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Rela??o chuva-perdas por eros?o
Lombardi Neto, Francisco;Pastana, Francisco Ignacio;
Bragantia , 1972, DOI: 10.1590/S0006-87051972000100019
Abstract: soil and water losses data were correlated to a previously calculeted rainfall factor which includes rainfall characteristics like intensity, duration and frequency. data used were recorded and accumulated for a 16 year period at the centro experimental de campinas, from experimental plots planted to continuous cotton on a latossolo roxo soil with a 9.9% slope. correlation studies were conducted between the calculated rfactor and annual and monthly soil and water losses; similar studies were also undertaken for the specific period spanning from october to march. high correlation indexes were found between soil and water losses data and the rainfall factor.
Perdas de solo e água num Latossolo Vermelho aluminoférrico submetido a diferentes sistemas de preparo e cultivo sob chuva natural  [cached]
Beutler J. F.,Bertol I.,Veiga M.,Wildner L. P.
Revista Brasileira de Ciência do Solo , 2003,
Abstract: A chuva e a enxurrada, combinadas, s o os agentes ativos na eros o hídrica, a qual também é influenciada pela cobertura, rugosidade, tipo de cultura e sistema de preparo do solo. Os preparos de solo conservacionistas reduzem a eros o hídrica em rela o aos preparos convencionais, visto que s o menos intensos e mantêm o solo coberto por maior período de tempo e, às vezes, proporcionam aumento da rugosidade na superfície do solo. Para avaliar as perdas de solo e água causadas pela eros o hídrica sob chuva natural, realizou-se um experimento em Chapecó (SC), num Latossolo Vermelho aluminoférrico, com declividade média de 0,09 m m-1, entre 1994 e 1999. Estudaram-se os tratamentos: preparo convencional, cultivo mínimo, rota o de preparos e semeadura direta, executados no sentido paralelo ao declive, com duas repeti es, com algumas combina es de rota o de culturas no inverno e no ver o. O tratamento-testemunha constou de preparo de solo convencional, sem cultivo (parcela-padr o da Equa o Universal de Perda de Solo - EUPS). A semeadura direta com rota o de culturas reduziu as perdas de solo em 45 % em rela o ao preparo de solo convencional no ver o e semeadura direta no inverno, com rota o de culturas e, em rela o ao preparo de solo convencional sem cultura, esta redu o foi de 99 %. Nos preparos de solo conservacionistas, as perdas de solo foram reduzidas em 80 % em rela o aos preparos de solo convencionais, na média dos tratamentos que envolveram culturas e dos anos de cultivo. Nos tratamentos de semeadura direta, as perdas de solo foram duas vezes maiores na primavera/ver o do que no outono/inverno, enquanto, nos demais tratamentos, essas perdas foram 3,3 vezes maiores no outono/inverno, na média dos tratamentos e dos anos de cultivo. As perdas de água foram pequenas e se comportaram de maneira semelhante às perdas de solo, diferindo quanto à magnitude.
Perdas de solo e água em diferentes sistemas de manejo de um nitossolo háplico submetido à chuva simulada
Mello E. L.,Bertol I.,Zaparolli A. L. V.,Carrafa M. R.
Revista Brasileira de Ciência do Solo , 2003,
Abstract: O manejo do solo pode influenciar a cobertura e a rugosidade do terreno e, associado à chuva e a outras variáveis, é um dos principais fatores que afetam a eros o hídrica. Aplicando três testes de chuva simulada, com intensidade constante de 64 mm h-1, foram avaliados, em S o José do Cerrito (SC), entre mar o de 2000 e junho de 2001, em condi es de campo, os seguintes tratamentos de manejo do solo, em duas repeti es, durante o ciclo da soja: uma ara o + duas gradagens, sem cultivo - SSC; uma ara o + duas gradagens sobre resíduo de aveia dessecada, e semeadura de soja - PCO; uma escarifica o + uma gradagem sobre resíduo de aveia dessecada, e semeadura de soja - CMI; semeadura direta de soja sobre campo natural dessecado - SDD, e semeadura direta de soja sobre campo natural dessecado e queimado - SDDQ. Utilizou-se um Nitossolo Háplico alumínico argiloso, com declividade média de 0,18 m m-1. As perdas de solo foram fortemente influenciadas pelo sistema de manejo, enquanto as perdas de água sofreram efeito apenas moderado. O CMI reduziu as perdas de solo e água em 85 e 34 %, respectivamente, em rela o ao PCO e, em rela o ao SSC, essa redu o foi de 96 e 40 %, respectivamente, na média dos testes de chuva simulada. Os tratamentos SDDQ e SDD apresentaram perdas de solo e água praticamente iguais entre si, sendo as perdas de solo, em média, 88 % inferiores aos do CMI e, no caso das perdas de água, praticamente iguais a este tratamento.
Perdas de solo e água por eros o hídrica influenciadas por métodos de preparo, classes de declive e níveis de fertilidade do solo  [cached]
Cogo N. P.,Levien R.,Schwarz R. A.
Revista Brasileira de Ciência do Solo , 2003,
Abstract: A eros o é a forma mais prejudicial de degrada o do solo. Além de reduzir sua capacidade produtiva para as culturas, ela pode causar sérios danos ambientais, como assoreamento e polui o das fontes de água. Contudo, usando adequados sistemas de manejo do solo e bem planejadas práticas conservacionistas de suporte, os problemas de eros o podem ser satisfatoriamente resolvidos. Com o propósito de obter informa es quantitativas sobre o assunto, para servirem de guia nos planejamentos conservacionistas de uso da terra, realizou-se um experimento de eros o sob chuva natural, em Latossolo Vermelho distroférrico típico textura muito argilosa, no município de Santo ngelo, regi o das Miss es (RS), de dezembro de 1994 a maio de 1996, objetivando quantificar as perdas de solo e água causadas por eros o hídrica. Os tratamentos consistiram dos métodos de preparo do solo convencional, reduzido e semeadura direta, avaliados sob as condi es "solo com fertilidade corrigida" nas classes de declividade de 0-0,04; 0,04-0,08 e 0,08-0,12 m m-1 (com gradientes médios de, respectivamente, 0,035; 0,065 e 0,095 m m-1) e "solo com fertilidade atual" na classe de declividade de 0,04-0,08 m m-1. As opera es de preparo do solo e semeadura foram efetuadas todas transversalmente ao declive, exceto para o tratamento-testemunha (preparo convencional, sem cultivo, continuamente descoberto e sem crosta), no qual as opera es de ara o e gradagem foram realizadas no sentido do declive. A seqüência de culturas utilizada na avalia o da eros o foi constituída de dois ciclos culturais de soja (Glycine max, L.), no período de primavera-ver o de 1994/95 e 1995/96, e um de aveia preta (Avena strigosa, S.), no período de outono-inverno de 1995. O índice de erosividade das chuvas (EI30) calculado no período experimental (1,5 ano) foi de 10.236 MJ mm ha-1 h-1 e concentrou-se, repetidamente, em 1995 e 1996, nos meses de janeiro a mar o, perfazendo, acumuladamente nestes duplos períodos, 70 % do total. Perdas significativas de solo por eros o hídrica (até 80 Mg ha-1 em um único ciclo cultural) ocorreram somente no preparo convencional sem cultivo e estabelecido no sentido do declive (testemunha), embora o solo na parcela tenha apresentado um valor de erodibilidade muito baixo (fator K igual a 0,0091 Mg ha h MJ-1 mm-1 ha-1 ). Sob cultivo, porém em valores bem mais baixos, as perdas de solo continuaram sendo as maiores no preparo convencional (ao redor de 13,0 Mg ha-1 em 1,5 ano), notadamente nas classes de declividade média e alta, ficando o preparo reduzido com as intermediárias (ao redor de 4,0
Perdas de solo, nutrientes, matéria organica e efeitos microestruturais em Argissolo Vermelho-Amarelo sob chuva simulada
Schaefer Carlos Ernesto Reynaud,Silva Demétrius David,Paiva Karlos Welby Neri,Pruski Fernando Falco
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: Estudo experimental com simulador de chuva foi conduzido em área de Argissolo Vermelho-Amarelo caulinítico, em Vi osa, MG, com intensidade de precipita o de 60 mm h-1 e seis aplica es sucessivas, espa adas de 12 horas. Caracterizou-se a evolu o do selamento superficial e das perdas de nutrientes, solo e matéria organica em raz o de diferentes porcentagens de cobertura (0, 20, 40, 80 e 100%) em cultivo morro abaixo (declividade média de 9,5%), em resposta à energia cinética decorrente da precipita o. As perdas totais de solo foram superiores a 11 t ha-1 nos tratamentos com porcentagem de cobertura entre 0 e 40%, reduzindo-se a pouco mais de 5 t ha-1 com 80% até zero no tratamento 100% coberto com Bidim. As perdas de nutrientes seguiram a ordem Ca>Mg>K>P e foram correlacionadas às perdas de matéria organica. O fracionamento de substancias húmicas revelou a concentra o residual de humina e perdas seletivas de formas mais solúveis (ácidos fúlvicos) com a enxurrada. A eros o causou heterogeneidade entre a parte superior e inferior das parcelas experimentais. A macroporosidade entre 10 e 20 cm é maior na parte superior da parcela, sugerindo a migra o de argila dispersa e entupimento de macroporos nas condi es de chuva simulada. Excetuando-se o tratamento com 100% de cobertura, todos os demais evidenciam crosta deposicional. Nos tratamentos com maior exposi o houve presen a de crosta erosional, ao fim do teste de campo.
Produtividade de trigo e soja em Latossolo Vermelho distrófico sob eros o simulada e causada pela chuva
Gaertner Carlos,Dedecek Renato Antonio,Biscaia Rui Maranh?o
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da eros o hídrica, simulada pela retirada de camadas superficiais de solo e causada pela chuva, na produtividade do trigo e da soja. As espessuras das camadas de solo retiradas foram de 0 cm, 3 cm, 6 cm e 14 cm, representando a perda de todo o horizonte Ap. Foram avaliados atributos químicos e físicos do solo até a profundidade de 30 cm. A produtividade do trigo n o permitiu estabelecer qualquer correla o com a remo o artificial de camadas de solo, enquanto a da soja foi reduzida em 148 kg ha-1 por cm de solo removido na espessura de solo de 0-6 cm e de 105 kg ha-1 por cm de solo removido na espessura de 0-14 cm. O teor de Ca+Mg e a capacidade de troca de cátions, em diferentes profundidades, foram os atributos do solo que mais influenciaram na produtividade da soja. O teor de C organico foi o único atributo do solo que se correlacionou com as produ es de trigo e soja, tanto nas condi es de eros o causada pela chuva como nas de simula o de eros o. A simula o do efeito da eros o pela retirada artificial de camadas do solo pode ser utilizada para predizer o efeito da eros o hídrica na produtividade da soja em Latossolo Vermelho, uma vez que a diferen a do efeito da remo o artificial no rendimento desta cultura em rela o às condi es sob chuva foi menor do que 6%.
Perdas de solo e água por eros o hídrica em sistemas florestais na regi o de Aracruz (ES)  [cached]
Martins S. G.,Silva M. L. N.,Curi N.,Ferreira M. M.
Revista Brasileira de Ciência do Solo , 2003,
Abstract: Avaliaram-se as perdas de solo e água por eros o hídrica em sistemas florestais, relacionando-as com os limites admissíveis de perdas para as principais classes de solo nos Tabuleiros Costeiros da regi o de Aracruz (ES), com vistas em obter indicativos da adequa o do manejo deste sistema de produ o. O experimento foi instalado em parcelas em Argissolo Amarelo textura média/argilosa (PA1), Plintossolo Háplico (FX) e Argissolo Amarelo moderadamente rochoso (PA8), com declividade variando de 1,8 a 8,2 %; 1,3 a 12,4 % e 28,8 a 35,5 %, respectivamente, contemplando três situa es: eucalipto, mata nativa e solo descoberto. As perdas de solo por eros o hídrica para o sistema com eucalipto apresentaram a seguinte ordem: PA8 > PA1 > FX. As perdas de água por enxurrada para o sistema com eucalipto apresentaram a seguinte ordem: PA8 > FX > PA1, com uma varia o de 9,09 a 70,48 mm, correspondendo a 0,79 e 6,1 % da precipita o total anual, respectivamente. As perdas de solo para o povoamento de eucalipto foram bem abaixo dos limites de tolerancia para os solos referentes a cada classe, indicando a adequa o do manejo deste sistema de produ o em rela o à eros o hídrica. O fato de as perdas de solo para o eucalipto ficarem relativamente próximas daquelas da mata nativa indica a sustentabilidade daquele ambiente no contexto de eros o.
Eros o em entressulcos sob diferentes tipos de preparo e manejo do solo  [cached]
Cassol Elemar Antonino,Lima Vladimir Silva de
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: A valida o de uso de modelos de predi o da eros o hídrica do solo baseados em processos físicos fundamentais necessita de informa es sobre os valores de seus parametros obtidos em condi es locais.Este trabalho foi realizado no campo em um Argissolo Vermelho distrófico típico, com o objetivo de avaliar a eros o hídrica em entressulcos sem preparo do solo (com resíduos culturais na superfície), com preparo convencional com solo descoberto (sem resíduos) e com preparo convencional com resíduos incorporados. O esquema experimental baseou-se nos estudos realizados para a determina o da erodibilidade do solo em rela o ao modelo WEPP (Water Erosion Prediction Project). Foi aplicada chuva simulada com intensidade planejada de 60 mm h-1, durante 70 minutos, e coletadas amostras da enxurrada das parcelas em entressulcos. A perda de solo em entressulcos foi significativamente menor no tratamento sem preparo do solo em rela o aos tratamentos submetidos ao preparo convencional. As taxas de eros o e perda de água em entressulcos foram crescentes com o tempo de chuva até atingir um ponto de valor máximo, após o qual decresceram, com exce o do tratamento sem preparo do solo, cujas taxas foram crescentes em todo o período de aplica o da chuva. O valor da erodibilidade do solo em entressulcos é de Ki = 2,83x10(6) kg s m-4.
Perdas de fósforo e potássio por eros?o hídrica em um inceptisol sob chuva natural
Bertol, I.;Guadagnin, J. C.;Cassol, P. C.;Amaral, A. J.;Barbosa, F. T.;
Revista Brasileira de Ciência do Solo , 2004, DOI: 10.1590/S0100-06832004000300010
Abstract: inadequate soil management systems can lead to water erosion, nutrient losses and superficial water pollution, accelerating environmental degradation. the p and k losses caused by water erosion were evaluated from november 1999 to october 2001 in an inceptisol with 0.102 m m-1 slope, in lages, santa catarina state, brazil, under natural rainfall conditions. the evaluated soil management systems were: no-tillage for six years (nt6), no-tillage for nine years (nt9), chiseling plus one disking for nine years (c + d9), and plowing plus disking twice for nine years (p + d9). all of these treatments were carried out in duplicate. one experimental plot was cultivated with bean, vetch, corn, and oat in rotation, and the other with soybean, wheat, soybean, and wheat in succession. an additional treatment consisted of bare soil (control), which was periodically tilled with plowing plus disking twice for nine years (bs9). the p and k contents were determined in runoff water and sediments. both p and k concentrations were higher in runoff water and sediments under the conservation soil tillage than under conventional soil tillage. total k losses were higher in the runoff water than in the sediment, except in the bs9 treatment. regarding p losses, they were higher in water than sediment only in the nt6 and nt9 tillage. in the runoff water, the total p losses were higher in nt6 and nt9 tillage, while the k losses varied with conservational tillage and conventional tillage, with no clear trend. potassium losses in the runoff sediment were smaller in conservational tillage, but those of p were only smaller in nt6 and nt9 treatments.
Características da chuva e perdas por eros?o sob diferentes práticas de manejo do solo
Carvalho, Daniel F. de;Cruz, Eleandro S. da;Pinto, Marinaldo F.;Silva, Leonardo D. B.;Guerra, José G. M.;
Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental , 2009, DOI: 10.1590/S1415-43662009000100001
Abstract: this study was carried out in order to evaluate the relation between erosivity index and the rainfall pattern associated with different kinds of soil preparation and cover with erosion losses in a red yellow argisol. the experiment was conducted in five soil loss experimental plots of 3.5 x 22.0 m, with the following treatments: conventional tillage (plowing plus disking) in contour lines and sowing the velvet bean (mucuna pruriens), sun hemp (crotalaria juncea) and corn (zea mays l.); conventional tillage (plowing plus disking) in slope line and sowing of corn, conventional tillage (plowing plus disking) in slope line and without soil cover. the results showed that soil loss was more affected by different treatments than water loss; the treatments sun hemp and corn sowed in slope line were those that presented, respectively, the smaller and the larger soil and water losses; and the precipitation events characterized as advanced, intermediate and delayed patterns were responsible for 62.6, 11.8 and 25.6% of the water losses and for 35.1, 6.6 and 58.3% of the soil losses, respectively.
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