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Crescimento e acúmulo de nitrogênio em cana-de-a úcar cultivada em solo coberto com palhada
Gava Glauber José de Castro,Trivelin Paulo Cesar Ocheuze,Oliveira Mauro Wagner de,Penatti Claudimir Pedro
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2001,
Abstract: Este trabalho teve o objetivo de avaliar a utiliza o do nitrogênio da uréia e a influência da palhada na produtividade de soqueira de cana-de-a úcar. O experimento foi instalado no campo, num solo Podzólico Vermelho-Amarelo no Município de Piracicaba, SP, com dois tratamentos: mistura de vinha a e uréia aplicada em toda a área sobre o solo coberto com palhada; uréia enterrada em sulcos nos dois lados das linhas da cana-de-a úcar, com prévia aplica o de vinha a sobre o solo sem palhada. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados, com quatro repeti es. Foram realizadas compara es de produtividade da cultura, do acúmulo de N pela parte aérea, da utiliza o do N da uréia pela cultura ao final do ciclo. O desenvolvimento vegetal foi representado por curvas de acúmulo de massa de material seco e pelos índices fisiológicos de taxa de produ o de matéria seca e taxa de crescimento relativo, que foram semelhantes nas condi es, com ou sem a presen a da palhada de cana-de-a úcar. Do N total acumulado na parte aérea da soqueira de cana-de-a úcar, 10 a 16% foram absorvidos do fertilizante. A eficiência de utiliza o do N da uréia pela soqueira de cana foi em média de 17%, e n o houve diferen as entre os tratamentos.
Perdas do nitrogênio da uréia no sistema solo-planta em dois ciclos de cana-de-a úcar  [cached]
Trivelin Paulo Cesar Ocheuze,Oliveira Mauro Wagner de,Vitti André Cesar,Gava Glauber José de Castro
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi quantificar as perdas de N do sistema solo-cana-de-a úcar, nos ciclos de cana-planta e de cana-soca. Desenvolveram-se dois experimentos em vasos de 220 L, contendo solo de classe textural arenosa. Os fatores de estudo do experimento com cana-planta foram dois tipos de restos culturais incorporados ao solo e quatro doses de N no plantio. No experimento com cana-soca, estudaram-se duas formas de aplica o da uréia em superfície: sobre a palha ou sobre o solo descoberto, ou na profundidade de 15 cm, e duas fontes de K: KCl ou vinha a. Utilizou-se uréia marcada com 15N. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com três repeti es. Em cana-planta, as perdas foram de 12% do N-uréia (recupera o de 88%), que ocorreram, principalmente, por desnitrifica o no solo. Em cana-soca, a aplica o da uréia em profundidade resultou em 81% de recupera o do N-fertilizante, enquanto na superficial, somente em 50%. Perdas de 50% do N-uréia aplicado em superfície representam aquelas que ocorreram no solo, principalmente, por volatiliza o de am nia, e, também, pela parte aérea da cana-de-a úcar. Com aplica o em profundidade, as perdas foram de 19% e se deram pela parte aérea das plantas para a atmosfera, sendo a perda total de N (da uréia e de outras fontes) assimilado pela cultura da ordem de 90 kg ha-1.
ASPECTOS ESTRUTURAIS DE RAíZES DE CANA-DE-A úCAR SOB O EFEITO DA COMPACTA O DO SOLO  [cached]
QUEIROZ-VOLTAN RACHEL BENETTI,PRADO HéLIO DO,MORETTI FERNANDO CESAR
Bragantia , 1998,
Abstract: A compacta o do solo tem sido considerada um dos fatores que afetam a produtividade da cana-de-a úcar. No presente trabalho, estudou-se o efeito dessa compacta o em alguns aspectos estruturais de raízes de cana-de-a úcar (Saccharum officinarum L. 'SP 701143', Poaceae), desenvolvidas em condi es de cultura, em um latossolo roxo, textura argilosa. As amostras de raízes foram obtidas em dez locais, a duas profundidades: 0-20 e 20-40 cm. As densidades do solo variaram de 0,94 a 1,21 g/cm3 à profundidade de 0-20 cm, e de 1,02 a 1,23 g/cm3 à de 20-40 cm nos diferentes locais. Observou-se uma tendência de as raízes desenvolvidas em áreas com solo mais compactado apresentarem valores maiores para a rela o CO/CV (espessura do córtex/ espessura do cilindro vascular).
Dependência espacial da resistência do solo à penetra o e do teor de água do solo sob cultivo contínuo de cana-de-a úcar  [cached]
Souza Zigomar Menezes de,Campos Milton César Costa,Cavalcante ítalo Hebert Lucena,Marques Júnior José
Ciência Rural , 2006,
Abstract: O cultivo intensivo dos solos e a utiliza o de máquinas e equipamentos pesados promovem a compacta o do solo. A resistência do solo à penetra o é uma medida que detecta esta compacta o, contudo ela é fortemente influenciada pelo teor de água no solo. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do teor de água no solo na variabilidade espacial da resistência do solo à penetra o em um Latossolo Vermelho distrófico. Uma área de 1ha cultivada há 40 anos com cana-de-a úcar foi amostrada nos pontos de cruzamento de uma malha, com intervalos regulares de 10m, perfazendo um total de 100 pontos. As amostras de solo foram coletadas nas profundidades de 0,00-0,15m, 0,15-0,30m e 0,30-0,45m, 24 e 72 horas após uma chuva de 38mm. Resultados de resistência do solo à penetra o indicaram um estado alto de compacta o nas duas épocas de amostragem. O teor de água no solo afetou consideravelmente a variabilidade espacial da resistência do solo à penetra o e quanto maior o teor de água menor foi a dependência espacial. A malha de amostragem deve ser mais adensada em rela o à utilizada neste estudo quando o teor de água no solo for superior ao observado 72 horas após a chuva, a fim de se avaliar a variabilidade espacial para a resistência do solo à penetra o.
Amostragem do solo em área com cana-de-a úcar após aplica o de corretivos
Prado Renato de Mello,Fernandes Francisco Maximino,Roque Cassiano Garcia
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2001,
Abstract: Este trabalho objetivou avaliar o efeito de dois métodos de amostragem nas propriedades químicas do solo, em área com cana-de-a úcar após tratamentos corretivos de acidez. O primeiro método consistiu na amostragem de solo em 30% dos pontos na posi o da linha e 70% na posi o da entrelinha (LE). No segundo método, as amostras de solo foram coletadas em 100% dos pontos na posi o da entrelinha (E) e da combina o de duas fontes de corretivos, escória e calcário, com níveis de corre o do V% para 50, para 75 e para 100, e uma testemunha sem corre o. A amostragem do solo pelo método LE superestimou a acidez potencial, enquanto a amostragem do solo na entrelinha apresentou melhor ajuste dos dados para determina o do pH, H + Al, Ca, Mg e V% do solo.
The role of sugar cane straw on soil reaction O papel da palha da cana de a úcar na rea o do solo  [cached]
Roberto Antunes Fioretto,Cristine Elizabeth Alvarenga Carneiro,Marcos Antonio Pavan,Conrado Cagliari Fioretto
Ciência e Agrotecnologia , 2009, DOI: 10.1590/s1413-70542009000700062
Abstract: Two laboratory experiments were carried out to evaluate the effects of sugar cane straw on soil acidity. Sugar cane straw residues were added on the surface of a Typic Harplortox in a polyvinyl chlorid (PVC) column at rates of 0, 20, 40, and 76 g kg-1, the soil was incubated to field capacity with distilled water and incubated for 0, 7, 14, 45, and 90 days. Soil samples were taken at 0-5, 5-10, 10-15, 15-20, and 20-25 cm depth. With the increase of sugar cane straw rates one verified the increase of soil pH CaCl2, and decrease of KCl exchangeable Al in the top 15cm soil layer. The contribution of organic compounds to Al detoxification incresead with increasing sugar cane straw rates. Wheat root elongation used as acid indicator plant increased with increasing sugar cane straw rates. Maximum root growth was about 15cm long in the soil after eight days for the highest sugar cane straw rate. Conduziram-se dois experimentos em laboratório avaliar o efeito da palha da cana- de-a úcar na acidez do solo. A palha da cana foi adicionada nas doses de 0, 20, 40, e 76 g kg-1 na superfície de um latossolo roxo distrófico acondicionado em colunas de PVC. O solo foi incubado a capacidade de campo durante 0, 7, 14, 45, e 90 dias. Após cada incuba o, o solo das colunas foram subdividido e amostrado nas seguintes fra es 0-5, 5-10, 10-15, 15-20, e 20-25 cm. Com o aumento da dose da palha da cana verificou-se aumento do pH CaCl2 do solo e decréscimo do alumínio trocável até a camada de 15 cm de solo da coluna de PVC. A contribui o de compostos organicos para a destoxifica o do Al aumentou com o acréscimo das doses da palha da cana. O crescimento da raiz das plantas trigo usadas como planta indicadora aumentou com o acréscimo das doses da palha de cana. O máximo de crescimento da raiz foi até a camada de 15 cm de solo depois de oito dias para a maior dose de palha da cana-de-a úcar.
Probabilidade de resposta da cana-de-a úcar à aduba o potássica em raz o da rela o K+ (Ca2++Mg2+ )-0,5 do solo
Reis Junior Roberto dos Anjos
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2001,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar a probabilidade de resposta da produ o de cana-de-a úcar à aduba o potássica, em raz o da rela o K+ (Ca2++Mg2+ )-0,5 no solo. Foram compilados dados de 106 experimentos de aduba o potássica na cana-de-a úcar. Em cada experimento foi registrado o ciclo de cultivo (cana-planta ou cana-soca), os teores de K, Ca e Mg do solo antes da aduba o potássica, a rela o K+ (Ca2++Mg2+ )-0,5, e se houve, ou n o, resposta estatisticamente significativa da produ o à aduba o potássica. Foi utilizado o método estatístico de regress o logística, efetuado pelo procedimento CATMOD do Statistical Analysis System. A característica ciclo de cultivo foi eliminada do modelo, pois esta se apresentou como n o-significativa no ajuste estatístico. A rela o K+ (Ca2++Mg2+ )-0,5 do solo influenciou a probabilidade de resposta da produ o de cana-de-a úcar à aduba o potássica. à medida que a rela o K+ (Ca2++Mg2+ )-0,5 aumentou, a probabilidade de resposta da produ o de cana-de-a úcar à aduba o potássica diminuiu. A rela o K+ (Ca2++Mg2+ )-0,5 no solo foi classificada em baixa (<0,2547), média (0,2547 a 0,3349) e alta (>0,3349). A rela o K+ (Ca2++Mg2+ )-0,5 no solo deve ser usada como mais um critério para orientar a aduba o potássica na cultura da cana-de-a úcar.
Efeito residual da escória de siderurgia como corretivo de acidez do solo na soqueira de cana-de-a úcar  [cached]
Prado R. M.,Fernandes F. M.,Natale W.
Revista Brasileira de Ciência do Solo , 2003,
Abstract: A escória de siderurgia, como material corretivo e efeito residual prolongado, pode beneficiar culturas de ciclo longo, a exemplo da cana-de-a úcar, minimizando a queda de produ o ao longo do ciclo produtivo. Este trabalho objetivou avaliar diferentes níveis de satura o por bases, utilizando, como corretivo do solo, a escória de siderurgia, comparando-a com calcário calcítico, nas altera es de alguns atributos químicos do solo, bem como na resposta da soqueira da cana-de-a úcar. Para isto, realizou-se um experimento com a variedade SP 80-1842, durante o terceiro e o quarto corte, nos anos agrícolas 2000/01 e 2001/02. Os tratamentos, dispostos em blocos casualizados, em esquema fatorial com quatro repeti es, constaram de duas fontes de corretivos, calcário calcítico e escória de siderurgia, e quatro níveis de corre o, estimados pelo método da satura o por bases (V %): testemunha (sem corre o) e com corre o para V % de 50; 75 e 100, tendo sido tais corretivos aplicados na época do plantio da cana-de-a úcar. O calcário calcítico e a escória de siderurgia promoveram efeito residual benéfico, após 48 meses da aplica o, na corre o da acidez do solo e na eleva o do valor da satura o por bases; a maior dose de calcário causou efeito depressivo no perfilhamento, no número de colmos industrializáveis e na produ o da cana-de-a úcar, fato n o observado com uso da escória de siderurgia; a aplica o da escória de siderurgia e do calcário, em pré-plantio, promoveu efeito residual positivo na produ o da soqueira de cana-de-a úcar.
Escória de siderurgia e calcário na corre o da acidez do solo cultivado com cana-de-a úcar em vaso  [cached]
Prado Renato de Mello,Fernandes Francisco Maximino
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: A avalia o química da escória de siderurgia, como corretivo de acidez do solo, pode sofrer interferências em raz o da presen a da alta energia de liga o dos seus constituintes neutralizantes e a presen a de diversos elementos metálicos. Tendo como objetivo avaliar se a recomenda o de corre o baseada no poder de neutraliza o adotado para o calcário é compatível para escória de siderurgia, em fun o das altera es do valor pH, teores de H+Al, Ca+Mg em solos ácidos da regi o dos cerrados cultivados com cana-de-a úcar, realizou-se o presente experimento, em condi es de casa de vegeta o, em vaso com 20 dm3 do Latossolo Vermelho e do Neossolo Quartzarênico em dois cultivos sucessivos da cana-de-a úcar (cana-planta e cana-soca) por 210 dias após a incorpora o dos corretivos, a cada cultivo. Os tratamentos, foram constituídos de dois corretivos calcário e escória em dois níveis de aplica o, como segue: nível 1= a dose para elevar V=50% e nível 2= dobro da dose necessária para elevar V=50%. Ao término de cada cultivo, os solos foram amostrados e analisados quimicamente. A reatividade da escória de siderurgia depende da classe de solo. A eficiência da escória de siderurgia baseado no poder de neutraliza o adotado para o calcário n o apresentou comportamento satisfatório para estimar a necessidade de produto para a corre o da acidez do solo, sugerindo a necessidade de mais estudos.
INFLUêNCIA DA ADI O DE PALHA DE CANA-DE-A úCAR NA DEGRADA O DE 14C-AMETRINA EM SOLO AREIA QUARTZOSA  [cached]
COSTA M.A.,MONTEIRO R.T.R.,TORNISIELO V.L.
Scientia Agricola , 1997,
Abstract: A degradabilidade do herbicida ametrina foi determinada em solo Areia Quartzosa com e sem adi o de folhas secas de cana-de-a úcar, cultivada em campo, tratada ou n o tratada com herbicida ametrina e em solo esterilizado. Amostras de 10g de solo com umidade ajustada à 70% da capacidade de campo e tratadas com 1ml de 14C-ametrina, na concentra o de 8mg/ml e atividade específica de 800Bq/mg, foram distribuídas em frascos com tampa e incubadas em ambiente escuro, a 23oC, por 63 dias. Comparando a mineraliza o da ametrina em solo sem adi o e com adi o de folhas de cana-de-a úcar tratada ou n o tratadas, observou-se 12 a 13 vezes mais 14CO2 desprendido em solos com a adi o de palha. Nestes tratamentos foi observado, após 63 dias de incuba o, maior número de microrgarnismos, maior atividade microbiana e forma o de maior número de metabólitos, quando comparados com os tratamentos sem adi o de palha ou o esterilizado. Os resultados sugerem que a degrada o da ametrina é de origem microbiológica e ocorre por cometabolismo.
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