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Mulheres HIV positivas, reprodu o e sexualidade  [cached]
Santos Naila JS,Buchalla Cassia Maria,Fillipe Elvira Ventura,Bugamelli Laura
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Estudar quest es relativas à sexualidade e à saúde reprodutiva de mulheres HIV-positivas, seu acesso às práticas de preven o, sua aderência a tratamentos e a possibilidade de fazerem op es conscientes quanto à gravidez. MéTODOS: Estudo exploratório realizado, em 1997, em um ambulatório de um centro de referência na área de doen as sexualmente transmissíveis e Aids localizado na cidade de S o Paulo, Brasil. Foi estudada uma amostra consecutiva, n o-probabilística, constituída de 148 mulheres HIV-positivas. Foram excluídas as menores de 18 anos e as fisicamente debilitadas. Os dados foram colhidos por meio de entrevistas estruturadas. Foram aplicados os testes de chi2 e t-Student. RESULTADOS: A média de idade das mulheres pesquisadas foi de 32 anos, sendo que 92 (62,2%) tinham até o primeiro grau de escolaridade, e 12,2% chegaram a cursar uma faculdade. A mediana do número de parceiros na vida foi quatro, e metade das entrevistadas manteve vida sexual ativa após infec o pelo HIV. Do total das mulheres, 76% tinham filhos, e 21% ainda pensavam em tê-los. Um maior número de filhos, maior número de filhos vivos e de filhos que moravam com as m es foram os fatores mais indicados como interferência negativa na inten o de ter filhos. N o foi encontrada associa o entre pensar em ter filhos com as variáveis como percep o de risco, situa o sorológica do parceiro, uso de contraceptivos e outras. Os métodos contraceptivos mudaram, sensivelmente, na vigência da infec o pelo HIV. CONCLUS ES: A inten o de ter filhos n o se alterou substancialmente nas mulheres em conseqüência da infec o pelo HIV. Mulheres HIV-positivas precisam ter seus direitos reprodutivos e sexuais discutidos e respeitados em todos os servi os de aten o à saúde. A ades o ao medicamento e ao sexo seguro s o importantes, mas difíceis, requerendo aconselhamento e apoio. S o necessários servi os que promovam ambiente de apoio para essas mulheres e seus parceiros, propiciando às pessoas com HIV/Aids condi es de conhecer, discutir e realizar op es conscientes no que concerne às decis es reprodutivas e sua sexualidade.
Características de popula o de profissionais do sexo e sua associa o com presen a de doen a sexualmente transmissível Características de población de profesionales del sexo y su asociación con presencia de enfermedades de transmisión sexual Characteristics of a population of sex workers and their association with the presence of sexually transmitted diseases
Maíra Rodrigues Baldin Dal Pogetto,Larissa Doddi Marcelino,Maria Antonieta de Barros Leite Carvalhaes,Vera Lúcia Mores Rall
Revista da Escola de Enfermagem da USP , 2012, DOI: 10.1590/s0080-62342012000400014
Abstract: Este estudo teve como objetivo descrever a popula o de profissionais do sexo, considerando características sociodemográficas, antecedentes gineco-obstétricos e comportamentais, e verificar a associa o com a presen a de doen a sexualmente transmissível. Trata-se de estudo epidemiológico e transversal, realizado com 102 mulheres profissionais do sexo. Os dados foram obtidos por meio de entrevista e exames padr o-ouro para diagnóstico das doen as de interesse. A média de idade das mulheres foi de 26,1 anos, sendo que a maioria tinha nove ou mais anos de aprova o escolar, era solteira e teve coitarca antes dos 15 anos. A prática de sexo oral nos parceiros foi citada por 90,2% das mulheres, 99% delas relataram fazer uso de preservativo no trabalho, apenas 26,3% com parceiros fixos e 42,2% usavam drogas ilícitas. N o houve associa o entre fatores sociodemográficos, antecedentes gineco-obstétricos e fatores comportamentais com presen a de doen a sexualmente transmissível e isso pode ser decorrente da escolaridade e do fato da popula o estudada possuir características muito semelhantes, dificultando o aparecimento de tais associa es. Se objetivó describir la población de profesionales del sexo, considerándose características sociodemográficas, antecedentes gineco-obstétricos y conductuales, verificando la asociación con la presencia de enfermedad de transmisión sexual. Estudio epidemiológico transversal realizado con 102 mujeres profesionales del sexo. Datos obtenidos mediante entrevistas y exámenes patrón de oro para diagnóstico de enfermedades de interés. Edad promedio de las mujeres: 26,1; la mayoría con nueve o más a os de escolarización, solteras, con coitarca antes de los 15 a os. El 90,2% refirió practicar sexo oral con sus clientes, 99% trabajaban con preservativos, apenas 26,3% tenía compa ero fijo y 42,2% utilizaba drogas ilegales. No existió asociación entre factores sociodemográficos, antecedentes gineco-obstétricos y factores conductuales con presencia de enfermedad de transmisión sexual. Eso puede derivar de la escolarización y del hecho de que la población estudiada poseyera características muy semejantes, dificultándose la aparición de tales asociaciones. The objectives of this study were to describe a population of sex workers considering their sociodemographic characteristics, gyneco-obstetric history and behavioral factors, and to verify the association of these characteristics with the presence of sexually transmitted diseases. This epidemiological cross-sectional study was performed with 102 female sex workers. Data were collected usi
Preven o de doen as sexualmente transmissíveis e Aids entre jogadores juniores  [cached]
Silva Wilson Aparecido,Buchalla Cassia Maria,Paiva Vera,Latorre Maria do Rosário Dias de Oliveira
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract: INTRODU O/ OBJETIVO: Os casos de Aids continuam crescendo entre os jovens, e existem poucos estudos para entender as especificidades da vulnerabilidade masculina no contexto jovem. Assim, realizou-se estudo com o objetivo de desenvolver um programa de preven o de doen as sexualmente transmissíveis (DST) e da Aids entre jogadores profissionais de futebol. MéTODOS: Participaram do estudo 25 jogadores juniores de um time de futebol profissional de Campinas, SP. O estudo foi desenvolvido em duas etapas: (1) aplica o de questionário para auto-resposta, com informa es sociodemográficas, sobre ades o às normas tradicionais de gênero, conhecimentos e preven o de DST/Aids e risco de transmiss o associado ao esporte; e (2) uma segunda etapa com dezessete sess es de dinamica de grupo. Diversas dinamicas e formas de express o (discursiva, escrita, pictográfica, vídeos) foram utilizadas para captar os conteúdos do grupo com referência aos temas desenvolvidos. RESULTADOS: O grupo mostrou elevado grau de informa o quanto às vias de transmiss o do HIV e baixo nível de conhecimento em rela o à reprodu o e às DST. A gravidez n o planejada constituiu a principal preocupa o desses jovens. Quanto ao preservativo, o uso consistente só foi relatado com parceiras casuais (73%) e foi inconsistente com parceiras fixas (27%). A convivência, no futebol, com atletas infectados pelo HIV, é entendida como amea a para 58% do grupo. CONCLUS ES: Os jovens se consideram pouco vulneráveis, embora expostos à possibilidade de adquirir HIV e de ocorrer gravidez indesejada. Os atletas têm pouco conhecimento sobre o corpo e sobre a saúde reprodutiva. O espa o do futebol, assim como dos demais esportes, pode ser um importante local para interven o e forma o de multiplicadores, uma vez que jogadores s o considerados modelos por crian as e jovens.
Autopercep o de vulnerabilidade às doen as sexualmente transmissíveis e Aids em mulheres  [cached]
Silveira Mariangela F,Béria Jorge U,Horta Bernardo L,Tomasi Elaine
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Investigar comportamentos de risco e autopercep o de vulnerabilidade às doen as sexualmente transmissíveis (DST) e à Síndrome de imunodeficiência adquirida (Aids) em mulheres. MéTODOS: Dos 281 setores censitários existentes na cidade de Pelotas, RS, foram selecionados 48 a partir de amostragem sistemática. Foi entrevistada uma amostra de 1.543 mulheres, de 15 a 49 anos, por meio de questionário composto de três partes (informa es socioecon micas, perguntas aplicadas em entrevista, questionário auto-aplicado). Para tabula o dos dados, foi utilizado o programa Epi-Info, vers o 6.0. Para análise estatística dos dados foram usados o teste de Kappa e a raz o de odds. RESULTADOS: Na amostra, 64% das mulheres achavam impossível ou quase impossível adquirir DST/Aids. Os principais comportamentos de risco foram o n o uso de preservativo na última rela o antes do depoimento (72%); início das rela es sexuais com menos de 18 anos (47%); uso de álcool ou drogas pelo parceiro (14%) ou pela mulher (7%) antes da última rela o; dois ou mais parceiros nos três meses que antecederam o depoimento (7%) e sexo anal na última rela o (3%); 44% das mulheres apresentaram dois ou mais comportamentos de risco. A sensibilidade da autopercep o, usando como padr o o escore de risco igual ou superior a dois, foi de 41 %. Sua especificidade de 67%. CONCLUS ES: A autopercep o de vulnerabilidade n o é um bom indicador, pois as mulheres n o identificam corretamente seu nível de risco.
Op es contraceptivas e vivências da sexualidade: compara o entre mulheres esterilizadas e n o esterilizadas em regi o metropolitana do Sudeste do Brasil  [cached]
Villela Wilza,Barbosa Regina
Revista de Saúde Pública , 1996,
Abstract: Foi realizado estudo de corte transversal com 357 mulheres, respectivamente 174 esterilizadas e 183 n o esterilizadas, visando a comparar o comportamento sexual e reprodutivo. A elabora o do instrumento de pesquisa foi precedida da realiza o de grupos focais, com homens e com mulheres, de modo a adequar o vocabulário e definir as categorias de respostas incluídas em cada um dos itens do questionário. Os resultados mostraram que as mulheres esterilizadas - que apresentam uma média etária mais alta e mais freqüentemente têm parceiros fixos - est o mais aderidas aos modelos tradicionais de feminilidade. Nenhuma mulher esterilizada usou o condom nos trinta dias que antecederam à entrevista. O estudo sugere que as propostas de preven o do HIV, das doen as sexualmente transmissíveis e do cancer cérvico uterino, levem em considera o a quest o das mulheres esterilizadas, desenvolvendo estratégias específicas de promo o do uso do condom para esse segmento da popula o.
Rela??es afetivo-sexuais e preven??o contra infec??es sexualmente transmissíveis e aids entre mulheres do município de Vitória - ES
Amorim, Melissa Mattos;Andrade, ?ngela Nobre de;
Psicologia em Estudo , 2006, DOI: 10.1590/S1413-73722006000200012
Abstract: the aim of this study was to understand how women deal with infections sexually transmitted (ist) and aids prevention within the context of relationships. two discussion groups and 12 individual interviews were carried out with women aged 20-35. one of the groups was formed by five participants, who attended school for a period inferior or equivalent to eight years (group 1) and, the other, by seven university students or graduates (group 2). only three participants (two from group 1 and one from group 2) reported consistent use of condom as a preventive measure against ist/aids. sexual exclusivity between partners was the main explanation given for the inconsistent use of condom. values and beliefs related to factors such as, knowing the sexual partners well and trust invested in them, guided participants' perceptions regarding the circumstances in which adhesion to preventive measures is necessary. results also suggest that those perceptions were associated to the type of relationship and other implications regarding that.
A Preven??o do HIV / AIDS segundo o olhar das mulheres: o caso do Grupo de Direitos Reprodutivos em Juiz de Fora / MGa
Paiva, Elenir Pereira de;Motta, Maria Catarina Salvador da;
Escola Anna Nery , 2006, DOI: 10.1590/S1414-81452006000200023
Abstract: o estudo teve como objeto as práticas de preven??o do hiv na vis?o de mulheres participantes do grupo de direitos reprodutivos1 pois, apesar das diversas campanhas dirigidas à preven??o, as estatísticas indicam aumento significativo de mulheres infectadas pelo hiv. os objetivos foram: 1) identificar as informa??es que as participantes do grupo de direitos reprodutivos possuem sobre as formas de preven??o contra hiv/aids; 2) identificar estratégias de preven??o contra o hiv/aids que as mulheres do grupo de direitos reprodutivos adotam em sua prática sexual; 3) analisar as formas de preven??o contra o hiv/aids adotadas pelas mulheres do grupo de direitos reprodutivos no departamento de urgência e emergência norte (duen) em juiz de fora- mg. metodologia: privilegiou-se a pesquisa qualitativa, sob a forma de estudo de caso2, oriundas do grupo de discuss?o mencionado. para coleta de dados, empregou-se a entrevista semi-estruturada, juntamente com observa??o participante3 com registro em diário de campo. os resultados sugerem que as participantes ainda mantêm perplexidades quanto às formas de transmiss?o do hiv, prosseguem representando a aids como doen?a perigosa e incurável4 e, a despeito de valorizarem o preservativo como mecanismo de preven??o, encontram resistência dos parceiros no que concerne ao uso do mesmo. o grupo refere n?o adotar métodos preventivos de forma contínua. teorias de aprendizagem5 foram analisadas com o objetivo de conhecer em qual tipo de aprendiz estamos trabalhando. ao final apresentam-se algumas considera??es e sugest?es, tendo em vista tornar mais efetivas as a??es educativas nesta área da saúde pública.
Prevalência de HIV, papilomavírus humano e sífilis na Penitenciária Feminina da Capital, S o Paulo, 1997-1998  [cached]
Lopes Fernanda,Latorre Maria do Rosário Dias de Oliveira,Pignatari Antonio Carlos Campos,Buchalla Cassia Maria
Cadernos de Saúde Pública , 2001,
Abstract: Mulheres encarceradas constituem um grupo especialmente vulnerável a infec es. A inexistência de programas oficiais de diagnóstico precoce, tratamento e preven o contribuem para o aumento da incidência e prevalência de doen as, sobretudo as transmitidas sexualmente. Este artigo objetiva estimar a prevalência de infec o por HIV, HPV e sífilis em mulheres da Penitenciária Feminina da Capital - S o Paulo/Brasil. Todas as mulheres da unidade prisional foram convidadas a participar do estudo que foi dividido em duas fases: (1) oficinas de preven o às DST/AIDS e entrevista; (2) exames laboratoriais. A entrevista abordou conhecimento sobre as DST/AIDS, comportamento de risco e história reprodutiva. O total de 262 mulheres, com idade média de 32,4 anos e baixo nível de escolaridade, participou em mais de uma etapa do estudo. Foram observadas prevalências de 14,5% para infec o por HIV, 16,3% com sondas de HPV de alto potencial oncogênico, 4,8% com sondas de HPV de baixo potencial oncogênico e 5,7% para sífilis. Conclui-se que as DST/HIV constituem grave problema de saúde no sistema penitenciário que justificam medidas preventivas urgentes.
Detec o sorológica de anti-HPV 16 e 18 e sua associa o com os achados do papanicolaou em adolescentes e mulheres jovens  [cached]
Rama Cristina Helena,Roteli-Martins Cecilia Maria,Derchain Sophie Fran?oise Mauricette,Oliveira Eliane Z. de
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2006,
Abstract: OBJETIVO: Verificar a taxa de anticorpos neutralizantes anti-HPV 16 e/ou 18, e a sua associa o com os achados da citologia oncológica do colo uterino em adolescentes e mulheres jovens. MéTODOS: Foram incluídas, neste estudo transversal, 541 mulheres de 15 a 25 anos de idade, saudáveis, sexualmente ativas, que apresentaram exame ginecológico normal, no período de setembro a novembro de 2000. Foi obtida uma amostra cervical para citologia em meio líquido e uma amostra de sangue para identifica o dos anticorpos anti-HPV 16 e/ou 18, por meio do método ELISA. As amostras foram encaminhadas para um laboratório de referência na Bélgica. Para análise estatística, foram estimadas a prevalência e a raz o de prevalência (RP), com intervalo de confian a de 95%. RESULTADOS: Entre as mulheres incluídas, 150 (27,7%) apresentaram resultados positivos da sorologia sendo: 79 (14,6%) por anticorpos anti-HPV 16, 35 (6,4%) anti-HPV 18 e 36 (6,6%) anti-HPV 16 e 18. Foram detectadas anormalidades citológicas em 107 casos (20,5%), sendo 63 classificadas como atipias celulares de significado indeteminado (ASCUS), 41 casos sugestivos de les es de baixo (LSIL) e três casos sugestivos de les es de alto grau (HSIL). A prevalência de citologias anormais quando a sorologia foi positiva foi apenas 1,75 vez a prevalência de citologias positivas observadas com sorologia negativa. Nesta amostra n o houve evidência de associa o entre os resultados anormais da citologia e a positividade da sorologia. CONCLUS O: O resultado deste estudo indica uma alta prevalência de sorologia positiva para o HPV 16 e 18 em mulheres jovens sadias sem rela o com os achados anormais da colpocitologia.
Características Demográficas e Intervalo para Atendimento em Mulheres Vítimas de Violência Sexual
Andrade Rosires Pereira,Guimar?es Ana Cecília Pedriali,Fagotti Filho álvaro,Carvalho Newton S. de
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivos: analisar as características sociodemográficas das mulheres vítimas de violência sexual, avaliar a experiência sexual prévia, pesquisar a utiliza o de métodos anticoncepcionais por ocasi o da violência e observar o período de tempo desde a agress o até o atendimento hospitalar. Métodos: foram analisados os dados de 117 fichas pré-codificadas, de um total de 134 atendimentos. As fichas foram utilizadas no atendimento de mulheres vítimas de violência sexual na Maternidade do Hospital de Clínicas de Curitiba no período de agosto de 1998 até junho de 2000. Resultados: a idade das mulheres variou de 5 a 49 anos, sendo que a metade era de jovens, com até 19 anos. A maioria tinha segundo grau completo ou incompleto, 41 (41,0%) eram estudantes e 82 (82,0%) eram solteiras. Na análise da experiência sexual prévia, constatou-se que cerca de um ter o (32,4%) era virgem. Das mulheres que referiam ter vida sexual prévia, 35 (47,9%) usavam algum método anticoncepcional quando da agress o. Houve varia o de 2 horas a 2 meses em rela o ao tempo decorrido desde a violência sexual até a procura por atendimento. Conclus es: o número de mulheres vítimas de violência sexual evidencia a importancia de um atendimento especializado a estas pacientes. Há também necessidade de este atendimento ser multidisciplinar, já que dentre as vítimas existem grupos que necessitam de aten o diferenciada, como por exemplo as crian as. O intervalo entre a violência sexual e a procura do servi o pode ser considerado como indício de que a popula o deve ter acesso a mais informa es em rela o à preven o de gravidez e doen as sexualmente transmissíveis, inclusive a infec o pelo HIV.
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