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Efeito da contamina o salivar na microinfiltra o marginal de um sistema adesivo de frasco único  [PDF]
Sartori, Neimar,Oliveira, Jo?o Henrique Pereira de,Lopes, Guilherme Carpena
Revista Odonto Ciência , 2007,
Abstract: Objetivo: Avaliar a microinfiltra o marginal após a contamina o salivar percebida e despercebida em cavidades restauradas com sistema adesivo de frasco único. Materiais e métodos: Trinta cavidades classe V foram preparadas na vestibular de incisivos bovinos com margem incisal em esmalte e cervical em dentina. Dividiu-se os dentes aleatoriamente em 3 grupos (n = 10). No Grupo I (controle), as cavidades foram restauradas com adesivo Single Bond (3M ESPE) conforme recomenda es do fabricante. Grupo II (contamina o despercebida) as cavidades foram contaminadas com saliva após o condicionamento ácido. No Grupo III (contamina o percebida), após a contamina o salivar, as cavidades foram secas com jatos de ar durante 5 segundos. Todas as cavidades foram restauradas com resina composta em dois incrementos. Após 24 horas, os dentes foram termociclados, cobertos com cera pegajosa e esmalte de unha, imersos em corante, lavados, secos, seccionados longitudinalmente e a extens o da microinfiltra o foi analisada numa escala de 0-4, sendo os dados submetidos ao teste Kruskall-Wallis. Resultados: A mediana dos escores de esmalte foi: Grupo I = 0, Grupo II = 4 e Grupo III = 0. Observou-se uma menor infiltra o no grupo controle e infiltra o percebida nas margens em esmalte (p = 0,0339). Nas margens em dentina, a mediana dos escores foi: Grupo I = 1, Grupo II = 4 e Grupo III = 4. O grupo controle promoveu melhor selamento que os Grupos II e III (p = 0,0103). Conclus o: A contamina o salivar exerce um efeito negativo na capacidade de selamento marginal. As margens em esmalte, remover a saliva com jatos de ar mostrou-se uma eficiente forma de restabelecer a integridade marginal.
Efeito do período experimental sobre a digest o parcial e total em bovinos alimentados com dois níveis de volumosos  [cached]
Guimar?es Kátia Cylene,Branco Antonio Ferriani,Zeoula Lúcia Maria,Prado Ivanor Nunes do
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Os objetivos deste trabalho foram avaliar os efeitos de dois períodos experimentais e dois níveis de volumosos na dieta sobre a digestibilidade total e parcial da matéria seca (MS), matéria organica (MO), proteína bruta (PB), fibra em detergente ácido (FDA), fibra em detergente neutro (FDN), energia bruta (EB) e amido. Foram utilizados quatro novilhos da ra a Holandês Preto e Branco, com dois anos de idade e 340 kg de peso vivo e canulados no rúmen e duodeno. O delineamento experimental utilizado foi o quadrado latino 4 x 4, em que os animais receberam quatro tratamentos, que consistiram de dois níveis de volumosos (30 e 70%) e dois períodos experimentais (14 e 21 dias). Houve efeito significativo do nível de volumoso sobre a digestibilidade ruminal de FDA e FDN, a digestibilidade intestinal e total da MS, MO, PB e amido e a digestibilidade total da EB. N o houve efeito do período experimental sobre os coeficientes de digestibilidade dos nutrientes avaliados. Conclui-se que a utiliza o de período experimental de 14 dias, em experimentos de digest o, é viável, quando se utiliza feno como fonte de volumoso.
Efeito do período experimental sobre a fermenta o ruminal e eficiência de síntese microbiana em bovinos alimentados com dois níveis de volumosos
Guimar?es Kátia Cylene,Branco Antonio Ferriani,Zeoula Lúcia Maria,Alcalde Claudete Regina
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Os objetivos deste trabalho foram avaliar os efeitos de dois níveis de volumosos nas ra es e dois períodos experimentais sobre a eficiência de síntese microbiana, a concentra o ruminal de am nia, o pH ruminal, o fluxo duodenal e a digestibilidade de nitrogênio (N) em bovinos. Foram utilizados quatro novilhos, Holandês Preto e Branco, com dois anos de idade e 340 kg de peso vivo, implantados com canulas ruminal e duodenal. O delineamento experimental foi um quadrado latino 4 x 4, em que os animais receberam quatro tratamentos, que consistiram de dois níveis de volumoso (70 e 30%) e dois períodos experimentais (14 e 21 dias). Houve efeito significativo do nível de volumoso para pH e concentra o de am nia no fluido ruminal. Houve efeito do período experimental sobre a ingest o de N. A eficiência de sintese microbiana aparente variou de 29,3 a 32,0 g N microbiano/kg de MODR. O pH mínimo obtido foi de 6,5 para 70% de volumoso e 6,2 para 30% de volumoso. A concentra o máxima de am nia foi de 16,9 para 70% de volumoso e 18,97 mg/100 mL de fluido ruminal para 30% de volumoso.
Fracionamento e cinética de degrada o in vitro dos compostos nitrogenados da extrusa de bovinos a pasto
Vieira Ricardo Augusto Mendon?a,Pereira José Carlos,Malafaia Pedro Antonio Muniz,Queiroz Augusto César de
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O objetivo básico do presente estudo foi a determina o do fracionamento dos compostos nitrogenados presentes na extrusa de bovinos mantidos em pastagem natural, na regi o da Zona da Mata, MG. Foram empregados quatro novilhos fistulados no es fago, em dois períodos experimentais durante a esta o chuvosa (EC) do ano de 1996, e três destes animais em dois períodos experimentais durante a esta o seca (ES) do mesmo ano. Para determina o do fracionamento dos compostos nitrogenados (fra es A, B1, B2, B3 e C), foram calculados os teores em proteína bruta (PB), nitrogênio n oprotéico (NNP), nitrogênio insolúvel em tamp o boratofosfato, nitrogênio insolúvel em detergente neutro e insolúvel em detergente ácido. Os perfis de degrada o in vitro das fra es protéicas foram obtidos ao incubar as amostras de extrusa com proteases originárias do Streptomyces griseus. Com estas técnicas, foi possível detectar redu es no teor de PB e no percentual (% da PB) da fra o B3 e aumentos nos percentuais das fra es A, B1 e C da EC para a ES; n o houve altera o no percentual da fra o B2 em fun o da esta o. As taxas de degrada o das fra es B2 e B3 foram extremamente variáveis: suas estimativas médias foram de 2,427 h-1 e 0,057, respectivamente, durante a esta o chuvosa, e 2,149 e 0,034 h1, durante a esta o seca.
Estudo da concentra o salivar do fator de crescimento epidérmico em indivíduos com laringite cr nica por refluxo laringofaríngeo
Eckley Claudia A.,Costa Henrique O.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2003,
Abstract: INTRODU O: A Doen a do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), chegando até a faringe e laringe, pode cursar com intensa inflama o local e rica sintomatologia (Refluxo Laringofaríngeo RLF). Os estudos atuais n o foram capazes de provar que o ácido refluído é o causador das altera es visualizadas na laringite cr nica. O Fator de Crescimento Epidérmico (EGF) é um polipeptídeo produzido pelas glandulas salivares, sendo implicado na indu o do crescimento epitelial, na inibi o da secre o gástrica e na acelera o da cicatriza o. Deficiência salivar deste fator foi encontrada na esofagite de refluxo, mas n o há relatos sobre a concentra o salivar de EGF em indivíduos com RLF. OBJETIVO: Determinar a concentra o salivar do EGF em indivíduos com RLF. FORMA DE ESTUDO: Caso controle. CASUíSTICA E MéTODO: A concentra o salivar de EGF de 39 indivíduos com RLF e 20 controles normais foi estudada pela técnica de ELISA. O RLF foi diagnosticado por história e exame videolaringoscópico característicos. Os 39 pacientes com RLF foram estratificados de acordo com os achados de endoscopia digestiva (com ou sem esofagite associada) e de acordo com a intensidade da laringite cr nica. Foram, também, submetidos a manometria esofágica e pH-metria esofágica de 24 horas com dois canais. RESULTADOS: Constatou-se uma concentra o de EGF significativamente menor nos indivíduos com RLF quando comparados aos controles normais (p=0,002). N o houve diferen a estatisticamente significante na concentra o salivar de EGF entre os indivíduos com RLF, nem em rela o à presen a de esofagite, nem quanto à intensidade da laringite. CONCLUS ES: Este estudo sugere que uma deficiência na concentra o salivar do Fator de Crescimento Epidérmico pode estar associada à patogenia da DRGE, e que este polipeptídeo poderia ser um co-fator na gênese do RLF.
Desempenho e características de carca a de cordeiros Suffolk alimentados com diferentes volumosos  [cached]
Cunha Eduardo Antonio da,Bueno Mauro Sartori,Santos Luiz Eduardo dos,Roda Domingos Sanchez
Ciência Rural , 2001,
Abstract: Cordeiros da ra a Suffolk, desmamados aos 60 dias e confinados, foram alimentados com silagem de milho, silagem de sorgo granífero ou feno de Coast cross (Cynodon dactylon L. Pears) e ra o concentrada (3,5% do peso vivo), com o objetivo de avaliar seu desempenho, a propor o dos componentes-n o-carca a e o rendimento e características das suas carca as. Foi utilizado um delineamento completamente casualizado em esquema fatorial (três alimentos volumosos e dois sexos). Os animais alimentados com silagem de milho ou de sorgo mostraram maior (P<0,05) ganho médio diário de peso (295 e 294g) e menor (P<0,05) idade média de abate (119 e 118 dias) que os alimentados com feno (241g e 129 dias). Os machos mostraram maior (P<0,05) ganho de peso diário (301 e 252g) e menor (P<0,05) idade ao abate (117 e 127 dias) que as fêmeas. Os componentes n o-carca a, rendimento de carca a e de seus cortes, a espessura da gordura subcutanea e grau de gordura n o foram afetados (P>0,05) pelo tipo de alimento, contudo, os animais alimentados com silagem de milho apresentaram carca as com maior (P<0,05) porcentagem de gordura (18,7, 16,7 e 17,5%) e compacidade (241, 232 e 231g/cm) que os demais e menor (P<0,05) propor o de músculo (59,5, 61,1 e 60,6%) que os alimentados com a silagem de sorgo. Cordeiras apresentaram carca as com maior (P<0,05) propor o de gordura (19,0 e 16,3%) e menor (P<0,05) de ossos (21,0 e 22,9%), sem diferen a significativa (P>0,05) na propor o de músculos (60,0 e 60,7%). A silagem de sorgo pode substituir a silagem de milho para cordeiros confinados, contudo o uso do feno de gramínea reduz o seu desempenho.
Avalia o do fluxo salivar total n o estimulado, após o emprego do lauril-dietileno-glicol-éter-sulfato de sódio associado ao hidróxido de cálcio em pacientes irradiados com carcinoma espinocelular da boca e orofaringe  [cached]
Correia Christiano M.,Marinho Marco A. O.,Rapoport Abr?o,Marinho Eurípedes O.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2001,
Abstract: Introdu o: Avaliar quantitativamente o índice de fluxo salivar total n o estimulado de pacientes portadores de carcinoma espinocelular de boca e orofaringe, após tratamento radioterápico, exclusivo, tratados com a associa o de lauril-dietileno-glicol-éter-sulfato de sódio e hidróxido de cálcio. Forma de estudo: Prospectivo clínico n o randomizado. Método: o fluxo salivar foi avaliado em 11 pacientes (n=11) em três fases: 1a.) durante sete semanas, quando foram submetidos à telecobaltoterapia na dose total de 7.000 cGy, sem utiliza o de medicamento para estimular a saliva o; 2a.) em seguida, durante oito semanas após o tratamento radioterápico, quando os pacientes utilizaram a associa o medicamentosa como estimulante da saliva o; 3a.) finalmente, durante oito semanas após ter sido interrompido o tratamento com a associa o de drogas. Resultados: os valores obtidos foram analisados com vistas a avalia o da eficácia da medica o utilizada para evitar a hipofun o salivar no período pós-radioterapia. Dos 11 pacientes, 10 apresentaram melhora significante dos índices de fluxo salivar com o uso da associa o de drogas, em rela o aos valores do período final do tratamento radioterápico, e mantiveram esses índices mesmo com a suspens o do medicamento. Conclus es: a associa o de drogas foi eficaz no tratamento da hipofun o salivar, e proporcionou aumento do índice salivar total n o estimulado em 10 dos 11 pacientes, sendo esse aumento mantido por dois meses após a interrup o do uso do medicamento.
Colagem ortod?ntica em esmalte com presen?a ou ausência de contamina??o salivar: é necessário o uso de adesivo auto-condicionante ou de adesivo hidrofílico?
Rosa, Cristiane Becher;Pinto, Roberto Amarante Costa;Habib, Fernando Antonio Lima;
Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial , 2008, DOI: 10.1590/S1415-54192008000300005
Abstract: aim: the purpose of this study was to evaluate the shear bond strength of orthodontic bonding with the use of a hydrophilic primer (transbond moisture-insensitive primer, 3m unitek, monrovia, calif.), a self-etching primer (transbond plus self-etching primer, 3m unitek, monrovia, calif.) and without primer application, in dry and saliva contaminated enamel surfaces. methods: bovine incisors (60) were divided into 6 groups: (1) uncontaminated control (no primer), (2) control with saliva contamination (no primer), (3) uncontaminated self-etching primer, (4) saliva contamination before self-etching primer, (5) uncontaminated hydrophilic primer and (6) saliva contamination before hydrophilic primer. stainless steel brackets were bonded with composite resin (transbond xt, 3m unitek, monrovia, calif.). after bonding, all samples were stored at 37±1°c in a humidity environment until the shear bond strength test. results: under dry uncontaminated enamel conditions comparable results were found between the control (1) and the self-etching primer (3), while the hydrophilic primer (5) presented higher bond strength. under saliva contamination, a significant difference was found between the control (2) and the self-etching primer (4), however, there was no difference between the self-etching primer (4) and the hydrophilic primer group (6). conclusion: therefore, with moisture control, the use of a primer in order to achieve acceptable bond strength is not required. in clinical situations where there is a risk of saliva contamination either primer could be used.
Intake, digestibility, milk production and economic analysis of diets with different forages Consumo, digestibilidade, produ o de leite e análise econ mica de dietas com diferentes volumosos
Susi Cristina dos Santos Guimar?es Martins,Vicente Ribeiro Rocha Júnior,Luciana Albuquerque Caldeira,Daniel Ananias de Assis Pires
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2011,
Abstract: The purpose was to evaluate intake and nutrients digestibility, milk production and economic viability of diets with different forages (sugar cane, sorghum silage, sunflower silage or Tanzania-grass pasture) of crossbred cows Holstein x Gir. Eight cows with approximately 180 days of lactation were used in two Latin squares 4 x 4 (4 animals, 4 diets, 4 periods). In relation to dry matter intake, it was lower for the diet with sunflower silage; neutral detergent fiber intake was lower for the diets with sugarcane and sunflower silage; non-fiber carbohydrates intake was highest for diet with sugarcane, intermediate for sunflower silage and lowest for sorghum silage and Tanzania grass pasture. Total digestible nutrients intake was highest for diets with sugarcane or Tanzania grass pasture. Weight gain was higher for cows fed with sugarcane or sorghum silage, and there was loss of weight and of body condition score for diets with sunflower silage or Tanzania grass pasture. Milk production was similar among experimental diets. Sunflower silage diet presented low digestibility of neutral detergent fiber, but it did not differ from sugarcane. Amongst the evaluated diets, the sugarcane one had the highest cost and the Tanzania grass grazing, the lowest one. Net income from milk was quantitatively lowest for sugarcane diet and crescent, following the order, for diets based on sunflower silage, sorghum silage and Tanzania grass grazing. Objetivou-se avaliar consumo, digestibilidade dos nutrientes, produ o de leite e viabilidade econ mica das dietas com diferentes volumosos (cana de a úcar, silagem de sorgo, silagem de girassol ou pasto de capim - tanzania) com vacas sangue Holandês x Gir. Foram utilizadas oito vacas com aproximadamente 180 dias de lacta o em dois quadrados latinos 4 x 4 (4 animais, 4 dietas, 4 períodos). Em rela o ao consumo da matéria seca, este foi inferior para a dieta com silagem de girassol; da fibra em detergente neutro, foi inferior para as dietas com cana e silagem de girassol; dos carboidratos n o fibrosos, foi maior para a dieta com cana, intermediário na silagem de girassol e inferior na silagem de sorgo e pasto de capim-tanzania. O consumo de NDT foi maior nas dietas com cana ou com pasto de capim-tanzania. O ganho de peso foi superior para as vacas alimentadas com cana ou silagem de sorgo, e para dietas com silagem de girassol ou capim-tanzania houve perda de peso e do escore corporal. A produ o de leite foi igual entre as dietas experimentais. A dieta à base de silagem de girassol apresentou baixa digestibilidade da FDN, mas n
Hipossaliva o e aumento da glicose salivar em diabéticos  [cached]
Adriana da Rosa Moreira,Maria Sueli Marques Soares,Isabela Albuquerque Passos,Fábio Correia Sampaio
Odonto , 2007,
Abstract: O objetivo desse trabalho foi avaliar o fluxo salivar e comparar as taxas de glicose salivar e sangüínea em diabéticos. A amostra foi constituída por 60 indivíduos, de ambos os sexos, com idade de 7 a 18 anos, sendo 30 diabéticos tipo 1, atendidos no servi o de endocrinologia pediátrica do PAM de Jaguaribe, Jo o Pessoa – PB/ Brasil, e 30 escolares, n o diabéticos, pareados em idade e sexo. Foram determinadas as taxas de fluxo salivar em repouso e estimulado, de glicose salivar e a glicemia capilar. Utilizou-se teste t de Student, considerando significantes valores de pd"0,05. Entre os pacientes diabéticos a média de idade foi de 13±2,8 anos, sendo 46,7% do sexo masculino e 53,3% do feminino. No controle, a média de idade foi de 11±2,8 anos, 53,3% eram do sexo masculino e 46,7% do feminino. A média da glicemia capilar entre os diabéticos foi de 216,6±119,5 mg/dL, enquanto que nos controles foi de 91±15,9mg/dL. A média da glicose salivar foi de 66 x 10-4 mg/dL nos diabéticos e 22 x 10-4 mg/dL no grupo controle (p=0,014). Nos diabéticos a média do FSR foi de 0,15±0,11 mL/min e no controle foi de 0,36±0,29 mL/min (p=0,001), enquanto a média do FSE foi de 2,32±1,03 mL/min nos diabéticos e 2,5±1,22 mL/min no controle (p=0,57). Concluiu-se que os diabéticos apresentaram níveis de glicose salivar mais elevada e redu o do fluxo salivar quando comparados aos n o diabéticos. Sugere-se que o diabetes altera a secre o e a composi o do fluxo salivar.
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