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Altera es do metabolismo da glicose na deficiência de magnésio  [cached]
REIS Marise Auxiliadora de Barros,VELLOSO Lício Augusto,REYES Felix Guillermo Reyes
Revista de Nutri??o , 2002,
Abstract: O magnésio é um cátion essencial o qual age como co-fator para adenosina trifosfatases em inúmeras rea es enzimáticas. Vários estudos mostram seu envolvimento na a o e secre o de insulina e os efeitos deste horm nio sobre o metabolismo e transporte do magnésio. Entretanto, os resultados s o conflitantes. Sugerem que a deficiência de magnésio está implicada direta ou indiretamente com a resistência à insulina no diabetes mellitus, enquanto outros descrevem uma rela o inversa ou, ainda, um aumento da capta o de glicose decorrente da falta de magnésio. A intera o deste cátion com outros íons, os mecanismos hormonais e neuro-hormonais compensadores e possivelmente a dura o da deficiência s o alguns dos fatores descritos como responsáveis pelas varia es na regula o glicêmica observadas durante a deficiência de magnésio.
Análise dos critérios diagnósticos dos distúrbios do metabolismo de glicose e variáveis associadas à resistência insulínica  [cached]
Costa Augusto C. F.,Rossi Adriana,Garcia Nádia B.,Moreira Ayrton C.
Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial , 2003,
Abstract: Os critérios diagnósticos dos distúrbios do metabolismo de glicose foram estabelecidos pela Organiza o Mundial de Saúde (OMS)/National Diabetes Data Group (NDDG) no início da década de 1980. Em 1997, a American Diabetes Association (ADA) sugeriu novos critérios diagnósticos, baseados na interpreta o da glicemia de jejum. Neste estudo, 56 indivíduos foram submetidos ao teste de tolerancia à glicose oral (oGTT) (75g) e aplicamos ambos os critérios diagnósticos para estimar a prevalência de distúrbios de metabolismo de glicose. Dos 56 indivíduos, 11 (19,6% - grupo 1) foram considerados intolerantes pelos critérios da OMS/NDDG e seis (10,7% - grupo 2), como glicemia de jejum alterada (GJA) pelos novos critérios da ADA. Comparamos variáveis clínicas e bioquímicas (idade, índice de massa corporal, pico de insulina durante o oGTT, área sob a curva de insulina durante o oGTT e concentra es séricas basais da proteína carreadora dos fatores de crescimento insulina-símiles 1 (IGFBP-1) entre ambos os grupos, n o observando diferen a significativa em nenhuma das variáveis (43 ± 13 x 46 ± 4,4 anos, 29,5 ± 3,2 x 27,2 ± 2,6kg/m2, 153,7 ± 100,7 x 171,3 ± 145,6μUI/ml, 12.040 ± 8.488 x 13.970 ± 12.170 e 14,4 ± 9,3 x 19,4 ± 11,8ng/ml, respectivamente, p = NS). Entretanto, quando comparamos estas mesmas variáveis entre o grupo de indivíduos considerados normais pelos critérios da ADA e intolerantes pelos critérios da OMS/NDDG (n = 8, grupo 3) e o grupo de indivíduos considerados normais por ambos os critérios (n = 42, grupo 4), observamos que n o houve também diferen a em rela o à idade (42 ± 15 x 38 ± 10 anos, respectivamente, NS); entretanto o grupo 3 apresenta índice de massa corporal (IMC) (29,5 ± 3,9 x 24,5 ± 3,5kg/m2, respectivamente, p < 0,02), pico de insulina durante o oGTT (115,2 ± 29,1 x 84,4 ± 56,5μUI/ml, respectivamente, p < 0,02) e área sob a curva de insulina durante o oGTT (9.112 ± 2.323 x 6.649 ± 4.438, respectivamente, p < 0,007) com valores médios superiores ao grupo 4. O grupo 3 apresentou ainda concentra es séricas basais de IGFBP-1 com valores em média inferiores ao grupo 4 (14,9 ± 10,1 x 28,9 ± 17,6ng/ml, respectivamente, p < 0,03).
Avalia o quanto à presen a de microalbuminúria e hiperfiltra o glomerular no estágio de tolerancia à glicose diminuída
Cruz Ney de Souza,Sartori Maria Salete,Santos Maria Luiza dos,Aragon Flávio Ferrari
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2003,
Abstract: Na fase de tolerancia à glicose diminuída (TGD) já est o presentes vários distúrbios metabólicos característicos do diabetes mellitus tipo 2 e fatores de risco que predisp em à vasculopatia. Nosso objetivo foi o de verificar se indivíduos de nossa popula o, com TGD e normotensos, apresentam eleva o da excre o urinária de albumina (EUA) e da depura o de creatinina (D Cr). Teste oral de tolerancia à glicose padr o com dosagem de insulina foi realizado, classificando os participantes em dois grupos: com TGD e com tolerancia à glicose normal (TGN). Urina do período noturno foi utilizada para a determina o da EUA (imunoturbidimetria) e da D Cr. Os dois grupos n o diferiram quanto à EUA e à D Cr. A freqüência de microalbuminúria foi de 21,1 e 3,3%, respectivamente, para os grupos com TGD e TGN (NS). Concluímos que, nesta amostra da popula o brasileira, indivíduos com TGD, normotensos e com resistência à insulina n o apresentaram microalbuminúria e hiperfiltra o glomerular.
Estudo do metabolismo da glicose na tuberculose pulmonar ativa utilizando a tomografia por emiss o de pósitrons (18F-FDG PET)  [cached]
BOMBARDA SIDNEY,SOARES JúNIOR JOSé,TERRA FILHO MáRIO
Jornal de Pneumologia , 2002,
Abstract: Os métodos de imagem utilizados na avalia o da tuberculose pulmonar incluem a radiografia e a tomografia computadorizada do tórax. As imagens obtidas pelos métodos de medicina nuclear permitem estudos funcionais e metabólicos dos órg os de interesse, através do uso de radiofármacos específicos. Altera es do metabolismo da glicose podem ser detectadas pela tomografia por emiss o de pósitrons (PET) utilizando-se o 18F-fluorodesoxiglicose (18F-FDG). Essas altera es est o presentes nas doen as neoplásicas, inflamatórias e infecciosas. A tuberculose é uma doen a granulomatosa causada pelo Mycobacterium tuberculosis, que se utiliza de glicose como fonte de energia. Objetivo: O estudo do metabolismo da glicose na tuberculose pulmonar através da PET e sua compara o com a tomografia computadorizada de tórax. Material e métodos: Foram avaliados 20 pacientes portadores de tuberculose pulmonar. Todos foram submetidos à PET e à tomografia computadorizada de tórax, em até 30 dias após o início do tratamento. Resultados: Todos os pacientes apresentaram capta o positiva do 18F-FDG na PET. Na tomografia computadorizada do tórax, todos os pacientes apresentaram sinais compatíveis com atividade de tuberculose. A sensibilidade dos dois métodos foi de 100%. Houve concordancia entre os achados do 18F-FDG PET e da tomografia computadorizada (K = 0,27 e p < 0,001). Conclus es: Concluiu-se, através do 18F-FDG PET, que o metabolismo da glicose está alterado na tuberculose pulmonar e que há concordancia com as altera es anat micas observadas pela tomografia computadorizada do tórax.
Influência do tratamento com metformina sobre a tolerancia à glicose induzida por corticosteróides em ratos Wistar = Influence of metformin treatment on glucose tolerance induced by corticosteroid administration in rats Wistar  [cached]
Fábio César Gon?alves,Fernando Antonio Bersani-Amado,Silmara Baroni,Juarez de Souza
Acta Scientiarum : Health Sciences , 2006,
Abstract: Corticóides induzem um estado de intolerancia à glicose, resistência à insulina e hiperglicemia. Este trabalho teve por objetivo avaliar a participa o de corticosteróides endógenos sobre a hiperglicemia aguda em modelo experimental de intolerancia à glicose induzida por dexametasona (0,1 mg kg-1, s.c., 4 dias). O modelo experimental foicaracterizado pela determina o da concentra o de glicose sanguínea, volume urinário de 24 horas, consumo de ra o e água. Os ratos foram tratados com clorpropamida (100 mg kg-1), metformina (300 mg kg-1) ou pioglitazona (10 mg kg-1) durante 4 dias e o efeito do tratamento foi avaliado pelo teste de tolerancia à glicose endovenoso (GTT). Aadrenalectomia corrigiu o quadro de intolerancia à glicose destes animais, demonstrando que a dexametasona promove hiperglicemia por meio de um provável efeito sinérgico sobre os corticosteróides endógenos. O tratamento com metformina reduziu a altera o glicêmica.Nossos resultados sugerem um efeito benéfico na utiliza o da metformina como profilático no uso de corticóides em pacientes hiperglicêmicos. This work evaluated the effect of the corticosteroid administration on glucose intolerance state induced by dexamethasone (0.1 mg kg-1, s.c., 4 days). The experimental model was characterized through bloodand urine glucose levels determination, 24 hour urinary volume, food and water intake. The rats were treated with chlorpropamide (100 mg kg-1), metformin (300 mg kg-1) or pioglitazone (10 mg kg-1) during 4 days. The effect of adrenalectomy or the drugs treatment effectiveness on hyperglycemia state were evaluated during intravenousGTT. Metformin treatment restored the altered hyperglycemia observed in this experimental model. Results suggest that dexamethasone promotes a hyperglycemia state through a synergic effect on endogenous corticosteroids, and that metformin treatment restores these altered responses. Indeed, the dexamethasone induced insulinresistance in humans, promoting hyperglycemia, which should be avoid by the prophylactic administration of metformin.
Avalia o do Metabolismo Glicídico e da Gordura Visceral em Adultos Deficientes de Horm nio de Crescimento
Spina Luciana D.C.,Soares Débora V.,Concei??o Flávia L.,Brasil Rosane R.L.O.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2002,
Abstract: A síndrome da deficiência de horm nio de crescimento (DGH) no adulto e o conseqüente aumento no risco cardiovascular têm sido bastante estudados nos últimos anos. Com o objetivo de avaliar as altera es na composi o corporal e a presen a de resistência à insulina em adultos com DGH, estudamos 27 pacientes comparados a 27 indivíduos saudáveis pareados por idade, sexo e índice de massa corporal, através de tomografia computadorizada de abd men para medida da gordura visceral e teste de tolerancia oral à glicose (TTOG), com curva de glicose e insulina e estimativa da resistência à insulina pelo Homeostasis Model Assessment (HOMA). Observamos, nos pacientes, aumento do tecido adiposo visceral (p= 0,008) sem aumento da freqüência de altera es no TTOG. As glicemias e insulinemias basais e após 2 horas de sobrecarga oral de glicose e as áreas sob as curvas de glicose e insulina foram semelhantes ao grupo controle (p> 0,05). N o houve diferen a na sensibilidade à insulina pelo método HOMA (p= 0,989). Houve correla o positiva significativa da medida de gordura visceral nos pacientes com as dosagens de glicemia (r= 0,583; p= 0,001) e insulina (r= 0,728; p= 0,001) após sobrecarga de glicose e as áreas sob a curvas de glicose (r= 0,403; p= 0,040) e insulina (r= 0,713; p= 0,001), porém sem correla o significativa nos controles (r< 0,40; p> 0,05). Em conclus o, n o houve altera o significativa no metabolismo glicídico, apesar do aumento da adiposidade visceral observada em adultos DGH.
Metabolismo de glicose em gêmeos monozigóticos discordantes para aptid o cardiorrespiratória Metabolismo de glucosa en gemelos monocigóticos discordantes para aptitud cardiorrespiratoria Glucose metabolism in discordant monozygotic twins for cardiorespiratory fitness  [cached]
Marcos Roberto Queiroga,Ricardo Augusto Barbieri,Sandra Aires Ferreira,André Ducati Luchessi
Revista Paulista de Pediatria , 2013,
Abstract: OBJETIVO: Verificar se as concentra es de glicose e insulina em jejum s o reguladas pela aptid o cardiorrespiratória (VO2máx), independentemente dos efeitos genéticos. MéTODOS: Dados de 38 pares de gêmeos monozigóticos (11 a 18 anos) foram analisados transversalmente. Os participantes foram submetidos a um teste de esfor o máximo com ergoespirometria aberta (MedGraphics VO2000 - Medical Graphics Corp., St. Paul, MN) e à coleta de sangue para estimar a concentra o de glicose e insulina em jejum. A zigosidade foi determinada por intermédio da investiga o de concordancia dos gêmeos em rela o a 15 marcadores genéticos polimórficos. Nove pares demonstraram diferen a média intrapar para o consumo máximo de oxigênio ≥10mL.kg-1.min-1 e foram divididos em dois grupos, de alta e baixa aptid o. Os grupos foram comparados a partir do teste pareado de Wilcoxon, tendo em vista a assimetria dos dados. RESULTADOS: Em média, os gêmeos do grupo de alta aptid o apresentaram consumo máximo de oxigênio 17% superior (13,5±3,7mL.kg-1.min-1) a seus irm os menos aptos. N o houve diferen a entre os grupos para as concentra es de insulina (36,5±34,6 versus 25,3±13,7mg/dL; p<0,813), porém, os gêmeos mais aptos demonstraram menor concentra o de glicose do que seus contrapares menos aptos (82,9±7,3 versus 86,7±7,6mg/dL; p<0,010). CONCLUS ES: Neste estudo, caracterizado como caso-controle (gêmeos monozigóticos discordantes), o irm o com menor aptid o cardiorrespiratória apresentou maior concentra o de glicose em jejum, sugerindo que a baixa aptid o cardiorrespiratória está associada a distúrbios no metabolismo de glicose. OBJETIVO: Verificar si las concentraciones de glucosa e insulina en ayuno son reguladas por la aptitud cardiorrespiratoria (VO2máx), independiente de los efectos genéticos. MéTODOS: Datos de 38 pares de gemelos monocigóticos (11 a 18 a os) fueron analizados transversalmente. Los participantes fueron sometidos a una prueba de esfuerzo máximo con ergoespirometría abierta (MedGraphics VO2000 Medical Graphics Corp., St. Paul, MN) y a la recolección de sangre para estimar la concentración de glucosa e insulina en ayuno. La cigosidad fue determinada por medio de la investigación de concordancia de los gemelos respecto a 15 marcadores genéticos polimórficos. Nueve pares demostraron diferencia mediana intrapares para el consumo máximo de oxígeno ≥10mL.kg-1.min-1 y fueron divididos en dos grupos, de alta y baja aptitud. Los grupos fueron comparados a partir de la prueba pareada de Wilcoxon, teniendo en vista la asimetría de los datos. RESULTADOS: En promedio, los gem
Efeito da suplementa o oral de arginina sobre a secre o de GH e metabolismo de lipídios em ratos Wistar treinados Effect of oral arginine supplementation on GH secretion and lipid metabolism in Wistar trained rats  [cached]
Alberto Chiyoda,Priscila Nakamura,Jamile Codogno,Autran Silva Junior
Motricidade , 2009, DOI: 10.6063/motricidade.5(4).166
Abstract: A Suplementa o Oral de Arginina (SOA) e o exercício físico s o capazes de modificar a secre o do Horm nio de Crescimento (GH), interferindo no metabolismo lipídico. O objetivo do estudo foi verificar o efeito da SOA, do exercício físico aeróbio e a combina o da suplementa o com o exercício sobre a secre o de GH e metabolismo lipídico em ratos. A amostra foi composta por 40 ratos machos da linhagem Wistar, divididos em grupos Controle Sedentário (CS), Arginina Sedentário (AS), Controle treinado (CT) e Arginina Treinado (AT). O AS e AT receberam a suplementa o oral de arginina em dias alternados e os CT e AT realizaram exercícios de nata o por 1 hora/dia com sobrecarga equivalente à 5% do peso corporal 5 dias por semana durante 4 semanas. Em conclus o, os resultados demonstram que o treinamento físico aeróbio n o alterou o metabolismo lipídico e diminuiu os valores séricos de GH e a SOA n o alterou a concentra o de GH em ratos Wistar. The Oral Arginine Supplementation (OAS) and exercise are able to modify the secretion of the Growth Hormone (GH) that stimulates the lipid metabolism. The aim of the study was to verify the effect of the OAS, the aerobic exercise and the combination of the OAS with the aerobic exercise on the GH secretion and lipid metabolism in rats. The sample was composted for 40 male wistar rats, divided in four groups: Sedentary control (SC), sedentary arginine (SA), trained control (TC) and trained arginine (TA). The AS and AT received the oral supplementation in alternated days and the groups CT and AT realized swimming exercise for 1hour/day with overload equivalent to 5% of body mass five days per week during 4 weeks. The concentrations of GH were significantly difference between the sedentary groups (SC and AS) and (TC and AT) and the lipid metabolism did not change throughout all groups. In conclusions, aerobic physical training did not modify the lipid metabolism and diminishes the values of GH concentration and the OAS did not modify the concentration of GH in Wistar rats.
SODIUM MONENSIN AS A FORAGE ADDICTIVE MONENSINA SóDICA COMO ADITIVO DE FORRAGEM: EFEITOS NO METABOLISMO RUMINAL E CONCENTRA O DE GLICOSE E URéIA NO SANGUE
Geisa Fleury Orsine,Norberto Mário Rodrigues,Eliomar Pereira do Socorro
Pesquisa Agropecuária Tropical , 2007, DOI: 10.5216/pat.v19i1.2565
Abstract: One experiment was conducted to determine the effect of 0, 15 and 30 mg monensin/head/day upon rumen/metabolism, blood glucose and urea levels and the supplementary value of monensin as a low quality forage addictive. The hay of perennial soybean (Glycine wightii) cv. Tinarro was used. COBAN -100 (Elanco Química Ltda), at 10% in weight of monensin activity was utilized in this experiment. The experiment was divided in three phases: Phase 1: Hay; Phase II: Hay + 15 mg monensin/head/day; Phase III: Hay + 30 mg monensin/head/day. Nine adult lambs were utilized and three of them were rumen fistulated. A nine-replicate randomized complete block experimental design was used. No statistical differences (P < 0,05) were noticed for pH and ammonia and protein concentration of the rumen fluid. In the next hours after feeding, small or none changes were registered in the treatment. The volatile fatty acid concentration, although showing some modifications decreasing the acetic acid and increasing propionic acid concentrations, did not differ in applied treatment (P < 0,05). The blood glucose levels increased slightly; although urea concentration was decreased with the addition of monensin but such changes were not meaningful (P < 0,05). Foi conduzido um experimento para determinar o efeito de zero, 15 e 30mg monensina/cab./dia, sobre o metabolismo ruminal e concentra es de glicose e uréia no sangue além de verificar a validade de sua a o suplementar como aditivo de forragem de baixa qualidade. Foi utilizado o feno de soja perene (Glycine wightii) CV Tinarro. O produto que serviu de veículo para a monensina sódica foi o COBAN — 100 da Elanco Química Ltda., que contém 100 g de atividade de monensina por kg. O ensaio realizado no Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária/UFMG foi dividido em três períodos ou tratamentos: 1 — Feno de soja perene; II — Feno de soja perene mais 15 mg monensina/cab./dia.; III — Feno de soja perene mais 300 mg de nonensina/cab./dia. Foram utilizados nove carneiros adultos, sendo três fistulados no rúmen e distribuídos em bloco ao acaso com nove repeti es. A monensina sódica n o afetou significativamente (P < 0,05) o pH e as concentra es de am nia e proteína no rúmen. Ocorreu nas sucessivas horas após a alimenta o, pequena ou nenhuma varia o entre os tratamentos. Os ácidos organicos também n o sofreram varia es significativas (P < 0,05), porém houve uma tendência em elevar a concentra o do ácido propi nico e reduzir a concentra o do ácido acético. A concentra o de glicose no sangue apresentou uma ligeira eleva o enquanto
TOLERANCIA AL ESTRéS HIDRICO EN LA INTERACCIóN PLANTA-HONGO MICORRíZICO ARBUSCULAR: METABOLISMO ENERGéTICO Y FISIOLOGíA  [cached]
Citlalli Harris-Valle,Martu00EDn Esqueda,Elisa M. Valenzuela-Soto,Alejandro E. Castellanos
Revista fitotecnia mexicana , 2009,
Abstract: Los hongos micorrízicos arbusculares (HMA) son microorganismos simbióticos que se asocian con las plantas e incrementan su tolerancia al estrés hídrico al modificar las tasas fotosintética y de transpiración, el potencial hídrico de hojas y suelo, la concentración de osmolitos, la eficiencia en el uso de agua y la asimilación de nutrimentos en el hospedero. Esta asociación puede convertirse en una interacción parasítica cuando es mayor el costo que el beneficio, principalmente en condiciones estresantes porque los fotoasimilados que la planta transfiere al hongo dejan de ser utilizados por la planta para modificar su metabolismo y disminuir los efectos negativos del estrés. La eficiencia en el uso de la energía y del carbono determina el éxito de la asociación, lo que a su vez depende de las características del hospedero (especie y estado de desarrollo), del huésped (especie y capacidad de adaptación al medio) y de las condiciones ambientales. En esta revisión se analizan los beneficios de la simbiosis en términos del metabolismo energético y de la transferencia de carbono en condiciones de sequía y salinidad, cuando la eficiencia en la asimilación de nutrimentos y la utilización de fotoasimilados es determinante para la sobreviviencia de la planta.
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