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Facoemulsifica o, vitrectomia via pars plana e implante de lente intra-ocular em olhos com retinopatia diabética proliferativa  [cached]
Mattos Armando Belfort,Bonomo Pedro Paulo de Oliveira,Freitas Lincoln Lemes,Farah Michel Eid
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a viabilidade da técnica de facoemulsifica o para a extra o da catarata com implante de lente intra-ocular combinada à vitrectomia via pars plana em olhos com retinopatia diabética proliferativa, em um único procedimento cirúrgico. MéTODOS: Foram revisados os prontuários de 47 pacientes (53 olhos) com retinopatia diabética proliferativa e catarata que foram submetidos ao procedimento combinado de vitrectomia via pars plana, facoemulsifica o e implante de lente intra-ocular no mesmo ato cirúrgico, entre janeiro de 1991 e setembro de 1998 no Bascom Palmer Eye Institute, hospital de olhos filiado à Universidade de Miami. O estudo foi realizado em conjunto com a Universidade Federal de S o Paulo. Participaram do estudo 43 olhos de 40 pacientes. RESULTADOS: O tempo de seguimento variou de três a 60 meses com média de 20 meses. A idade dos pacientes variou de 37 a 77 anos com média de 59 anos. A acuidade visual melhorou duas linhas ou mais em rela o ao pré-operatório em 26 (60,4%) olhos, permaneceu a mesma em 9 (20,9%) e piorou em 8 (18,6%). Em (23,2%) 10 olhos a acuidade visual aumentou para 20/40. O teste estatístico chamado de "teste do sinal" mostrou-se estatisticamente significante na melhora da acuidade visual final. A complica o mais observada foi a hemorragia vítrea recorrente, ocorrendo em 12 (27,9%) olhos, seguida pela inflama o transitória da camara anterior em 9 olhos (20,9%). Complica es intra-operatórias relacionadas à extra o do cristalino foram raras. No pós-operatório observaram-se captura da lente intra-ocular em 2 (4,6 %) olhos e lente intra-ocular subluxada em 1 (2,3%) olho. CONCLUS ES: A cirurgia combinada de facoemulsifica o, implante de lente intra-ocular e vitrectomia via pars plana em olhos com retinopatia diabética é procedimento bem tolerado e geralmente apresenta bons resultados com rela o à acuidade visual. Um único procedimento para remover a catarata e realizar a vitrectomia via pars plana, ao invés de se realizar uma segunda cirurgia, que seria somente para a remo o da catarata após a vitrectomia pars plana, é técnica segura e capaz de promover a melhora da acuidade visual além de ser menos agressiva para o paciente. O potencial para melhora da acuidade visual final é limitado pela gravidade da retinopatia diabética.
Facoemulsifica??o: resultados e complica??es nos primeiros 100 olhos
Araújo, Maria Emília Xavier dos Santos;Chou, André Chang;Silva, Clebert Reinaldo da;Oliveira, Leonardo Bruno de;Neustein, Isaac;
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2000, DOI: 10.1590/S0004-27492000000100006
Abstract: purpose: to analyze outcomes and incidence of compli-cations in 100 eyes submitted to phacoemulsification perfor-med by surgeons at the start of their career at the hospital do servidor público estadual de s?o paulo. methods: the first 100 consecutive cataract operations performed by five surgeons, in patients of the hspe, using phacoemulsification were evaluated. the surgical technique included a scleral tunnel, continuous curvilinear capsulo-rhexis, nucleus removal by phacoemulsification using a peristaltic pump and intraocular lens implantation, under peribulbar anesthesia. results: the incidence of complications was 15.2%: posterior capsule tear in 8.7%, vitreous loss in 5.4% and one case of posterior dislocation of the nucleus. posterior chamber iol were implanted in 96.7% of the eyes, 70.8% of these being in the capsular bag, 28% in the sulcus and 1.2% were fixed superiorly. the final visual acuity was 20/40 or better in 89% of the cases. none of them developed bullous keratopathy or retinal detachment. conclusion: the complication rate was comparable to that of the literature, suggesting that this technique may be learned during the residency program.
Facoemulsifica o versus extra o extracapsular manual do cristalino: análise de custos  [cached]
Kara-José Junior Newton,Avakian Amaryllis,Lower Leda Mine Takei,Rocha Ana Maria
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar aspectos clínicos e econ micos da cirurgia de catarata pela técnica de facoemulsifica o, quando comparada à técnica de extra o extracapsular do cristalino no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S o Paulo. MéTODOS: Estudo prospectivo em que foram selecionados consecutivamente 162 pacientes, portadores de catarata senil, atendidos em projetos comunitários para identifica o e posterior tratamento da catarata (Projetos-Catarata), que atenderam aos critérios de inclus o para o estudo. Esses projetos foram realizados pelo Hospital das Clínicas, entre outubro de 2001 e junho de 2002. Os pacientes selecionados foram randomizados para comporem dois grupos, que seriam submetidos à cirurgia de catarata pela técnica de facoemulsifica o e de extra o extracapsular. RESULTADOS: Nas condi es do estudo, a técnica de facoemulsifica o permitiu o uso de anestesia tópica, reduziu o número de retornos e o tempo de dura o do período pós-operatório. A utiliza o da facoemulsifica o tornou a cirurgia mais rápida, otimizou o centro cirúrgico e apresentou vantagens econ micas para o hospital. CONCLUS O: No tocante às condi es do Hospital das Clínicas, os custos totais da cirurgia de catarata mediante a técnica de facoemulsifica o s o maiores do que os custos com a técnica de extra o extracapsular; e a remunera o efetuada pelo Sistema único de Saúde para a cirurgia por facoemulsifica o confere maiores vantagens econ micas ao hospital do que a cirurgia por extra o extracapsular.
Conduta cirúrgica na subluxa o do cristalino  [cached]
Severo Nórton Souto,Kleinert Fabíola,Kwitko Sérgio
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Apresentar 10 casos de subluxa o de cristalino, secundários a trauma ou a síndrome de Marfan, discutindo o tratamento e os resultados obtidos. MéTODOS: Foram estudados 10 olhos de 9 pacientes, 6 casos secundários a trauma contuso e 4 casos a síndrome de Marfan. A idade média foi de 48,9 ± 18,2 anos, com tempo de seguimento de 34,6 ± 11,6 meses (12 a 62 meses). Os pacientes foram submetidos à facectomia intracapsular (1 caso), extracapsular com capsulorrexe (1 caso), facoemulsifica o sem LIO (1 caso), e facoemulsifica o com implante de LIO (7 casos). Anéis expansores capsulares foram utilizados em 7 olhos. RESULTADOS: Houve melhora da acuidade visual em todos os casos durante o seguimento, exceto em um, em que houve descolamento de retina, 20 dias após o procedimento. CONCLUS O: A facectomia com implante de LIO em pacientes com cristalino subluxado é procedimento viável, principalmente com a facoemulsifica o e o uso do anel expansor capsular, podendo melhorar bastante a acuidade visual e a qualidade de vida desses pacientes.
Metodologia para implanta o de programa de manuten o de um aparelho de facoemulsifica o  [cached]
Aragaki Wagner Koji,Scarpi Marinho Jorge,Linzmayer Eduardo
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2004,
Abstract: OBJETIVOS: Introduzir metodologia para Implanta o de um programa de manuten o preventiva pleno, para os usuários do aparelho de facoemulsifica o. MéTODOS: Para implanta o de um programa de manuten o de aparelho de facoemulsifica o foi adotado como modelo de equipamento o Legacy 20000(TM) (Alcon). Foi utilizado o manual de opera es como busca preliminar, a fim de se quantificar a probalidade de falha ou quebra do equipamento. Verificaram-se as condi es de manuten o do Legacy 20000(TM) em alguns hospitais de S o Paulo por meio de visita aos engenheiros clínicos destas institui es e o levantamento das requisi es de servi o de manuten o. Pesquisou-se a opini o dos cirurgi es do Setor de Catarata da Universidade Federal de S o Paulo a respeito do funcionamento do aparelho, para se detectar as principais falhas ou defeitos do Legacy 20000(TM), sob o ponto de vista do usuário. Após os resultados da pesquisa nos hospitais e com os cirurgi es, foi sugerido um Manual de Manuten o preventiva para o Legacy 20000(TM) utilizando-se as ferramentas da manuten o preventiva. RESULTADOS: A análise referente as "mensagens de erro" do manual de opera es demonstrou que a maioria dos potenciais problemas e a es corretivas a serem realizadas s o por problemas de conex o ou fixa o dos terminais. Foi no Hospital S o Paulo, onde havia um aparelho comprado e onde a sua utiliza o foi maior, que se verificaram os principais defeitos do Legacy 20000(TM) relacionados principalmente a quebra da caneta de ultra-som, quebra dos componentes eletr nicos e mecanicos, falhas no "setup", problemas de calibra o, vácuo e aspira o. A pesquisa com os cirurgi es de catarata da Universidade Federal de S o Paulo demonstrou falta de conhecimento técnico devido ao desconhecimento do manual de opera es e ausência de treinamento formal com rela o aos recursos do aparelho. CONCLUS ES: N o existe programa de manuten o pleno e preditivo desenvolvido para o Legacy 20000(TM) nos hospitais pesquisados, somente manuten o corretiva. Os itens do manual de manuten o preventiva sugerido para o Legacy 20000(TM) foram elaborados a partir dos resultados da pesquisa utilizando as ferramentas da manuten o preventiva.
Avalia o do envelhecimento do cristalino em olhos normais
Grandberg Lucila,Forseto Adriana dos Santos,Souza Renate Ferreira de,Nosé Regina Menon
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2001,
Abstract: Objetivo: Avaliar altera es do cristalino relacionadas à idade, em olhos normais, analisando-se sua densidade e espessura, além da profundidade da camara anterior (PCA). Métodos: Foram estudados 120 olhos de 60 pacientes hígidos por meio do sistema Scheimpflug. Os pacientes foram distribuídos em 6 grupos: Grupo I, 10 a 19 anos; Grupo II, 20 a 29 anos; Grupo III, 30 a 39 anos; Grupo IV, 40 a 49 anos; Grupo V, 50 a 59 anos ; e Grupo VI, 60 a 69 anos. Foram analisadas as seguintes variáveis: profundidade da camara anterior, densidade do cristalino (DC) e espessura do cristalino (EC). Para avalia o da densidade, o cristalino foi dividido em 5 áreas: cápsula anterior, córtex anterior, núcleo, córtex posterior e cápsula posterior. Estas variáveis foram correlacionadas com a idade. Resultados: A profundidade da camara anterior diminuiu, ao passo que a espessura do cristalino aumentou com o envelhecimento. A densidade do cristalino aumentou com a idade em todas as áreas estudadas, exceto na cápsula posterior, onde ocorreu diminui o nos valores. Quando correlacionadas idade e densidade do cristalino observou-se forte correla o positiva nas seguintes áreas: cápsula anterior (r = 0,78; p<0,001), córtex anterior (r = 0,87; p<0,001), núcleo (r = 0,88; p<0,001) e córtex posterior (r = 0,70; p<0,001). A correla o entre idade e DC na área capsular posterior foi negativa (r = -0,62; p<0,001). Encontrou-se correla o significante entre idade e EC (r = 0,73; p<0,001). Os coeficientes de correla o para PCA e EC (r = -0,60; p<0,001) e PCA e idade (r = -0,34; p<0,001) foram negativos. Conclus es: Este estudo mostrou, por meio do sistema Scheimpflug, as altera es da profundidade da camara anterior, densidade do cristalino e espessura do cristalino decorrentes do envelhecimento. Deve-se ter aten o com estas mudan as relacionadas à idade na realiza o de estudos envolvendo drogas anticataratogênicas, drogas tóxicas ao cristalino e pacientes com catarata.
Os olhos de Saddam: imagens do inimigo  [cached]
Isabella Pezzini
Galáxia , 2010,
Abstract: Na representa o jornalística da captura de Saddam Hussein, as fotografias s o utilizadas como “atos de guerra” na representa o dos inimigos, e enfatizadas pelos circuitos midiáticos. Saddam foi capturado em um refúgio escavado debaixo da terra na zona rural: as suas condi es físicas eram dignas de piedade, e impiedosamente foram imortalizadas pelos fotógrafos embedded na captura. O aspecto de seu corpo transcurado, de seu rosto inchado, de seus cabelos e de sua barba desalinhados eram o contrário de sua imagem “em majestade” entronizada em mil variantes por todo o Iraque até pouco tempo atrás. O por em cena a estética do corpo sobre a qual Saddam – como muitos políticos n o necessariamente tiranos – fundou a representa o de seu próprio poder, foi destruída e a interpreta o de degrada o ultrapassou com grande facilidade a sua imagem de honra. Nas inten es dos inimigos, desgosto e vergonha colaboravam perfeitamente para a sinaliza o da vitória, enquanto, entre os espectadores da parte adversária só suscitavam mais raiva, indigna o, ódio e desejo de vingan a. Essas fotos de Saddam, assim como, em seguida, aquelas de seu enforcamento após a sua condena o, de tratamento grotesco, representam somente um dos episódios mais significativos de uma longa “guerra de imagens” que contrap e ainda povos e culturas, sensibilidade religiosa e política, e torna o terreno da mídia, um espa o ulterior de desencontros, ao invés de constru es possíveis de comunidade. O texto se fecha entre outros sobre o estatuto ambíguo que os jornais atribuem às imagens fotográficas, de um lado utilizadas como prova incontestável do discurso verbal e, de outro, continuamente pondo em causa esse último, que as interroga, as interpreta e as coloca em dúvida, construindo um discurso sincrético a ser lido sob diversas possibilidades isotópicas.
Tratamento cirúrgico da catarata pediátrica
Katina Jacqueline H.,Lyra Jo?o Marcelo de Almeida Gusm?o,Souza Charles Demo,Trindade Fernando Can?ado
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2002,
Abstract: Objetivo: Descrever as diferentes abordagens dos casos cirúrgicos de catarata pediátrica (CP) em pacientes do Servi o de Córnea e Catarata do Hospital S o Geraldo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no período de junho de 1998 a novembro de 2000. Métodos: Foram estudados prospectivamente 37 olhos de 31 crian as. Trinta e cinco olhos (94,6%) apresentavam catarata congênita e dois olhos (5,4%) catarata traumática. A abordagem cirúrgica variou de acordo com a idade dos pacientes, que foram divididos nos seguintes grupos: Grupo I (abaixo de 1 ano de idade): facectomia por aspira o manual, sem implanta o de lente intra-ocular (LIO) com capsulotomia posterior primária, nos primeiros 2 olhos; capsulorrexe posterior primária (CPP) nos demais, e vitrectomia anterior (VA) via límbica em todos. Grupo II: (entre 1 e 5 anos de idade): facectomia por aspira o manual, com implanta o de LIO com CPP e VA via límbica. Grupo III: (entre 1 e 5 anos de idade): facectomia por aspira o manual, com implanta o de LIO, capsulotomia posterior primária e VA via pars-plana. Grupo IV: (acima de 5 anos de idade): facectomia por aspira o manual, com implanta o de LIO sem capsulotomia/CPP e VA. Para confec o da capsulorrexe anterior e posterior (quando indicada), também foi utilizado aparelho de radiofreqüência. A capsulotomia posterior primária era realizada com vitreófago do aparelho de facoemulsifica o Universal -- Alcon. Resultados: LIO foi implantada em 31 olhos (83,8%), sendo que 28 (90,3%) dentro do saco capsular e 3 (9,7%) no sulco ciliar. O seguimento pós-operatório variou entre 2 e 27 meses. No grupo IV, houve opacifica o secundária da cápsula posterior em 53,8 % dos casos (7 olhos), sendo estes submetidos a capsulotomia com YAG-laser. Conclus o: O uso da radiofreqüência na realiza o da capsulorrexe anterior e CPP, assim como a VA melhoraram o resultado cirúrgico da CP.
Corre o do astigmatismo irregular com lente intraocular tórica em um paciente com catarata e degenera o marginal pelúcida: relato de caso Toric intraocular lens implantation for cataract and irregular astigmatism related to pellucid marginal degeneration: case report
Ana Luiza Biancardi,Aileen Walsh,Rodrigo de Pinho Paes Barreto,Armando Stefano Crema
Revista Brasileira de Oftalmologia , 2012,
Abstract: A degenera o marginal pelúcida (DMP) é uma rara ectasia corneana cuja progress o resulta em astigmatismo irregular e baixa visual n o corrigidos com óculos ou lentes de contato. O presente relato descreve um paciente com catarata e DMP que foi tratado com facoemulsifica o e implante de lente intraocular tórica com recupera o da acuidade visual em ambos os olhos. Pellucid marginal degeneration (PMD) is a rare corneal ectasia and its progression leads to irregular astigmatism and low vision that can not have spectacles or contact lens correction. This report describes a patient with low vision due to cataract and PMD that was treated with phacoemulsification and implantation of a toric intraocular lens with a satisfactory visual acuity outcome.
Piggyback secundário com LIO de PMMA para corre o de surpresa refracional pós-facoemulsifica o: resultados a longo prazo de 20 casos Secondary piggyback with PMMA IOL for the correction of refractive surprise after phacoemulsification long-term results of 20 cases  [cached]
Fernando Can?ado Trindade
Revista Brasileira de Oftalmologia , 2013,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar os resultados a longo prazo da técnica do piggyback secundário utilizada para a corre o de ametropia indesejável pós-facoemulsifica o. MéTODOS: Estudo retrospectivo que compreendeu 20 olhos (19 pacientes). A LIO utilizada foi de pe a única de PMMA de 12,5 mm de comprimento total, com óptica oval de 5x6mm, com borda fina e arredondada e angula o de 10 graus com as hápticas. A mesma técnica cirúrgica foi utilizada em todos os casos, consistindo na confec o de túnel esclero-corneano com 5mm de largura, através do qual foi implantada a lente secundária no sulco ciliar. RESULTADOS: A ametropia indesejável foi corrigida em todos os casos. N o foi observado qualquer tipo de complica o durante ou após a cirurgia do piggyback secundário. CONCLUS O: A utiliza o de LIO de pe a única de PMMA foi segura e eficaz no piggyback secundário para a corre o das surpresas refracionais pós-facoemulsifica o. PURPOSE: To evaluate long-term results of the secondary piggyback technique used for the correction of undesired ametropia after phacoemulsification. METHODS: Retrospective study comprising of 20 eyes (19 patients). The IOL used was a single-piece PMMA with an overall length of 12.5mm, a 5x6mm oval thin-edged optic with a 10-degree haptic angulation. The same technique was used in all cases, consisting of a scleral-corneal tunnel with a 5mm opening, through which the secondary intraocular lens was implanted into the ciliary sulcus. RESULTS: The undesired ametropia was corrected in all cases. No complications were observed during or after the secondary piggyback procedure. CONCLUSION: The use of a single-piece PMMA IOL proved to be safe and effective in secondary piggyback for the correction of refractive surprises after phacoemulsification.
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