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Altera es metabólicas induzidas pela restri o energética e pela suplementa o com vitamina E em ratos submetidos ao exercício  [cached]
OLIVEIRA Suzana Lima de,DINIZ Derlange Belizário,AMAYA-FARFAN Jaime
Revista de Nutri??o , 2002,
Abstract: Este estudo investigou os efeitos da restri o energética (em carboidratos) e da suplementa o com vitamina E em parametros metabólicos associados ao exercício físico. Ratos machos Wistar, de onze semanas de idade, após receberem dieta controle, restrita (controle modificada) ou suplementada (controle, adicionada de vitamina E), por cinco meses, foram subdivididos em duas categorias: exercitados e n o exercitados. Antes do sacrifício, os ratos do grupo exercitado foram submetidos a exercício em esteira até a exaust o. Determinaram-se glicogênio hepático e muscular, glicemia, insulina plasmática e lactato sanguíneo, e registrou-se o tempo para alcan ar a exaust o. A restri o energética aumentou o glicogênio hepático e a resistência ao exercício exaustivo e, quando associada ao exercício, reduziu a glicemia. A suplementa o com vitamina E reduziu a resistência à exaust o, quando comparada à restri o energética, mas esta redu o n o foi significativa em rela o à dieta controle. Estes resultados indicam que a restri o energética melhorou o desempenho físico, mas a suplementa o com vitamina E n o apresentou o mesmo efeito.
Nível sérico da vitamina A em crian as portadoras de leishmaniose visceral
Luz Kleber Giovanni,Succi Regina Célia de M.,Torres Elizabeth
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2001,
Abstract: A vitamina A tem sido considerada uma vitamina anti-infecciosa e sua deficiência está associada a um maior risco de infec es graves, como ocorre por exemplo no sarampo. Nos países em desenvolvimento a hipovitaminose A é um grave problema de saúde pública. O objetivo deste estudo é quantificar o nível sérico da vitamina A em pacientes pediátricos portadores da leismaniose visceral (LV). Amostras de sangue foram coletadas de 22 crian as portadoras de LV, estocadas em freezer e posteriormente, quantificado o nível de vitamina A usando-se a cromatrografia líquída de alta eficiência, nove irm os assintomáticos dos pacientes foram usados como controles. A média do nível sérico da vitamina A nos portadores de LV foi de 21,38μg/100ml e no grupo controle foi de 31,39μg/100ml. Entre os pacientes estudados com LV a média do nível sérico de vitamina A encontrado foi significativamente menor, utilizando-se o teste t de Student para um p<0,01 que dos controles.
Níveis séricos de vitamina D e periodontite cr nica em pacientes com doen a renal cr nica Serum levels of vitamin D and chronic periodontitis in patients with chronic kidney disease
Jessica do Amaral Bastos,Luiz Carlos Ferreira de Andrade,Ana Paula Ferreira,Erica de Almeida Barroso
Jornal Brasileiro de Nefrologia , 2013,
Abstract: INTRODU O A concomitancia de periodontite cr nica (PC) em pacientes com doen a renal cr nica (DRC) tem sido associada a desfechos adversos. A deficiência de vitamina D (25(OH)D) parece desempenhar papel importante na PC e níveis inadequados de vitamina D têm sido descritos em pacientes com DRC. OBJETIVO: Examinar a rela o entre níveis séricos de vitamina D e PC em pacientes com DRC pré-dialítica. MéTODO: Estudo de caso-controle, definidos, respectivamente, como pacientes com DRC e PC e DRC sem PC. Os dados demográficos, de exame físico e laboratoriais foram obtidos no dia da consulta. A DRC foi definida e estagiada segundo a NKF QDOKI TM. Os níveis séricos de 25(OH) D foram dosados por quimioluminescência quando da avalia o da PC, a qual foi caracterizada segundo os critérios de Academia Americana de Periodontologia (1999). Os resultados de 25(OH)D foram estratificados em deficiência (< 14 ηg/mL), insuficiência (15-29 ηg/mL) e suficiência (> 30 ηg/mL). RESULTADOS: Um total de 29 pacientes foram estudados, 15 no grupo caso e 14 no grupo controle. Os pacientes casos apresentaram mediana de 25(OH) D inferior a dos pacientes controles (22,6 vs. 28,6 ηg/mL; p < 0,01). A frequência de pacientes casos com insuficiência/deficiência de vitamina D foi maior do que entre os pacientes controles (93,3% vs. 57,1%, p < 0,004). Por outro lado, o percentual de pacientes com suficiência de vitamina D foi maior entre os controles se comparados aos integrantes do grupo casos (42,9% vs. 6,7%, p < 0,004). CONCLUS O: Em pacientes com DRC, a deficiência de vitamina D se associa com PC. INTRODUCTION: Concomitance of chronic periodontitis (CP) in patients with chronic kidney disease (CKD) have been associated with adverse outcomes. Vitamin D (25(OH)D) deficiency my play a role in CP and inadequate vitamin D status is common among patients with CKD. OBJECTIVE: To examine the relationship between vitamin 25(OH)D and CP in patients with CKD not yet on dialysis. METHOD: A case-control study was conducted. Cases and controls were defined as patients with CKD with and without CP, respectively. The demographic, clinical and laboratory data were obtained when the patient was attended in the outpatient clinic. CKD was defined and staged according to the NKF QDOKI TM. Serum 25(OH) D levels were measured by chemiluminescence when assessing the CP, which was definined according to the American Academy of Periodontoly (1999). Serum 25(OH)D levels were stratified into deficient (< 14 ηg/mL), insufficient (15-29 ηg/mL) and sufficiency (> 30 ηg/ mL). RESULTS: A total of 15 cases were compare
Tolerancia à aplica o de megadoses de vitamina A associada à vacina o em crian as no Nordeste do Brasil  [cached]
Assis Ana Marlúcia Oliveira,Santos Leonor Maria Pacheco,Prado Matildes da Silva,Martins Maísa Cruz
Cadernos de Saúde Pública , 2000,
Abstract: Um estudo de seguimento foi desenvolvido em duas localidades do semi-árido do estado da Bahia, Nordeste do Brasil, com o objetivo de identificar a ocorrência e a natureza de possíveis efeitos adversos agudos em conseqüência da suplementa o com megadoses de vitamina A (100.000 e 200.000 UI) oferecida junto com imuniza o em massa, a crian as de seis a 59 meses de idade. A amostra do estudo foi composta por 852 crian as; 416 do município de Teofilandia integraram o grupo que recebeu a vitamina A com as vacinas e 436 crian as de Santa Bárbara foram incluídas no grupo que recebeu somente a vacina. Nas 24 horas que antecederam a vacina o, as crian as dos dois grupos referiram similar freqüência de diarréia, febre e v mito; a anorexia foi mais prevalente em Teofilandia e persistiu durante todo o período de seguimento. Os resultados sugerem que nenhum efeito adverso agudo, em especial diarréia, v mito, febre ou anorexia, esteve associado à ingest o da vitamina A combinada à vacina o em massa, particularmente à Sabin, DPT e anti-sarampo.
Suplementa o com vitamina C e E sobre o desenvolvimento e sobrevivência de girinos de r -touro (Rana catesbeiana Shaw, 1802)  [cached]
De Stéfani Marta Verardino,Marcantonio Adriana Sacioto,Martins Maurício Later?a
Ciência Rural , 2001,
Abstract: O presente trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos da suplementa o de vitamina C e E sobre o desenvolvimento e sobrevivência de girinos de r -touro. Os animais receberam 50, 250 e 500mg de vitamina C ou E/kg de ra o, distribuídos segundo delineamento inteiramente casualizado com 3 repeti es cada. Na dieta controle, n o foram adicionadas vitaminas. Os girinos suplementados com vitamina C ou E n o apresentaram diferen a significativa no crescimento, comparados ao controle. N o obstante, os suplementados com 500mg de vitamina C apresentaram melhor sobrevivência (62,83%) do que os animais controle (40,48%; p<0,05), nos demais níveis desta vitamina e a adi o de vitamina E n o alteraram a sobrevivência. O presente trabalho sugere que 500mg de vitamina C/kg de ra o constitui uma op o para melhorar a sobrevivência de girinos de r -touro.
Estimadores de componentes de variancia em delineamento de blocos aumentados com tratamentos novos de uma ou mais popula es
Duarte Jo?o Batista,Vencovsky Roland,Dias Carlos Tadeu dos Santos
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2001,
Abstract: O objetivo do trabalho foi comparar, por meio de simula o, as estimativas de componentes de variancia produzidas pelos métodos ANOVA (análise da variancia), ML (máxima verossimilhan a), REML (máxima verossimilhan a restrita) e MIVQUE(0) (estimador quadrático n o viesado de variancia mínima), no delineamento de blocos aumentados com tratamentos adicionais (progênies) de uma ou mais procedências (cruzamentos). Os resultados indicaram superioridade relativa do método MIVQUE(0). O método ANOVA, embora n o tendencioso, apresentou as estimativas de menor precis o. Os métodos de máxima verossimilhan a, sobretudo ML, tenderam a subestimar a variancia do erro experimental () e a superestimar as variancias genotípicas (), em especial nos experimentos de menor tamanho (n<120 observa es). Quando as progênies vieram de um só cruzamento, REML praticamente perdeu estes vícios nos experimentos maiores e com raz es />0,5. Contudo, o método produziu as piores estimativas de variancias genotípicas quando as progênies vieram de diferentes cruzamentos e os experimentos foram pequenos.
Efeito da suplementa o com pupunha como fonte de vitamina A em dieta: estudo em ratos  [cached]
Yuyama Lucia K.O.,Cozzolino Silvia M.F.
Revista de Saúde Pública , 1996,
Abstract: Foi estudado o efeito da suplementa o com pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.), polpa cozida e transformada em farinha, como fonte de vitamina A, em dieta regional de Manaus, AM,Brasil, por meio do ensaio biológico com ratos. A metodologia utilizada foi da deple o dos animais em zinco e vitamina A, seguida da reple o com a dieta regional (DR), DR + pupunha, DR + vitamina A e dieta controle (DC). A dieta foi elaborada para famílias com rendimentos inferiores a dois salários-mínimos. Foram utilizadas ratas albinas adultas pós-parto, cada qual com 6 filhotes machos, que receberam ra o à base de caseína lavada com EDTA a 1%, sem adi o de Zn e vitamina A, por 25 dias, com a finalidade de obten o de animais recém-desmamados deficientes nestes dois nutrientes. O período de reple o dos animais, recém-desmamados, foi de 30 dias e o delineamento foi inteiramente casualizado com 4 tratamentos de 8 animais cada. A suplementa o efetuada seguiu as recomenda es do "Committee on Laboratory Animal Diets". Os parametros empregados para a avalia o da utiliza o de vitamina A foram as concentra es de vitamina A no fígado e plasma e o crescimento dos animais. Ao final do experimento, observou-se que os animais que consumiram a ra o à base da dieta regional de Manaus, suplementada com pupunha e vitamina A, apresentaram, respectivamente, concentra o significativamente maior de vitamina A no fígado, 43,3 ± 6,5 μg/g e 42,0 ± 4,3 μg/g em rela o à dieta regional, 5,5 ± 1,1 μg/g (p<0,05). A quantidade de zinco presente na dieta regional de Manaus, 10,7 mg diários, foi biodisponível quando avaliada pela concentra o de zinco nos fêmures. Os resultados sugerem que existe necessidade de suplementa o da dieta regional de Manaus com vitamina A para a manuten o das reservas hepáticas, podendo, para tanto, ser utilizada a fonte natural da pupunha.
Níveis plasmáticos de vitamina D em crian as e adolescentes com colestase  [cached]
Bastos Marília D.,Silveira Themis R. da
Jornal de Pediatria , 2003,
Abstract: OBJETIVO: verificar os níveis plasmáticos de vitamina D de pacientes colestáticos cr nicos e relacionar com estado nutricional, tempo de colestase e uso de suplemento vitamínico. MéTODOS: estudo transversal controlado, cujo fator em estudo é colestase cr nica e o desfecho, o nível plasmático de vitamina D. Pacientes entre quatro meses a 18 anos, atendidos na unidade de gastroenterologia pediátrica do HCPA; como controles, crian as eutróficas da mesma faixa etária. Foi coletado sangue para as dosagens por radioimunoensaio, e realizadas avalia o antropométrica, pesquisa de tempo de colestase e uso de suplemento vitamínico. RESULTADOS: foram avaliadas 22 crian as e adolescentes com colestase cr nica e 17 controles. O valor médio de vitamina D entre os pacientes foi de 13,7 ± 8,39 ng/ml, enquanto que nos controles foi de 25,58 ± 16,73 ng/ml (p = 0,007). A prevalência de hipovitaminose D, entre os pacientes, foi de 36%. A mediana do tempo de colestase foi de um ano. A avalia o antropométrica (NCHS) demonstrou 36% de desnutri o pelo peso, e 41% para estatura. Na avalia o antropométrica pelo escore z, obtivemos prevalência de desnutri o para os critérios altura/idade e peso/idade de 33,3% e 23,8%, respectivamente. Avaliado peso em rela o altura, n o observamos valores abaixo de dois desvios padr o. N o foi observada rela o entre o estado nutricional, o uso de suplemento oral e os níveis plasmáticos de vitamina D CONCLUS ES: os níveis plasmáticos de vitamina D em colestáticos foram menores do que os dos controles, sem rela o com estado nutricional, tempo de colestase e/ou uso suplementa o vitamínica.
Suplementa o da dieta de alevinos de piau u (Leporinus obtusidens) com vitamina C  [cached]
Mello Ricardo Frankein de,Moura M?nica Acca Marcondes de,Vieira Ivan,Cyrino José Eurico Possebon
Scientia Agricola , 1999,
Abstract: O experimento teve como objetivo avaliar a influência da suplementa o de vitamina C na dieta sobre o desempenho de alevinos de piau u (Leporinus obtusidens). Um primeiro ensaio (105 dias) testou o efeito da suplementa o de níveis crescentes de L-ácido ascórbico (0, 50, 150, 250, 350, 450, 550, 650, 750 e 850 mg/kg) na dieta sobre ganho de peso e sobrevivência, num delineamento inteiramente ao acaso. N o houve diferen as significativas (P > 0,4054) entre os tratamentos, tanto para ganho de peso como sobrevivência. Num segundo ensaio avaliou-se a influência da vitamina C na resistência dos alevinos à hipoxia. Grupos de dez peixes aleatoriamente selecionados de cada tratamento do primeiro ensaio foram estocados em gaiolas, num delineamento em blocos ao acaso. A suplementa o com vitamina C na dieta n o afetou (P > 0,4032) a sobrevivência dos alevinos submetidos a hipoxia (oxigênio dissolvido abaixo de 1,0 mg/L) por até 14 horas. Contrariamente aos nossos resultados, a literatura mostra que a suplementa o dietética com ácido ascórbico tem efeito benéfico, nos parametros avaliados, nas várias espécies de peixes. Assim, sugerimos que novos estudos sejam realizados no sentido de se definir o nível de suplementa o de vitamina C em dietas para alevinos de piau u.
HIPERVITAMINOSE A EXPERIMENTAL NO RATO. XI. ESTUDO ESTEREOLóGICO DAS ALTERA ES CARDíACAS, DURANTE A LACTA O, DE RATOS CUJAS M ES FORAM TRATADAS COM VITAMINA A  [cached]
Ana Maria Duarte Dias Costa,Miguel Angel Sala,José Renan Vieira Costa,Ruberval Armando Lopes
Alimentos e Nutri??o , 2007,
Abstract: A hipervitaminose A induz às seguintes altera es no ventrículo de ratos durante a lacta o, cujas m es foram tratadas com vitamina A: fibras musculares ventriculares desorganizadas com diametro menor e volumes nucleares diminuídos, perda de estrias transversais, figuras de mitose em menor número e fibra intersticial. Estes dados foram confirmados com técnicas estereológicas adequadas.
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