factors, seeking to recognize the theoretical assumptions underlying them. results demonstrated that the concept of social factor is mentioned mainly in the sphere of 'societary', anchored in the dissociation between natural and social sciences. the biological factor is associated with the individual and clinical sphere of the health-illness process, seldom attributed to the sphere of collective, and it is perceived as the bearer of the concept of objectivity. in the biological-social relation, the environment appears as an independent category; the biological factor also appears, in an incipient form, as a complex, historical and intrinsically social concept. the analysis pointed toward the need for a theoretical redefinition that could enable the advancement of knowledge in the area, and, consequently, of health practices based on epidemiology. the research project has been through the etical research committee of the instituto de saúde sessp and was aproved.
Forma o de recursos humanos em epidemiologia e avalia o dos programas de saúde  [cached]
Hartz Zulmira Maria de Araújo,Camacho Luiz Antonio Bastos
Cadernos de Saúde Pública , 1996,
Abstract: O artigo discute os conteúdos e a bibliografia da área temática Epidemiologia e Avalia o de Programas de Saúde, tomando por base a experiência dos cursos de pós-gradua o da Escola Nacional de Saúde Pública, Funda o Oswaldo Cruz. Para os autores, a avalia o tem como elemento essencial o julgamento de valor de uma interven o, e o avaliador é visto como um profissional que analisa a qualidade da assistência como um fator de prote o/risco inserido entre os determinantes de saúde. Entre as disciplinas incluídas na forma o do avaliador, a epidemiologia se destaca pela capacidade de integrar a avalia o de programas/servi os como seu objeto de investiga o. Nos cursos, os principais tipos de estudo epidemiológico na avalia o de programas s o apresentados em um módulo inicial, que é seguido de uma discuss o sobre a validade/confiabilidade de medidas e classifica es em que costumam se apoiar as avalia es. Um terceiro módulo discute os pressupostos teóricos e práticos na escolha dos modelos de avalia o, enquanto o quarto trabalha a idéia de "qualidade da avalia o da qualidade" das a es programáticas, ou meta-avalia o. A organiza o deste curso tem como eixo a expans o da aprendizagem da academia aos servi os e reconhece o benefício mútuo dessa parceria.
A pesquisa em epidemiologia no Brasil  [cached]
Guimar?es Reinaldo,Louren?o Ricardo,Cosac Silvana
Revista de Saúde Pública , 2001,
Abstract: Descreve-se a pesquisa em epidemiologia no Brasil na atualidade. Utiliza várias fontes secundárias de dados, com ênfase na vers o 4.0 do Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil (2000) do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). O critério para o reconhecimento de grupo integrante da massa crítica em epidemiologia foi o desenvolvimento, pelo menos, de uma linha de pesquisa nessa subárea, conforme definido pelo líder do grupo. Foi identificado o universo da pesquisa epidemiológica, que se constituiu de 176 grupos e 320 linhas de pesquisa. Foram apresentadas e discutidas as rela es entre o financiamento para a pesquisa, tendo como foco os programas de pós-gradua o incluídos no sistema Capes (Coordena o de Aperfei oamento de Pessoal do Ensino Superior), e as pesquisas em saúde, em saúde coletiva e epidemiologia, a capacidade instalada de pesquisa em epidemiologia, sua distribui o geográfica e institucional, os pesquisadores e os estudantes que participam diretamente das linhas de pesquisa, os temas de pesquisa, os padr es de divulga o de resultados das pesquisas e os periódicos em que s o publicados os artigos completos.
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