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Perfil epidemiológico dos pacientes vítimas de acidentes de transito atendidos no servi o de emergência do Hospital Nossa Senhora da Concei o em Tubar o, Santa Catarina =Epidemiological profile of patients victims of traffic accidents treated in the emergency room of Hospital Nossa Senhora da Concei o in Tubar o, Santa Catarina state, Brazil  [cached]
Trevisol, Daisson José,Bohm, Richard Lemos,Vinholes, Daniele Botelho
Scientia Medica , 2012,
Abstract: Objetivos: Descrever o perfil dos pacientes vítimas de acidente de transito atendidos no servi o de emergência do Hospital Nossa Senhora da Concei o, em Tubar o, SC. Métodos: Realizou-se um estudo que incluiu todos os pacientes vítimas de acidente de transito atendidos no servi o de emergência do Hospital Nossa Senhora da Concei o, no período de dezembro de 2010 a fevereiro de 2011. Resultados: A amostra foi constituída de 101 pacientes, com média de idade de 35,3±14,9 anos e 78,2% do sexo masculino. Os homens tiveram aproximadamente 40% mais risco de acidente com veículos motorizados do que as mulheres, sendo que a motocicleta foi o meio de transporte mais envolvido nos acidentes (74,3%). As partes do corpo mais atingidas durante os acidentes foram as extremidades (68,3%) e os principais diagnósticos foram entorse, luxa o e contus o, com 44,6% dos casos. Alta hospitalar foi o desfecho para 68,3% das vítimas. Conclus es: Os resultados mostram a necessidade de medidas preventivas e de controle para um transito com menor risco. Essas medidas devem ser direcionadas principalmente aos jovens do sexo masculino condutores de moto- cicletas. Aims: To describe the profile of victims of traffic accidents attended at the Emergency Service, Hospital Nossa Senhora da Concei o, in Tubar o city, Santa Catarina state, Brazil. Methods: We conducted a study that included all patients victims of traffic accidents attended at the emergency room of Hospital Nossa Senhora da Concei o, from December 2010 to February 2011. Results: The sample consisted of 101 patients, mean age 35. 3±14. 9 years and 78. 2% male. Men had a nearly 40% greater risk of motor vehicle accident than women, and the motorcycle was the main vehicle involved in accidents (74. 3%). The most affected body portions during accidents were the extremities (68. 3%), and the main diagnoses were sprain, dislocation, and contusion, with 44. 6% of cases. Discharge was the outcome for 68. 3% of the victims. Conclusions: These results show the need for preventive measures and control for a traffic with less risk. Preventive measures should be targeted mainly at young male drivers of motorcycles.
A importancia das perce es de riscos dos trabalhadores  [PDF]
Jo?o Areosa
International Journal on Working Conditions , 2012,
Abstract: O risco é uma entidade omnipresente nos locais de trabalho. Esta é uma situa o que todos os trabalhadores têm de enfrentar no seu quotidiano laboral, embora cada atividade, profiss o ou indivíduo detenha um grau de risco específico, normalmente distinto nas diversas ocupa es laborais e que está associado às suas tarefas concretas. é através da enorme multiplicidade de riscos no trabalho, variável em cada universo laboral, que chegamos aos acidentes de trabalho. Cada acidente só ocorre porque a montante existe um qualquer conjunto de riscos laborais que se transformou em acidente. Os riscos laborais s o assim a causa única dos acidentes de trabalho. é neste contexto que nos parece pertinente considerar a forma como os próprios trabalhadores percebem os riscos aos quais se encontram expostos nos seus locais de trabalho, visto que se um trabalhador n o consegue identificar (ou identifica de forma inadequada) os seus riscos laborais, aparentemente, estará mais vulnerável a sofrer um acidente de trabalho. O estudo sobre as perce es de riscos é um campo de observa o científica relativamente recente; talvez por esse motivo ainda n o se tenha chegado a resultados totalmente conclusivos – embora já saibamos algumas tendências - sobre como s o geradas as perce es de riscos dos trabalhadores, bem como qual a influência que efetivamente detêm na ocorrência dos acidentes de trabalho. Ao longo deste artigo iremos abordar esta temática.
Metodologia de análise espacial para identifica o de locais críticos considerando a severidade dos acidentes de transito
Marcelo Pereira Queiroz,Carlos Felipe Grangeiro Loureiro,Yaeko Yamashita
Transportes , 2009,
Abstract: Este artigo descreve e aplica uma metodologia de análise espacial para identifica o dos locais críticos de acidentes de transito com base no índice de severidade do acidente, permitindo ao analista selecionar a forma mais adequada para tratamento de cada local crítico na malha viária de uma cidade. Como principal ferramenta de análise, utiliza-se a rotina de agrupamento espacial do vizinho mais próximo a qual possibilita identificar e representar os locais críticos (interse es, trechos, corredores e áreas) de ocorrência de eventos espaciais em um mapa digital por intermédio do conceito de elipse de desvio padr o. Acredita-se que este trabalho apresenta uma significativa contribui o para a elabora o de novas metodologias de estudos de acidentes de transito que incorporem outras variáveis relacionadas aos acidentes, como volume de tráfego, e também outros eventos de caráter espacial que contribuem para a ocorrência deste grave fen meno urbano.
Mortes no transito do Rio de Janeiro, Brasil  [cached]
Klein Carlos Henrique
Cadernos de Saúde Pública , 1994,
Abstract: A evolu o urbana do município do Rio de Janeiro durante o século XX, especialmente a partir da sua segunda metade, é fortemente marcada por crescentes privilégios concedidos ao crescimento da utiliza o dos meios de transporte de massa e, principalmente, individuais, feitos por veículos a motor de explos o. Uma das conseqüências desta política é a ascen o da mortalidade por acidentes de transito, verificada durante a década de 80, entre homens e mulheres de todas as idades. Neste trabalho demonstra-se também que, em 1990, apenas cerca de 1/3 das vítimas fatais nos acidentes de transito estavam "embarcadas" nos veículos. Portanto, a maioria dos óbitos por este tipo de acidente, cerca de 2/3, ocorreu por atropelamentos. Isto indica a necessidade de o poder público reverter a prioridade na preven o das mortes por acidentes de transito em favor de medidas eficazes que protejam os pedestres.
Acidentes de transito com vítimas: sub-registro, caracteriza o e letalidade  [cached]
Barros Aluísio J. D.,Amaral Rodrigo L.,Oliveira Maria Simone B.,Lima Scilla C.
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Com o objetivo de descrever os acidentes de transito de uma cidade de porte médio e comparar os riscos de les o e morte de diferentes tipos de veículos e pedestres, foram registrados dados de todos os acidentes de transito identificados por meio de boletins de ocorrência e de fichas de atendimento de pronto-socorro durante um período de dois anos. Os óbitos por acidentes de transito foram rastreados e verificados junto ao Instituto Médico Legal e o número de veículos registrados no município obtido através do Departamento Estadual de Transito do Rio Grande do Sul. Foram calculadas taxas de acidente e morte por habitante e por veículo, e realizados testes de associa o entre variáveis. Observou-se um sub-registro importante de acidentes a partir do boletim de ocorrência (até 53%), que variou em fun o do tipo do acidente e da hora de ocorrência. A maior letalidade ocorreu entre ciclistas e pedestres (cerca de 5%), seguidos pelos motociclistas (3%), sendo pedestres o maior contingente de vítimas fatais. Encontrou-se um risco oito vezes maior de morte, quatro vezes maior de les o e duas vezes maior de atropelar um pedestre para os motociclistas, comparados com os automobilistas. Concluímos que os pedestres e motociclistas s o os grupos prioritários para interven es preventivas.
Desenvolvimento e aplica o de modelos para previs o de acidentes de transito
Gilmar Cardoso,Lenise Grando Goldner
Transportes , 2009,
Abstract: Este trabalho apresenta uma síntese do estudo que desenvolveu modelos para previs o de acidentes em vias arteriais urbanas, com enfoque na metodologia aplicada e resultados obtidos. O objetivo do trabalho foi gerar modelos de previs o de acidentes a partir de variáveis relacionadas à exposi o e fatores de risco. O estudo foi desenvolvido com dados de vias arteriais urbanas da cidade de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Foi utilizada a técnica de Modelagem Linear Generalizada com distribui o de probabilidade de Poisson para relacionar a ocorrência de acidentes às variáveis explicativas. Os modelos de previs o de acidentes construídos explicaram mais de 60% da variabilidade dos dados. Isso comprova a rela o entre os acidentes de transito e as variáveis estudadas.
Análise da concordancia da codifica o de causa básica de óbito por acidentes de transito
Ladeira Roberto M.,Guimar?es Mark D. C.
Revista de Saúde Pública , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a concordancia de informa es pesquisadas sobre causa básica de óbito por acidente de transito e compará-las com as codifica es feitas a partir das Declara es de óbitos. MATERIAL E MéTODO: Foram estudados 50 óbitos por acidentes de transito ocorridos em 5 hospitais de Belo Horizonte, MG.Com base nas informa es obtidas através de questionário procedeu-se à codifica o da causa básica dos óbitos. A seguir foi feita análise de concordancia entre esta classifica o e a registrada na Declara o do óbito. RESULTADOS: Foi calculado o Kappa (0,124) com intervalo de confian a 95% (-0,1533 - 0,4022), sendo considerada uma baixa concordancia. Os dados mostraram também uma subclassifica o de óbitos por acidentes de transito, uma vez que 32% dos 50 óbitos estudados foram codificados como acidentes n o especificados (E928.9). CONCLUS O: Concluiu-se pela necessidade de haver maior esfor o na melhoria do preenchimento da Declara o de óbito pelos médicos legistas que realizam as necrópsias em mortes por acidentes de transito.
Manifesta es comportamentais dos cinesíferos nos acidentes e "quase-acidentes" de transito  [cached]
Julieta Arsénio,Alexandre do Espírito Santo
Semina : Ciências Sociais e Humanas , 2010, DOI: 10.5433/
Abstract: Esta pesquisa buscou determinar a associa o entre as variáveis "agressividade", acidente e "quase-acidentes" e "habilidades de dire o e transito". O estudo contou com a participa o de 30 motoristas que voluntariaram a se submeterem aos testes, por ocasi o da renova o de suas carteiras. Encontraram-se coeficientes positivos de correla o entre "agressividade" e "número de acidentes e quase-acidentes" assim como entre "acidentes e”quase-acidentes" e "habilidades de dire o e transito". A correla o negativa entre "agressividade" e "habilidades de dire o de transito"dá especial importancia a outras verifica es desta busca exploratória por intera o entre as variáveis estudadas.
Acidentes de transito no Brasil: dados e tendências  [cached]
Mello Jorge Maria Helena P. de,Latorre Maria Rosário D. O.
Cadernos de Saúde Pública , 1994,
Abstract: As estatísticas de mortalidade mostram, em 1988, para o Brasil, que cerca de 12% dos óbitos s o devidos a causas externas, e destes 30% s o por acidentes de transito. Quando se comparam com outros países, os dados referentes ao Brasil s o sempre elevados. O objetivo deste trabalho é apresentar os dados e analisar a tendência da mortalidade por acidentes de transito no Brasil e em cada uma das Capitais das Unidades da Federa o. Calcularam-se os coeficientes de mortalidade (bruto e padronizado), segundo sexo, bem como a mortalidade proporcional dentro das causas externas para os acidentes de transito no período de 1978 a 1989. Os resultados mostram que, para o Brasil, houve um aumento do número de óbitos, bem como dos coeficientes de mortalidade em cada faixa etária e sexo. Proporcionalmente, em rela o às causas externas, a representatividade esteve em torno de 30%. Em uma parcela significativa dos municípios estudados, a mortalidade por acidentes de transito corresponde a quase metade dos óbitos por causas externas. Os coeficientes padronizados s o quase sempre superiores a 20 por 100.000 habitantes, cifra esta muito superior àquela observada em outros países. Analisando-se o período de 1978 a 1989, observa-se uma tendência de aumento dos coeficientes de mortalidade em Porto Velho, Rio Branco, Recife, Maceió, Curitiba, Florianópolis, Campo Grande, Cuiabá, Goiania e Distrito Federal. Em Manaus, Macapá, Natal, Teresina, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro e S o Paulo, a mortalidade vem permanendo estacionária no período estudado. Nas demais seis capitais, a tendência é de declínio, concluindo-se que este permanece um importante problema de saúde pública no país.
TERRITóRIOS E TERRITORIALIDADES URBANAS EM GOI NIA: AS TRIBOS DOS MOTO CLUBES  [cached]
Maria Elisabeth Alves Mesquita,Carlos Eduardo Santos Maia
Boletim Goiano de Geografia , 2007,
Abstract: O intuito deste trabalho é analisar as tribos urbanas, fen menoscontemporaneos, a partir das categorias territórioe territorialidade. Na tentativa de ampliar a vis o sobre talassunto, de inegável importancia na atualidade, busca-sedemonstrar como estas se organizam espacialmente ecomo se dá a sua dinamica organizacional e inter-rela ocom o espa o citadino, tomando-se o exemplo dos motoclubes da cidade de Goiania - GO. Acerca deste casoespecífico, investigaremos sobre os modos como osmembros dos moto clubes goianienses se relacionamcom as atividades de comércio e lazer da cidade mas,ao mesmo tempo, criam fronteiras em espa os sociaistidos como públicos, controlando o seu acesso. Assim,notar-se- o territórios que s o firmados em códigos simbólicos,comportamentais e identitários de cada tribo noseu “peda o”.
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